A neurose de minha tia!

Aquele dia em que aceitei ficar com a tia foi o começo de tudo. Eu trabalhava há anos com gente fodida da cabeça, ansiedade, pânico, aquelas crises que fazem a pessoa achar que o mundo vai desabar. Nunca imaginei que o caso mais pesado ia ser na minha própria família.
A tia era uma mulher de uns quarenta e poucos, separada, dois filhos já grandes, profissionais, corpo ainda bem cuidado. Peitos fartos que ainda se firmavam, cintura marcada, bunda redonda e pesada, coxas grossas. A crise de pânico tinha começado mais ou menos quando o primo mais novo começou a trabalhar e sumir de casa. Ela não aguentava ficar sozinha. Inventava catástrofes: acidente, assalto, morte. O medo do medo voltava pior. Seis meses de alguém sempre por perto e nada melhorava.
Nas férias os primos combinaram de viajar uma semana. Me pediram pra ficar. Aceitei. Cheguei, ela me recebeu grata e envergonhada ao mesmo tempo. Me levou pro quarto do primo. Fui no banheiro e fechei a porta. Quando saí ela estava com aquela cara estranha.
- Tudo bem? - perguntei.
- Nada, nada... - ela desviou o olhar.
Mais tarde, quando ela mesma foi mijar, deixou a porta entreaberta. Da sala eu via a fresta. Fui conversando, puxando o assunto da neurose. Ela confessou:
- Eu não consigo. Nem pra cagar. Nem pra me trocar. Preciso saber que tem alguém no cômodo. Se a porta fecha, o peito aperta, a cabeça dispara.
Pedi pra ela me dizer o que facilitava. Ela baixou a voz, envergonhada:
- De noite... se pudesse dormir no mesmo quarto. Eu sei que é ridículo.
Concordei na hora. Curioso pra caralho com aquele caso.
À noite precisei mijar de novo. Ela veio atrás. Ficou do meu lado enquanto eu tirava o pau pra fora e mijava. O silêncio era pesado. Quando ela foi, me pediu pra acompanhar. Fiquei de lado, meio de costas, mas o olho escapou. Ela abaixou a calça e a calcinha, sentou, o barulho da xixi caindo. Quando levantou, a calça ainda na altura das coxas, a calcinha pendurada num joelho, eu vi tudo. A buceta gorda, os lábios carnudos, o grelinho escondido no meio, um pouco de cabelo escuro. Linda pra porra. Meu pau deu um pulo dentro da cueca.
Na hora de dormir ela ficou só de calcinha e camisola fina. Perguntou se eu ia me trocar.
- Não trouxe pijama. Durmo de cueca e camiseta.
- De calça? No calor desse? - ela fez cara de indignada. - Pode ficar de cueca. Não tem problema.
Gostei. Tirei a calça na frente dela. O pau já meio inchado, marcando a cueca. Ela olhou rápido e desviou. Deitamos. Eu fiquei de pau duro pra caralho. Esperei ela dormisse e bati uma quietinho, gozando no lençol, mordendo a boca pra não gemer alto.
De madrugada ela me acordou tremendo.
- Preciso ir no banheiro.
Levantei. O pau estava de pé, daqueles ereções noturnas impossíveis de esconder. Ela sentou na privada e olhou direto.
- Tava sonhando coisa boa?
- Coisa de homem - desconversei.
Voltamos pra cama. O silêncio agora tinha outro peso.
De manhã o banho. Entramos juntos. Ela tirou tudo na minha frente. Peitos pesados, mamilos escuros e grossos, a barriga macia, a buceta ainda úmida do sono. Deixou a porta do box aberta. Sentei na privada e olhei sem pudor. Ela se ensaboava, água escorrendo entre os peitos, pela bunda, escorrendo pela fenda da buceta. Meu pau ficou duro pra valer. Quando saiu e me disse pra entrar, eu tirei a roupa devagar, tentando baixar a pica. Ficou pela metade, grossa, veias saltadas. Ela olhou. Não disfarçou.
No banho o pau subia e descia. Ela circulava nua pelo banheiro, secando o cabelo, passando creme nas pernas. Quando saí, ela perguntou, meio sorrindo:
- E aí? Mais coisa de homem?
- Putz... tenho que confessar. Não é fácil ficar vendo você gostosa desse jeito. Por mais que seja minha tia. Acho que o pau não sabe disso.
- Desencana - ela respondeu, mas o olhar ficou diferente.
Conversamos a manhã toda. Ela falou do desamparo, dos filhos saindo de casa, da solidão depois da separação. A intimidade forçada pela nudez e pelo pau duro abriu outra porta. Ficar pelado junto virou natural. Até caguei na frente dela. Ela ficou sentada no box, de toalha, enquanto eu fazia força. Depois limpei e ela só comentou:
- Que alívio ter alguém da família. Imagina se fosse um médico estranho.
A noite pedi pra tomar banho de novo. Queria forçar a barra. Ela entrou junto “pra ir mais rápido”. No chuveiro meu pau subiu na hora. Ela olhou e soltou:
- Ó ele de novo.
- Você tá abusando do autocontrole dele. Dias sem punheta e um corpo desses do meu lado... não dá.
Ela ficou lisonjeada. Um cara da minha idade duro por ela. Rolou umas roçadas. Meu pau encostou na bunda dela quando trocamos de lugar. A pele quente, molhada. Ela saiu e, na porta, falou:
- Se quiser bater uma, pode. Eu fico aqui.
Fiquei tímido. Não fiz.
Naquela noite veio a tempestade. Luz apagou. Ela começou a chorar e tremer. Me aproximei, abracei por trás. Ela desabou. Ficamos nus, colados. Meu pau cresceu encostado na bunda dela. Eu passeava a mão pelos peitos, apertava os mamilos. Ela gemia baixinho, sem pedir pra parar. Em determinada hora o pau escorregou entre as coxas. Ela arrebitou a bunda. Eu encaixei a cabeça da pica na entrada da buceta e enfiei devagar. Quente, apertada, molhada pra caralho. Meti fundo. Ela gemeu alto:
- Aiiii... que delícia... continua...
Fodi devagar, sentindo cada centímetro. Ela gozou primeiro, tremendo, a buceta se fechando em volta da minha pica. Eu gozei logo depois, jorrando fundo nela.
No dia seguinte o clima já era outro. No banho eu pedi pra bater uma. Ela ficou olhando. Ensaboei o pau grosso e comecei a punhetar na frente dela. Ela tocou os próprios peitos, apertou os mamilos.
- Às vezes eu faço isso - confessou. - Às vezes só pego nos peitos.
Gozai olhando pra ela. Porra branca escorrendo pelos dedos. Ela murmurou:
- Que macho gozando...
De noite mais banho. Ensaboei as costas dela. Meu pau ralava na bunda. Ela lavou meu peito, desceu a mão e pegou na pica.
- Tá duro de novo...
- Sempre que tô perto de você.
Deitamos nus. Ela pediu pra eu abraçar como na noite anterior. Abracei por trás. O pau enfiou sozinho entre as nádegas. Ela guia a mão dele pra buceta. Enfiou dois dedos nela mesma enquanto eu chupava o pescoço. Depois virou de frente, abriu as pernas e me puxou pra cima. Enfiei de uma vez. Ela gritou:
- Aiiii porra... assim... fundo...
Fodi com força. A cama batia na parede. Ela gemia desesperada:
- Mais... mais forte... come essa buceta...
Gozamos juntos de novo. Eu gozei dentro. Ela ficou com a porra escorrendo pela coxa.
Os dias seguintes foram uma escalada. Manhã, tarde, noite. Banho junto virava foda. Eu chupava a buceta dela sentado na privada enquanto ela gemia de pé, pernas tremendo. Ela ajoelhava e chupava minha pica até eu gozar na boca. Engolia tudo. Às vezes pedia pra eu gozar nos peitos. Outras vezes eu enfiava no cu. A primeira vez foi no box. Ensaboei o dedo, abri o cuzinho apertado e enfiei a cabeça da pica. Ela gritou:
- Aiii caralho... devagar...
Fui entrando centímetro por centímetro. Quando enfiei tudo ela estava ofegante, o grelinho duro, a buceta pingando. Fodi o cu dela devagar, depois mais rápido. Ela gozou só com a pica no cu, gritando:
- Tô gozando... pelo cu... aiiii porra...
Eu gozei fundo no cuzinho dela. Quando saí a porra escorreu.
Uma tarde ela me pediu pra amarrar os pulsos dela na cabeceira da cama. Ficou de pernas abertas, buceta exposta. Eu chupei o grelinho até ela quase chorar de tesão. Depois enfiei a pica e fodi sem parar, segurando as coxas abertas. Ela gemia sem parar:
- Me fode... me usa... essa buceta é sua...
Gozou tantas vezes que perdeu a conta. Eu gozei no rosto dela. Ela limpou com a língua, sorrindo.
Outra noite eu a coloquei de quatro na cama. Segurei a cintura e enfiei fundo. A bunda batendo na minha barriga. Eu cuspia na mão e passava no cu dela, enfiava o dedo enquanto comia a buceta. Ela gritava:
- Mais fundo... arromba essa buceta...
Quando eu estava perto de gozar, ela pediu pra eu tirar e gozar na boca. Ajoelhou rápido, abriu a boca e engoliu jato atrás de jato.
Ficamos uma semana inteira assim. Cada banho, cada ida ao banheiro, cada noite virava tesão sem freio. Eu enfiava nela no sofá, na cozinha, encostado na pia. Uma vez ela estava lavando a louça nua e eu cheguei por trás, abri as pernas dela e enfiei de pé. Ela gemeu com a cara virada pro lado, segurando a pia:
- Assim... me come em pé... que delícia...
Gozamos os dois. A porra escorreu pela perna dela até o chão.
No último dia ela acordou por cima de mim. Já estava enfiando a buceta na minha pica dura. Cavalgou devagar, os peitos balançando. Eu segurava a bunda dela e empurrava pra cima. Ela gemia com a boca aberta:
- Sua pica... tão grossa... enche tudo...
Gozou sentada, o corpo todo tremendo. Eu virei ela de lado e continuei metendo até gozar de novo.
Quando os primos voltaram, a gente já tinha combinado. Eu continuaria visitando. A neurose dela não sumiu de uma vez, mas a solidão sim. E o que começou como cuidado virou a foda mais gostosa e suja que eu já tive na vida. Pica, buceta, cu, porra, gemido, tudo sem freio. E ela, minha tia, pedindo mais toda vez que a gente ficava sozinho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A neurose de minha tia!

Codigo do conto:
271602

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/09/2026

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