O dia que descobri a pasta com fotos de meu pé no PC de meu irmão!
Eu tinha 24 anos. Meu irmão estava com 16. A gente morava na mesma casa, quartos lado a lado, e até ontem eu achava que conhecia praticamente tudo dele. Ontem ele saiu com o amigo e eu entrei no PC dele pra achar um filme que ele tinha baixado. Login fácil, senha que eu já sabia de tanto ver ele digitar. Abri as pastas sem pensar muito. Até achar uma chamada “Pés da Sis”. O coração bateu mais forte. Cliquei. Dezenas de fotos. Meus pés. Descalços no sofá, com meia furada no corredor, os dedos molhados saindo do banho, a sola suja de areia do quintal, o pezinho apoiado na mesa enquanto eu assistia série. Ele tinha tirado tudo escondido. Ângulos baixos, rápidos, às vezes até um pouco borrados de tanto pressa. Fiquei parada na cadeira olhando aquela pasta inteira. Não era nojo. Era um calor estranho subindo pela barriga. Ele gostava dos meus pés. Gostava tanto que colecionava. Fechei o PC e fiquei andando pela casa descalça o resto da tarde, sentindo o chão frio e imaginando quantas vezes ele tinha se escondido só pra registrar aquilo. Quando ele voltou, à noite, eu já sabia o que ia fazer. Ele entrou no quarto e me encontrou sentada na cama dele, pernas cruzadas, os pés bem à mostra. Eu estava de shortinho curto e camiseta larga. Olhei direto nos olhos dele. - Achei a pasta. O rosto dele mudou na hora. Ficou vermelho, engoliu seco, tentou falar alguma coisa e não saiu nada. - Pés da Sis. Dezenas de fotos. Você tira escondido há quanto tempo? Ele passou a mão no cabelo, olhou pro chão. - Porra... eu... não era pra você achar. - Mas achei. E agora? Silêncio. Eu mexi os dedos dos pés devagar, bem na frente dele. Ele não conseguiu desviar o olhar. Aquele volume no shorts já tava aparecendo. - Você goza olhando essas fotos? Fala a verdade. Ele respirou fundo. - Gozo. Toda vez. Sua sola, seus dedinhos, o jeito que você deixa o pezinho mole quando tá distraída... caralho, eu não consigo parar. Eu sorri de canto e estiquei a perna, encostando a sola no joelho dele. - Então para de se esconder. Ajoelha. Ele obedeceu na hora. Ajoelhou na frente da cama, entre as minhas pernas. Eu levantei o pé e encostei a sola no rosto dele. Ele fechou os olhos e inspirou fundo, como se estivesse cheirando a melhor coisa do mundo. - Cheira. Bem fundo. Ele cheirou. A língua saiu e lambeu a sola inteira, devagar, da base do calcanhar até a ponta dos dedos. Eu senti o calor da boca dele e um arrepio subiu direto pra buceta. - Porra... que língua quente... Ele chupou meu dedão, depois o segundo, depois o terceiro, fazendo barulho molhado. A mão dele já tava apertando o pau por cima do shorts. Eu puxei o shortinho pro lado e mostrei a buceta. Já tava molhada, o grelinho latejando. - Olha o que seus pés fazem comigo. Continua chupando. Ele chupou mais forte, enfiando a língua entre os dedos, lambendo a sola como se fosse doce. Eu gemí baixo. - Assim... chupa esse pezinho... sua putinha de pé... Ele gemeu contra a minha sola e o som vibrando me deixou ainda mais molhada. Eu empurrei o outro pé contra a boca dele também. Agora ele tinha os dois, lambendo, chupando, babando. A saliva escorria pelos meus tornozelos. Eu abri mais as pernas e enfiei dois dedos na buceta, rebolando devagar enquanto ele adorava meus pés. - Tira essa pica. Quero ver. Ele puxou o shorts. O pau saltou pra fora, grosso, duro, a cabeça já brilhando. Ele segurou a base e começou a bater enquanto chupava meus dedos. - Caralho, sua pica tá pingando só de lamber meus pés... - É... porra... seus pés me deixam doido. Eu tirei o pé da boca dele e encostei a sola no pau. Deslizei a sola quente pra cima e pra baixo, apertando o pau dele entre os dois pés. Ele soltou um gemido alto. - Isso... fode a pica com meus pés... Ele segurou meus tornozelos e começou a meter entre as solas, estocando como se estivesse fodendo de verdade. O pau grosso deslizava, quente, molhado de pré-gozo. Eu apertava os pés em volta, sentindo cada veia, cada pulsação. - Mais forte... usa esses pezinhos... Ele metia rápido, ofegante. Eu esfregava o grelinho com os dedos ao mesmo tempo, gemendo junto. - Eu vou gozar... porra... nos seus pés... - Goza. Joga essa porra toda nos meus pezinhos. Ele gritou baixo e gozou. O jato quente bateu na sola, escorreu entre os dedos, molhou o peito do pé. Eu continuei apertando e esfregando enquanto ele pulsava, esvaziando o saco inteiro. Quando parou, a porra tava escorrendo pelos meus pés e pingando no chão. Eu levantei o pé sujo e encostei de novo na boca dele. - Limpa. Ele lambeu tudo. Chupou a porra dos meus dedos, passou a língua na sola inteira, engolindo o próprio gozo misturado com o gosto da minha pele. Eu gemí alto. - Que puto... chupando a própria porra dos meus pés... Quando ele terminou de limpar eu puxei ele pra cima da cama. Beijei a boca suja dele e enfiei a mão no pau ainda semi-duro. Em poucos segundos ele tava duro de novo. - Agora mete essa pica na minha buceta. Quero sentir enquanto você chupa meus pés. Ele se posicionou entre as minhas pernas, enfiou o pau de uma vez e eu soltei um grito. - Porra... que pau grosso... Ele meteu fundo, estocadas fortes, enquanto agarrava um dos meus pés e enfiava os dedos na boca. Eu gemia desesperada, as unhas nas costas dele. - Mais forte... soca essa buceta... chupa meu pezinho ao mesmo tempo... Ele obedeceu. A cada estocada ele chupava mais fundo os meus dedos. O pau entrava e saía molhado, o barulho de buceta sendo fodida enchendo o quarto. Eu já tava gozando, o corpo inteiro tremendo. - Eu tô gozando... caralho... não para... Ele acelerou, metendo como se quisesse me quebrar, ainda com meu pé na boca. Quando eu apertei a buceta nele ele gozou de novo, jorrando quente lá dentro. Eu senti o excesso escorrendo enquanto ele ainda pulsava. Ficamos ofegantes. Ele tirou o pau e eu logo enfiei o pé de novo na boca dele pra ele limpar a mistura de porra e buceta. Ele chupou tudo, gemendo baixo. Depois disso a gente não parou mais. Toda noite ele ajoelhava e chupava meus pés até eu mandar ele meter. Às vezes eu deixava ele gozar só nas solas. Outras vezes eu enfiava os pés na cara dele enquanto ele me comia de quatro. A pasta no PC agora tinha fotos novas, tiradas com a minha permissão, com a porra dele ainda escorrendo entre os dedos. E toda vez que eu andava descalça pela casa eu sentia o olhar dele e já sabia: mais tarde aquela pica ia estar dura de novo só de lembrar do gosto dos meus pés.
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