O dia tinha sido longo pra caralho. Aquela gravação de campanha política sempre trazia umas situações bizarras, tipo cobrir café da manhã com pastores evangélicos abençoando o candidato. Eu tava ajudando a organizar as mesas quando vi ela. Dezoito anos. Um metro e sessenta, uns quarenta e quatro quilos. Moreninha, peitinhos pequenos e firmes, e uma bunda redondinha, perfeita, marcada sob aquela calça colada que quase explodia. Um tesãozinho puro. Enquanto eu ajeitava as cadeiras, ela passava carregando bandejas, o rabo balançando de um jeito que me deixava de pau duro na hora. Depois da gravação, ela veio falar comigo. Voz baixa, meio envergonhada. - Ninguém gosta de mim... eu me acho feia pra caralho. Eu olhei pra ela de cima a baixo e falei a verdade. - Você é linda pra porra. Os caras que não te olham são idiotas. Essa bundinha aí... caralho, é das mais gostosas que eu já vi. Ela ficou vermelha, mas sorriu. Trocamos telefone. No dia seguinte eu tava de folga e liguei. - Vem aqui em casa. Meu pai trabalha o dia todo. A gente se conhece melhor. Ela topou. Chegou com uma saia curta e uma blusinha que deixava os peitinhos marcados. Eu abri a porta, puxei ela pra dentro e já comecei a beijar. Beijo macio, de virgem de verdade. Língua tímida no começo, depois mais ousada. Nas três semanas seguintes a gente só se beijava e se abraçava. Eu sentia o cheiro dela, o corpo quente colado no meu, a bucetinha já molhando a calcinha quando eu apertava a bunda. Mas eu tinha calma. Não queria assustar. Até que num outro dia de folga eu preparei tudo. Casa vazia. Levei ela pro quarto. Começamos nos beijando em pé. Quarto beijo e eu puxei a blusa dela pra cima, bem devagar. Os peitinhos saltaram, bicos duros. Eu chupei um, apertando o outro. - Porra... que gostoso - ela gemeu baixinho. Tirei o sutiã. Depois a saia. A calcinha molhada já. Ela fez o mesmo comigo, tirando minha camisa, a calça, a cueca. Quando percebemos estávamos nus, deitados de lado, um de frente pro outro. Minha pica de dezessete centímetros e meio já tava dura pra caralho, latejando. Ela tocou com a mão trêmula, subindo e descendo devagar. - É grande... - sussurrou. Eu passei o dedo na rachinha dela. Quentinha, molhada, cheirosa. Poucos pelos. O grelinho inchado. Ficamos assim uns dez minutos, eu bolinando a buceta, ela masturbando minha rola. Aí eu a deitei de barriga pra cima. Beijei a orelha, lamba o pescoço, desci pros peitos. Chupava um enquanto apertava o outro, trocando. Depois desci mais. Abri as pernas dela e enfiei a língua na chaninha. O suquinho era doce pra porra. Eu lambia a fenda toda, chupava o grelinho, enfiava a língua dentro. - Não para... pelo amor de Deus, não para - ela gemia, já desesperada, mexendo o quadril. Eu comia aquela buceta com fome. Língua batendo no clitóris, dedo entrando e saindo. Ela já tava gozando na minha boca, o corpo todo trepidando. Quando vi que tava bem molhada, subi beijando cada centímetro. Dei um beijo na boca dela, deixando ela provar o próprio gosto. - Fica me beijando. Você vai adorar o que vem agora. - Vai com cuidado... nunca fiz isso - ela pediu, voz tremendo. - Eu sei. Vou com carinho. Apontei a cabecinha na entrada da bucetinha. Brinquei, só a cabeça entrando e saindo. Ela se contorcia. - Para com isso... coloca tudo, por favor - gemeu, quase chorando de tesão. Empurrei devagar. Quando senti o hímem, parei, beijei a boca dela e forcei com firmeza, mas carinho. Ela urrou. - Aaaaaiii! Para! Dói pra caralho! Eu segurei, beijei, acalmei. - Respira... vai passar. Voltei a entrar bem lento. Cada milímetro daquela grutinha apertada engolindo minha pica. Bombava devagar, às vezes mais rápido. Beijava a boca dela a cada estocada, apertava a bundinha redonda. - Assim... faz gostoso assim - ela pedia, já gemendo alto. - Eu sou sua pra sempre. - A gente é um do outro. Enquanto você me der prazer, eu te dou prazer pra caralho. Ficamos assim uns dez minutos. A buceta dela já engolia tudo, fazendo barulho molhado. Eu sentia que ia gozar. - Fica de quatro. Ensinei. Ela ajoelhou, a bundinha empinada, a rachinha rosada à mostra. Mordi cada nádega. Enfiei a pica toda de uma vez. Algumas bombadas e tirei. Coloquei a cabecinha no cuzinho. Ela se assustou. - Minhas amigas falam que dói mais... - Não vou colocar tudo. Só a cabeça. Empurrei a glande. O ânus apertou. Dei umas brincadinhas, entrando e saindo só a ponta. Aí gozei. Porra quente jorrando dentro do cuzinho dela, inundando. Ela deitou, me puxou pro lado. - Eu te amo. Obrigada pela tarde mais perfeita da minha vida. Descansamos. Minutos depois eu já tava duro de novo. Chupei a buceta outra vez, enfiei de novo. Gozei mais três vezes naquele dia. Sempre no cu ou na boca. Nunca dentro da buceta. Medo de engravidar. Nos quatro meses e meio seguintes ela aprendeu a chupar. E chupava gostoso pra caralho. Ajoelhada, engolindo até o fundo, babando, olhando pra mim. - Gosta da minha pica, né, putinha? - Adoro... quero gozar na sua boca. Deu o cuzinho várias vezes. Em casa, no carro na frente da casa dela. Ela fazia tudo. De quatro, cavalgando, de lado. Gemia alto, pedindo mais. - Mete mais forte... arromba meu cuzinho... Eu metia, sentia o aperto, gozava fundo. Mesmo depois de terminarmos, a gente ainda se encontra de vez em quando. Mata a saudade. Ela ainda é a mesma: peitinhos, bundinha perfeita, buceta apertada e aquele jeito de gemer desesperado. E sempre que eu enfio, ela fala a mesma coisa: - Sou sua. Pode usar como quiser. E eu uso. Sem poupar.
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