O livro tava aberto bem na primeira página do capítulo, e aquela frase me furou o cérebro como um prego quente. Eu tinha 19 anos, tinha acabado de terminar o primeiro ano da faculdade e estava de férias na casa do meu tio materno. Ele me acolheu no começo do ano pra eu estudar numa cidade que tinha universidade decente, e a gente vivia numa rotina quieta: ele lendo o dia todo, eu estudando, a casa sempre cheia de livros e cheiro de café. Eu li aquela porra sem querer. Estava sem o que fazer, fome de qualquer texto, e a frase me agarrou: O mesmo sistema, e também outros, vê na aliança do tio materno com a sobrinha, e mais raramente da tia materna com o sobrinho, tipos de casamentos muito recomendáveis e às vezes prescritos... Cacete. Em algumas sociedades a sobrinha e o irmão da mãe podiam se casar, era até recomendado. Eu fiquei olhando pra página com a buceta latejando sem motivo aparente. Voltei pro meu quarto, deitei na cama e fiquei pensando no meu tio. Homem de quase 50, corpo ainda firme, voz grossa, mãos grandes, cheiro de livro velho e sabonete. Eu nunca tinha pensado nele daquele jeito. Agora a ideia não saía. Naquela noite minha mão desceu sozinha. Passei o dedo no grelinho já molhado e imaginei ele me abrindo as pernas, enfiando a pica grossa devagar, me chamando de sobrinha enquanto me fodia. Gozei quietinha, mordendo o travesseiro, e dormi com o cheiro imaginário dele no pescoço. No dia seguinte eu perguntei do livro, fingindo curiosidade inocente. - Tio, aquele livro de antropologia que você deixa na mesa... é sobre o quê mesmo? Ele tirou os óculos, olhou pra mim com aquele jeito de quem adora explicar. - Lévi-Strauss. Ele estudou como os povos organizam o parentesco. Quem pode comer quem, basicamente. Nos animais todo mundo fode com todo mundo. No ser humano a gente inventa regras. Em algumas tribos o tio materno e a sobrinha é aliança boa. Em outras é proibido como se fosse pai e filha. Eu ri, nervoso. - Comer quem... Ele deu aquele sorrisinho torto. - É. Comer no sentido literal também. Minha buceta escorreu na hora. Eu saí de perto antes que ele notasse meu rosto quente. A partir daí eu comecei a testar. Primeiro as roupas. Camisola fina, calcinha de renda, sutiã que quase não cobria. Passava pelo escritório dele de propósito. Ele baixava o óculos, olhava dois segundos e voltava pro livro. Eu ficava indignada por dentro. Como assim não reagia? Eu tinha peitos firmes, bunda redonda, buceta lisa e cheirosa. Ele era uma rocha. Até o dia do banheiro. Eu abri a porta sem bater. Ele estava fazendo a barba, só de toalha na cintura. Meu coração bateu forte. - Preciso mijar, tio. - Pode. Eu saio. - Não precisa. É rapidinho. Sou só sua sobrinha. Ele ficou. Eu abaixei a calcinha, sentei e abri as pernas. O jato saiu forte. Eu enxuguei devagar, abrindo os lábios com os dedos, fingindo que estava só olhando os pelos. Pelo espelho eu vi. Os olhos dele estavam pregados na minha buceta aberta. Pupila dilatada. A toalha se mexeu. Eu senti um calor subindo pela barriga. Levantei, tirei a camiseta na frente dele. - Tô com pressa. Vou entrar no banho logo. Ele engoliu em seco. Eu entrei no box, liguei a água e deixei a porta entreaberta. Ele não saiu imediatamente. Eu me ensaboei devagar, esfregando os peitos, a bunda, passando a mão entre as pernas. Quando saí ele já tinha sumido, mas o ar do banheiro ainda cheirava a tesão. Naquela noite eu gozei três vezes pensando nele me olhando. Depois daquilo ele começou a me olhar de verdade. Uma tarde eu estava de calcinha e camiseta curta, sentei no colo dele sem pedir. - Menina, você vem sentar assim em cima de mim? - Só quero um abraço, tio. Você me dá segurança. Ele me abraçou. Eu ajeitei o corpo até sentir o volume duro sob a calça. Meu coração disparou. Fingi que estava cochilando. A pica dele cresceu mais, quente, latejando contra minha buceta coberta só pela renda fina. Eu me mexi de leve, encaixando o grelinho em cima da tora. Ele respirou fundo. A mão dele desceu devagar pela minha costa, parou na curva da bunda e apertou. Eu continuei “dormindo”. Ele se mexeu com cuidado, ajeitou a pica pra cima dentro da calça e voltou a me abraçar. Agora eu sentia o formato inteiro. Grossa, comprida, a cabeça já molhada manchando o tecido. Eu roçava devagar, só o suficiente pra sentir o atrito no clitóris. Minha calcinha estava encharcada. Ele sussurrou no meu ouvido: - Já é tarde. Vai dormir. Eu respondi com um gemido baixinho e esfreguei mais. Ele cedeu. A mão dele desceu entre nós, puxou a calcinha de lado e tocou meus lábios molhados. Dois dedos abriram a fenda, subiram até o grelinho e roçaram em círculos lentos. Eu tremi inteira. - Tá molhada pra caralho, sobrinha... A voz dele saiu rouca. Eu não aguentei mais fingir. Abri os olhos e olhei pra ele. - Me fode, tio. Por favor. Ele me beijou. Boca quente, língua grossa, cheiro de café e desejo. Levantou comigo no colo, carregou até o quarto dele sem tirar a mão da minha buceta. Me jogou na cama, tirou a própria calça e a pica saltou pesada, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Eu abri as pernas o máximo que consegui. Ele ajoelhou entre elas, passou a língua inteira da entrada até o clitóris, chupou forte, enfiou a língua dentro e fodeu minha boceta com a boca. Eu gritei. - Aiiii, porra... chupa assim, tio... mais forte... Ele chupou até eu gozar na cara dele, gemendo alto, pernas tremendo. Antes que eu descesse do orgasmo ele subiu, encaixou a cabeça grossa na entrada e empurrou tudo de uma vez. A pica abriu tudo. Eu senti cada centímetro entrando, esticando, enchendo. Quando o saco bateu na minha bunda eu já estava gozando de novo. - Caralho, que buceta apertada... Ele começou a meter. Primeiro devagar, sentindo, depois mais forte, mais fundo. A cama batia na parede. Eu segurava as costas dele, unhas cravadas, gemendo sem parar. - Me fode, tio... fode sua sobrinha... assim... mais fundo... Ele virou meu corpo de quatro, agarrou meus quadris e enfiou de novo. Agora o pau entrava ainda mais fundo. Cada estocada fazia meu grelinho bater na própria coxa. Eu gemia igual puta. - Isso... mete nessa buceta... ela é sua... Ele cuspiu na minha bunda, espalhou a saliva com o polegar e enfiou o dedo no cu enquanto a pica destroçava a boceta. Eu gozei gritando, o corpo inteiro se contraindo. Ele não parou. Continuou metendo, o dedo fodendo meu cu no mesmo ritmo. Quando ele tirou a pica, ela estava brilhando de porra minha. Ele se ajoelhou na minha frente. - Chupa. Eu engoli até o fundo. O gosto de buceta e pau misturados me deixou louca. Chupei com vontade, baba escorrendo pelo queixo, olhando nos olhos dele. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca devagar, profundo. - Boa menina... engole tudo... Ele me puxou de novo, deitou de costas e me fez montar. Eu desci devagar, sentindo a pica subir até o fundo do útero. Comecei a quicar, batendo a bunda nele, os peitos balançando. Ele segurou meus seios, apertou os mamilos, depois subiu a mão e enfiou dois dedos na minha boca pra eu chupar. - Olha pra mim enquanto me fode, sobrinha. Eu olhei. Os olhos dele estavam escuros de tesão. Eu gozei sentada nele, o corpo se sacudindo, a buceta espremendo a pica com força. Ele gemeu grosso, virou meu corpo sem tirar o pau de dentro e me fodeu de lado, uma perna levantada, metendo fundo e rápido. - Vou gozar... onde você quer? - Dentro... jorra tudo dentro de mim... Ele enterrou até o fim e gozou. Jatos quentes, um atrás do outro, enchendo minha boceta. Eu sentia cada pulsada, cada porrada de porra batendo no fundo. Quando ele parou de gozar, a porra já escorria pela minha coxa. A gente não parou. Ele me chupou de novo, limpou a porra com a língua, enfiou os dedos e me fez gozar mais duas vezes só com a boca. Depois me fodeu de novo, dessa vez de pé, contra a parede, uma perna no ombro dele, a pica entrando até doer gostoso. Eu gemia no ouvido dele: - Mais... me arrebenta... usa sua sobrinha... Ele me levou pro chuveiro ainda com a pica dentro. Lá ele me fodeu de novo sob a água quente, me virando de costas, abrindo minha bunda e enfiando o polegar no cu enquanto metia. Eu gozei escorregando, segurando nele pra não cair. De madrugada a gente ainda estava acordado. Eu chupava o pau dele devagar, saboreando o gosto da gente misturado. Ele me puxou pra cima, me beijou e sussurrou: - Amanhã a gente continua. Eu sorri, a boceta ainda latejando, cheia de porra. - Pode ser. Mas agora me fode mais uma vez. Quero dormir com sua pica dentro. Ele entrou de novo, devagar, fundo, e ficou assim, só se mexendo de leve, me beijando o pescoço enquanto eu gemia baixinho, quase dormindo com ele ainda duro dentro de mim. A noite inteira foi assim. Cada vez que eu acordava ele estava me tocando de novo, dedos na boceta, língua no peito, pica entrando. Eu perdia a conta de quantas vezes gozei. Meu corpo ficou mole, marcado, cheio do cheiro dele. Quando o sol começou a entrar pela janela eu estava de quatro de novo, ele me fodendo lento e profundo, a mão no meu cabelo, a outra apertando minha bunda. Eu gemia cansada, gostosa, entregue. - Tio... - Fala. - Não para nunca mais. Ele riu baixo, meteu até o fundo e gozou mais uma vez dentro de mim, o corpo tremendo contra o meu. A gente ficou ali, colado, suado, a porra escorrendo entre nós. Eu sentia a pica dele ainda latejando dentro da minha boceta. Fechei os olhos e sorri. Aquela frase do livro não saía da minha cabeça. Em algumas sociedades isso era recomendável. Aqui, naquela cama, naquela manhã, eu só sabia que minha buceta estava destruída de tanto prazer e que eu não queria outra coisa no mundo além da pica do meu tio me comendo toda noite. Ele me beijou a nuca e sussurrou: - Agora você é minha de verdade. Eu apertei os músculos em volta dele e respondi, a voz rouca de tanto gemer: - Sempre fui. Só não sabia ainda. E a gente começou de novo.
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