Ele meteu sem querer no meu cu, depois disso fiquei fissurada em dá o rabinho!
Me chamo Adriele e eu já tava ficando com aquele cara há umas semanas. Nada de namoro, nada de emoção pesada. Só a gente fumando um baseado e fudendo até cansar. Dinâmica limpa, gostosa, sem enrolação. Até ontem à noite. A gente tava no quarto dele, luz baixa, cheiro de maconha ainda no ar. Eu de quatro na cama, bunda empinada, ele atrás de mim metendo com força. A pica dele entrava e saía da minha buceta molhada com um barulho molhado delicioso. Eu gemia baixo, rebolando pra trás pra sentir ele mais fundo. - Caralho, que buceta apertada... Ele falou, segurando minha cintura com as duas mãos e batendo forte. Cada estocada fazia minha bunda tremer. Eu tava no limite, o grelinho latejando de tesão. Foi aí que aconteceu. Ele puxou a pica quase toda pra fora e meteu de novo com tudo. Só que dessa vez escorregou. A cabeça grossa dele bateu bem no meio da minha bunda e, com a força que ele tava metendo, enfiou direto no meu cu. Inteira. De uma vez. - AAAAI PORRA!!! Eu gritei alto pra caralho. Ardeu pra porra. Queimou. Meu cu nunca tinha levado nada, nem dedo. A pica dele era grossa e naquele momento parecia que ia me rasgar ao meio. Eu apertei o lençol com força, os olhos marejados. Ele parou na hora. - Você tá bem? - Tô... tô sim... Falei ofegante, ainda com a pica dele enterrada até o meio do meu cu. Doía pra caralho, mas ao mesmo tempo tinha uma pressão estranha que me deixou molhada pra porra. - Então eu continuo... Ele quis voltar pra buceta. Eu virei o rosto e falei: - Não. Vai limpar essa porra primeiro. Eu não quero sua pica suja de cu dentro da minha buceta. Ele riu meio sem graça, tirou devagar (e mesmo saindo doeu) e foi pro banheiro. Enquanto ele lavava, eu fiquei ali de quatro, respirando fundo, sentindo o cu latejar. E pensando. Pensando que, porra, doeu pra caralho... mas também tinha sido bom de um jeito doentio. Quando ele voltou, eu já tava resolvida. - Coloca de novo no meu cu. Ele abriu a boca. - Sério? Você acabou de gritar. - Sério. Quero sentir essa pica no meu cu de novo. Ele ficou um segundo parado, depois pegou o lubrificante que tinha na gaveta. Passou bastante no pau e um monte no meu cu. Eu senti o gel frio escorrendo pela minha bunda. Ele posicionou a cabeça bem na entrada e começou a empurrar devagar. Não entrava. Meu cu tava fechado de medo. Ele pressionava, eu gritava baixinho, ele puxava, tentava de novo. Demorou uns cinco minutos. Cinco minutos de ardor, de eu morder o travesseiro, de ele falando: - Relaxa... respira... deixa eu entrar nessa bundinha... Até que a cabeça passou. Eu soltei um gemido longo, quase um choro. - Aiiiii caralho... Ele ficou parado, só a cabeça dentro, me dando tempo. Depois foi empurrando centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia da pica dele abrindo meu cu. Quando ele enfiou até o fundo, as bolas batendo na minha buceta, eu tava tremendo inteira. - Tá tudo dentro... porra, que cu apertado... Ele começou a meter devagar. Tira quase tudo, enfia de novo. No começo ainda doía, mas aos poucos a dor ia misturando com um prazer fundo, sujo, diferente de tudo. Eu comecei a rebolar de leve. - Mais... mete mais... Ele aumentou o ritmo. As estocadas ficaram mais fortes. O barulho da pica entrando e saindo do meu cu molhado de lubrificante enchia o quarto. Eu gemia sem vergonha nenhuma. - Aiiiii porra... ai caralho... tá fudendo meu cu... tá arrombando essa putinha... - Você pediu, sua vadia... agora toma essa pica no cu... Ele segurou meu cabelo e meteu com força. Eu gritava, gemia, pedia mais. O prazer subia rápido. Meu grelinho tava inchado, a buceta pingando sem ninguém tocar. De repente veio. Um orgasmo violento que me fez tremer a perna inteira. Eu gozei gritando, o cu apertando a pica dele com força. - TO GOZANDO, NAO PARA DE SOCAAAAAR... PORRA TO GOZANDO GOSTOSO PELO CUUUU... Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu gozava, prolongando tudo. Quando eu quase não aguentava mais, ele enterrou fundo e gozou dentro. Quente. Muito. Eu senti o porra enchendo meu cu. Ele tirou devagar. Eu fiquei de quatro, o cu aberto, rabo rebolando devagar, o gozo escorrendo pela minha buceta e pela coxa. Ainda ofegante, ainda tremendo. - AHHHHHHH QUE DELICIA, VOCÊ ARROMBOU GOSTOSO MEU CUZINHO. Agora eu não consigo parar de pensar nisso. Em ser fudida no cu de novo. Em sentir aquela pica grossa abrindo tudo, em gozar só com o cu sendo arrombado. Quero mais. Quero ele me comendo até eu não conseguir sentar direito.
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Votei, história boa e relatou muito bem com e meter em cuzinho pela primeira vez. Ah gozar pelo cu e algo que só que ja teve esse prazer pode descrever. Parabéns
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