A história que vou te contar aconteceu no meu último ano de escola, quando eu já tinha 18 anos completos. Até hoje, sempre que bate aquela vontade, eu fecho os olhos e revivo cada segundo daquele dia. Foi a primeira vez que eu encoxei de verdade, e não foi qualquer encoxada. Foi na professora mais gostosa que já pisou naquela escola. Ela se chamava professora Carla. Baixinha, magrinha de cintura fina, mas com um pernão grosso e uma bunda grande, redonda, pesada, daquelas que balançava gostoso mesmo por baixo do uniforme. A calça de calça social preta dela era mais fina e colada, e quando ela andava pelo corredor a gente via o contorno da calcinha e o volume daquele rabo. Eu batia punheta quase todo dia pensando nela. Imaginava enfiando a pica naquele cu, lambendo a buceta, sentindo o grelinho duro na língua. Eu gozava forte só de imaginar. Naquele dia a gente tava finalizando um projeto de ciências. Eu precisava buscar uns materiais no centro da cidade, coisa urgente, tinha que ser naquele mesmo dia. A Carla olhou pra mim e falou: - Vem comigo. Eu te levo de moto. Resolve mais rápido. Eu senti o coração acelerar na hora. Ela tinha uma Biszinha pequena, preta, daquelas bem baixas. Eu nunca tinha subido na garupa de ninguém, muito menos de uma professora gostosa pra caralho. Ela já estava em cima da moto, capacete na cabeça, pernas abertas, a bunda espalmada no banco. Eu subi atrás. No começo tentei ficar mais afastado, mas o banco era curto. Minhas coxas logo encostaram nas dela. O cheiro do perfume dela subiu junto com o cheiro de gasolina. Eu engoli seco. Ela ligou a moto e saiu. No primeiro balanço eu já senti. Meu pau, que já estava meio duro só de estar perto dela, inchou na hora. Ficou durasso, apertado dentro da calça de uniforme. Eu apertei as pernas contra as dela pra me segurar. Aquele contato de coxa com coxa já era demais. Eu sentia a carne macia dela, quente. A cada curva a moto puxava pro lado e eu escorregava um pouco pra frente. Meu pau batia de leve naquela bunda. Eu tentei me segurar no banco, mas era inútil. Nas freadas era pior. Ela freava, eu ia pra frente com tudo e a pica batia com força no rabo dela. A primeira vez eu quase gemí. Meu pau latejou. - Segura firme aí atrás - ela falou sem virar a cabeça. Eu respondi ofegante: - Tô tentando... Mas eu não tava só tentando. Depois da terceira freada eu já não fingia mais. Cada vez que a moto diminuía a velocidade eu dava um impulso com o quadril e atolava a pica dura naquele rabo macio. A calça dela era fina. Eu sentia o calor da bunda, o volume, a maciez. Meu pau latejava, pingando pré-gozo dentro da cueca. A cidade tava cheia de semáforos. Em todo farol vermelho ela parava e eu aproveitava. Apertava as coxas com mais força, enfiava a pica com mais vontade. A bunda dela cedia um pouco. Eu imaginava abrindo aquelas nádegas, cuspendo no cu e enfiando a pica até o fundo. O grelinho dela deve ser inchado, pensava. A buceta deve ficar molhada fácil. Ela sentia. Tinha que sentir. Meu pau tava tão duro que marcava pra caralho. Em um farol mais longo eu me atrevi. Passei a mão por cima da coxa dela, por cima da calça, e apertei. Ela não falou nada. Só deu uma respirada mais fundo. Eu continuei. Subi a mão devagar até quase chegar na bunda. Meu dedo sentiu o começo daquele volume. Eu gemí baixo, sem conseguir segurar. - Porra... - escapei. Ela virou o rosto um pouco, de capacete, e falou num tom baixo: - Tá tudo bem aí atrás? Minha voz saiu rouca: - Tô... tô segurando. Mentira. Eu tava gozando de tesão. O pau doía de tão duro. Cada balanço da moto fazia a cabeça da pica esfregar no tecido da calça e na bunda dela. Eu sentia o pré-gozo escorrendo, molhando a cueca. Queria arrancar a calça, abrir as pernas dela ali mesmo e enfiar a língua na buceta. Queria chupar aquele grelinho até ela gritar. A viagem continuou. Subidas, descidas, freios. Em cada freada eu batia a pica com mais força. Em uma freada mais brusca eu quase gozei. A bunda dela engoliu a cabeça do meu pau por cima da roupa. Eu soltei um gemido mais alto: - Ahhh porra... Ela freou de novo logo depois e falou: - Tá gemendo aí? Tá com medo da moto? Eu ri nervoso, ofegante: - Medo... é... medo. Mas ela sabia. Ela sentia o volume. Sentia o calor. Sentia eu me esfregando como um cachorro no cio. Em um trecho mais reto eu me atrevi de novo. Segurei a cintura dela com as duas mãos e puxei o corpo pra frente. Minha pica enfiou no meio daquela bunda. Eu fiquei parado ali, sentindo o batimento do meu pau contra o rabo dela. Ela não se afastou. Deixou. Eu comecei a me mexer devagar. Pequenos movimentos de quadril. Enfiava e tirava. Enfiava e tirava. A calça dela marcava o formato do cu. Eu imaginava abrindo aquele cu com a língua, cuspindo, enfiando os dedos. Imaginava a buceta molhada escorrendo pelo meio da coxa. Imaginava ela gemendo meu nome enquanto eu metia forte. - Porra, professora... - eu sussurrei sem querer. Ela não respondeu. Só acelerou um pouco. O vento batia no rosto. Meu pau latejava desesperado. Eu queria gozar ali mesmo, enfiado naquele rabo. Queria sentir o leite escorrer pela calça, sujar a bunda dela. Queria que ela sentisse o quente do meu gozo. Quando finalmente chegamos no centro, ela estacionou a moto. Eu desci tremendo. A pica tava tão dura que a calça do uniforme marcava o formato inteiro, a cabeça inchada, o volume grosso. Eu tentei esconder com a pasta, mas era impossível. Ela tirou o capacete, olhou pra baixo e depois pra minha cara. Tinha um sorrisinho no canto da boca. - E aí? Como foi a aventura? - ela perguntou. Eu tava ofegante, rosto quente, voz falhando: - Foi... intenso. Muito intenso. Ela deu uma risadinha baixa e falou: - Vi que você se agarrou bem. Quase não soltou. Eu engoli seco. Meu pau ainda latejava. Eu queria puxar ela pro beco ali perto, abrir a calça, enfiar a pica na boca dela e gozar fundo na garganta. Queria virar ela de costas, puxar a calça pra baixo e meter no cu até ela gritar. Queria chupar a buceta dela até o grelinho inchar e ela gozar na minha cara. Mas eu só consegui falar: - Desculpa se... se eu me espremi demais. Ela olhou nos meus olhos e respondeu bem baixo: - Não precisa pedir desculpa. Eu senti tudo. Naquele momento meu pau latejou tão forte que eu quase gozei em pé. Ela sabia. Ela tinha sentido cada encoxada, cada batida, cada gemido. Eu fiquei ali, ofegante, olhando pra aquela bunda enquanto ela guardava o capacete. A imagem daquela bunda redonda, daquele cu apertado por baixo da calça fina, daquele pernão grosso, ficou gravada na minha cabeça pra sempre. Até hoje, quando eu bato punheta, eu lembro do cheiro dela, do calor daquela bunda, do jeito que a pica batia forte nas freadas. Eu lembro do gemido que escapei e do jeito que ela não se afastou. Eu gozo forte pensando nisso. Pensando em enfiar a pica naquela buceta, no cu, na boca. Pensando no grelinho duro, no gemido dela, no leite escorrendo. Foi só uma encoxada de moto. Mas foi a encoxada mais gostosa da minha vida. E toda vez que eu fecho os olhos, eu ainda sinto aquele rabo macio engolindo a cabeça da minha pica.
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