Primo cacetudo!



Era uma quarta-feira quente pra caralho, daquelas que o ar parece grudar na pele. Eu, Millena, uma mulher gostosa pra porra, com corpo bem feito, bundão empinado, peitos firmes e uma bucetinha que sempre chama atenção, tinha ido até a casa da minha tia. Meu namorado Cesar tava trabalhando, e eu tava entediada. Cheguei lá e a casa tava quase vazia. Tia e tio tinham saído pra igreja, daqueles cultos que duram horas. Só tinha meu primo, o safado do Stefanno largado no sofá assistindo um jogo do Palmeiras.
Eu não curto futebol, mas fiquei ali com ele. Tava de shortinho curto, daqueles que mal cobrem a bunda, e uma blusinha fina sem sutiã. Sentei do lado dele e, pra quebrar o gelo, abri duas cervejas geladas. Ele tomou uma, depois outra, e os olhos dele já tavam grudados nas minhas pernas lisas.
De repente, a mão dele deslizou pela minha coxa. Devagar no começo, mas firme. Senti um choque de tesão subir direto pra buceta. - Ei, você tá doido? – falei, rindo nervosa, mas sem tirar a mão dele.
- Doido pra comer você, prima. Doido pra enfiar minha pica nessa buceta gostosa que eu sempre imaginei – ele respondeu, a voz rouca, apertando mais a carne da minha perna.
Tentei me mexer, mas ele enfiou a mão pela barra do shortinho, os dedos grossos roçando quase na minha calcinha. Senti a buceta molhar na hora. Levantei rápido. - Vou embora, isso tá errado.
Mas o filho da puta era forte. Me agarrou por trás, os braços musculosos me prendendo contra o corpo dele. Senti o volume duro da pica dele roçando na minha bunda por cima da roupa. Ele me arrastou pro quarto, eu tentando soltar, mas o tesão já tava misturado com medo e vontade.
Ele fechou a porta com o pé. - Eu quero você, prima. Quero te foder gostoso.
- Assim vai me estuprar? – perguntei, ofegante, o coração disparado.
- Nunca, porra. Quero você na boa, mas eu sei que você tá molhada pra mim. Olha como sua buceta já tá pedindo.
Ele me derrubou na cama de casal. Caí de costas e ele pulou em cima, a boca faminta grudando na minha. O beijo foi bruto, língua enfiando fundo, sugando meus lábios. As mãos dele arrancaram minha blusa num puxão só. Meus peitos pularam livres, mamilos duros como pedra. Ele não perdeu tempo. Grudou a boca num peito, chupando forte, mordendo o bico, enquanto a mão apertava o outro.
- Aiiii, caralho... que peitos gostosos, prima. Tão firmes, tão macios – ele gemeu, lambendo em volta do mamilo.
Imaginei meu namorado chegando de repente, me vendo ali seminua com o primo. Isso só aumentou o tesão proibido. Me deixei levar. Abri as pernas um pouco, sentindo a buceta latejar.
Ele desceu as mãos pro shortinho, puxando com força. Ficou me olhando de calcinha preta fio-dental. - Nossa, prima... essa bunda tá tudo enterrada no cuzinho. Olha esse rabo empinado, parece feito pra sentar na pica.
Tentei levantar de novo, mas ele me segurou pelos quadris e virou de bruços. Puxou a calcinha pro lado e enfiou a cara na minha bunda. A língua quente lambeu toda a fenda, devagar, subindo do grelo até o cuzinho.
- Ahhh... que delícia, sua putinha. Esse cu tá piscando pra mim – ele disse, antes de enfiar a ponta da língua no meu cuzinho.
Fudeu meu cu com a língua de um jeito insano. Entrava e saía, girando, molhando tudo. Eu gemia desesperada, apertando o lençol. - Porra... assim não... ahhh, que gostoso, primo... lambe meu cu.
Ele riu, satisfeito, e desceu pra buceta. Lambeu toda a extensão, sugando os lábios inchados, enfiando a língua fundo na minha xota molhada. Depois grudou no grelinho, chupando forte, dois dedos enfiados na buceta, mexendo rápido.
- Goza na minha boca, prima. Quero beber tudo dessa buceta safada – ele mandou, voz abafada.
- Chupa... chupa que eu gozo... ai, caralho, não para! – gritei, o corpo tremendo.
Não resisti. Gozei forte, jorrando na boca dele. Ele lambeu tudo, engoliu com gosto, lambendo os lábios sujos de mel.
Mas a pica dele tava latejando. Ele tirou a roupa rápido. Quando vi o cacete, quase tomei um susto. Uns 22 cm de rola grossa, veias saltadas, a cabeça vermelha brilhando. As bolas tavam presas com um elástico, inchadas, cheias de porra.
- Olha o tamanho dessa pica, prima. Tá vendo? Toda pra você – ele falou, batendo a vara no meu rosto.
Arrancou minha calcinha de vez e me abriu. Eu ainda tentava dizer que ia embora, mas o tesão tava maior. Ele subiu na cama, o cacete balançando. Eu me ajoelhei, hipnotizada. Segurei aquela cabeçona grossa com as duas mãos e enfiei na boca.
- Mmm... que pica grande, primo... tá toda dura pra mim – murmurei, sugando a glande, lambendo a fenda.
Coloquei uns 15 cm na boca, engasgando, babando tudo. Desci pras bolas amarradas, chupando uma por uma, sentindo o elástico apertando. Subi de novo na vara, mamando com vontade, cabeça indo pra frente e pra trás rápido.
- Isso, prima... mama essa rola grossa. Que boca gulosa, porra... ahhh, tá me matando – ele gemia, segurando meu cabelo.
Não deu tempo pra mais nada. Ele agarrou minha cabeça e gozou. Jatos grossos de porra quente encheram minha boca. Segurei até a última gota, depois cuspi tudo no pau dele, lambuzando a rola toda de saliva e sêmen.
- Porra, prima... você engoliu quase tudo. Agora senta nessa pica, quero te foder de verdade – ele pediu, ainda duro.
Eu tava louca de tesão, buceta pingando. Mas vesti o shortinho rápido, a blusa por cima dos peitos melados. - Não... vou embora. Meu namorado vai me buscar.
Liguei pra ele na hora, a voz ainda rouca. Saí da casa com a buceta latejando, o cuzinho molhado da língua, o gosto da porra dele na boca. Cheguei em casa e fodi meu namorado com mais tesão que nunca, pensando no primo o tempo todo.
Mas aquela tarde não saiu da minha cabeça. Dias depois, voltei pra casa da tia. O primo tava sozinho de novo. Dessa vez não resisti tanto.
Entrei direto no quarto. Ele sorriu safado. - Voltou pra levar no cu e na buceta, né prima?
- Cala a boca e me fode logo – respondi, tirando a roupa.
Ele me jogou na cama de quatro. Cuspiu na minha bunda e enfiou dois dedos no cu, abrindo. Depois posicionou a cabeçona grossa e empurrou devagar. - Ahhh... que cu apertado, porra. Tá engolindo minha pica toda.
- Vai devagar... ai, caralho, tá rasgando meu cu... mas não para, enfia tudo! – gritei, gemendo desesperada.
Ele meteu fundo, as bolas batendo na minha buceta. Fodia meu cu com força, estocadas longas e brutas. O quarto enchia de barulho de carne contra carne, meus gemidos altos.
- Toma no cu, sua vadia. Essa bunda é minha agora. – ele rosnava, dando tapas fortes na minha bunda.
Eu gozei de novo só com o cu sendo arrombado, o grelo inchado roçando no lençol. Ele tirou, virou eu de frente e enfiou na buceta de uma vez. - Agora essa xota molhada vai levar.
Metia fundo, a pica toda entrando e saindo, roçando no ponto G. Segurava meus peitos, beliscando os mamilos. Eu enrolava as pernas na cintura dele, puxando mais fundo.
- Fode mais, primo... mete essa pica grossa na minha buceta, vaaaai... ahhh, tô gozandoooooo, tô gozando de novo! – berrei, o corpo convulsionando.
Ele acelerou, suado, gemendo alto. - Vou encher essa buceta de porra, prima. Toma tudo!
Gozei junto com ele. Senti os jatos quentes enchendo minha xota, escorrendo pelas coxas. Ficamos ali, ofegantes, a porra misturada pingando.
Mas não acabou. Ele me fez mamar de novo, limpando o pau sujo de buceta e cu. Depois sentou no meu rosto, me fazendo lamber as bolas e o cuzinho dele. Eu obedeci, língua enfiando no cu dele também, enquanto ele batia punheta na pica recuperada.
- Lambe meu cu, prima safada. Isso... que língua gulosa – ele gemia.
Depois me fodeu mais uma vez, dessa vez devagar, olhando nos olhos, falando sacanagens baixinho.
- Você é minha putinha agora. Sempre que quiser, venho te comer. Seu namorado nunca vai saber como sua buceta e seu cu ficam arrombados pela pica do primo.
Eu gozei mais duas vezes, o corpo exausto, mas a mente cheia de tesão proibido. Saí de lá andando torto, buceta e cu latejando, cheia de porra, já pensando na próxima vez.
A gente continuou se encontrando escondido. Às vezes na casa da tia, às vezes no carro dele. Sempre com a mesma intensidade. Eu mamando aquela pica enorme até engasgar, ele lambendo minha buceta e cu até eu implorar pra gozar, depois metendo em todos os buracos. Os diálogos ficavam cada vez mais sujos.
- Enfia no meu cu de novo, primo... quero sentir essa rola me arrombar – eu pedia, de quatro, bundão empinado.
- Tá pedindo, né vadia? Toma, toma tudo no seu cuzinho guloso – ele respondia, metendo com força, puxando meu cabelo.
Gemidos ecoavam: - Ahhh... fode... mais fundo... tô gozando pelo cuuuuuu, caralho!
O tesão era desesperado, animal. Eu traía meu namorado sem culpa, porque o prazer com o primo era de outro nível. O risco de alguém da família descobrir só aumentava a excitação. Uma vez, quase fomos pegos pela tia chegando mais cedo. Ele teve que tapar minha boca enquanto metia por trás, gozando dentro rapidinho.
Depois disso, a gente riu, suados, e ele disse: - Quase fomos pegos, prima. Mas valeu cada estocada nessa buceta quente.
Eu respondi: - Quero mais. Quero você me fodendo todo dia que der.
E assim continuou. Uma relação secreta, cheia de porra, gemidos e sacanagem familiar. Meu corpo virava brinquedo dele, e eu amava cada segundo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primo cacetudo!

Codigo do conto:
265532

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/06/2026

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