Fernanda morava na zona norte do Rio, cabelo castanho liso com mechas loiras, olhos castanhos, 1,67, 58 quilos, pernas grossas, bunda grande e redonda, peitos pequenos pra médios e a buceta sempre cheirosinha, às vezes careca, às vezes com um pelinho macio. Todo dia de manhã pegava o trem lotado pro centro pra ir pra escola. Ia junto com a Paty, a amiga dela, e às vezes com um garoto que depois desistiu. O trem vinha sempre estourado. A gente se espremia, corpo colado em corpo. Desde o começo tinha uns caras que faziam rodinha em volta delas e começavam a passar a mão. No começo a Fernanda ficava tensa, o coração batendo forte, mas com o tempo o corpo dela começou a reagir diferente. O pau duro roçando na bunda, a mão apertando a carne do bumbum por cima da calça, o dedo tentando achar a fenda da buceta mesmo por cima do tecido. Ela sentia o calor, o cheiro de porra e suor misturado, e aos poucos a xota dela ia ficando molhada. Um dia o garoto que ia com elas tentou reclamar. Tomou um soco na cara, roubaram o relógio, o dinheiro e a mochila. Um dos caras olhou pra Fernanda e falou baixo, bem perto do ouvido dela: - Fica quietinha. Nada vai acontecer com você nem com a sua amiga. Só se comporta. No dia seguinte elas foram só as duas. Os mesmos caras formaram a rodinha de novo. O que ficava atrás da Fernanda abria a calça, tirava a pica gorda e quente e enfiava entre as nádegas dela, esfregando forte por cima da calça. A mão dele apertava a bunda, descia e passava a palma inteira na buceta, pressionando o grelinho por cima do tecido. Às vezes metia a mão no bolso dela e deixava um papelzinho com o número ou até umas notas. Ela nunca ligou. O que realmente a deixava puta de tesão e ao mesmo tempo constrangida era quando o cara gozava. A porra quente escorria pela calça, molhava a calcinha, cheirava forte. Chegava na estação e corria pro banheiro pra limpar aquela merda toda antes de ir pra escola. Ficou assim meses. Todo dia a mesma coisa. A Paty também levava. Elas até ganharam calcinha e sutiã dos caras, presentes safados que elas guardavam escondido. No final do ano a Paty teve a ideia. - Fernanda, vamos de saia amanhã. Leva a calça na mochila e veste só quando chegar. Quero sentir de verdade. Fernanda topou na hora. Acordou com a buceta já úmida só de imaginar. Colocou o tênis branco, a blusa branca da escola, a saia preta curtíssima que quase não cobria a bunda e por baixo a calcinha e o sutiã de renda vermelha. A Paty foi igual. Quando entraram no vagão lotado os caras olharam e sorriram de canto de boca. Em segundos a rodinha se formou. O cara de trás da Fernanda puxou a pica pra fora. Ela sentiu o calor daquela piroca grossa batendo direto na calcinha fina. Ele ergueu a saia pela frente de todo mundo, puxou a calcinha de lado e passou o dedo grosso na fenda molhada. O grelinho dela já estava inchado e sensível. Ele meteu o dedo até a primeira falange, depois até a segunda, mexendo devagar enquanto esfregava a cabecinha da pica na entrada da buceta. - Porra, que buceta molhada… fica quietinha que eu vou te foder gostoso. Fernanda mordeu o lábio pra não gemer alto. O trem balançava, as pessoas apertavam, ninguém via direito o que estava acontecendo no meio daquela massa. O cara abraçou ela por trás, enfiou a pica entre os lábios da xota e começou a bombear. A cabecinha entrava um pouco, ela se mexia e tirava, ele voltava a forçar. Estava sem camisinha. A porra dele já vazava um pouco e misturava com o mel da buceta dela. Ele gemiam baixo no ouvido dela: - Deixa eu meter essa pica inteira… caralho, que aperto… Ela sentia o pau latejando, quente, grosso, tentando abrir caminho. Quando a cabeça quase encaixou ela se moveu de novo. Ele perdeu a paciência, segurou a cintura dela com força e gozou. Jatos quentes e grossos saíram direto na buceta e na calcinha. A porra escorreu pela coxa, molhou tudo. Fernanda estava tremendo, a xota latejando, quase gozando também. Mal ele saiu e outro tomou o lugar. Esse veio pela frente e por trás ao mesmo tempo. Uma mão na buceta, a outra apertando a bunda, o pau esfregando no cu por cima da calcinha. Ele enfiou dois dedos nela, chupou o pescoço e falou: - Vou te fazer gozar agora, putinha. Os dedos dele iam e vinham rápido no grelinho. Fernanda não aguentou. As pernas tremeram, a buceta contraiu forte e ela gozou molhando a mão do cara. No mesmo instante ele gozou também, jorrando porra na bunda e na saia dela. Do outro lado a Paty estava no mesmo esquema. Um cara tinha rasgado a calcinha dela e já estava metendo de verdade, enfiando a pica até o fundo enquanto outro esfregava o pau na boca dela pra ela chupar disfarçada. Quando o trem parou na estação as duas saíram cambaleando. Fernanda foi direto pro banheiro. A calcinha vermelha estava encharcada de porra, cheirando forte a sexo. Ela tirou, limpou a buceta e as coxas com papel, vestiu a calça e guardou a calcinha suja na mochila. A Paty chegou logo depois, a calcinha dela rasgada e também cheia de porra. - Caralho, Fernanda… eles meteram em mim de verdade. A pica desse filho da puta era grossa pra caralho. Eu gozei duas vezes. As duas riram baixinho, ainda tremendo de tesão e de nervoso. Foi o último dia que elas pegaram aquele trem juntas. Depois disso Fernanda nunca mais esqueceu. Guardou a calcinha gozada sem lavar. Às vezes, sozinha no quarto, ela pega aquela peça suja, cheira o cheiro forte de porra seca, lembra da pica esfregando, dos dedos entrando, dos gemidos baixos no ouvido e se masturba até gozar molhando os dedos, gemendo o nome de ninguém, só o prazer sujo daquela manhã no trem lotado. E até hoje, quando ela fecha os olhos, ainda sente o balanço do vagão, a mão grosseira apertando a bunda, a cabecinha da pica tentando entrar e a porra quente escorrendo pela coxa.
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