Tudo começou quando ele resolveu cheirar as calcinhas da filhinha!



A Fatima, a quem ele chamava carinhosamente de Fá e ele João, ainda fodiam de vez em quando, mas era mecânico, rápido. Já a Letícia, a quem ele chamava carinhosamente de Lê... porra, ela era a tentação andando pela casa de shortinho curto e camiseta fina. Quando ela começou a namorar o primeiro rapaz, um cara gente boa da idade dela, o velho quase enlouqueceu. O namorado ia lá em casa direto, ficava horas trancado no quarto da Lê. O pai ficava na sala fingindo ver TV, mas o ouvido colado na porta. Barulhos vinham: o colchão rangendo, gemidinhos abafados, o som molhado de buceta sendo comida.
- Aiiiiii, amor... vai devagar... tua pica é grossa demais... - ouvia a Lê sussurrar entre gemidos.
O namorado respondia rouco:
- Cala a boca e abre mais essa bucetinha pra mim, vadia. Tá molhada pra caralho.
O pai ficava com a rola latejando dentro da calça, imaginando a cena. Quando os dois saíam do quarto, a Lê toda descabelada, cara de quem levou rola, dizia casualmente:
- Pai, vou tomar um banho rápido.
Ela entrava no banheiro. O namorado ia embora. Aí o velho não aguentava: entrava no quarto da filha, ia direto no cesto de roupas sujas e pegava a calcinha que ela tinha tirado. Ainda quente. Cheiro forte de bucetinha jovem misturado com porra do namorado. Ele encostava o tecido no nariz, inalava fundo aquele aroma de buceta molhada, de cuzinho suado, e batia uma punheta violenta.
- Porra, filha... que cheiro gostoso da tua bucetinha... - murmurava baixo, rola na mão, esfregando a calcinha na cabeça inchada da pica.
Imaginava o namorado metendo nela, abrindo aquelas pernas branquinhas, enfiando a pica até o fundo enquanto ela gemia desesperada. Gozava forte, jorrando porra no chão do quarto, depois limpava tudo com cuidado.
Às vezes a Lê dormia na casa do namorado e voltava de manhã. Ia direto pro banheiro tomar banho. O pai esperava ela sair, entrava e achava a calcinha no cesto. Cheia de porra seca, fios de cabelo loiro do cuzinho dela grudados, manchas brancas grossas.
- Caralho... ele encheu mesmo essa bucetinha... - sussurrava o velho, lambendo o tecido, sentindo o gosto salgado da porra misturado com o melzinho da filha. Punheta rápida, gozo grosso, coração disparado.
Mas não parou aí. Descobriu que tinha outro cara. Esse não entrava em casa. Parava o carro um pouco longe, a Lê saía escondida, entrava no carro e sumia por horas. O pai seguia de longe uma vez, viu ela voltando com o cabelo bagunçado, marca de chupão no pescoço, andando meio torta como quem levou uma foda braba. O namorado oficial descobriu a traição, brigou feio e terminou. A Lê ficou uns dias triste, mas o pai se deliciava em segredo, cheirando as calcinhas novas, imaginando os dois paus que tinham passado por aquela bucetinha apertada.
A vontade de comer a própria filha crescia cada dia. Ele se masturbava pensando nela de quatro, rabinho empinado, pedindo:
- Pai, mete no meu cu... por favor...
Mas tinha medo. Medo de dar errado, de estragar tudo. Até que uma noite quente de verão a coisa explodiu.
A Fá tinha viajado pra visitar a irmã. A casa só deles dois. A Lê chegou tarde, depois de sair com o segundo cara. Entrou no quarto, tomou banho demorado. O pai, já deitado, não aguentou. Levantou, foi até a porta do banheiro entreaberta e viu. Ela nua embaixo do chuveiro, água escorrendo nos peitinhos durinhos, mamilos rosados duros, a mão descendo e esfregando o grelinho inchado devagar.
Ele empurrou a porta. A Lê se assustou, mas não cobriu.
- Pai... o que você...
- Shhh, filha. Eu sei de tudo. Sei que você é uma putinha que adora pica. E eu... eu não aguento mais só cheirar tua calcinha.
Ela ficou parada, água caindo, olhos arregalados mas a buceta brilhando de tesão. O pai tirou a cueca, rola grossa, veia pulsando, cabeça roxa inchada.
- Olha o que tua bucetinha fez comigo todos esses anos.
A Lê mordeu o lábio, olhou pra pica do pai e sussurrou:
- Eu sempre soube que você olhava... às vezes deixava a calcinha mais molhada de propósito...
Ele entrou no box, agarrou ela pela cintura, beijou com fome. Língua entrando na boca da filha, mão descendo pro rabinho redondo, apertando forte.
- Porra, filha... tua bundinha é perfeita.
Desceu a boca pros peitinhos, mamando aqueles mamãozinhos durinhos como sempre sonhou. Chupava forte, mordia de leve o bico, enquanto os dedos deslizavam na fenda da bucetinha dela, já encharcada.
- Ahhh... pai... que delícia... chupa mais forte... - gemeu ela, voz rouca, segurando a cabeça dele.
Ele ajoelhou, abriu as pernas dela e enfiou o rosto na bucetinha. Cheiro forte, jovem, molhado. Língua lambendo o grelinho inchado, sugando os lábios carnudos, enfiando na entradinha apertada.
- Hummm... que bucetinha gostosa... tão apertadinha... tá pingando pra mim, né filha safada?
- Sim, pai... lambe minha buceta... ai caralho... assim... bem no grelinho... vou gozar...
Ela tremia, segurava o cabelo dele, empurrava a buceta contra a boca. Gozou forte, jorrando melzinho na cara do pai, gemendo alto:
- Aaaahhh... porra... pai... tô gozandoooooo... não paraaaaa...
Ele levantou, rola babando pré-gozo, esfregou na entrada da bucetinha.
- Agora vai tomar a pica do pai, vadia.
Empurrou devagar. A buceta da Lê era apertada pra caralho, quente, molhada. Centímetro por centímetro entrou, até as bolas encostarem.
- Uhhhh... filha... tua buceta tá engolindo minha pica... tão quente...
- Mete, pai... mete tudo... quero sentir teu pauzão me arrombando...
Ele começou a bombear, primeiro lento, depois forte. O som molhado de pica entrando e saindo enchia o banheiro. Água ainda caindo nos corpos. Ele segurava os quadris dela, metia fundo, bolas batendo no cuzinho.
- Toma, filha... toma a rola do papai... essa bucetinha é minha agora...
- Sim... sou tua putinha... fode mais forte... aaaahhh... tá batendo no fundo... caralho que gostoso...
Os gemidos dela eram desesperados, voz falhando. Ele virou ela de costas, empinou o rabinho e meteu de novo, agora vendo a bundinha balançar a cada estocada. Deu tapas fortes nas nádegas, deixando marca vermelha.
- Essa bunda... porra... sempre quis comer esse cu também.
Tirou a pica da buceta, cuspiu no cuzinho piscando e pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado.
- Relaxa, filha... vai caber.
- Vai devagar, pai... teu pau é grande... aaaaiii... tá entrando...
Centímetro a centímetro o cu da Lê engoliu a pica do pai. Quando estava todo dentro, ele parou, sentindo o cuzinho apertar forte.
- Porra... que cu apertado... parece virgem...
Começou a foder o cu dela, primeiro devagar, depois acelerando. A Lê gemia como louca, mão na buceta esfregando o grelinho.
- Aiiiii papai... tá me arrombando o cu... que delícia... mete mais... quero teu leitinho dentro...
Ele metia com força, segurando o cabelo longo dela, puxando como rédea. O banheiro ecoava com os tapas de carne contra carne, os gemidos desesperados.
- Vou gozar, filha... vou encher esse cu de porra...
- Goza, pai... goza dentro... me enche...
Com um urro ele gozou forte, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino da filha. Ela gozou junto, pernas tremendo, buceta pingando.
Ficaram ali, ofegantes, água caindo. Ele tirou a pica devagar, viu o cu arrombado piscando, porra escorrendo.
- Isso foi só o começo, filha. Amanhã vou te comer o dia todo.
A Lê virou, beijou ele na boca, mão segurando a pica ainda meia dura.
- Quero mais, pai. Quero ser tua putinha particular. Quero mamar essa pica, quero levar no cu e na buceta sempre que a mamãe não estiver.
Eles saíram do banho, foram pro quarto dela. A noite foi longa. Ele deitou, ela subiu em cima, sentou na pica devagar, rebolando gostoso.
- Olha como tua pica some na minha buceta... hummm... tá tão fundo...
Cavalgou devagar no começo, depois rápido, peitinhos pulando. Ele mamava um, apertava o outro.
- Rebola mais, safada... faz essa buceta engolir tudo...
- Assim, pai? Tá gostando da filhinha putinha? - gemia ela, voz manhosa e safada.
Mudaram de posição mil vezes. De quatro, ele metendo no cu enquanto ela mordia o travesseiro pra não gritar. Missionário, pernas dela no ombro dele, pica entrando fundo na buceta, beijando com língua.
- Te amo, filha... mas agora te quero como mulher... toda aberta pra mim.
- Me fode então... sou tua... aaaahhh... vou gozar de novo... porraaa...
Gozaram várias vezes naquela noite. Ele gozou na boca dela, ensinando a filha a chupar direito, segurando a cabeça enquanto enfiava até a garganta.
- Engole, vadia... engole a porra do pai...
Ela engolia tudo, lambendo os lábios, olhos brilhando de tesão.
Nos dias seguintes, enquanto a Fá estava fora, a casa virou ninho de sacanagem. Ele chegava do trabalho, a Lê já esperava nua no quarto, buceta molhada, rabinho pronto. Comia ela na cozinha, na sala, no carro na garagem. Uma vez deixou ela de quatro na varanda dos fundos, metendo no cu enquanto o vento da noite batia.
- Olha o risco, filha... alguém pode ver tua bundinha levando pica...
- Não quero saber... mete mais... quero gozar com teu pau no meu cu...
Os diálogos eram sempre sujos, intensos. Ele chamava ela de putinha, filhinha safada, vadia da buceta apertada. Ela chamava ele de papai gostoso, dono da minha buceta, macho da casa.
A fantasia virou realidade, e o medo deu lugar ao vício. Ele continuava cheirando as calcinhas, mas agora sujas com a porra dele misturada na dela. Às vezes filmavam, ele assistia depois batendo punheta, revivendo cada estocada.
A Lê mudava a cor do cabelo, mas o corpo era sempre o mesmo: perfeito pra ser comido. Peitinhos que ele mamava até ficarem vermelhos, grelinho que inchava só de olhar pra ele, bucetinha que escorria mel só de ouvir a voz rouca do pai mandando ela abrir as pernas.
E assim a vida deles mudou. Segredo absoluto, mas tesão constante. Quando a Fá voltava, fingiam normalidade, mas olhares cúmplices atravessavam a sala. À noite, enquanto a mãe dormia, a Lê ia de fininho pro quarto do pai, chupava a pica devagar pra não fazer barulho, depois sentava e cavalgava controlando os gemidos.
- Shhh, pai... não faz barulho... mas me fode gostoso... enche minha bucetinha...
- Toma quietinha então, safada... aperta essa buceta no pau do pai...
Era intenso, proibido, delicioso. O gaúcho de 48 anos tinha finalmente realizado o sonho que cresceu junto com o corpo da filha. E ela, a putinha de 20 anos, descobriu que ninguém comia tão bem quanto o próprio pai.
Naquela primeira noite, depois do banheiro, eles não pararam. Foram pro quarto, luz baixa, corpo suado colado. Ele deitou de costas, rola ainda dura. A Lê subiu, virou de costas pra ele, sentou no pau devagar, rebolando o rabinho enquanto a pica entrava no cu de novo.
- Olha como meu cuzinho engole tudo, pai... tá vendo? - falava ela, olhando por cima do ombro, gemendo baixinho.
Ele apertava as nádegas, abrindo mais, vendo a pica desaparecer.
- Que visão do caralho... rebola mais rápido, filha... faz esse cu trabalhar...
Ela acelerou, subindo e descendo, mão na própria buceta esfregando o grelinho rápido. Os gemidos ficaram mais altos, desesperados:
- Aaaaiiii... tá tão fundo no meu cu... vou gozar de novo... porra pai... me ajuda...
Ele metia por baixo, estocadas fortes pra cima, bolas batendo. Gozou pela segunda vez, enchendo o cu dela mais uma vez. A porra escorria quando ela levantou, pingando na coxa.
Depois ela deitou de lado, perna pra cima, ele entrou por trás na buceta, metendo lento e profundo, mão por cima esfregando o grelinho.
- Assim... devagar... quero sentir cada veia da tua pica... hummmm... que delícia...
Conversavam sujo o tempo todo, narrando o que sentiam.
- Tua buceta tá pulsando em volta da minha rola, filha... tá apertando como se quisesse ordenhar...
- É porque eu quero teu leite, pai... goza dentro... me engravida se quiser... sou tua...
A fantasia era completa, sem limites. Eles foderam até o sol raiar, corpos exaustos, lençóis molhados de suor, porra e melzinho.
Nos dias que se seguiram, a intensidade só aumentou. Uma tarde ele chegou mais cedo, encontrou ela deitada na cama só de calcinha. Arrancou com os dentes, lambeu o cuzinho limpo, enfiou a língua fundo enquanto ela gemia no travesseiro.
- Lambe meu cu, pai... enfia a língua... isso... que gostoso...
Depois meteu a pica na buceta dela de uma vez, sem aviso, fudendo com força animal.
- Toma, putinha... essa buceta foi feita pra levar pica do pai...
- Sim... sou tua puta... fode... rasga minha bucetinha... aaaahhh... mais forte...
Gemidos ecoavam pela casa vazia. Ele puxava o cabelo, dava tapas na cara de leve, mordia o pescoço deixando marcas que ela escondia depois.
A riqueza de detalhes era infinita: o jeito que os peitinhos balançavam, o suor escorrendo entre os seios, o cheiro de sexo no ar, o som molhado da pica entrando na buceta encharcada, os fios de porra escorrendo pelas coxas branquinhas, o rabinho vermelho de tanto tapa e estocada.
Eles experimentaram tudo. Ela mamando a pica enquanto ele comia a buceta dela de 69, gozando na boca ao mesmo tempo. Ele fodendo os peitinhos, gozando neles e lambendo depois. Dupla penetração com os dedos no cu enquanto a pica estava na buceta.
- Dois buracos cheios, pai... tô me sentindo uma vadia completa...
- É isso que você é... minha vadia particular...
A história continuou assim, intensa, chula, sem pudor. O pai realizou todos os desejos que acumulou cheirando calcinhas, e a filha se entregou completamente, descobrindo um prazer proibido que nenhum namorado deu.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tudo começou quando ele resolveu cheirar as calcinhas da filhinha!

Codigo do conto:
265761

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/06/2026

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