A gente trepava gostoso ouvindo nossos pais treparem!

O barulho da chuva batendo no telhado de zinco misturava com o rangido do colchão velho. Eu tinha 18 anos, minha irmã mais velha tinha 26. As mais novas dormiam no outro colchão, do outro lado do cômodo, viradas de costas, cobertas até a cabeça. Papai e mamãe já estavam no clima, como quase toda noite. O gemido abafado dela, o baque úmido da pica dele entrando fundo, o cheiro de sexo quente se espalhando no ar fechado.
Eu e ela estávamos deitados de lado, cobertos até o pescoço, pelados por baixo. Meu pau já tava duro pra caralho, encostado na bunda dela. Ela empurrou o cu pra trás, abrindo um pouco as pernas, e o meu pau deslizou entre os beiços da buceta molhada. Sempre começava assim. Silêncio total. Só o barulho dos pais e a respiração dela ficando mais rápida.
- Porra… tá quente pra caralho hoje… - ela sussurrou bem baixinho, quase só movendo os lábios.
Eu passei a mão por baixo do braço dela, apertando o peito firme, beliscando o mamilo já duro. O pau deslizava pra frente e pra trás, lambuzando de porra dela. Ela abria mais a perna, empurrando o cu pra mim, e eu sentia o grelinho inchado roçando a glande toda vez que eu subia.
- Enfia… vai… devagar… - ela pediu, a voz embargada.
Eu segurei a base do pau, alinhei a cabeça gorda na entrada apertada e empurrei. A buceta engoliu tudo de uma vez, quente, escorregadia, apertando cada centímetro. Eu mordei o ombro dela pra não gemer alto. Ela tremeu inteira, a mão apertando o meu braço com força.
- Aaaaah… caralho… sua pica… - ela soltou um gemido abafado no travesseiro.
Comecei a meter devagar, só o movimento da bacia, sem fazer o colchão ranger demais. Cada estocada ia fundo, a cabeça batendo no fundo dela, o saco molhado batendo na bunda. Ela rebolava de leve, enfiando o cu pra trás, engolindo tudo. Eu sentia as paredes da buceta se contraindo, chupando o pau, o grelinho latejando cada vez que eu raspava nele.
Do outro lado do cômodo os gemidos dos pais ficavam mais altos. Mamãe soltava aqueles “ai, porra… mais fundo…” e papai respondia com grunhidos grossos. Isso só me deixava mais louco. Eu metia com mais vontade, ainda devagar, mas fundo pra caralho. Minha irmã abria a boca no travesseiro, babando, o corpo inteiro tremendo.
- Mais… mete mais… quero sentir essa pica rachando minha buceta… - ela falou quase sem voz.
Eu puxei a perna dela pra cima, abrindo mais, e comecei a socar com força controlada. O pau entrava até o talo, o barulho molhado da buceta engolindo e cuspindo a pica misturava com a chuva. Ela metia a mão entre as pernas e esfregava o grelinho rápido, o dedo escorregando no meu pau toda vez que eu saía.
- Tô gozando… porra… tô gozando… - ela tremeu toda, a buceta apertando o pau num espasmo forte, o líquido quente escorrendo pelo meu saco.
Eu não parei. Continuei metendo enquanto ela gozava, sentindo as contrações milimétricas chupando a glande. Quando o orgasmo dela passou, ela se virou de frente pra mim, ainda ofegante, e me beijou com a boca aberta, a língua quente. A mão dela desceu e apertou meu pau todo lambuzado da porra dela.
- Agora eu quero chupar… - ela murmurou.
Deslizou o corpo pra baixo, debaixo do cobertor, e engoliu meu pau de uma vez. A boca quente, a língua rodando na cabeça, a garganta se abrindo pra receber o pau até o fundo. Eu segurei a cabeça dela, metendo devagar na boca enquanto escutava os pais ainda trepando do outro lado. Ela engasgava baixinho, baba escorrendo pelo pau, a mão apertando o saco.
- Porra… sua boca… - eu soltei entre os dentes.
Ela chupava com vontade, a língua passando por baixo da glande, os lábios apertando a base. Depois subiu de novo, se encaixou em cima de mim, abriu a buceta com os dedos e desceu devagar no pau. Eu senti cada centímetro entrando, a carne quente se abrindo. Quando ela sentou até o fundo, ficou parada um segundo, respirando fundo, a buceta pulsando em volta do pau.
- Caralho… encheu tudo… - ela sussurrou, começando a rebolar.
Ela subia e descia devagar, o cu batendo no meu saco, os peitos balançando na minha cara. Eu chupava os mamilos, mordendo de leve, enquanto ela cavalgava. A cada descida o pau sumia inteiro, a buceta molhada fazendo barulho úmido. Ela acelerou, a respiração ficando desesperada, o grelinho roçando na minha barriga.
- Vou gozar de novo… aaaaah… - ela mordeu o lábio pra não gritar.
Eu segurei a bunda dela com as duas mãos e comecei a meter de baixo pra cima, socando fundo. Ela gozou de novo, o corpo travando, a buceta esguichando no meu pau, o líquido quente escorrendo pelas minhas bolas. Eu continuei metendo, sem parar, até sentir o tesão subir forte.
- Vou gozar dentro… - eu avisei.
- Goza… enche essa buceta de porra… - ela respondeu, ainda tremendo.
Eu gozei fundo, jatos quentes batendo no fundo dela, a buceta apertando e milhando o pau. Ela ficou sentada em cima, recebendo tudo, rebolando de leve pra espremer até a última gota. Quando eu parei de jorrar, ela desceu devagar, o pau saindo lambuzado de porra, e deitou do meu lado de novo, ofegante.
A gente ficou quieto, escutando os pais terminarem do outro lado. O cheiro de sexo estava pesado no cômodo. Eu passei a mão na bunda dela, o dedo escorregando entre as nádegas, tocando o cu apertado. Ela abriu um pouco as pernas de novo.
- Ainda tá duro… - ela falou, a mão voltando pro meu pau.
- Tô. Quer de novo?
Ela só sorriu no escuro e se virou de costas, empurrando o cu pra mim. Eu enfiei de novo, dessa vez mais devagar, só gozando o resto do tesão enquanto a chuva continuava caindo lá fora e o resto da casa dormia.

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Comentários


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meny Comentou em 07/09/2026

Que delicia, foder assim 💦 Fodi muitas namoradas assim no passado 🔥 Gozei e votei 👍🏽

foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 05/09/2026

Realmente uma foda majestosa




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Ficha do conto

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baelfire

Nome do conto:
A gente trepava gostoso ouvindo nossos pais treparem!

Codigo do conto:
271545

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/09/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
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