Eu tava sozinha em casa ontem quando o interfone tocou. Era ele. O marido da minha amiga. Ela tinha viajado pro trabalho e ele apareceu sem avisar, com aquela cara de quem já sabia exatamente o que queria. Entrou, fechou a porta e no segundo seguinte a gente já tava se beijando no corredor. Beijo quente pra caralho, língua pra dentro, saliva escorrendo pelo queixo. Eu puxava o cabelo dele e ele apertava minha bunda com as duas mãos, esfregando o pau duro contra minha barriga. A gente nem chegou no sofá. Subimos pro quarto quase tropeçando. Ele me jogou na cama, puxou minha calcinha e enterrou o rosto na minha buceta sem pedir licença. Língua larga lambendo tudo, do cu até o grelinho, chupando como se estivesse morrendo de fome. Eu abri as pernas o máximo que deu e gemí alto. - Porra, come essa buceta... assim... mais forte... Ele gemeu contra a minha carne e eu senti a vibração no grelinho. Virei o corpo e enfiei a mão dentro da calça dele. O pau já tava duro pra porra, grosso, quente, a cabeça molhada de pré-gozo. Puxei pra fora e enfiei na boca de uma vez. Engasguei na primeira descida. Ele era grande demais e eu quis engolir tudo. Saliva escorrendo, barulho de garganta, enquanto ele continuava comendo minha buceta como um animal. Ficamos em 69 um tempão. Eu chupava fundo, engasgando de propósito, babando na pica inteira. Ele chupava meu grelinho e metia dois dedos na buceta, abrindo e fechando, molhando tudo. Eu já tava escorrendo na cara dele. Quando não aguentei mais, empurrei ele pra cima de mim. O pau dele bateu na minha entrada. Quente, grosso, latejando. Ele parou ali, só a cabeça enfiada, e olhou nos meus olhos. - Posso gozar dentro? Fala que tá tudo bem. Eu tava molhada pra caralho. A buceta latejando, pedindo. As regras da gente sempre tinham sido camisinha. Mas naquele momento eu não quis regra nenhuma. - Mete sem camisinha. Come essa buceta nua. Quero sentir essa pica crua. Ele empurrou fundo de uma vez. Eu gritei. O pau grosso abriu tudo, rasgou, preencheu até o fundo. Ele começou a meter forte, suando já, o corpo quente grudando no meu. Cada estocada batia fundo, o saco batendo na minha bunda, o barulho molhado ecoando no quarto. - Mais forte... soca essa buceta... quebra ela... Ele segurou minhas coxas e abriu ainda mais, metendo como se quisesse me foder até o útero. Eu gemía desesperada, a voz saindo rouca. - Essa buceta é sua... porra... é toda sua... Ele parou fundo dentro de mim, o pau latejando, e sussurrou no meu ouvido: - Eu tenho uma fantasia. Quero te engravidar. Posso jorrar tudo dentro? Quero encher essa buceta de porra até transbordar. Eu olhei nos olhos dele e senti o corpo inteiro tremer. A ideia de ele me engravidando me deixou ainda mais molhada. A buceta apertou o pau dele sozinha. - Goza dentro. Faz uma bagunça nessa buceta. Me enche. Quero sentir o leitinho quente escorrendo depois. Ele voltou a meter. Agora era bruto. Estocadas longas e profundas, o pau saindo quase inteiro e entrando com força. Eu gritava a cada uma. - De quem é essa buceta? - Sua... porra... é sua... eu pertenço a você... - Fala de novo. - Essa buceta é sua. Me engravida. Joga tudo dentro. Me enche de porra. Ele segurou meu queixo e me fez olhar nos olhos dele enquanto metia cada vez mais fundo. O suor escorria do peito dele pro meu. Eu sentia o pau latejando, inchando ainda mais. Ele tava perto. - Olha pra mim enquanto eu te encho. Eu olhei. Ele enterrou até o fim e gozou. Jato quente, grosso, batendo lá no fundo. Eu senti cada pulsação, a porra enchendo, transbordando pelas laterais do pau. Ele continuou metendo devagar enquanto gozava, empurrando o leitinho ainda mais pra dentro. Eu gozei junto, a buceta apertando, sugando, tentando segurar tudo. Ele ficou dentro, ofegante, o pau ainda latejando. Quando tirou, um fio grosso de porra desceu pela minha bunda. Eu enfiei dois dedos na buceta e empurrei o gozo de volta pra dentro. - Olha a bagunça que você fez... Ele sorriu, ainda suando, e deitou ao meu lado. O pau ainda semi-duro, brilhando de porra e dos meus fluidos. Eu agarrei ele de novo e comecei a masturbar devagar. - Ainda tem mais? - Tem. Ele me virou de quatro, agarrou meus quadris e meteu de novo. A buceta já tava escorregadia de porra, fazendo barulho sujo a cada estocada. Ele meteu o dedão no meu cu enquanto fodia e eu gritei de novo. - Porra... o cu também... Ele fodeu até gozar a segunda vez, ainda mais fundo, ainda mais quente. Dessa vez a porra escorreu imediato, pingando no lençol. Eu continuei de quatro, a buceta aberta, o gozo descendo pelas coxas, enquanto ele passava a mão e empurrava tudo de volta pra dentro com os dedos. Ficamos ali um tempão. Eu deitada de barriga pra cima, pernas abertas, sentindo o leitinho quente dentro de mim. Ele beijando meu pescoço e sussurrando: - Agora você tá cheia de mim. Se engravidar, essa barriga vai ser minha culpa. Eu só ri baixo, ainda ofegante, e apertei as pernas, segurando o que dava pra segurar. Foi a melhor foda da minha vida. Sem camisinha, o pau grosso rasgando, a porra quente enchendo, a fantasia de engravidar sendo cumprida ali mesmo. E eu já tava pensando em quando ele ia voltar pra fazer de novo.
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