O dia em que eu cheguei mais cedo da faculdade mudou tudo. Eu tinha dezoito anos, fazia o segundo semestre e já estava careca de tanto me punhetar pensando na minha mãe. Ela era separada fazia uns dois anos, morena de pele lisa, seios pesados que balançavam quando ela andava pela casa de camisola, coxas grossas e aquela bunda redonda que me deixava de pau duro só de ver ela se abaixando pra pegar alguma coisa no chão. Eu nunca me enganei. Queria enfiar a pica nela. Queria chupar aquela buceta, lamber o cu, foder até ela gritar. Naquele dia as luzes estavam apagadas. Entrei quieto, fui pro meu quarto e aí ouvi. Um gemido baixo, depois outro, mais agudo, desesperado. Vinham do quarto dela. Fui de meias, sem fazer barulho, e abri a porta só um pouco. O que eu vi me fez a pica latejar na hora. Ela estava nua na cama, pernas abertas, joelhos dobrados. Uma mão apertava o peito, o dedo e o polegar pinçando o mamilo escuro, a outra mão ia e vinha rápido entre as coxas. Não era banana. Era um vibrador grosso, preto, que ela enfiava fundo na buceta molhada e puxava quase todo pra fora, gemendo cada vez que a cabeça do brinquedo raspava no grelinho inchado. A buceta dela fazia aquele barulho molhado, chup-chup, e o creme escorria pela fenda e pingava no lençol. Ela rebolava a bunda, empurrava o quadril pra cima, e os seios balançavam com a força. Eu tirei a pica pra fora na hora. Comecei a bater olhando. O pau já estava duro pra caralho, a cabeça vermelha e brilhando de porra antecipada. Cada gemido dela eu respondia com uma sacudida mais forte. Quando ela começou a tremer, a voz saiu alta: - Ahhh, porra... assim... mais fundo... caralho, que delícia... Ela gozou com o corpo inteiro se contorcendo, o vibrador ainda enterrado até o cabo, a buceta se contraindo em volta. Eu quase gozei ali mesmo, mas me segurei, me recolhi pro meu quarto e acabei a punheta no travesseiro, gozando grosso e quente, imaginando que era a buceta dela engolindo tudo. Nos dias seguintes eu não parava de pensar. Acordava de pau duro, ia pro banho e batia pensando nela enfiando o vibrador. À noite, na cama, eu lembrava do grelinho inchado, da boca aberta gemendo, do jeito que as coxas tremiam. Minha pica ficava doendo de tanto tesão. Eu sabia que ela estava na mesma. Não saía, vinha do serviço direto pra casa, não tinha homem. Aquela mulher gostosa precisava de pau de verdade. Foi aí que eu planejei a cena do banheiro. Deixei a porta aberta de propósito. Tirei a roupa, peguei a pica e comecei a bater forte, olhando pro espelho, gemendo baixinho. Em menos de dois minutos a porta se abriu. Ela entrou e parou. Eu vi pelo reflexo: os olhos dela baixaram direto pro meu pau grosso, veias saltadas, a mão subindo e descendo rápida. Por um segundo ela só olhou, a língua passando nos lábios, o peito subindo mais rápido. Depois virou o rosto e saiu. Eu gozei ali mesmo, jorrando no chão, e saí pedindo desculpas, mas querendo tocar no assunto. - Desculpa, mãe. Não vi que a porta tava aberta. Ela estava na cozinha, mexendo num café. Sem olhar pra mim respondeu: - Você é punheteiro igual ao seu pai. - Ele era? - Sim. Mas comia bem. Disso eu sinto falta dele. Pau grosso, que enchia a buceta inteira. Aquilo me deixou ainda mais duro. Começamos a falar de sexo de vez em quando. Ela contava como gostava de ser comida, eu falava das minas da faculdade. A tensão só crescia. A ideia do acampamento veio numa dessas conversas. Um lugar lindo, praia deserta, barraca pequena. Ela viu as fotos na net e topou. Passaríamos noites juntinhos, quase colados. Na primeira noite a barraca era apertada pra caralho. A gente se trocou um na frente do outro. Eu tirei a camisa devagar, depois a calça, ficando só de cueca. Quando puxei a cueca pra baixo, minha pica saltou pra cima, dura, a cabeça já molhada. Eu passei perto dela de propósito, o pau roçando na coxa dela. Ela fingiu que não viu, mas eu senti o olhar. Deitamos. A lua entrava pela tela da barraca. Eu não aguentei. - Putz, como eu vou fazer pra bater uma antes de dormir? Ela riu baixo. - Eu já falei que você é punheteiro que nem o pai. Ele era assim. Se não trepava tinha que bater uma. Pode bater, eu não ligo. - E você também pode se quiser. Eu vi você um dia. Cheguei mais cedo. Foi sem querer, mas eu vi. Você também tá em carência... Ela ficou quieta um segundo. - Caralho. Você viu. Que vergonha. Tá foda mesmo. Preciso de um pau. Eu tirei a pica na hora e comecei a bater olhando o corpo dela de lado. A camisola tinha subido, mostrando a buceta lisa, sem calcinha, o grelinho já aparecendo um pouco. Ela reparou no movimento da minha mão e não desviou o olhar. Ficou só observando. Eu bati sem vergonha, a mão molhada de pré-porra, o pau estalando a cada subida. Quando eu acelerei, ela não aguentou. - Acho que também vou bater uma... Ela puxou a camisola até o pescoço, deixou os seios pesados livres e abriu as pernas. Dois dedos desceram e começaram a esfregar o grelinho em círculos lentos. A buceta já estava brilhando. Eu ajoelhei entre as pernas dela pra ver melhor. Do ângulo de baixo eu enxergava tudo: os lábios inchados, o buraquinho rosado se abrindo e fechando, o cu apertado logo abaixo. Ela batia olhando pro meu pau. Eu batia olhando pra buceta dela. O calor dentro da barraca subiu. Eu me incline e puxei a camisola dela pra fora de uma vez. Os seios caíram pesados, mamilos escuros e duros. Passei a mão num deles de brincadeira. Ela não parou de se esfregar. Aí eu peguei de verdade, apertando, rolando o mamilo entre os dedos. A mão dela saiu da buceta e veio direto pro meu pau. - Deixa eu punhetar como eu sei que você vai gostar. Do jeito que os homens gostam. Ela envolveu a pica com a mão quente e começou a bater com uma técnica que eu nunca tinha sentido. O polegar esfregava a fenda da cabeça a cada subida, a mão apertava na base e soltava na ponta. Eu gemi alto. - Porra, mãe... assim... caralho... Ela riu, a voz rouca. - Gosta? Seu pai gozava rápido quando eu fazia assim. Eu perguntei, ainda com a pica na mão dela: - E de que jeito você gostava de ser comida por ele? Ela deu uma risada curta. - De um jeito estranho. Eu de lado, pernas abertas, e ele por cima de uma das minhas pernas, entrando numa inclinação diferente. - Mostra. Ela se virou de lado, levantou a perna de cima e abriu. Eu me posicionei como ela mandou, o pau apontado pra buceta. Quando me incline mais, a cabeça da pica esbarrou nos lábios molhados. O calor era insano. Eu empurrei. A buceta dela engoliu tudo de uma vez. Quente, apertada, escorregadia pra caralho. Ela soltou um gemido longo, desesperado: - Ahhh... porra... que pau grosso... caralho... Eu comecei a meter devagar, sentindo cada centímetro entrando e saindo. A posição fazia a pica raspar direto no grelinho a cada investida. Ela rebolava de encontro, a mão apertando o meu braço. - Calma... deixa só eu meter um pouco... vê se é igual ao dele... Mas eu não consegui ficar calmo. Comecei a foder mais fundo, a pica sumindo inteira na buceta da minha mãe. O barulho molhado enchia a barraca. Ela gemia sem parar: - Isso... assim... mais forte... ahh, filho... que delícia de pau... fode essa buceta... Eu mudei de posição. Coloquei ela de quatro. A bunda redonda na minha cara, o cu apertado piscando, a buceta pingando. Enfiei de uma vez e comecei a meter com força. As mãos agarravam as coxas dela, puxando pra trás a cada estocada. Ela enterrou o rosto no saco de dormir e gritou: - Caralhoooo... assim... arromba essa buceta... porra... mais fundo... Eu cuspi no cu dela e enfiei o polegar. Ela tremeu inteira. - Isso... mete o dedo no cu também... ahh, que safado... Troquei de novo. Deitei ela de barriga pra cima, abri as pernas o máximo e enfiei até o saco bater na bunda. Agora eu via tudo: a pica grossa sumindo e aparecendo, coberta de creme branco, o grelinho inchado sendo esmagado. Eu abaixei a cabeça e chupei o mamilo enquanto metia. Ela enfiou a mão no meu cabelo e puxou. - Chupa... morde... porra... eu vou gozar... Eu acelerei. A barraca inteira balançava. O som da minha pica entrando na buceta dela era obsceno, molhado, rápido. Ela começou a tremer, as unhas arranhando minhas costas. - Tô gozando... caralho... goza comigo... enche essa buceta de porra... Eu senti o gozo subindo. Meti até o fundo e jorrei. Porra quente, grossa, jato atrás de jato enchendo a buceta da minha mãe. Ela gozou ao mesmo tempo, a buceta apertando o meu pau em espasmos fortes, o corpo inteiro se contorcendo, gemendo alto e desesperado: - Ahhhhh... porraaaa... que porra quente... continua metendo... não para... Eu continuei metendo mesmo depois de gozar, empurrando a porra pra dentro, sentindo ela escorrer pelas minhas bolas. Quando parei, a pica ainda estava semi-dura dentro dela. A gente ficou ali, suados, ofegantes, a lua iluminando os corpos colados. Mas não acabou. Em poucos minutos eu já estava duro de novo. A buceta dela ainda estava aberta, cheia de porra, os lábios inchados. Eu virei ela de lado outra vez, na posição preferida, e enfiei de novo. Dessa vez mais lento, mais fundo, sentindo cada centímetro. Ela gemeu baixo, a voz já rouca: - De novo... que pau insaciável... fode sua mãe de novo... E eu fodi. A noite inteira. Em todas as posições. Chupei a buceta dela até ela gozar na minha boca, lamber o cu, enfiar a língua. Ela chupou minha pica até quase gozar de novo e eu segurei pra meter outra vez. Quando o sol começou a clarear, a gente estava exausto, cobertos de porra e saliva, a barraca cheirando a sexo. Ela passou a mão no meu peito e falou, ainda sem fôlego: - Seu pai comia bem... mas você come melhor. Eu só sorri, a pica ainda dentro dela, e empurrei mais uma vez, lento, gostoso, pronto pra começar tudo de novo.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.