O relógio da sala marcava quase duas e meia da manhã quando eu abri a porta de casa. O silêncio pesava, só quebrado pelo barulho baixo da televisão que a gente tinha deixado ligada pra não voltar pro escuro total. Minha esposa já tinha subido direto pro quarto, cansada pra caralho da festa. Eu ainda estava com aquele resto de adrenalina da noite, a cabeça levemente zonza do uísque, mas o corpo inteiro alerta. Fui pro quarto das crianças como sempre fazia. Empurrei a porta devagar. A luz do corredor iluminou a cena e meu pau deu um pulo sozinho dentro da calça. Rebeca estava deitada de lado no colchão extra que a gente colocava no chão pro lado da cama dos meninos. Dezoito anos completos fazia pouco tempo, pele branca demais pro tanto de sol que batia na cidade, morena clara de verdade, cabelo castanho solto espalhado no travesseiro. O shortinho jeans era tão curto que a barra sumia no meio daquele bumbum empinado, enfiado fundo na rachinha. A camiseta branca sem manga tinha subido um pouco, mostrando a barriguinha lisa e a curva de baixo dos seios pontudos. Os bicos marcavam o tecido fino. Fiquei parado na porta uns dez segundos só olhando. Meu coração batia forte pra porra. Aproximei, me agachei e beijei a testa dela, igual fazia com os meninos. O cheiro dela subiu, um mix de shampoo barato e pele quente. Voltei pro corredor com a pica já dura, apertando a calça. Na sala liguei a televisão no volume baixo. Tentei assistir qualquer merda. Passou quase uma hora. Toda vez que fechava os olhos vinha a imagem daquele shortinho enfiado. Levantei, fui até o nosso quarto. Minha esposa dormia de lado, respirando fundo. Fechei a porta com cuidado e voltei pro quarto das crianças. Sentei no chão ao lado do colchão dela. Rebeca tinha virado de barriga pra cima. A camiseta subiu mais, os seios pontudos quase saindo. O shortinho estava ainda mais enterrado entre as pernas. A barriguinha subia e descia devagar. Passei a mão no rosto dela. Nada. Desci pelo pescoço, sentindo o calor da pele. Os dedos chegaram nos seios. Levantei a camiseta com cuidado e tirei um peito pra fora. O bico era rosado, duro, pequeno e perfeito. Apertei de leve com o polegar. Ela respirou um pouco mais fundo, mas não acordou. Desci a mão pela barriga. Os dedos encontraram a barra do short. Puxei pro lado. A calcinha era uma fio dental fina, já enfiada na xoxota. Puxei mais. Apareceu a penugem clara, quase invisível, e a rachinha fechada. Meu pau doía de tão duro. Passei o dedo por cima da fenda. Quente. Um pouco úmida. Procurei o grelinho com a ponta do dedo, fazendo círculos leves. Encontrei o botãozinho inchado escondido. Ela se mexeu. Soltou um resmungo baixo. Tirei a mão rápido. O coração quase saiu pela boca. Mas ela abriu as pernas um pouco mais, ainda de olhos fechados, e ficou assim. Voltei. Puxei o short e a calcinha pro lado de uma vez. Agora dava pra ver tudo. A xoxota rosada, o grelinho saltado, a entrada apertada. Toquei de novo. Estava mais molhada. Deslizei o dedo e tentei enfiar só a ponta. A pressão do cabacinho me apertou forte. Quase gozei só com aquilo. Tirei o dedo e chupei. O gosto dela era azedinho e doce ao mesmo tempo. Delícia pura. Não aguentei. Me ajoelhei, separei mais as coxas dela e passei a língua inteira na rachinha, de baixo pra cima, terminando no grelinho. Chupei com força. Ela abriu mais as pernas e soltou um gemido baixinho, ainda dormindo ou fingindo. Levantei a camiseta até o pescoço e mamiei nos peitos, chupando os bicos enquanto o dedo voltava pro grelinho, esfregando em círculos rápidos. — Ahhh… mais… — a voz dela saiu rouca, quase um sussurro. Ela estava acordada. Ou pelo menos acordando. Peguei a mão dela e levei até a minha calça. Abri o zíper, tirei a pica pra fora. Estava pesada, veias saltadas, a cabeça já molhada de porra. Ela segurou e apertou, sem abrir os olhos direito. — Que pica grossa… — murmurou. Continuei mamando nos peitos e masturbando o grelinho dela. Os gemidos ficaram mais altos, desesperados. — Aiiií… assim… não para… por favor… Senti o corpo dela tremer. A xoxota latejou contra meus dedos e ela gozou quietinha, apertando minha pica com força, a boca aberta em um gemido longo e abafado. Pareei só o suficiente pra tirar o shortinho e a calcinha de uma vez. Abri as pernas dela o máximo que deu e voltei a chupar o grelinho inchado, enfiando a língua o mais fundo que conseguia na entrada apertada. O gosto do gozo dela me deixou louco. Subi o corpo, beijei o pescoço, a boca, enquanto encaixava a cabeça da pica na xoxota molhada. Esfreguei devagar, molhando bem. Empurrei só um pouco. O cabacinho resistiu. Empurrei mais. Senti cada milímetro entrando, a pressão absurda apertando a cabeça. — Aiii porra… dói… mas não para… — ela puxou meu pescoço com as duas mãos. Empurrei mais fundo. A pica foi sumindo dentro daquela florzinha apertada, descabaçando devagar. Quando estava pela metade ela me puxou com força pra baixo e a pica inteira entrou de uma vez só. O gemido que ela soltou foi alto demais. Tapei a boca dela com a mão. — Shhh… os meninos… Comecei a meter. Devagar no começo, sentindo o cu dela contrair toda vez que eu ia fundo. Depois mais rápido. O barulho da buceta molhada enchendo o quarto. Ela gemia contra a minha mão, os olhos agora abertos, brilhando no escuro. — Mete… mete essa pica grossa… arromba essa buceta… — a voz saía abafada, desesperada. Apertei o peito dela com a outra mão, beliscando o bico. Ela enfiou as unhas nas minhas costas. Meti mais forte, a pica saindo quase inteira e entrando de uma vez, batendo fundo. O grelinho dela esfregava na base do meu pau a cada estocada. — Vou gozar de novo… aiiii caralho… não para… Sentí o corpo dela tremer de novo. A xoxota apertou minha pica com uma força absurda, esguichando um pouco. Não aguentei. Enterrei até o fundo e gozei dentro, jorrando forte, enchendo aquela buceta apertada de porra quente. Os dois gemendo baixinho, suados, o coração batendo descompassado. Fiquei alguns segundos ainda dentro dela, sentindo as contrações. Depois saí devagar. A pica saiu brilhando de porra e gozo misturado. Levantei, fui ao banheiro do corredor, lavei o pau rápido e voltei pro nosso quarto. Minha esposa continuava dormindo. Deitei do lado dela fingindo que nada tinha acontecido. Minutos depois ouvi passos leves. Rebeca foi ao banheiro. A água ligou. Depois o silêncio voltou. No dia seguinte só nos vimos de tarde, quando ela veio buscar as coisas. Olhamos um pro outro por dois segundos. Nenhum dos dois falou nada. Mas o cheiro dela ainda estava na minha mão quando eu fechei a porta atrás dela.
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