O verão estava quente pra caralho quando voltei pra casa dos meus pais. A separação com a Juliana tinha me deixado sem teto e sem ânimo. Eu só queria um canto pra respirar, mas esqueci do costume daquela casa: portas abertas, corpos à vontade, zero pudor. Sempre detestei aquilo. Privacidade pra mim era sagrado. Até o dia em que fui pegar um livro no corredor e vi minha irmã nua, deitada de lado na cama, pernas meio abertas. A buceta dela estava completamente depilada. Lisa, rosada, os beiços finos e o grelinho meio saltado, como se pedisse atenção. Eu travei. Só soltei um “Eita!” e ela riu, sem nem se cobrir. - Tá olhando o quê, mano? Nunca viu uma xota limpa? Fiquei com o pau latejando dentro da bermuda. A partir daí inventei desculpas. Disse que a privada do meu quarto estava com defeito e comecei a usar o banheiro dela. De manhã cedo, enquanto ela ainda dormia, eu entrava. No verão ela dormia de calcinha e camiseta larga, mas em alguns dias ficou nua de propósito. Eu acordava no primeiro toque do despertador, entrava quieto e batia uma punheta olhando aquele corpo. Os peitos firmes, a bunda redonda, a fenda depilada entre as coxas. Gozei mais de uma vez na mão, mordendo a língua pra não gemer alto. Numa manhã ela acordou enquanto eu estava no box transparente. Meu pau já estava duro só de imaginar ela nua. Ela sentou na privada pra mijar e ficou me encarando. - Nossa… tá bem animado pra essa hora. Não escondi. Deixei a pica latejando bem na frente dela. Ela mijou devagar, olhando, e voltou pra cama sem dizer mais nada. Naquela noite, quando cheguei do trabalho, ela já estava no chuveiro. Entrei de toalha, fingindo que ia tomar banho também. - Você ia tomar agora? Acabei de entrar – ela disse, o corpo molhado, a buceta depilada brilhando sob a água. - Tudo bem, venho depois. Ela começou a falar de lâmpadas econômicas, de ativismo, de como o pai era irresponsável com o futuro do planeta. Eu deixei o assunto rolar só pra ficar olhando. Peitos molhados, bicos duros, a água escorrendo pela fenda da xana. Quando ela desligou o chuveiro e saiu, veio com outro argumento: - Se a gente tomasse banho junto, gastava menos água. Quinze minutos no máximo. Em alguns anos dava pra pagar um aquecimento solar. - Ok… vamos marcar os banhos então – eu respondi rindo, mas o pau já estava semideuro de novo. Na manhã seguinte ela acordou no momento em que eu entrei no box. - Você não me chamou?! Entrou sem pedir. A bunda dela encaixou por um segundo na minha pica dura. Quando se inclinou pra pegar o sabonete, a xana roçou na cabeça do meu pau. Eu engoli seco. Tentei me convencer de que era natural. Não era. À noite já desci pro banheiro dela de pau duro. Ela notou na hora. - Porra, toda hora assim? Você tá com tanto tesão por quê, hein? Falei a verdade pela primeira vez. Que não estava acostumado a ficar pelado na frente de alguém que não fosse minha mulher. E que a buceta depilada dela me deixava maluco. Ela riu, abriu um pouco as pernas de pé e passou a mão pela xota lisa. - Ó, é só uma buceta. Limpa fica assim. Nunca pegou no corpo de ninguém da família? Primos, primas, tias…? - Nunca. - Então vem cá, mané. Passa a mão nessa xaninha. Peguei minha mão e colocou direto nos beiços. A pele estava macia, quente. Os dedos escorregaram e achei o grelinho grande, inchado. Ela sorriu e abriu mais a perna. Segurei o braço dela e subi a mão pros peitos. Apertei com vontade, sentindo o peso, os bicos duros entre os dedos. Ela não se afastou. Só falou, quase ofegante: - A gente pode se dar banho. Dois corpos, uma água só. Economia de verdade. Entrou no chuveiro comigo. A água quente escorrendo nos dois. Eu passei a mão na bunda dela, desci pro cu, esfreguei com carinho de limpeza que não era só limpeza. Ela segurou minha pica e começou a passar o sabonete devagar, subindo e descendo a mão. O pau latejava naquela mão quente. Quando ela apertou a cabeça, eu gemí baixo. - Porra… - Calma. No banho não pode punhetar. Crime ecológico – ela brincou, mas os olhos estavam escuros de tesão. Saímos encharcados. No quarto dela nos enxugamos. Ela começou a contar de um primo nosso que ainda comia ela de vez em quando quando os dois estavam solteiros. Disse que ele a ensinou a bater punheta quando eram mais novos. Eu senti um ciúme absurdo. Sentamos na cama. Ela deitou de lado, as pernas entreabertas, a buceta à mostra. - Bate uma pra mim enquanto eu sinto essa xota – falei, já acariciando os beiços. Ela se aproximou, abriu as coxas e começou a masturbar meu pau com a mão firme, exatamente como o primo tinha ensinado. Eu deitei de lado, o rosto perto da buceta dela. O cheiro me deixou louco. Lambei o grelinho. Ela deu um gemido alto, as pernas tremendo. - Aii… caralho… Continuei chupando, chupando forte, a língua entrando e saindo, o grelinho entre os lábios. Ela batia mais rápido no meu pau, mas logo perdeu o ritmo, só gemendo, o quadril subindo contra minha boca. Passei a perna por cima dela e enfiei a pica na boca dela. Ela engoliu sem hesitar, chupando fundo, a língua girando na cabeça enquanto eu devorava a xana molhada. Ficamos assim, chupando um ao outro com fome. O barulho molhado da boca dela na minha pica, os gemidos abafados dela contra o pau, o gosto da buceta na minha língua. Quando ela começou a tremer de verdade, os espasmos no clitóris, eu desci, virei ela de costas e enfiei de uma vez. A xota apertou minha pica inteira. Quente, molhada, perfeita. Comecei a meter com força, segurando os quadris dela, ouvindo o barulho da pele batendo. Ela gemía alto, sem vergonha. - Aiiiii… assim… fode mais forte… porra… Agarrei os peitos por baixo, apertando, puxando os bicos. Ela rebolava pra trás, engolindo cada centímetro. Senti o cu dela contra minha barriga a cada estocada. Passei o dedo e enfiei no cu sem avisar. Ela gritou e apertou ainda mais a buceta em volta do pau. - Vai… goza dentro… eu tomo pílula… pode encher essa porra… Isso me tirou do sério. Segurei o cabelo dela, puxei a cabeça pra trás e fodi como um animal. Cada estocada fundo, o pau sumindo inteiro, a xota engolindo, o dedo no cu girando. Ela gozou primeiro, o corpo todo tremendo, a buceta pulsando, um líquido escorrendo pelas minhas bolas. Eu não aguentei. Enterrei até o fundo e descarreguei tudo, jatos quentes enchendo ela, gemendo alto contra o pescoço dela. Ficamos abraçados, suados, o pau ainda dentro, latejando. Ela riu baixo. - Nossa… que foda gostosa, mano. Naquela noite ainda comemos de novo. Eu chupei a buceta dela até ela gozar na minha cara, depois enfiei nela de quatro e meti no cu dela pela primeira vez. Ela gritou, mas pediu mais. O cu apertava que nem um punho. Gozei de novo lá dentro, vendo o leite escorrer quando tirei. O verão inteiro foi assim. De manhã no chuveiro, de tarde na cama dela, de madrugada no sofá da sala quando os pais dormiam. Eu comia a irmã de todas as formas: na buceta, no cu, na boca. Ela batia punheta pra mim enquanto eu lambia o grelinho. Às vezes ela sentava na minha cara e se esfregava até gozar, o cu e a xota molhando meu rosto. Outras vezes eu a fazia de quatro e metia os dois buracos, alternando, ouvindo ela gemer desesperada. - Mais fundo… aiiii, caralho… enche meu cu… fode essa puta… Ela falava putaria sem freio. Eu respondia na mesma moeda, chamando a buceta dela de xota gulosa, o cu de cuzinho apertado, o grelinho de botãozinho safado. A cada gozada eu sentia que estava me afundando mais nela. E ela deixava. Oferecia o corpo, abria as pernas, pedia porra na cara, no peito, dentro. Uma noite, depois de eu ter gozado duas vezes, ela se ajoelhou e limpou o pau com a língua, chupando o leite que ainda saía. Olhou pra cima e falou: - Amanhã a gente toma banho junto de novo. Economia de água… e de tesão. Eu só puxei ela pra cima, beijei a boca suja de porra e enfiei os dedos na xana ainda molhada. O verão não tinha acabado. E eu não queria que acabasse.
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