Depois de adulta, continuo transando com meu irmão!

A casa dos pais estava em silêncio profundo naquela madrugada de março. O relógio marcava quase três da manhã quando a porta do quarto rangeu baixinho. Eu, com 47 anos, estava deitada de lado na minha antiga cama de solteira, vestindo só uma camisola fina de algodão que mal cobria as coxas. O ar estava quente, abafado, típico de uma noite de verão que se recusava a terminar. Meu irmão, aos 46, tinha saído com os amigos da velha guarda e eu sabia que ele voltaria tarde. Sempre voltava.
Ele entrou de fininho, o cheiro de cerveja e cigarro misturado com aquele perfume barato que ele usava desde os tempos de adolescente. Eu fingi que dormia, mas meu corpo já reagia. O coração acelerou quando senti o peso dele afundando no colchão atrás de mim. Sem dizer uma palavra, ele deslizou a mão por baixo da camisola, subindo devagar pelas minhas pernas até encontrar a curva da minha bunda. Seus dedos grossos apertaram a carne macia, separando as nádegas com fome.
- Porra, mana... você tá molhada pra caralho já – ele murmurou rouco no meu ouvido, a voz carregada de tesão acumulado.
Eu não resisti. Virei o rosto e nossos olhos se encontraram no escuro. Aquele olhar era o mesmo de sempre, desde que éramos adolescentes curiosos mexendo em revistas pornô escondidas no quarto dele. A conexão era visceral, proibida para o mundo lá fora, mas perfeita pra nós.
- Vem, irmão... me come logo. Tô louca pra sentir essa pica grossa dentro de mim de novo – respondi baixinho, abrindo as pernas devagar.
Ele não perdeu tempo. Puxou a camisola para cima, expondo minha buceta já inchada e melada. O pau dele, duro como pedra, roçava contra minha coxa. Eu senti o calor da cabeça grossa, latejando, deslizando entre os lábios molhados da minha xoxota. Ele esfregou devagar, espalhando meus sucos, batendo de leve no grelinho sensível que já pulsava de desejo.
- Ahhh... caralho, como eu amo essa bucetinha apertada da minha irmã – ele gemeu, empurrando a pica centímetro por centímetro.
Entrei em êxtase imediato. A sensação de ser preenchida por ele era indescritível. Meu irmão era grosso, veioso, do jeito que eu gostava. Ele meteu fundo de uma vez, até as bolas baterem contra minha bunda. Eu mordi o travesseiro pra não gritar.
- Isso... me fode forte, mano! Enfia essa pica toda na buceta da sua irmã! – implorei, rebolando contra ele.
Ele agarrou meus quadris e começou a bombear com força. O quarto se enchia do barulho molhado de carne contra carne, do tapa das bolas batendo na minha pele suada. Cada estocada era profunda, roçando no ponto G que me fazia ver estrelas. Eu estava desesperada, gemendo baixo mas intenso.
- Aiiiiii, porra... que delícia... mais fundo, irmão! Me rasga com essa rola grande!
Ele acelerou, uma mão descendo pra beliscar meu grelinho inchado enquanto metia sem parar. O suor escorria pelos nossos corpos. Eu sentia cada veia do pau dele pulsando dentro de mim, esticando as paredes da minha buceta encharcada. Os gemidos dele se misturavam aos meus.
- Você é minha putinha particular, né mana? Só eu que sei como foder essa buceta gostosa...
- Sou sim... sou sua vadia de sangue... me usa, me enche de porra!
A intensidade crescia. Lembrei de todas as vezes que fizemos isso ao longo da vida. Começou inocente, imitando cenas de filmes pornô que achávamos no quarto dos pais. Ele me ensinava a chupar, eu ensinava ele a lamber. Depois, mesmo namorando outros, a gente sempre voltava. A química era única, animal.
Ele saiu de dentro de mim de repente, virando meu corpo de frente. Se ajoelhou entre minhas pernas abertas e mergulhou o rosto na minha buceta. A língua dele era expert, lambendo do cu até o grelinho, chupando os lábios inchados com fome. Enfiou dois dedos grossos dentro de mim, curvando pra acertar o ponto certo enquanto sugava meu clitóris.
- Ahhhhh! Isso, irmão... chupa minha buceta... lambe esse grelinho que tá latejando pra você! – gritei abafado, segurando a cabeça dele contra mim.
Ele gemeu contra minha carne, o som vibrando direto no meu prazer. Meu corpo tremia, as coxas apertando em volta da cabeça dele. Eu gozei forte, jorrando suco na boca dele, ondas de prazer me fazendo arquear as costas.
- Caralho, mana... você esguicha tanto... delícia – ele disse, limpando a boca com as costas da mão.
Não dei tempo pra ele respirar. Empurrei ele de costas na cama e montei nele. Segurei a pica grossa, latejante, e desci devagar, sentindo cada centímetro abrir caminho na minha buceta encharcada. Comecei a cavalgar com vontade, rebolando os quadris, subindo e descendo com força.
- Olha como sua irmã cavalga essa pica... gosta, né? – provoquei, apertando os seios enquanto quicava.
- Porra, adoro... rebola mais, mana... aperta essa buceta em volta do meu pau!
Os gemidos dele ficaram desesperados. Eu acelerava, batendo forte, sentindo as bolas dele contra minha bunda. Inclinei pra frente, beijando ele com língua, mordendo o lábio inferior enquanto metia. Ele agarrou minha bunda, abrindo as nádegas e enfiando um dedo no meu cu apertado.
- Aiiiii, sim! Dedo no meu cu enquanto eu monto sua rola... me fode os dois buracos, irmão!
O dedo dele entrava e saía ritmado com meus movimentos. A dupla penetração me levava à loucura. Meu grelinho roçava contra a base do pau dele a cada descida. Eu estava ensopada, o líquido escorrendo pelas coxas dele.
Mudamos de posição de novo. Ele me colocou de quatro, empinando minha bunda alta. Cuspiu no cu e na buceta, esfregando a cabeça da pica pra lubrificar. Primeiro meteu na buceta com estocadas brutais, segurando meus cabelos como rédea.
- Toma, sua safada... leva essa pica fundo na buceta da irmã!
- Mais forte! Me quebra, mano... quero sentir você batendo no fundo!
Depois ele mirou no cu. Devagar no começo, a cabeça grossa forçando o anel apertado. Eu relaxei e ele entrou inteiro, gemendo alto.
- Que cu gostoso, caralho... tão apertado... vou foder esse rabinho da minha mana até gozar!
Ele meteu com intensidade crescente. Eu gemia desesperada, uma mão descendo pra esfregar meu grelinho enquanto ele socava meu cu.
- Ahhhhhh! Isso... fode meu cu... enche o rabinho da sua irmã de porra quente!
Os gemidos viraram quase uivos. Ele batia fundo, as bolas estalando contra minha buceta molhada. Eu gozei de novo, o cu apertando em volta da pica dele como um punho. Isso o levou ao limite.
- Vou gozar, mana... toma toda a porra do irmão!
Ele explodiu dentro do meu cu, jatos quentes enchendo meu intestino. Eu senti cada pulsação, o calor se espalhando. Ele ficou lá dentro até amolecer, depois saiu devagar, o sêmen escorrendo pela minha coxa.
Caímos exaustos na cama, suados, ofegantes. Ele me puxou pro peito, beijando minha testa com carinho.
- Eu te amo, mana. Essa conexão... ninguém entende, mas pra mim é tudo.
- Eu também te amo, irmão. Sempre vai ser assim quando a gente se encontrar.
Ficamos ali, conversando baixinho sobre as lembranças. Das primeiras explorações, quando ele me mostrava a revista e eu tocava o pau dele pela primeira vez. Das vezes que transamos no carro, no banheiro da casa dos pais, até em hotéis quando um visitava o outro. A vida nos separou geograficamente, mas o desejo sempre reunia.
Depois de um tempo, o pau dele começou a endurecer de novo contra minha perna. Eu sorri maliciosa e desci, tomando a rola na boca. Chupei com devoção, lambendo as bolas, enfiando fundo na garganta até engasgar.
- Chupa gostoso, mana... engole essa pica do irmão...
Eu gemia com o pau na boca, babando tudo. Ele fodeu minha garganta por um tempo, segurando minha cabeça. Depois me virou e meteu de novo na buceta, dessa vez mais lento, apreciando cada sensação.
A noite seguiu assim, rodada após rodada. Oral, buceta, cu, dedos, línguas em todo lugar. Gemidos desesperados ecoavam abafados no quarto. Eu gozei mais vezes do que consegui contar, o corpo tremendo em êxtase cada vez. Ele encheu meus buracos de porra, marcou meu corpo com chupões escondidos.
Quando o sol começou a raiar, estávamos exaustos, grudados um no outro. O cheiro de sexo impregnava o ar. Nenhum arrependimento. Só amor, desejo e aquela química que ninguém mais no mundo podia dar.
- Da próxima vez que vier, a gente arranja mais tempo – ele sussurrou.
- Pode apostar, irmão. Essa buceta sempre vai ser sua.
E assim terminou mais uma das nossas noites secretas. O tabu para os outros, mas a nossa maior verdade.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois de adulta, continuo transando com meu irmão!

Codigo do conto:
266135

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/07/2026

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