Transei com o entregador do Ifood e foi mais gostoso do que eu esperava!
Eu tenho 19 anos e moro sozinha faz uns meses. Semana passada tava um calor do caralho, eu tava em casa de shortinho jeans bem curtinho e uma camiseta larga sem sutiã, peito solto batendo de leve enquanto andava. Pedi um lanche no iFood mais por tédio do que por fome. Quando a campainha tocou, abri a porta e me deparei com o entregador. Uns 25 anos, moreno de pele bronzeada, braços grossos cheios de tatuagem, peito largo apertando a camisa do uniforme. Ele me entregou o saco e me olhou de cima a baixo, parando nos meus peitos e depois no shortinho que mal cobria a bunda. Eu senti o olhar dele como se tivesse passado a mão na minha buceta. Sem pensar muito falei: - Quer entrar tomar uma água? Tá um forno lá fora, né? Ele entrou. Fechei a porta atrás dele e a gente ficou se encarando no corredor apertado. Não deu nem cinco segundos. Ele me puxou pela cintura e me beijou gostoso, língua grossa invadindo minha boca. Eu retribuí na hora, chupando a língua dele enquanto ele me empurrava contra a parede. Senti a pica dele já dura batendo na minha barriga, grossa e quente mesmo por cima da calça. Ele apertou meus peitos por cima da camiseta, beliscando os mamilos que já estavam duros pra caralho. - Porra, que peito gostoso... falou baixo no meu ouvido, voz rouca. Subimos pro quarto beijando e se agarrando. No caminho ele já meteu a mão por baixo da minha camiseta e apertou meus peitos nus, dedos grossos espremendo. Chegando no quarto eu tirei a camisa dele de uma vez, passando a mão no peito forte e na barriga definida. Ele me tirou a camiseta e já baixou a cabeça, chupando um peito inteiro na boca, língua quente girando no mamilo enquanto a mão apertava o outro. Eu gemia baixinho, apertando a cabeça dele contra meu peito. - Chupa mais forte... porra, assim... Ele chupou até eu ficar molhada pra caralho, a buceta escorrendo no shortinho. Aí eu desci pro chão de joelhos, abri a calça dele e puxei a cueca pra baixo. A pica saltou pra fora, grossa, veiuda, cabeça rosada e já pingando pré-gozo. Peguei com as duas mãos e lamei do saco até a cabeça, chupando a gota salgada. Depois enfiei a boca inteira, engasgando um pouco mas descendo até sentir ele bater no fundo da garganta. Ele segurou meu cabelo com força e gemeu baixo: - Porra que gostosa... engole essa pica toda, caralho... Eu subia e descia molhado, babando na pica dele, fazendo barulho de engasgo enquanto ele fodia minha boca devagar. A cada vez que eu descia fundo ele soltava um gemido mais alto. Chupei o saco também, lambendo as bolas enquanto masturbava a pica grossa na minha cara. Ele tava prestes a gozar, eu senti, então parei e subi na cama. Ele tirou o resto da roupa, colocou a camisinha e me virou de quatro. Puxou meu shortinho e a calcinha de uma vez, deixando minha bunda e a buceta molhada expostas. Passou a mão na minha xota escorrendo e falou: - Tá encharcada pra caralho... essa buceta tá pedindo pau. Enfiou a pica de uma vez, fundo, até o saco bater na minha bunda. Eu gritei um gemido alto, a xota se abrindo pra aquela rola grossa. Ele começou a meter forte, segurando minha cintura e me puxando pra trás a cada estocada. A cama batia na parede, o barulho da pele batendo era alto. Eu gemia desesperada, cara enfiada no travesseiro: - Ahh porra... mete mais fundo... assim, caralho... arromba essa buceta... Ele puxou meu cabelo pra trás, me forçando a levantar o tronco enquanto metia ainda mais fundo. A pica dele batia no fundo, esfregando no meu ponto gostoso. Minha buceta fazia barulho molhado a cada metida. Ele soltava gemidos roucos: - Que buceta apertada da porra... tá engolindo minha pica toda... Quando eu tava quase gozando ele me virou de frente, abriu minhas pernas e entrou de novo, olhando nos meus olhos. Metia fundo e devagar agora, sentindo cada centímetro. Eu envolvi as pernas na cintura dele e gemia na cara dele: - Não para... porra não para... tô gozando... ahh caralho... Gozei primeiro, a buceta apertando a pica dele em espasmos, gemendo alto e desesperado, corpo trementendo. Ele acelerou as estocadas, metendo com força até gozar também, gemendo fundo e enterrando a pica até o fim enquanto a camisinha enchia. Ficamos deitados um tempo, suados, respirando pesado. Ele passou a mão na minha buceta ainda latejando e falou: - Se quiser que eu volte é só chamar. Essa buceta aqui merece mais porra. Me passou o número. Eu fiquei pensando nisso o resto do dia, a xota ainda latejando de lembrança. Foi uma das melhores transas que já tive. A pica dele encaixou perfeita, ele metia com vontade e não tinha aquela timidez de foda rápida. Agora toda vez que peço iFood fico pensando se vai ser ele de novo. E aí, alguém aí já se empolgou assim com entregador ou fui só eu?
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