Tudo mudou depois que vi minha irmã se masturbando!

A casa estava mergulhada no silêncio da madrugada, aquele tipo de quietude que parece carregar segredos. Eu, com 22 anos, morava ainda com meus pais e com ela, minha irmã mais velha de 26. Todo mundo achava que a gente era só irmão e irmã, mas a verdade era outra. A gente era grudado pra caralho, melhores amigos, quase a mesma pessoa. Ria das mesmas piadas idiotas, terminava as frases um do outro, dividia tudo. Mas ultimamente, depois daquela noite, tudo mudou.
Era umas duas da manhã. Eu acordei com sede e fui pegar água na cozinha, descalço pra não fazer barulho. No caminho de volta, passei pelo corredor escuro e ouvi. Primeiro pensei que era coisa da minha cabeça, mas não. Gemidos baixos, abafados, saindo do quarto dela. Meu coração acelerou. Achei que podia ser meus pais, já tinha flagrado eles uma vez anos atrás, mas o timbre era diferente. Era ela. Minha irmã.
Me aproximei da porta devagar, o pau já latejando dentro da cueca só de curiosidade. Encostei a orelha na madeira fria. O som era claro agora: o zumbido baixo de um vibrador sendo enfiado na buceta dela, molhado, aquele barulho obsceno de carne encharcada sendo fodida. E a voz dela, rouca, sussurrando sacanagens pro namorado no telefone.
- Ai porra... enfia mais fundo essa pica grossa na minha buceta molhada... - ela gemia baixinho, a respiração entrecortada. - Tô toda pingando aqui pensando no teu caralho me arrombando...
Eu fiquei paralisado, o corpo inteiro quente. Nunca tinha ouvido ela assim. O vibrador entrava e saía com um som molhado, ploc ploc, e ela rebolava na cama, o colchão rangendo levemente. O cheiro dela escapava por baixo da porta, doce, azedo, aquele aroma de buceta excitada que me deixou louco na hora.
- Isso... chupa meu grelinho enquanto mete... ahhh porra, tô quase... - a voz dela subiu um tom, desesperada.
Eu encostei a mão na porta, o pau duro pra caralho, latejando. Comecei a me tocar por cima da cueca, imaginando aquela cena. Ela de pernas abertas, a buceta inchada, rosada, brilhando de tesão, o vibrador grosso entrando fundo enquanto ela falava com o namorado.
Os gemidos ficaram mais intensos. Ela tentava segurar, mas não conseguia.
- Eu não... ahhh merda... tô gozando... goza comigo, enfia essa porra toda na minha buceta... - e então o orgasmo dela explodiu. Um gemido longo, abafado no travesseiro, o corpo tremendo. Eu quase gozei ali mesmo só de ouvir.
Ela terminou o telefonema com a voz mole, satisfeita. Eu ouvi ela se levantar da cama, o barulho dos pés no chão. Corri pro quarto de hóspedes ao lado, me escondi no escuro. Ela passou pela porta aberta, o corpo só de camisola fina, os mamilos marcando o tecido, o cheiro de sexo fresco no ar. Não me viu.
Assim que ela foi pro banheiro, eu entrei no quarto dela. A cama estava bagunçada, lençol úmido de suor e gozo. O vibrador ainda brilhando de lubrificação e sucos dela, e a toalha... aquela toalha molhada que ela usou pra se limpar. Peguei primeiro a toalha, aproximei do nariz e inspirei fundo. O cheiro era forte, doce, azedo, buceta pura, misturado com o suor dela. Meu pau babou pré-gozo. Depois peguei o vibrador, lambi a ponta, sentindo o gosto salgado e doce da buceta da minha própria irmã. Fiquei duro como pedra.
Saí rápido, voltei pro meu quarto e me masturbei pensando nela, gozando tanto que sujou a barriga toda. Daquela noite em diante, não consegui parar de pensar. Toda vez que via ela andando pela casa de shortinho, rebolando aquela bunda gostosa, eu imaginava metendo.
Os dias passaram cheios de tensão. A gente continuava super próximo, conversando até tarde, rindo, mas agora eu carregava aquele segredo. Uma noite, os pais viajaram. Ficamos só nós dois em casa. Ela tinha terminado com o namorado há pouco tempo, estava carente. A gente bebeu um vinho, conversou bobagem, e em determinado momento ela me olhou diferente.
- Tá tudo bem com você? - ela perguntou, sentando mais perto no sofá. A coxa dela encostou na minha.
Eu não aguentei mais. Contei tudo. A noite que ouvi, o vibrador, a toalha, o cheiro. Esperei ela me dar um tapa, me chamar de pervertido. Em vez disso, os olhos dela brilharam.
- Seu safado... - ela sussurrou, mordendo o lábio. - Eu sabia que alguém tava ouvindo. E você ficou excitado com a sua irmã?
- Pra caralho. - respondi, a voz rouca.
Ela não disse mais nada. Levantou, pegou minha mão e me levou pro quarto dela. A mesma cama onde eu tinha cheirado tudo. Fechou a porta, tirou a camiseta devagar. Os peitos grandes, mamilos escuros e duros, a barriga lisinha, o shortinho caindo e revelando a buceta depilada, já brilhando.
- Vem cá, irmãozinho. Se você quer tanto essa buceta, vem comer ela direito. - disse ela, abrindo as pernas na cama.
Eu tirei a roupa rápido, o pau duro saltando, latejando, a cabeça roxa babando. Subi na cama, beijei ela com fome. Nossas línguas se enrolaram, saliva trocando, enquanto minha mão descia e sentia a buceta quente, molhada pra caralho. Dois dedos entraram fácil, o som molhado enchendo o quarto.
- Ahhh porra... que buceta gostosa... - eu gemi no ouvido dela.
- Mete logo essa pica grossa, eu tô louca pra sentir meu irmão me fodendo. - ela respondeu, rebolando na minha mão.
Eu posicionei o pau na entrada, esfreguei a cabeça no grelinho inchado dela. Ela gemeu alto.
- Para de provocar e enfia tudo, caralho!
Empurrei devagar, sentindo a buceta quente engolir minha pica centímetro por centímetro. Era apertada, molhada, pulsando em volta. Quando bati o fundo, ela arqueou as costas.
- Aaaaihh que delícia... tá me arrombando toda... mete mais forte!
Comecei a estocar, forte, ritmado. O som de pele contra pele, o barulho molhado da buceta dela sugando minha pica, os peitos balançando. O cheiro de sexo enchia o quarto. Eu segurava os quadris dela, metendo fundo, vendo o pau entrar e sair brilhando de sucos.
- Isso... fode sua irmã gostosa... usa essa buceta como quiser... - ela gemia, as unhas cravando nas minhas costas.
Aumentei o ritmo, batendo forte. O clitóris dela roçava na base da minha pica a cada estocada. Ela começou a tremer.
- Tô gozando... não para... aaaahhh porraaa! - o orgasmo dela foi violento, a buceta apertando minha pica como um punho, esguichando um pouco.
Eu continuei metendo, prolongando o gozo dela. O suor escorria nos nossos corpos. Virei ela de quatro, bunda empinada, o cu piscando e a buceta aberta, vermelha de tanto meter. Meti de novo, segurando o cabelo dela.
- Rebola nessa pica, vadia... mostra pro seu irmão como gosta de levar rola. - eu disse, dando tapas na bunda.
Ela rebolava desesperada, gemendo como uma cadela no cio.
- Mais forte... me arromba... quero sentir essa pica batendo no fundo da minha buceta... aaaaihh!
A intensidade cresceu. Eu metia com força, as bolas batendo na buceta dela, o suor pingando. Ela gozou de novo, gritando meu nome, o corpo convulsionando.
- Goza dentro... enche a buceta da sua irmã de porra quente... eu quero sentir jorrando tudo!
Não aguentei. Com um rugido, enfiei até o talo e gozei forte, jatos grossos enchendo a buceta dela. Senti a porra quente misturando com os sucos, escorrendo pelas coxas dela enquanto eu ainda pulsava dentro.
Ficamos ali um tempo, ofegantes, meu pau amolecendo ainda dentro. Mas o tesão não passou. Eu olhei pro cu dela, apertadinho, piscando. Passei o dedo, lambuzado de porra e suco da buceta.
- Agora eu quero esse cu... - eu disse, a voz grossa.
Ela olhou pra trás, olhos vidrados de tesão e um pouco de medo.
- Vai devagar... tá muito grande... mas eu quero sentir meu irmão me arrombando o cu também.
Passei lubrificante que ela tinha na gaveta, bastante. Posicionei a cabeça da pica no cuzinho apertado. Empurrei devagar. Ela gemeu de dor.
- Aaaaihh caralho... tá doendo... vai devagar...
Centímetro por centímetro, o cu dela engoliu minha pica. Era absurdamente apertado, quente, pulsando. Quando entrei todo, ela tremia.
- Tá todo dentro... porra que cu gostoso... - eu gemi, começando a mover devagar.
A dor inicial deu lugar a prazer. Ela começou a rebolar, gemendo mais alto.
- Mete... fode meu cu... aaaahh que delícia misturado com dor...
Aumentei o ritmo, estocadas mais fortes. O cu dela fazia barulhos obscenos, molhado de lubrificante e porra da buceta. Ela se acabava, gozando de novo só com o pau no cu, o corpo tremendo violentamente.
- Tô gozando pelo cu... aaaaihh porraaa... não para... me arromba!
Eu metia fundo, segurando os quadris, o suor escorrendo. Ela gritava desesperada.
- Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar toda... tá me abrindo demais... aaaahhh!
Isso me deixou ainda mais louco. Meti mais forte, sentindo o cu apertar.
- Eu vou gozar sim... vou encher esse cu de porra!
- Não... aaaaihh... se gozar dentro eu vou cagar... por favor... mas continua metendo...
Não parei. Com um gemido gutural, gozei fundo no cu dela, jatos grossos enchendo o intestino. Ela gritou, gozando de novo, o corpo inteiro convulsionando.
Quando tirei o pau devagar, o cu dela ficou aberto, piscando, e de repente ela rebolou, gemendo envergonhada e excitada ao mesmo tempo. Um jato de porra misturado com merda saiu, escorrendo pela bunda, sujando as coxas, o lençol. Ela rebolava devagar, o cu soltando mais, o cheiro forte enchendo o quarto, mas o tesão era tanto que a gente nem ligou. Eu passei a mão, lambuzei, e ela gemeu ainda mais.
- Olha o que você fez comigo... me fez cagar com a porra no cu... seu safado...
A gente se beijou de novo, sujos, suados, exaustos, sabendo que aquilo era só o começo de algo muito mais intenso entre nós.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tudo mudou depois que vi minha irmã se masturbando!

Codigo do conto:
265105

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/06/2026

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