Mulher pequena!

O cheiro dela ainda estava grudado na minha pele quando eu fechei a porta do prédio atrás de mim. Eu sabia que um dia ia morrer. Eu estava vivo. E naquele momento, vivo demais.
Eu tinha 30 anos. Ela, uns quinze a mais. Professora de psicologia, corpo pequeno, bunda redonda, seios que cabiam na mão mas que ficavam duros rápido. Eu trabalhava como monitor do curso dela. No começo achei ela sem graça. Até o dia do vestido. Aquele tecido fino que colava nas costas e subia um pouco demais quando ela se inclinava sobre a mesa. Aí eu comecei a imaginar. Como seria abraçar aquilo. Como seria meter. Como seria ouvir ela gemer.
As reuniões foram mudando de tom. Café, sala do prédio, restaurante. Depois a casa dela. A intimidade chega devagar. Um dia eu vi uma calcinha no banheiro. Limpa, mas eu peguei mesmo assim. Cheirei. O tecido ainda guardava um cheiro fraco de sabonete e de mulher. Meu pau endureceu na hora. Eu fiquei ali, de pé, apertando a porra na mão, imaginando a buceta que tinha usado aquela calcinha.
Na semana seguinte eu cheguei e coloquei a mão na cintura dela na hora do cumprimento. Ela demorou um segundo a mais para fechar a porta. Eu senti. Sentamos no sofá. Ela cruzou as pernas e o vestido subiu. A coxa descoberta. Eu ficava olhando e imaginando meu pau encostando ali.
Fomos até a cozinha beber água. Silêncio. Quando o copo esvaziou eu peguei a mão dela e puxei de volta pra sala. Soltei. Ela ficou parada na minha frente, sem saber onde colocar o corpo. Eu me aproximei, segurei a cintura, puxei contra mim e beijei.
A boca dela era quente. A língua entrava fácil. Eu roçava o pau duro na barriga dela enquanto as mãos desciam e apertavam a bunda. Ela gemeu baixo, quase um suspiro.
- Porra...
Eu a deitei no sofá. Fiquei por cima. Beijava a boca, o pescoço, o colo. A mão entrou por baixo do vestido e encontrou a calcinha já úmida. Passei o dedo por cima do tecido, sentindo o grelinho inchado. Ela abriu as pernas um pouco. Eu desci o vestido, tirei a calcinha devagar. A buceta era pequena, lisa, o grelinho saltado, a fenda brilhando.
Eu cheirei primeiro. Depois passei a língua de baixo pra cima, devagar, abrindo os lábios com os dedos. Ela soltou um gemido mais alto.
- Ahh... assim...
Eu chupei o grelinho, puxando de leve com os lábios, lambendo em círculos. Os dedos entraram. Dois. A buceta apertava. Eu metia os dedos e chupava ao mesmo tempo. Ela empurrava a buceta contra a minha boca, gemendo sem parar.
- Chupa... chupa essa buceta... porra...
Eu tirei a roupa inteira de uma vez. Camisa, calça, cueca. O pau estava duro pra caralho, a cabeça já molhada de porra. Tirei o vestido e o sutiã dela. Os peitos pequenos, bicos escuros e duros. Eu chupei um, depois o outro, enquanto apontava o pau na entrada.
Entrei devagar. A buceta engoliu a cabeça, depois mais um pouco. Eu saí e entrei de novo, molhando o pau todo no mel dela. Quando estava encharcado eu meti fundo de uma vez.
- Ahhh caralho...
Ela arqueou as costas. Eu agarrei a bunda com as duas mãos e comecei a meter. Devagar no começo, sentindo cada centímetro. Depois mais rápido. O pau entrava até o fundo, batendo na boca do útero. O som molhado da buceta engolindo a pica enchia a sala.
- Mais fundo... mete mais fundo nessa buceta...
Eu beijava o pescoço, mordia o ombro, chupava os peitos enquanto fodia. Ela gemía alto, desesperada, as unhas nas minhas costas.
- Porra... sua pica tá destruindo minha buceta... continua... não para...
Eu virei ela de lado, levantei uma perna e meti mais fundo ainda. A mão foi pro grelinho e esfreguei enquanto fodia. Ela começou a tremer.
- Vou gozar... vou gozar na sua pica... ahhh porra...
O orgasmo veio forte. A buceta apertou o pau num espasmo longo, molhando tudo. Eu continuei metendo, sentindo ela escorrer. Quando o aperto diminuiu eu tirei o pau e a virei de quatro no sofá.
A bunda dela era perfeita. Redonda, macia. Eu abri as nádegas e vi o cu apertadinho, o cuzinho franzido. Passei o pau molhado de porra dela pelo cu, de cima a baixo, sentindo o calor. Ela gemeu mais fundo.
- Coloca o dedo... coloca o dedo no meu cu enquanto mete...
Eu enfiei o dedo indicador no cu dela devagar. O anel apertou. Enquanto isso enfiei o pau de novo na buceta. Metia a pica e o dedo ao mesmo tempo. Ela empurrava a bunda pra trás, pedindo mais.
- Mais fundo no cu... enfia o dedo inteiro... ahhh caralho que delícia...
Eu enfiei o dedo até a base e comecei a mexer, abrindo o cu enquanto a pica martelava a buceta. O barulho era obsceno. Molhado, sujo. Ela gemia sem parar, a voz rouca.
- Fode... fode essa buceta e esse cu... porra... sua pica é gostosa pra caralho...
Eu tirei o dedo, cuspi no cu dela e enfiei o dedo médio junto. Dois dedos agora. O cu abria e fechava em volta. A buceta continuava engolindo o pau até o saco bater nela. Eu estava perto.
- Vou gozar... vou encher essa buceta de porra...
- Goza... goza dentro... enche minha buceta... ahhh...
Eu meti fundo e gozei. O esperma saiu quente, jorrando dentro dela em jatos longos. Ela sentiu e gozou de novo, o cu apertando meus dedos com força, a buceta pulsando em volta do pau. Eu continuei metendo devagar, sentindo a porra escorrer pelas coxas dela.
Ficamos um tempo ali, suados, ofegantes. Depois ela me puxou pelo braço até o quarto. Deitou de bruços na cama. Eu fiquei meio de lado, meio por cima. Meu pau já estava endurecendo de novo só de sentir o cheiro do cabelo dela, da nuca.
Eu passei a mão pela bunda, abrindo as nádegas. O cu ainda estava um pouco aberto do dedo. Passei o pau por ali, roçando, sujando de porra. Ela rebolou.
- Mete de novo...
Eu enfiei na buceta por trás, bem fundo. A mão foi pro cu e o dedo entrou fácil. Metia a pica e o dedo no mesmo ritmo. Ela gemia no travesseiro, a voz abafada.
- Mais forte... fode mais forte... ahhh meu cu... seu dedo no meu cu tá me deixando louca...
Eu tirei o pau da buceta e apontei no cu. A cabeça pressionou. Ela empurrou a bunda pra trás.
- Enfia... enfia no cu... quero sentir sua pica no meu cuzinho...
Entrei devagar. O cu abriu, apertou, engoliu. Eu meti centímetro por centímetro até o saco encostar. Ela soltou um gemido longo, quase um grito.
- Ahhh caralho... que pica grossa no meu cu... continua... mete devagar...
Eu comecei a foder o cu dela com cuidado no início, depois mais fundo. A mão foi por baixo e esfregava o grelinho. Ela tremia toda.
- Mais... mais fundo no cu... porra... sua pica tá abrindo meu cuzinho... ahhh...
O ritmo aumentou. O pau entrava e saía do cu apertado, o som molhado misturado com os gemidos dela. Eu cuspia na entrada de vez em quando pra facilitar. Ela rebolava, pedindo mais.
- Fode meu cu... fode forte... quero gozar com sua pica no cu...
Eu meti fundo e segurei, girando o quadril. A outra mão apertava a bunda, abrindo mais. Ela gozou de novo, o cu pulsando forte em volta do pau, quase me expulsando. Eu continuei, metendo sem parar até sentir o orgasmo subindo.
- Vou gozar no seu cu...
- Goza... goza dentro do meu cu... enche meu cuzinho de porra... ahhh...
Eu gozei fundo. Os jatos quentes enchendo o cu dela. Ela soltou um gemido demorado enquanto sentia o esperma quente. Eu fiquei metido até o pau amolecer, sentindo a porra escorrer pelo saco.
Saí devagar. O cu dela ficou aberto um segundo, a porra branca escorrendo. Eu passei o dedo, recolhi um pouco e levei até a boca dela. Ela chupou o dedo, olhando pra mim.
- Gostoso...
Deitamos de lado. Eu ainda roçava o pau semi-duro na bunda dela. A mão não parava de apertar, de abrir, de brincar com a buceta molhada e o cu sujo de porra.
Ela virou o rosto e me beijou.
- Você fode gostoso pra caralho...
- E você tem uma buceta e um cu que pedem pra ser destruídos.
Ela riu baixo, cansada, satisfeita.
Eu passei a língua no pescoço dela, descendo pelas costas, beijando a curva da bunda. Abri as nádegas de novo e lambei o cu sujo de esperma. Ela gemeu surpresa.
- Porra... você é safado mesmo...
Eu continuei lambendo, empurrando a língua dentro do cu, chupando a porra que escorria. A mão foi pra frente e meti dois dedos na buceta enquanto comia o cu dela com a boca. Ela empurrou a bunda contra o meu rosto.
- Continua... chupa meu cu... ahhh delícia...
Eu fiquei ali um tempo, lambendo, chupando, dedando. Quando o pau endureceu de novo eu me levantei, coloquei ela de quatro outra vez e enfiei na buceta de uma vez só.
- Ahhh caralho...
Metia forte agora. A bunda batendo na minha barriga. A mão no cabelo dela, puxando a cabeça pra trás. Ela gemia alto, a voz quebrando.
- Mais forte... fode essa buceta... sua pica tá me matando de tesão... ahhh porra...
Eu tirei o pau e enfiei no cu de novo, sem avisar. Ela gritou.
- Ahhh meu cu... enfia... enfia fundo...
Fodi o cu dela com vontade. A mão esfregava o grelinho com força. Ela gozou gritando, o corpo todo tremendo, o cu apertando o pau num ritmo desesperado. Eu gozei logo depois, mais uma vez dentro do cu, enchendo de novo.
Caímos na cama. Suados, fedendo a sexo, a porra escorrendo das duas entradas. Eu passei a mão pela buceta e pelo cu dela, sentindo o líquido quente.
- Você me deixou destruída...
- E eu ainda não terminei.
Ela olhou pra mim com um sorriso safado.
- Então continua.
Eu continuei. A noite inteira. Metendo na buceta, no cu, fazendo ela chupar a pica suja de porra e de mel. Ela gemia, pedia, xingava de tesão.
- Chupa essa pica... engole até o fundo... ahhh isso...
- Mete no meu cu de novo... quero mais...
- Sua buceta tá tão molhada... escuta esse barulho... porra...
Cada gemido dela era desesperado. Cada frase suja. Eu não poupei nada. Fodi até o corpo dela tremer de cansaço e de prazer. Até a voz ficar rouca de tanto gemer.
Quando finalmente paramos, o sol já estava quase nascendo. Eu ainda estava dentro dela, mole, a porra escorrendo. Ela respirou fundo.
- Eu sabia que um dia ia acontecer...
Eu beijei a nuca dela.
- Eu também.
A vida é curta. Eu sei que um dia vou morrer. Mas naquela noite, com a pica enterrada no cu daquela mulher, com o cheiro de sexo impregnado no quarto, eu estava vivo pra caralho.
E ainda tinha mais noites pela frente.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mulher pequena!

Codigo do conto:
271559

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
06/09/2026

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