Apaguei o fogo da minha irmã!

Cristina sempre foi a porra da mulher mais gostosa que eu já vi na vida. Desde moleque eu já sentia aquele tesão fodido nela, mas nunca admiti pra ninguém. Agora com 18 anos e ela com 20, aquela vontade só aumentou pra caralho. Cabelos pretos lisos caindo até o meio das costas, olhos que mudavam de azul pra verde dependendo da luz, cintura fininha que dava vontade de apertar com força, peitos médios pra grandes que balançavam gostoso quando ela andava, coxas grossas e uma bunda redonda, lisa, pesada, daquelas que faz qualquer pau endurecer só de olhar. Eu, Gustavo, morava na mesma casa que ela, o pai e a mãe, e desde os 14 anos eu roubava as calcinhas suadas dela no banheiro. Cheirava o tecido molhado de buceta, enrolava na mão e batia punheta até gozar grosso pensando nela. Entrava no quarto quando ela trocava de roupa e ficava olhando pela fresta. Ela só pedia pra eu sair quando ia tirar a calcinha e o sutiã, mas eu sempre via um pedaço de peito, um bico escuro, aquela curva da bunda. Nunca tinha visto a buceta dela de verdade. Até as férias na casa de praia do pai.
Só nós dois. Sem os velhos. A casa era grande, perto da praia, e a gente meteu o louco. Festas todo dia, amigos, bebida, maconha. Cristina deu pra caralho. Vi ela saindo com pelo menos cinco caras diferentes, voltando de madrugada com o cabelo bagunçado, cheiro de sexo, calcinha molhada. Isso me deixava puto de ciúme e com o pau duro pra porra. Eu batia umas cinco punhetas por dia só de imaginar a buceta dela engolindo aqueles paus.
Uma noite quente pra caralho. Eu tava no meu quarto assistindo qualquer merda na TV quando deu sede. Desci pra cozinha e lá estava ela. Baby-doll rosa curto, transparente, colado no corpo suado. Os peitos marcando, os bicos duros apertando o tecido fino. As coxas grossas brilhando de suor. A bunda redonda quase saindo por baixo. Ela tava pegando água na geladeira, o cabelo preso num coque bagunçado, um fio solto grudado no pescoço suado. Olhei e meu pau inchou na hora, apertando a bermuda. Voltei pro quarto sem falar nada, mas a imagem não saía da cabeça. Fiquei deitado, mão no pau, pensando nela. Passou da meia-noite. A casa tava quieta. Levantei e fui até o quarto dela. A luz ainda tava acesa. Escutei um gemidinho baixo, molhado. Cheguei perto da porta, olhei pela fresta.
Cristina tava deitada na cama, pernas abertas, o baby-doll puxado pra cima da barriga. Os dedos dela entravam e saíam da buceta inchada, brilhando de porra. Ela mordia o lábio inferior, olhos semicerrados, gemendo baixinho.
- Aii... porra... assim...
Os dedos faziam barulho molhado, schlick schlick, enquanto ela esfregava o grelinho inchado com o polegar. Eu fiquei ali olhando, pau latejando, quase gozando na bermuda. Bati na porta.
- Cristina, tô sem sono. Posso entrar pra conversar?
Ela deu um susto, puxou o baby-doll pra baixo rapidinho, voz irritada:
- Porra, Gustavo, não entra agora! Sai daí!
Escutei o barulho dela se recompondo, provavelmente escondendo a buceta molhada. Esperei uns segundos. Depois a voz dela saiu mais baixa:
- Tá. Entra.
Abri a porta. Ela tava sentada na beira da cama, pernas cruzadas, o baby-doll ainda colado no corpo suado. Os peitos subiam e desciam rápido. Sentei do lado dela. O cheiro de buceta quente e suor batia forte. Começamos a conversar merda qualquer, sobre a festa do dia anterior, os caras que ela tinha comido. Eu olhava pro peito dela, pro decote, pra coxa grossa. Minha mão formigava. Depois de uns minutos pedi:
- Deixa eu massagear teus pés. Tão inchados de tanto andar descalça na areia.
Ela olhou pra mim, deu um sorrisinho e esticou as pernas. Os pés pequenos, dedos bem feitos, unhas pintadas de rosa. Peguei um, comecei a apertar a sola com o polegar, subindo pelos dedos. Ela suspirou, deixou o corpo afundar na cama. Continuei, mais firme, passando o polegar entre os dedos, apertando o calcanhar. Cristina fechou os olhos, a respiração ficou mais pesada. Vi o baby-doll subir um pouco, mostrando a parte de dentro da coxa. Continuei massageando, agora os dois pés, subindo um pouco pelas canelas. O pau tava tão duro que doía. Olhei pra cara dela. Os lábios entreabertos, um fio de saliva no canto da boca. Ela abriu os olhos e me encarou.
- Gustavo... eu tô com fogo pra caralho. Não consigo dormir. Me apaga esse fogo.
Levantei, tirei a bermuda e a cueca de uma vez. Meu pau saltou pra fora, duro, veias latejando, a cabeça já brilhando de porra. Cristina olhou, abriu um sorriso safado e falou:
- Porra, irmãozinho... já tava a fim de foder a maninha, né? Vem cá.
Ela desceu da cama, ajoelhou no chão na minha frente e segurou o pau com as duas mãos. Passou a língua pela cabeça, lambeu a fenda, engoliu a gota de porra pré. Depois abriu a boca e engoliu o pau inteiro de uma vez, até a garganta. Eu gemí alto.
- Porra, Cristina... chupa assim...
Ela mamava com vontade, babando, a saliva escorrendo pelo pau e pingando no chão. A mão dela apertava minhas bolas enquanto a outra subia e descia no que sobrava pra fora da boca. Eu enfiei o dedão do pé entre as coxas dela, encontrei a buceta molhada e enfiei o dedo grosso dentro. Ela gemeu com a boca cheia de pau, o som abafado, vibrando no meu pau. A buceta dela apertou meu dedo, quente, escorregadia, os lábios inchados. Cristina tirou o pau da boca, babando, e falou ofegante:
- Vamos de 69. Quero chupar teu pau enquanto tu come minha buceta.
Deitei no chão. Ela subiu em cima de mim, de costas, a bunda grande e redonda descendo pro meu rosto. A buceta dela abriu bem na minha boca, rosa, molhada, o grelinho inchado, os lábios carnudos. Eu abri a boca e lambi tudo de uma vez, da entrada do cu até o grelinho. O gosto dela era forte, azedo e doce ao mesmo tempo, cheiro de mulher safada. Enfie a língua dentro da buceta, chupei os lábios, mordia de leve o grelinho. Cristina gemeu alto e engoliu meu pau de novo, chupando fundo, engasgando, a garganta apertando a cabeça do pau. Eu segurava a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas, chupando aquela buceta como se fosse a última vez. A língua entrava e saía, eu bebia o líquido que escorria dela. Ela rebolava no meu rosto, esfregando a buceta molhada na minha boca, gemendo com o pau na garganta.
- Aii porra... chupa essa buceta... assim... mais forte...
Eu chupava o grelinho com força, chupões molhados, enquanto enfiava dois dedos na buceta e torcia. Cristina gozou primeiro, o corpo tremeu, a buceta pulsando na minha boca, um jato quente escorrendo pela minha língua e queixo. Ela gritou com o pau ainda na boca, o som abafado e desesperado. Continuou chupando mesmo gozando, babando mais ainda. Eu quase gozei também, mas segurei. Ela saiu de cima, deitou na cama de costas, abriu as pernas bem largas e falou:
- Vem me foder agora. Mete esse pau grosso na minha buceta.
Subi em cima dela. O pau tava escorrendo saliva e pré-porra. Direcionei a cabeça na entrada molhada e enfiei de uma vez só. A buceta dela engoliu tudo, apertada, quente, molhada pra caralho. Ela enlaçou meu corpo com as pernas grossas, os calcanhares batendo na minha bunda, e gritou:
- Aii porra! Que pau grosso... mete fundo... fode tua irmã...
Comecei a meter forte, a barriga batendo na dela, o pau entrando até o fundo. A cada estocada a buceta fazia barulho molhado, ploc ploc ploc. Os peitos dela balançavam pra cima e pra baixo. Eu abaixei a cabeça e chupei um bico, mordi, puxei com os dentes. Cristina gemia sem parar, a voz alta, desesperada:
- Aii... aii... mais forte... arromba essa buceta... porra Gustavo... me fode...
Meti por uns cinco minutos daquele jeito, fundo, rápido, o pau latejando. Senti a buceta dela apertar forte, as paredes contraírem. Ela gozou gritando, as unhas arranhando minhas costas, as pernas tremendo. Eu não aguentei e gozei junto, jatos grossos de porra enchendo a buceta dela. Continuei metendo enquanto gozava, empurrando a porra pra dentro. Quando parei, o pau ainda latejando dentro dela, a porra escorrendo pelas laterais. Ficamos ali ofegantes, o peito subindo e descendo. Eu beijei o pescoço dela, o suor salgado.
- Porra... que foda gostosa...
Ela riu baixo, ainda com o pau dentro.
- Ainda não acabou. Quando tu recuperar, quero de quatro. É minha posição favorita.
Esperei uns minutos, o pau ainda semi-duro dentro dela. Quando senti ele endurecer de novo, saí de cima. Cristina virou de quatro na cama, a bunda perfeita empinada pra mim, a buceta inchada e escorrendo porra. O cu apertadinho, rosado, piscando. Eu ajoelhei atrás dela, segurei a cintura fina e enfiei o pau de novo na buceta. A entrada estava ainda mais molhada com a porra misturada. Comecei a meter fundo, a barriga batendo na bunda dela a cada estocada. O barulho era obsceno, pele batendo em pele, a buceta engolindo o pau com barulho molhado. Cristina enterrou o rosto no travesseiro e gritou:
- Aiii porra! Assim... mete forte... bate nessa bunda... fode tua maninha de quatro...
Eu metia sem dó, segurando a cintura, puxando ela pra trás no meu pau. A cada estocada a bunda dela tremia. Dei uns tapas fortes nas nádegas, a marca vermelha aparecendo. Ela gozava de novo, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando meu pau como uma mão. Gritava alto:
- Tô gozando! Porra! Goza dentro de mim de novo!
Continuei metendo até sentir o orgasmo subir. Gozei de novo, jatos fortes enchendo a buceta já cheia. O pau latejava dentro dela enquanto eu esvaziava as bolas. Quando saí, a porra escorreu grossa pela coxa dela, pingando no lençol. Caí ao lado, sem ar. Cristina se virou, o rosto vermelho, o cabelo grudado de suor.
- Ainda quero mais uma. Vem.
Esperei uns vinte minutos. O pau já tava duro de novo só de olhar pra ela. Cristina se sentou no meu colo, de frente, abriu a buceta com os dedos e encaixou o pau. Desceu devagar, engolindo tudo. Começou a cavalgar, rebolando a bunda, subindo e descendo. Eu segurei os peitos dela, chupei os bicos, mordi. Ela gemia sem parar, a voz rouca:
- Aiii... que pau gostoso... vou gozar de novo... chupa meus peitos...
Cavalgava rápido, a buceta esmagando o pau, o grelinho esfregando na base. Eu metia pra cima também, encontrando o movimento dela. Depois de uns quinze minutos ela gozou gritando, o corpo travando, a buceta pulsando. Eu gozei junto, o terceiro orgasmo da noite, jatos fracos mas ainda quentes. Ela caiu em cima de mim, ofegante. Dormimos ali mesmo, meu pau ainda dentro dela, a porra escorrendo entre nós.
No dia seguinte acordamos cedo. O sol entrava pela janela. Cristina abriu os olhos, sorriu safada e falou:
- Bom dia, irmãozinho. Quer mais?
Transamos de novo na cama, depois no banheiro, depois na cozinha. Eu meti nela de várias posições. Ela nunca deixou eu enfiar no cu.
- Não. Sou virgem lá. As amigas que deram disseram que dói pra caralho e eu não quero. Só a buceta mesmo.
Eu aceitei. A buceta dela já era o paraíso. De lá pra cá a gente fode sempre que dá, escondido dos pais. No quarto dela, no meu, no banheiro, no sofá quando eles saem. Ela chupa meu pau, eu chupo a buceta dela até ela gozar na minha boca, meto fundo, encho ela de porra. Às vezes ela fica de quatro e me pede pra meter mais forte, gemendo alto:
- Fode essa buceta... arromba tua irmã... jorra tudo dentro...
Outras vezes ela monta em mim e cavalga até os dois gozarem gritando. O cheiro de sexo fica impregnado nos lençóis. Eu ainda roubo as calcinhas sujas dela de vez em quando, mas agora não preciso mais bater punheta sozinho. Tenho a buceta quente e molhada da minha irmã pra enfiar o pau sempre que quiser. E ela adora. Cada gemido, cada porra que escorre pela coxa dela, cada vez que ela me chama de irmãozinho enquanto eu meto fundo... é a porra da melhor coisa da minha vida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Apaguei o fogo da minha irmã!

Codigo do conto:
271822

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/09/2026

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