O dia que transei com meu irmão mais novo!

Eu tinha dezoito anos completos naquele verão. Meu irmão também. A gente já era adulto o bastante pra saber o que tava fazendo, mesmo que ninguém lá em casa imaginasse o quanto a gente ia se foder atrás daquelas pedras.
Quando o fim de ano chegou, meu pai anunciou de novo a viagem pra praia. Todo ano era a mesma conversa e a gente nunca ia. Dessa vez ele realmente alugou o carro, ajudou a arrumar as malas e a gente saiu de casa de verdade. Chegamos de manhã. Check-in no hotel, um lanche rápido, um banho pra tirar o cansaço da estrada e logo a gente já tava descendo pro areião.
O sol tava forte pra caralho. A praia lotada de gente de férias. Meu pai e meu irmão descarregaram as cadeiras e os guarda-sóis enquanto eu fui trocar. Voltei de biquíni preto, canga laranja estampada amarrada na cintura, o tecido grudando um pouco na bunda ainda úmida. Combinação boa com a pele morena que eu já tinha. Passei protetor nas costas, nas coxas, no peito. Meu irmão me olhou de relance enquanto passava o próprio protetor. Eu fingi que não vi.
A gente entrou na água. Brincadeira, mergulho, risada. Minha mãe e meu pai se juntaram. Depois do almoço os dois ficaram na areia, cansados. Meu pai tinha dirigido a manhã inteira. Minha mãe nunca aguentava muito sol. Eu e meu irmão voltamos pro mar.
Eu joguei bola com um grupo qualquer, tirei foto, recebi olhares. Uns de admiração, outros de vontade clara de enfiar a mão. Eu gostava da atenção, mas naquele dia não queria ninguém chegando perto. Decidi ir atrás do meu irmão.
Ele tava mais afastado, água no peito, olhando pro horizonte. Quando cheguei perto perguntei:
- Tá fazendo o quê aí sozinho?
Ele deu de ombros.
- Só olhando a vista.
Não tinha vista nenhuma além de água e gente. A gente começou a nadar mais pra longe da multidão. As pedras grandes apareceram. Algumas bem altas, quase ilhotas. A gente se aproximou da margem. Foi aí que eu vi.
O shorts dele tava estufado. Pau duro pra caralho, mesmo meia bomba já marcando um volume absurdo. Grosso, comprido, empurrando o tecido pra frente. Meu estômago deu um frio gostoso. O sol já me deixava quente, mas aquilo me deixou molhada na hora. Eu queria aquele pau. Dentro de mim. Ali. Naquele instante.
Puxei o braço dele.
- Vem. Vi uma coisa interessante.
Ele veio confuso. Levei ele atrás da maior pedra, terra firme, escondido da praia. Quando ele virou o rosto pra mim eu já tinha a mão em cima do volume.
Ele recuou.
- Porra, o que você tá fazendo?
Eu ri baixo.
- Seu pau tá duro pra caralho, irmão. Não posso deixar você andando pela praia assim.
Aperteí o volume, esfreguei a palma devagar. O pau dele cresceu mais ainda sob o shorts, quase estourando. Ele respirou fundo, olhou pra esquerda e pra direita.
- Alguém pode vir.
- Ninguém tá vendo. Deixa eu ajudar.
Continuei apertando, subindo e descendo a mão por cima do tecido. Ele fechou os olhos um segundo e soltou um gemido baixo. Eu puxei o shorts pra baixo. O pau saltou pra fora, pesado, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Maior do que a maioria que eu tinha visto. Grosseiro, cheio, a pele quente na minha mão.
Eu agarrei a base e puxei a pele pra cima e pra baixo devagar.
- Caralho, que pica grande...
Ele engoliu seco.
- Para de falar assim.
- Por quê? Tá gostando.
Aumentei a velocidade. A cabeça do pau dele inchava na minha mão. Eu abaixei a canga, puxei a calcinha do biquíni pro lado e mostrei a buceta molhada. Os lábios já estavam inchados, o grelinho latejando.
- Olha o estado da minha buceta por causa dessa pica.
Ele olhou. Os olhos dele escureceram. Eu virei de costas, apoiei as duas mãos na pedra fria e empinhei a bunda.
- Mete.
Ele hesitou só um segundo. Depois as mãos dele agarraram meus quadris com força. A cabeça grossa do pau dele encontrou a entrada molhada e empurrou. Entrou de uma vez, abrindo tudo. Eu soltei um gemido alto demais e mordi o lábio.
- Porra... que pau grosso...
Ele enterrou até o saco bater na minha bunda e ficou parado um instante, respirando pesado.
- Sua buceta tá apertando pra caralho.
Começou a meter. Estocadas longas, profundas, o pau grosso rasgando e preenchendo. Cada vez que ele puxava quase saía inteiro e voltava com força. Eu gemía sem conseguir segurar.
- Assim... mete forte... quebra essa buceta...
Ele agarrou meu cabelo com uma mão e puxou a cabeça pra trás enquanto a outra segurava meu quadril. O ritmo aumentou. O barulho molhado da pica entrando e saindo ecoava entre as pedras. Minha buceta fazia barulho de puta, molhada demais, escorrendo pro meu cu e pelas coxas.
- Mais forte... porra... soca essa buceta...
Ele metia como se quisesse me foder de verdade. Cada estocada batia fundo, a cabeça do pau batendo no fundo. Minhas pernas já tremiam. Eu sentia o grelinho esfregar contra o ar a cada movimento e isso me deixava louca.
Ele puxou meu corpo pra trás, me ergueu quase sem esforço e virou. Agora eu tava de frente, pernas abertas em volta da cintura dele, braços no pescoço. Ele segurou minhas coxas e voltou a meter de baixo pra cima, o pau entrando ainda mais fundo nessa posição.
Eu enterrei o rosto no pescoço dele e gemí direto no ouvido.
- Caralho, irmão... sua pica tá destruindo minha buceta... continua... não para...
Ele resmungou alguma coisa e meteu mais forte. Eu sentia cada veia, cada centímetro grosso abrindo caminho. Minha buceta apertava, sugava, molhava ainda mais. O grelinho latejava contra a base do pau dele a cada estocada.
- Eu vou gozar... porra... vou gozaaaaaaar...
Ele não parou. Continuou socando enquanto meu corpo inteiro tremeu. Eu gozei apertando o pau dele com força, a buceta pulsando, escorrendo. Ele gemeu alto e aumentou a velocidade.
- Dentro... goza dentro de mim... enche essa buceta de porra...
Ele enterrou até o fundo e soltou. O jato quente bateu lá no fundo, jorrando, enchendo. Eu senti o excesso já escorrendo pelas laterais do pau enquanto ele ainda pulsava dentro de mim. Ficamos parados, ofegantes, o pau ainda duro e latejando.
Depois de uns segundos ele tirou. O gozo desceu pelas minhas coxas, molhando a calcinha que ainda tava puxada pro lado. Eu olhei pra baixo e vi o pau dele ainda em pé, brilhando de porra e dos meus fluidos.
Ele sorriu de canto.
- De novo?
Eu ri, ainda tremendo.
- Enfia de novo.
Dessa vez eu me ajoelhei na areia úmida atrás da pedra. Agarreí o pau sujo de porra e chupei. O gosto salgado do gozo dele misturado com o gosto da minha buceta. Eu chupei fundo, engasgando um pouco, babando na base. Ele segurou minha cabeça e meteu na minha boca algumas vezes.
- Que puta... chupando a pica do próprio irmão...
Eu tirei a boca só pra responder.
- E adorando cada centímetro.
Levantei de novo, virei de costas e empinhei. Ele meteu de uma vez. Dessa vez não teve gentileza. Ele fodeu com raiva gostosa, estocadas rápidas e profundas, a mão batendo na minha bunda de vez em quando. Eu gemia alto, sem se importar se alguém ouvia.
- Mais... mais forte... usa essa buceta...
Ele meteu o polegar no meu cu enquanto fodia. O dedo entrou fácil porque eu já tava toda molhada. Eu gritei.
- Porra... o cu também...
Ele meteu o dedo mais fundo e continuou socando a buceta. Eu gozei de novo, as pernas cedendo. Ele me segurou e continuou. Quando sentiu que eu tava gozando ele puxou o pau, virou meu corpo e me colocou de quatro na areia. Meteu de novo, agora ainda mais fundo por causa do ângulo.
- Vou gozar de novo...
- Dentro... joga tudo dentro...
Ele enterrou e gozou. Mais um jato quente, mais porra enchendo. Dessa vez escorreu imediato, escorrendo pela minha buceta e pingando no chão. Ele tirou e o pau ainda tava semi-duro, sujo, veias saltadas.
Eu me virei e chupei de novo, limpando o excesso com a língua. Ele gemeu e o pau endureceu outra vez na minha boca.
A terceira rodada foi mais lenta no começo. Ele me deitou de costas na areia, abriu minhas pernas e chupou minha buceta. Língua no grelinho, chupando, lambendo o gozo que ainda escorria. Eu puxei o cabelo dele e gemí.
- Chupa esse grelinho... porra... assim...
Quando eu tava prestes a gozar de novo ele parou, subiu e meteu. Agora olho no olho. Eu via a cara dele a cada estocada. Ele metia devagar no começo, sentindo cada centímetro, depois acelerava. Eu levantava o quadril pra encontrar cada estocada.
- Sua pica é a melhor que já entrou nessa buceta...
Ele beijou minha boca suja de porra e de saliva. A língua dele invadiu. Eu chupei a língua dele enquanto ele me fodia. Quando ele gozou a terceira vez eu já tava gozando junto de novo. O pau dele latejou dentro, jorrando o que ainda restava no saco. Eu apertei as pernas em volta da cintura dele e segurei até o último espasmo.
Ficamos ali um tempo, o pau ainda dentro, respirando. Quando ele saiu o gozo desceu em fio. Minha calcinha tava encharcada. Eu puxei pro lugar, amarreí a canga e tentei parecer normal. Ele puxou o shorts. Os dois rimos baixinho, ainda ofegantes.
Saímos de trás da pedra e voltamos andando pela água até achar nossos pais. Eles estavam no mesmo lugar, minha mãe dormindo debaixo do guarda-sol, meu pai lendo alguma coisa no celular. A gente se sentou como se nada tivesse acontecido. O gozo ainda escorria devagar dentro da minha calcinha. Eu sentia o excesso a cada movimento.
Ficamos na praia mais umas horas. Nadamos de novo, comemos alguma coisa, conversamos besteira. Ninguém desconfiou. Quando o sol começou a baixar a gente subiu pro hotel.
No quarto que a gente dividia (os pais ficaram no outro) eu trancava a porta e ele já tava me empurrando contra a parede. O pau duro de novo. Eu nem tirei o biquíni direito. Ele só puxou a calcinha pro lado e meteu. Fodemos no banheiro, no chão, na cama. Ele gozou mais duas vezes aquela noite. Eu perdi a conta de quantas vezes eu gozei.
Na manhã seguinte a gente acordou cedo. Meus pais ainda dormiam. Eu sentei em cima dele, enfiei o pau ainda mole e mexi devagar até ele ficar duro. Fodemos quietos, gemendo baixo pra não fazer barulho. Ele gozou dentro de novo. Eu desci e chupei o resto.
Aquele foi só o primeiro dia.
O resto da viagem foi a mesma coisa. Sempre que dava a gente sumia. Atrás de pedra, no banheiro do hotel, de madrugada no quarto. Eu aprendia o gosto da porra dele, o jeito que o pau latejava antes de gozar, o barulho que ele fazia quando eu apertava a buceta em volta. Ele aprendia o jeito que eu gemia quando ele metia o dedo no cu enquanto fodia, o jeito que meu grelinho ficava sensível depois de gozar.
No último dia a gente foi pra uma parte mais deserta da praia de manhã cedo. Eu tirei o biquíni inteiro. Ele também. Fodemos de quatro na areia, ele segurando meu cabelo, metendo fundo, me chamando de puta baixinho no ouvido. Eu gemia alto porque não tinha ninguém perto.
- Enfia tudo... quebra a bucetinha da sua irmã...
Ele meteu até o saco bater e gozou. Eu senti o jato quente e gozei junto, o corpo inteiro tremendo. Depois ele me virou e chupou a buceta suja de porra até eu gozar de novo só com a língua.
Quando voltamos pro hotel pra fazer as malas eu ainda sentia o pau dele latejando dentro de mim na memória. A calcinha molhada de novo. O cheiro dele na minha pele.
Esse foi o dia que eu transei com meu irmão pela primeira vez. E depois disso a gente nunca mais parou de verdade. Sempre que dava, a gente se enfiava um no outro. A pica dele na minha buceta, no meu cu, na minha boca. O gozo dele escorrendo. Os gemidos abafados. A vontade que não acabava.
E toda vez que eu sentava na praia de novo, olhando pro mar, eu lembrava do gosto daquela primeira estocada atrás da pedra. Do pau grosso abrindo caminho. Do gemido dele quando gozou dentro de mim pela primeira vez.
Nunca mais foi a mesma coisa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O dia que transei com meu irmão mais novo!

Codigo do conto:
271664

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/09/2026

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