Entre punições e chupadas!

Sarah, 25 anos, morena de cabelos longos que caíam como uma cascata escura pelas costas, seios médios firmes que balançavam sutilmente a cada passo e uma bunda média mas perfeita, redonda, empinada do jeito que fazia qualquer homem virar o pescoço. Casada com Luiz há quatro anos, um casamento que parecia sólido por fora, mas por dentro... bem, ela tinha escorregado feio. Três saídas com Elton, aquele homem de 54 anos que frequentava o trabalho dela, cheio de elogios, presentes e aquele jeito maduro que a deixava molhada só de pensar. Mas a culpa bateu forte. Eles eram da mesma igreja, ela sempre na frente ouvindo a palavra, se achando a mulher certinha. Parou com tudo, mas Elton insistia, mandava mensagens, aparecia. O peso na consciência era demais.
Decidiu se redimir de verdade. Procurou um membro da igreja para confissão particular. Foi recebida em uma sala discreta, quase escondida no fundo do templo. Vestido preto justo, acima do joelho, delineando bem as curvas, salto alto que marcava o passo. Sr. Haroldo, um homem sério, uns 50 e poucos, barba bem aparada, olhar penetrante, esperava sentado.
Ele mandou ela sentar de frente pra ele. Assim que ela obedeceu, ele se levantou, foi até a porta e passou a chave com um clique seco que ecoou na sala. Voltou e sentou bem na frente, joelhos quase tocando os dela.
- Você pecou contra o seu marido, sim?
- Sim, eu pequei e estou arrependida de verdade.
- Mas você não pensou antes? Por quê?
- Não sei o que se passou na minha cabeça... foi fraqueza.
- Me descreva o que você fez entre quatro paredes com o homem que não era seu marido!
- Nossa, é vergonhoso...
- Vergonhoso foi a senhora sair com outro homem. Agora, você quer o perdão ou não?
- Sim, senhor, quero sim!
- Então fale sem esconder nada. Tudo.
Sarah respirou fundo, voz tremendo um pouco.
- Tudo bem, eu vou contar. Olha, este homem que conheci no trabalho, Elton, sempre me elogiava, me agradava com presentes, era educado, me tratava como uma rainha. Ele me convidou pra sair e eu topei, sem intenção de trair. Mas ele me envolveu, me levou pro motel...
Haroldo inclinou o corpo pra frente, olhos fixos nela.
- Quero saber mais. Tudo com detalhes. Não omita nada.
- Bem... transei com ele, né.
Ele se levantou devagar, o rosto sério mas com um brilho diferente no olhar.
- Levante. Fique de pé e coloque suas duas mãos nesta mesa de centro.
Sarah obedeceu, coração acelerado. De salto e vestido preto, foi até a mesa baixa, inclinou o corpo e apoiou as duas mãos na madeira fria. O vestido subiu um pouco, revelando as coxas grossas. Haroldo foi até a pasta dele, tirou um chicote fino com cabo grosso. Voltou por trás dela, ergueu o vestido até a cintura sem pedir licença. A calcinha fio dental preta mal cobria nada – a bunda toda de fora, redonda, macia, o fio sumido entre as nádegas carnudas.
- Por isso que o homem não resistiu a você... com esse rabo gostoso, a calcinha toda enfiada no seu cuzinho apertado. Safada.
Sarah sentiu o rosto queimar de vergonha, mas ficou quieta. Achou que era parte da punição simbólica.
- Tenho que te dar o castigo que merece.
O primeiro golpe veio devagar, o chicote estalando na bunda esquerda. Ela encolheu o corpo inteiro.
- Aiiiiiiii!
- Solta a bunda, menina.
Outro golpe, mais forte, ardendo pra caralho na carne macia. Ela encolheu de novo, mordendo o lábio.
- Solta a bunda, safada! – ele mandou nervoso.
Ela tentou relaxar as nádegas, tremendo. Mais cinco chicotadas vieram seguidas, cada uma mais forte, deixando marcas vermelhas na pele morena. A dor era lancinante, ela quase mijou ali mesmo, pernas bambas, olhos cheios d'água. Mas no meio da dor, algo estranho: um calor subindo pela buceta, o grelinho inchando devagar.
Haroldo parou. As mãos grandes dele acariciaram a bunda dolorida, apertando as carnes quentes, abrindo as nádegas devagar. Sarah sentiu o tesão crescer, a bucetinha molhando a calcinha. Olhou por entre as pernas e viu: o cacete dele já pra fora da calça, grosso, veioso, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo.
Ele pegou algo gelado, doce, e espalhou no rego dela. O líquido escorreu devagar pelo cu e pela buceta. Depois veio a língua quente, lambendo toda a bunda, chupando as marcas do chicote, enfiando fundo no cuzinho apertado, rodando, sugando.
- Hummm... que cu gostoso, tão apertadinho...
Ele tirou o fio dental do rego três vezes, esticando o tecido fino, enfiando de volta, roçando no grelinho inchado. Depois tirou de vez, deixando ela de quatro, cu virado pra ele, buceta pingando.
- Fique parada, vadia.
Haroldo ajoelhou, enfiou a cara por baixo. A língua dele invadiu tudo: lambendo a buceta melada de cima a baixo, chupando o grelinho com força, enfiando no buraco molhado, depois subindo pro cu, fodendo o cuzinho com a língua dura. Sarah gemia baixinho no começo, mas logo não aguentou.
- Ahhh... meu Deus... que delícia... não para...
Ele chupava com fome, sugando os lábios da buceta, mordiscando o grelinho, enfiando dois dedos grossos na xota enquanto a língua trabalhava o cu.
- Você é uma puta arrependida, né? Mas essa bucetinha tá encharcada...
Sarah tremia, pernas fraquejando. Ele a levantou, sentou ela na mesa grande, tirou toda a roupa dela. Os seios médios saltaram livres, bicos duros. Ele abriu as pernas dela bem abertas.
- Chupa meu cacete que você estará livre de pecados.
Sarah, doida de tesão, grudou na vara grossa. Mamei com vontade, lambendo a cabeça roxa, descendo pela veia grossa, chupando as bolas lisinhas – ele depilava tudo, pele macia. Engolia fundo, engasgando, baba escorrendo.
- Isso, mama gostoso... engole essa pica toda, safada...
Ela mamava desesperada, olhos lacrimejando, mão massageando as bolas. Haroldo segurava os cabelos longos dela, fudendo a boca devagar.
Depois ele a virou de costas na mesa, bunda empinada de novo. O cacete grosso pressionou a entrada da buceta molhada. Empurrou devagar no começo, abrindo as paredes quentes.
- Aaaaiii... que pica grossa... me enche toda...
Ele meteu fundo, até o talo, as bolas batendo na buceta. Começou a foder com força, o barulho molhado ecoando na sala: ploc ploc ploc. Sarah gemia alto, desesperada.
- Me fode... ai que delícia... mais forte, Haroldo... me castiga com essa pica!
Ele segurava os quadris, metendo como um animal, a mesa rangendo. Virou ela de frente, pernas no ombro dele, metendo fundo, roçando o grelinho a cada estocada. Sarah gozou pela primeira vez, buceta apertando o cacete, esguichando um pouco.
- Aaaahhh... tô gozandoooooo... porra... que gozasa gostosa!
Mas ele não parou. Tirou, virou ela de novo, cuspiu no cu e enfiou a pica no cuzinho apertado devagar. Sarah gritou de prazer e dor misturados.
- No cu não... aiiii meu Deus... mas continua... fode meu cu!
Ele meteu tudo, fodendo o cu com ritmo crescente, uma mão no grelinho esfregando rápido. Sarah delirava, gemidos roucos, corpo suado.
- Isso... fode esse cu safado... me usa toda...
Eles foderam por horas naquela sala. Ele gozou dentro da bucetinha quente, enchendo de porra grossa, depois fez ela mamar o resto, limpando o cacete sujo de gozo e mel dela. Sarah saía de pernas bambas, buceta e cu latejando, mas voltava sempre. Fazia seis meses que os "aconselhamentos" eram só desculpa pra foder como loucos.
Na confissão seguinte, ela já sabia o que esperar. Entrava molhada, tirava a calcinha logo. Haroldo a punia com o chicote primeiro, marcando aquela bunda perfeita, depois lambia tudo, chupava o cu e a buceta até ela implorar.
- Por favor, me fode de novo... eu preciso da sua pica pra me redimir...
Ele ria, enfiava dois dedos na buceta, outro no cu.
- Sua putinha da igreja... diz que tá arrependida mas volta toda semana pra levar no cu e na buceta.
Ela chupava de joelhos, mamando com devoção, engolindo até as bolas, baba pingando nos seios. Depois ele a fodia na mesa, no chão, contra a parede. Uma vez ele sentou na cadeira, ela cavalgou de frente, bunda quicando, seios pulando, gemendo sem parar.
- Aiiiii que pica grossa... me rasga... vou gozar de novo... aaaahhh!
O gozo dela escorria pela pica dele. Ele virava, metia no cu enquanto ela esfregava o grelinho inchado, gozando mais uma vez, corpo convulsionando.
Detalhes não faltavam: o cheiro de sexo na sala, o suor misturado, a porra escorrendo pelas coxas dela quando saía, as marcas vermelhas na bunda que ela escondia do marido com dificuldade. Luiz nunca desconfiava, achava que ela estava mais devota. Enquanto isso, Sarah voltava pra casa com a buceta inchada, cu arrombado, pensando na próxima "confissão".
Haroldo sabia exatamente como quebrar ela. Uma sessão ele trouxe óleo, passou na pica e no cu dela, meteu devagar, depois acelerou até ela gritar.
- Me fode o cu... mais fundo... sou sua puta... aaaaiii que delícia!
Ela gozava squirtando, molhando o chão, gemidos desesperados ecoando. Ele gozava no rosto dela, na boca, mandando engolir.
- Engole tudo, vadia. Isso purifica você.
Sarah lambia os lábios, olhos brilhando de tesão. A culpa inicial tinha virado vício. Ela precisava daquelas sessões intensas, da dor misturada com prazer, da pica grossa invadindo todos os buracos. O vestido preto ficava molhado de suor e gozo depois de cada encontro.
Nas últimas vezes, ele fazia ela contar os pecados enquanto metia. Sarah falava gemendo.
- Eu traí meu marido... ahh... com o Elton... agora me castiga com seu cacete... fode mais...
Ele metia mais forte, mão dando tapas na bunda já marcada.
- Safada... traidora... mas essa bucetinha apertada é minha agora.
O orgasmo vinha em ondas, ela tremendo, unhas cravando na mesa, voz rouca de tanto gemer. Depois ele a abraçava, passava a mão nos cabelos longos, mas logo mandava ela se ajoelhar de novo pra limpar a pica com a boca.
Seis meses de pura sacanagem disfarçada de redenção. Sarah saía sempre de pernas bambas, buceta latejando, cu queimando, mas com um sorriso satisfeito. O arrependimento virara fachada perfeita pra foder sem limites. E ela não queria parar nunca.
Na penúltima sessão que lembro, Haroldo estava mais feroz. Mandou ela tirar tudo logo na entrada. Sarah ficou pelada, só de salto, bunda empinada. Ele amarrou os pulsos dela na mesa com a própria gravata, deixou ela inclinada, pernas abertas.
- Hoje você vai pagar por todas as vezes que sentou no pau do Elton.
O chicote veio mais forte, estalando nas nádegas, coxas, até leves no grelinho. Sarah gritava, mas a buceta pingava no chão.
- Aiiiii... dói... mas me deixa molhada... continua!
Ele largou o chicote, enfiou a cara no cu dela, lambendo com fome, enfiando língua fundo, dois dedos na buceta, dedando rápido no ponto G. Sarah se contorcia, gemendo alto.
- Aaaahhh... chupa meu cu... me mama a buceta... tô louca...
Ele levantou, cuspiu na pica e meteu tudo na buceta de uma vez. Fodendo como um louco, segurando os cabelos longos como rédea, batendo a pélvis na bunda vermelha.
- Toma essa pica grossa, traidora... sente como te enche?
- Sinto... me rasga... mais... vou gozar... aaaaiii porraaa!
Ela gozou forte, apertando, esguichando na calça dele que ainda estava meio abaixada. Ele tirou, enfiou no cu sem aviso, metendo fundo, estocadas brutais. O cuzinho dela piscava, apertando a vara veiosa.
- Que cu guloso... aperta minha pica... isso...
Sarah delirava, saliva escorrendo da boca, olhos revirados.
- Fode meu cu... me arromba... sou sua putinha da igreja...
Ele gozou dentro do cu, porra quente enchendo. Depois tirou, mandou ela virar e mamar, limpando tudo, gosto de cu e gozo misturado. Ela chupou com devoção, engolindo até a última gota.
Eles repetiram a dose mais duas vezes naquela tarde. Uma de quatro no chão, outra com ela sentada no colo dele, quicando devagar, sentindo cada centímetro grosso roçar dentro. Gemidos ecoavam baixinho pra não chamar atenção fora da sala, mas intensos, desesperados.
- Hummm... que delícia... não para nunca...
Sarah saía sempre assim: marcada, fodida, satisfeita. O marido em casa, a igreja por fora, mas por dentro uma vadia viciada em pica grossa e punição gostosa. A confissão tinha virado o maior pecado de todos – e ela amava cada segundo.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Entre punições e chupadas!

Codigo do conto:
265991

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/07/2026

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