Mamãe só queria no rabo!



Um certo dia, depois de meses naquela seca braba que parecia nunca mais acabar, eu ainda lambendo as feridas do pé na bunda que a Priscila me deu, percebi que minha mãe, divorciada há anos, tava fazendo de tudo pra me botar pra cima. Ela puxava papo toda hora, perguntava se eu não queria ir pro shopping, fazer uma viagem só nós dois, qualquer coisa pra me tirar do quarto. Pra mim, que já tinha passado dos vinte e vivido um namoro longo, aquilo soava estranho pra porra. Acompanhar a mãe na curtição? Não fazia o menor sentido. Mas ela não desistia.
Nos finais de semana, ela começou a invadir meu quarto toda manhã com a desculpa de me acordar. Entrava devagar, às vezes só de calcinha, outras mostrando o sutiã apertado, e fazia aqueles carinhos leves nos meus cabelos, descia pela nuca, massageava as costas. Eu acordava sempre de pau duro mesmo, mas com ela ali, cheirando a mulher madura e quente, a barraca armava na hora. Eu ficava envergonhado, pedia pra ela sair antes de levantar, escondia o volume na cueca e fingia que nada tava acontecendo.
Até que numa manhã de calorão daqueles, ela entrou só de calcinha e sutiã. O sutiã era um azul surrado, velhinho, que mal dava conta do peso daquelas tetas. Não eram peitos gigantes, mas volumosos, pesados, duros, sempre marcando as blusas dela de um jeito que deixava qualquer um louco. Ela se aproximou da cama, sentou na beirada e começou os carinhos. Mão nas costas, dedos descendo pelas pernas, e de propósito esfregava aqueles seios macios nos meus braços. O sutiã não aguentou, as alças escorregaram e as duas tetas saltaram pra fora, alvas, com bicos escuros e duros apontando pra mim.
Eu revirei o corpo, deitei de costas, e meu pau, já latejando, escapou da cueca, duro como pedra, a cabeça roxa brilhando. - Filho... você merece relaxar de verdade - ela sussurrou, sorrindo com aquela cara de quem sabia exatamente o que tava fazendo. - Deixa a mamãe te ajudar a voltar ao normal.
Eu pensei que ela tinha enlouquecido. Punheta da própria mãe? Aquilo era surreal pra caralho. Mas as mãos dela eram finas, ágeis, quentes. Ela envolveu minha pica com firmeza, começou a bater devagar, ritmada, apertando na base e subindo até a glande, passando o polegar bem na frestinha sensível. Os peitos dela balançavam a cada movimento, pesados, convidativos. Eu não resisti, fiquei olhando fixo enquanto ela acelerava, maliciosa, apertando mais forte.
Minha respiração ficou pesada. Olhei pras pernas lisinhas dela, pra calcinha rendada preta que mal cobria o monte de pelinhos escuros bem aparadinhos. Uma mancha úmida já aparecia no meio, marcando o tecido. Por instinto, levei a mão ali, toquei por cima da renda. Ela gemeu baixinho. - Ahhh... filho... - Apertou os próprios seios com a mão livre, apertou meu braço, e eu perdi o controle total.
Puxei ela pra mais perto, abracei aquele corpo quente, colei minha boca nos peitos e comecei a chupar. Sugava com força, lambia os bicos, mordiscava de leve enquanto ela gemia mais alto. - Hmmm... assim... chupa as tetas da mamãe... - Eu fiz força pra deitar ela na cama, queria arrancar aquela calcinha e enfiar a cara naquela buceta. Mas ela refugou, voz baixinha: - Não... não, aí não precisa não!
Fiquei confuso, irritado pra porra. Empurrei ela um pouco e gritei: - Porra, mãe! O que é isso? Você vem me provocar, bate punheta no meu pau, se toca na minha frente, e agora não quer que eu chupe sua bucetinha? Tá brincando comigo?
Ela pediu perdão, olhos baixos, mas ainda nua, seios pra fora, buceta molhada brilhando. Explicou que tinha medo de me ver deprimido, que eu tava muito mal depois da Priscila, que nos dois anos de namoro eu tinha sido o cara mais feliz, focado, com emprego bom. Disse que ela mesma já tinha passado por algo parecido com um ex, que quase se matou quando ela terminou. Aquilo fez sentido suficiente pra meu pau voltar a latejar. Ela me abraçava, roçava o corpo no meu.
- Mas de onde vem esse tesão todo por mim, mãe? - perguntei, ainda puto mas excitado.
Ela fez careta de envergonhada, mas manhosa: - Ahh filho... você é um garotão... eu tenho muito tesão por rapazes jovens, cheios de energia, exalando sexo...
Eu reclamei de novo, alterado: - Que porra é essa? Tá dizendo isso só pra me deixar louco?
Ela riu baixinho, tirou a calcinha de vez, flexionou os joelhos, empinou aquele rabo pequeno mas largo, durinho, e arreganhou as nádegas com as duas mãos. O cu piscou pra mim, rosado, apertadinho, convidativo pra caralho. - Olha filho... eu amo dar a bunda, sabe? Só dou pra garotão cheio de energia, pau duro que nem o seu agora. Eu adoro quando um pau sobe várias vezes por minha causa... me fode o cu, vai...
Não aguentei mais. Segurei ela pela cintura, posicionei a cabeça da pica no cuzinho e empurrei. Ela não gritou, só fechou os olhos e foi rebolando devagar, acomodando minha vara grossa dentro do rabo quente e apertado. - Aaaahhh... entra devagar... isso... toda... - Eu forcei fundo, com raiva misturada de tesão, querendo castigar aquela vadiagem dela. O cu dela era macio por dentro, sugava minha pica, quente pra caralho.
Segurei firme na cintura, meti com força, estocadas longas que faziam suas tetas balançarem. Ela acariciava o grelo, apertava os peitos, gemia desesperada: - Hmmm... fode o cu da mamãe... assim... mais fundo... ai que delícia de pica jovem... - Eu rosnei: - É por isso que não quis que eu chupasse sua buceta? Só dá o cu pros outros?
Ela rebolou forte, quicando no meu pau, voz safada: - Não... a bucetinha eu só dou pros meus namorados... o cu é pra foder mesmo... pra garotões tarados como você... aaaahhh... me arromba esse rabo...
Aquilo me deixou louco de ciúme e tesão. Imaginei fila de caras comendo o cu dela, arrombando aquele buraco que agora engolia minha pica até o talo. Meti mais rápido, esfolando o cuzinho, suado, o barulho de pele contra pele enchendo o quarto. Ela empinava mais, empurrava o rabo contra mim: - Isso... me usa... sou sua putinha hoje... hmmm... pau gostoso... me fode forte!
Eu montei nela, peito nas costas, metendo como um animal. O cu dela piscava, apertava minha rola. O tesão subiu insano, bolas batendo, suor escorrendo. Ela gemia sem parar: - Aaaaiii... vou gozar... continua metendo no meu cu... aaaahhh filho... que delícia!
Explodi. Jatos grossos de porra encheram o ânus dela, transbordando, lambuzando tudo. Ela tremia, gozando também, dedos no grelo. - Goza dentro... enche o cu da mamãe...
Depois, ela foi pro banheiro limpar o rabo e o rosto, voltou pelada, abraçou forte. - Sinta prazer nisso, filho. Eu quero ser sua amiga pra tudo... tudo mesmo que você quiser.
Eu ainda estranhava, mas o corpo dela colado, seios roçando meu peito, buceta molhada encostando na minha coxa, me deixou duro de novo. - Mãe... você tem mesmo um monte de garotão comendo seu rabo? E preserva a buceta? Tem namorado então?
Ela riu, provocante: - O que você acha? Acha que eu tenho namorado?
Perguntei mais sobre a bunda arrombada. Ela se levantou, deu um beijo no meu rosto, bunda empinada na minha direção, o cuzinho ainda vermelho e entreaberto, brilhando de porra. Parou na porta, cara de puta safada: - Você viu com os próprios olhos que eu gosto de dar a bunda... e dou pra valer!
A dúvida ficou, mas meu pau subiu de novo, latejando. Ela sorriu, voltou pra cama, montou em mim devagar. - Hoje à noite vamos jantar fora... mas antes... quer mais? - A mão dela já envolvia minha pica de novo, apertando.
Eu agarrei aqueles peitos pesados, chupei com fome. Ela gemeu alto: - Chupa... morde os bicos... aaaahhh... - Desci a mão pro grelo, esfreguei forte enquanto ela rebolava por cima, buceta molhada roçando minha coxa mas sem deixar eu entrar. - Só o cu hoje... se quiser foder de novo...
Virei ela de quatro, cuspi no cuzinho já melado e meti de uma vez. Estocadas brutas, fundo, fazendo ela gritar de prazer: - Aaaaiii... assim... rasga esse cu... fode sua mãe como uma vadia... hmmm... mais rápido!
Meti horas, troquei de posição, ela cavalgando de costas, tetas pulando, eu dando tapas na bunda durinha. - Bate... marca esse rabo... sou sua puta de cu... aaaahhh... goza de novo!
O dia virou uma maratona de sacanagem. Eu comia o cu dela em todo canto do quarto, ela gemendo desesperada, pedindo mais, contando entre gemidos que adorava pica jovem porque levantava várias vezes, que o cu dela vivia pedindo rola dura. - Enfia tudo... sinto você pulsando dentro... delícia... me enche de novo!
No final da tarde, suados, exaustos, ela deitou ao meu lado, mão acariciando meu pau mole. - Amanhã tem mais... e quem sabe um dia eu te mostro como é minha buceta... mas só se você merecer de verdade.
Eu fiquei ali, pau latejando de novo só de imaginar, o cheiro de sexo no ar, o cu dela ainda vazando minha porra. A loucura tinha começado, e eu não queria mais parar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mamãe só queria no rabo!

Codigo do conto:
265869

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/07/2026

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