O calor no casebre era uma putaria completa. O ar parado, pesado, grudando na pele como se a casa inteira quisesse te foder. Eu e a minha irmã gêmea, os dois com dezoito anos, tínhamos fugido daquela merda de férias com os pais. Sem grana pra viagem com os amigos, acabamos naquele casebre em J., perto da praia. Um só cômodo. Banheiro, cama e cozinha tudo misturado. Janelas altas e pequenas. Cama de casal apertada. Limpo, bem cuidado, mas quente pra caralho. Desde o primeiro dia ela já se ligou pouco pra pudor. Entrou, apertou as pernas e mijou na minha frente, de calcinha. Eu fiquei parado, meio sem jeito, olhando o fio da calcinha afundar entre as nádegas enquanto o xixi escorria. Ela se limpou, se levantou e ficou andando de calcinha enquanto a gente arrumava as coisas. Peitos firmes, bunda redonda, aquele cheiro de mulher jovem que já me deixava meio louco. Troquei de roupa pra ir pra praia. Pela primeira vez desde que ela tinha virado adulta eu vi ela completamente nua. Ela não olhou pra mim. Eu olhei. Peitos cheios, mamilos rosados, a buceta lisa, só um fio de cabelo no alto do monte de vênus. Grelinho escondido entre os lábios. Minha pica mexeu dentro da cueca. Na praia o sol castigava. Almoço, café, passeio pela vilinha. Voltamos pro casebre no fim da tarde e o lugar estava um forno. Ela tirou o biquíni na minha frente e foi direto pro chuveiro. Água escorrendo pelos peitos, pela barriga, escorrendo pela buceta e escorrendo pelas pernas. Eu comia qualquer merda na cozinha só pra ter o que fazer com as mãos enquanto olhava de canto. Corpo gostoso pra porra. Daqueles que eu batia punheta sonhando. Quando ela saiu, eu entrei de maiô. A situação ficou ridícula sozinha. Tirei o calção. Minha pica já estava meio dura, alongada, a cabeça um pouco inchada. Ela sentada na cama se enxugando olhou. Olhou e continuou secando. A buceta dela ficou mais à mostra ainda, lábios abertos pelo calor. Minha pica ergueu mais. Eu desviei o olhar. Ela pendurou a toalha e deitou nua na cama. - Fica pelado também - falou, voz preguiçosa. - Tá mó calor. - É, tá. Mas pau às vezes precisa de disciplina. - Como assim? - Meu pau pode ficar duro e não vai poder ficar apontando pra todo lado. Ela riu alto. - Quero ver seu pau duro. Quando ficar você me mostra. Quero ver como é o pau dos homens da nossa família. Fiquei tímido e excitado ao mesmo tempo. Não fiquei duro ali na hora. Mas o clima já estava fudido. Levantamos pra comer. Frutas, leite, pão. Ela passava colada em mim. O pau roçava a bunda dela. Eu ficava em transe. Quando voltamos pra cama e eu deitei, a pica ficou duríssima na hora. Não tinha como esconder. - Ó, ficou duro. - Deixa eu ver! - ela se empolgou. Se aproximou, pegou a pica com a ponta dos dedos, inclinou, olhou de todos os ângulos como se fosse uma relíquia. A cabeça já babava. - Puxa... sempre quis saber como era o pau do papai duro. Eu via ele pelado mas ficava imaginando. Ela fechou a mão em volta. Mão cheia. - Até que bem grossinho... - ...Sinho - protestei, mas a voz já saiu meio gemida. - É grosso, é grosso, é bem gostoso. Ela esfregou de cima a baixo, punheta lenta. Eu gemí baixinho. - Isso também pode? Ela só ria das minhas reações e acelerava um pouco. - Tá gostoso é? Quer brincar de punheta? Eu bato uma pra ver esse pau gozar. - Aí já é tesão de namorada... - Não é não, bobão. É brincadeirinha. Curiosidade. Nossos corpos são quase iguais. Só que você é homem e eu mulher. Quero ver a versão homem. Deixei. Ela batia gostoso, apertando mais embaixo da cabeça, exatamente onde eu gosto. Eu gemendo, quadris se mexendo sozinhos. - Deixa eu sentir sua buceta. Ela não falou nada. Só abriu as pernas. Eu meti dois dedos. Molhadinha, quente, apertada. O grelinho já estava inchado. - E aí, o que acha? - Molhadinha. Deve ser gostosa de ser comida. Ela riu, mas a risada saiu meio ofegante. Continuamos. Eu dedando, ela punhetando. Até que não aguentei. Me aproximei. Ela abriu mais as pernas. A cabeça da pica encontrou a entrada. Empurrei. Entrou liso até o fundo. Apertada, quente, molhada pra caralho. Fiquei parado lá dentro, sentindo ela latejar em volta da minha pica. - Porra... Comecei a meter devagar. Ela fechou os olhos e arqueou. Eu peguei os peitos, apertei os mamilos, beijei o pescoço, a boca. A língua dela era quente. Meti mais fundo, mais forte. O barulho molhado da buceta engolindo a pica enchia o casebre. Ela gemia baixo no começo, depois mais alto. - Assim... mais fundo... caralho, seu pau é grosso e gostoso pra caralho... Acelerei. A cama rangia. Suor escorrendo. Eu fodia ela como se quisesse marcar. Ela enrolava as pernas na minha cintura e puxava. Gozamos juntos. Eu jorrando dentro, ela contraindo em volta, gemendo desesperada, unhas nas minhas costas. Depois ficamos quietos. Eu ainda dentro dela. O cheiro de sexo misturado com o calor. Acordei no outro dia meio sem jeito. Nu. Procurei roupa. Cueca, bermuda, camiseta. Fui comer alguma coisa. Frio na barriga. Angústia. Ela ainda dormia nua. A buceta à mostra, pernas abertas. Eu fiquei olhando. Não queria ter tesão, mas a pica endureceu de novo. Arte pornô pura. Ela acordou, deu bom dia e foi mijar. Eu na cozinha via ela sentada na privada, pernas abertas, xixi saindo. Limpou e veio até mim nua. - O que você tá comendo? Dei o que eu já não conseguia engolir. Ela andava nua como se sexo não existisse. Como se eu fosse cego. Saímos pra praia. Rotina. Mas eu via ela o tempo todo como mulher. Olhava os cantos do corpo, tentava não ser pegado. Ela não comentou a noite. Eu agradeçi mentalmente. No fim da tarde, banco na praia. Silêncio. Dois cachorros brincando, depois um terceiro. Ela comentou a liberdade dos animais. - Eles não têm proibição de incesto - falei. - Transam entre si, familiares, e a natureza segue. - Nunca tinha pensado nisso. O silêncio ficou mais leve. Mergulhamos e voltamos. No casebre ela tirou o biquíni de novo. - Nossa casa naturalista, rsrsrs. Eu precisei cagar. Avistei. Ela deu de ombros. Sentei com o calção meio abaixado. Fiz o que pude. Quando me limpava, ela chegou perto, debaixo do chuveiro, tirando areia dos pelos da buceta, chacoalhando as pernas. Eu queria cheirar aquele cheiro dela. Enxuguei, tirei o calção e deitei de toalha. Ela sentou do lado. - Tá de toalha porque tá de pau duro? Confirmei, tímido. Ela tirou a toalha, tocou a pica de leve, só pra dar oi. - Você fica de pau duro toda hora?! - Meu pau não sabe que você é minha irmã. Ele age como os cachorros. Ela riu. - É pra mim tudo isso?! Pode bater uma punheta, não tem problema. Comecei. Contei como gosto. - Pego embaixo da cabeça, como um anel, e começo devagar. Quando baba, espalho e bato mais. Ela olhava, pernas semi-abertas. O grelinho aparecendo. - Deixa eu bater desse jeito. Entreguei. Ela segurou mais forte, exatamente como eu ensinei. Eu gemendo, pegando o peito dela. Me aproximei, perna entre as dela. Ela largou a pica e me abraçou. Ficamos nos roçando. A pica escorregou sozinha pela buceta molhada. Encontrei a entrada de novo. Empurrei. Entrou inteira de uma vez. Ela arqueou e soltou um gemido fundo. - Ahhh... caralho... Comecei a meter. Devagar no começo, depois mais forte. A buceta dela engolia e apertava. Eu chupava os peitos, mordia os mamilos. Ela gemia desesperada, unhas cravando. - Mais fundo... fode essa buceta... é sua... porra... Virei ela de quatro. A bunda alta, o cu piscando. Enfiei de novo até o fundo. Segurei a cintura e meti com força. O barulho da pele batendo. Ela gritando no travesseiro. - Isso... assim... arrebenta... Parei, cuspi no cu dela e enfiei o polegar. Ela tremeu inteira. - Porra, meu cu... Continuei fodendo a buceta enquanto o dedo entrava e saía do cu. Ela gozou forte, o corpo todo contraindo, gemendo alto, quase chorando de prazer. Eu não aguentei. Jorrei dentro de novo, gemendo no ouvido dela. - Toma... toma tudo... Ficamos caídos. Suados, fedendo a sexo. Eu ainda dentro dela, latejando. A noite inteira foi assim. Parávamos, conversávamos nuzinhos, eu chupava a buceta dela até ela gozar no meu rosto, ela chupava minha pica até eu gozar na boca dela. Depois eu metia de novo. No cu também. Apertado pra caralho. Ela gemia desesperada, pedindo mais, pedindo pra eu foder mais fundo, mais forte. - Enfia no meu cu... quero sentir sua pica me arrombando... Eu enfiei. Lento no começo. Ela se abrindo. Depois meti até o saco. Fodemos o cu dela até eu gozar de novo. O leite escorrendo. No outro dia acordamos nuzinhos de novo. A rotina de praia, mas o casebre virava putaria assim que voltávamos. Eu comia a buceta dela no chuveiro enquanto ela mijava. Ela batia punheta pra mim enquanto eu cagava, rindo. A gente se lambuzava de porra, de saliva, de xixi às vezes. Sem vergonha nenhuma. Uma tarde ela estava de quatro na cama, eu chupando o cu e a buceta ao mesmo tempo. Língua entrando nos dois buracos. Ela gemia alto, pedindo pra eu enfiar os dedos, a pica, qualquer coisa. - Me fode... me usa... sou sua putinha, meu irmãozinho... Enfiei a pica na buceta e os dedos no cu. Fodi os dois buracos até ela gozar gritando. Depois troquei. Pica no cu, dedos na buceta. O grelinho inchado, latejando. Eu gozei no cu dela e ela gozou de novo, o corpo todo tremendo. À noite a gente se enrolava. Eu contava no ouvido dela o quanto a buceta dela era apertada, o quanto o cu apertava minha pica, o quanto eu gostava de ver ela gozar. Ela gemia e pedia mais. Os dias passaram assim. Calor, praia, e o casebre virando nosso covil de putaria. Sem paredes, sem pudor, só a pica e a buceta e o cu se encontrando toda hora. Gemidos desesperados, barulho de pele, cheiro de sexo impregnado em tudo. No último dia, antes de voltar, a gente se fodeu o dia inteiro. Eu gozei dentro da buceta, no cu, na boca, nos peitos. Ela gozou tantas vezes que no final só conseguia gemer baixinho, o corpo mole, a buceta latejando, o cu aberto. Quando fechamos a porta do casebre, o silêncio voltou. Mas o gosto dela ainda estava na minha boca. O cheiro ainda estava na minha pele. E a pica ainda latejava só de lembrar. Férias de merda, no melhor sentido possível.
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