Eu sempre soube que tinha algo diferente em mim. Desde muito novinha, antes mesmo de entender o que era sexo de verdade, eu já me masturbava de um jeito compulsivo. Sem pornô, sem nada. Só eu, meus dedos e aquela vontade louca de gozar. Ficava horas enfiando os dedos na buceta, esfregando o grelinho até tremer a perna inteira, gemendo baixinho debaixo do cobertor. A puberdade só piorou. Hormônio a mil, corpo latejando o tempo todo. Eu achava normal. Todo mundo sentia isso, né? Errado. Agora com dezenove anos eu olho pra trás e vejo claramente: eu sou uma puta completa. Uma pervertida safada do caralho. E o pior? Eu gosto. Gosto pra porra. Tive um namorado só na vida e dois parceiros sexuais. Os três cansaram de mim. Eu queria foder o tempo todo. Acordava molhada, pedia pau de manhã, de tarde, de noite, no banheiro, no sofá, no carro. E os fetiches? CNC, petplay, roleplay, freeuse, BDSM, brat, dirtytalk pesado, creampie, anal até o fundo da alma, depravação sem limite. Coisas que eu sinto vergonha de falar alto porque a maioria das pessoas olha torto. Eles tentavam. Mas ninguém nunca foi tão fodido quanto eu. Ninguém nunca quis me usar até eu virar um pedaço de carne tremendo e babando. Sempre parecia que eu era o problema da relação. Que eu exagerava. Que eu era demais. Agora tenho um quase-namorado. Ele é safado, até tenta. Mas não chega nem perto do que eu preciso. E isso me deixa maluca. Quanto mais eu gozo, mais eu quero. Flashbacks me atacam no meio do dia e eu fico encharcada só de lembrar. Às vezes penso que só a morte resolveria essa fome. Mas hoje… hoje eu decidi não me segurar. Ele chegou em casa depois do trabalho. Eu já tava só de camiseta larga, sem calcinha, buceta latejando. Assim que a porta fechou eu fui em cima dele, ajoelhei e abri o zíper com a boca. - Tira essa porra de calça agora. Eu quero essa pica na minha garganta. Ele riu, meio surpreso. - Porra, você tá insaciável de novo… - Cala a boca e me usa. Eu sou sua putinha freeuse hoje. Pode me foder quando quiser, onde quiser, do jeito que quiser. Eu não vou falar não. Ele puxou o cabelo e enfiu a pica inteira de uma vez na minha boca. Eu engasguei de propósito, olhos marejando, saliva escorrendo pelo queixo. Ele meteu fundo, batendo na minha garganta, e eu gemendo abafado em volta do pau dele. - Isso… engasga nessa pica, vadia. Você gosta de ser engasgada, né? Eu só conseguia fazer sons molhados, baba pingando no chão. Quando ele tirou, um fio de saliva ligava minha boca à cabeça da pica dele. Eu olhei pra cima, voz rouca: - Me chama de cadela. Me trata como o animal safado que eu sou. Ele me puxou pelo cabelo até o quarto, me jogou na cama de quatro e deu um tapa forte na bunda. - Fica nessa posição, putinha. Abre esse cu e essa buceta pra mim. Eu abri bem, rebolando, mostrando os dois buracos. Ele cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos de uma vez, abrindo. - Olha esse cu guloso… já tá piscando pedindo pau. - Enfia… enfia essa pica no meu cu agora, porra. Eu quero sentir você destroçando meu rabo. Ele não pediu licença. Passou saliva e penetrou o cu de uma vez só. Eu gritei, corpo inteiro tremendo. - Aaaaaaah caralhooooo! Tá rasgando… mas não para! Fode mais fundo! Ele agarrou minha cintura e começou a meter com força, batendo as bolas na minha buceta. Cada estocada fazia meu grelinho bater na cama. Eu gemia desesperada, voz alta e quebrada: - Isso… arromba esse cu… eu sou sua puta de estimação… sua cadela no cio… mete mais forte, porra! Ele puxou meu cabelo pra trás e falou no meu ouvido: - Você é uma vadia insaciável. Uma putinha que só serve pra levar porra. Quer creampie no cu hoje? - Quero… quero sua porra quente escorrendo do meu rabo… me enche… me usa até eu não aguentar mais! Ele tirou do cu e enfiu de uma vez na buceta. O contraste fez meus olhos revirarem. A pica dele tava toda melada do meu cu e agora entrava fácil na xoxota molhada. Ele metia sem dó, uma mão no meu pescoço apertando de leve, a outra esfregando meu grelinho com força. - Goza nessa pica, sua puta. Squirt pra mim. Mostra como você é nojenta de safada. Eu já tava no limite. O corpo inteiro tremeu, eu gritei e jorrei. Squirt saiu forte, molhando a cama, as coxas dele, pingando no chão. Eu continuei gozando enquanto ele me fodia, pernas falhando. - Aaaaaaiiiii não para… tô gozando de novo… caralho… minha buceta tá pulsando… meu cu tá aberto… usa os dois… porraaaa! Ele tirou, virou meu corpo como se eu fosse um brinquedo e me colocou de bruços. Abriu minhas bochechas e enfiou de novo no cu, agora mais fundo, mais bruto. Cada estocada fazia meu estômago doer de prazer. Eu chorava de tesão, gemendo sem parar: - Me arrebenta… me fode até eu virar só um buraco… eu sou sua freeuse… pode gozar em qualquer lugar… no meu cu… na minha boca… na minha cara… Ele puxou meu cabelo com força e rosnou: - Você é uma pervertida doente. Uma putinha que nunca se cansa. Ninguém aguenta você, né? Só eu. Porque eu gosto de te ver assim, destroçada, babando, pedindo mais. - Sim… eu sou doente… eu preciso disso… me chama de cadela… me humilha… fala que eu sou só um objeto de foder… Ele deu vários tapas na bunda enquanto metia, cada um mais forte. Minha pele ardia, minha buceta escorria sem parar. Eu rebolava contra ele, tentando engolir a pica ainda mais fundo no cu. - Isso… bate na sua putinha… eu mereço… eu sou uma brat safada que precisa ser educada na pica… Ele riu baixo e começou a falar sujo sem parar: - Sua buceta é um esgoto de tesão. Seu cu é um buraco pra porra. Você nasceu pra ser usada. Pra levar porra quente e ainda pedir mais. Olha como você treme… olha como você goza só de ser tratada assim… Eu senti o orgasmo subindo de novo, mais forte. O corpo inteiro travou, eu gritei alto demais, voz quase sumindo: - Aaaaaaaaaah porraaaaa! Tô gozando de novo… meu cu tá apertando sua pica… não para… enche meu rabo de porra… eu quero sentir escorrendo… Ele meteu até o fundo e gozou. Porra quente jorrando dentro do meu cu, enchendo, pulsando. Eu sentia cada jato, cada contração. Quando ele tirou, a porra começou a escorrer imediatamente, descendo pela minha buceta, misturando com meu próprio squirt. Eu fiquei de quatro, bunda pro alto, abrindo o cu com as mãos pra ele ver a porra saindo. - Olha… tá saindo tudo… sua porra tá escorrendo do meu cu usado… limpa com a língua… chupa sua porra do meu rabo… Ele não hesitou. Enfiou a cara entre minhas nádegas e chupou, lambendo a porra que vazava, enfiando a língua no meu cu ainda aberto e pulsando. Eu gemia baixo, quase chorando de prazer: - Isso… limpa sua putinha… eu sou sua… pode me usar de novo agora… eu ainda quero mais… Ele me virou de frente, me beijou com a boca suja de porra e da minha buceta, e eu chupei a língua dele com vontade. Depois ele me colocou de bruços de novo, abriu minhas pernas e enfiou a pica já meio mole na minha buceta, só pra sentir o calor. Eu apertei em volta e falei no ouvido dele: - Continua. Eu não terminei. Quero que você me foda até eu desmaiar. Quero petplay agora. Me coloca a coleira. Me chama de cadela. Me faz engatinhar e pedir pau. Ele foi até a gaveta, pegou a coleira preta que eu tinha escondido e colocou no meu pescoço. A corrente balançava quando eu me movia. Ele puxou e falou: - Anda de quatro, cadela. Late pra mim. Mostra que você é um animal no cio. Eu engatinhei até ele, língua de fora, e latei de verdade, rouca: - Au… au… sua cadela quer pau… sua putinha no cio precisa ser montada… Ele me montou de novo, enfiando no cu ainda cheio de porra. A mistura fazia barulho molhado a cada estocada. Eu gemia e latia ao mesmo tempo, completamente entregue. - Isso… monta na sua cadela… arromba o cu dela de novo… eu sou só um buraco quente pra você… Ele meteu sem piedade por mais um tempo, até gozar de novo, agora dentro da buceta. Creampie quente, escorrendo junto com a porra do cu. Eu desabei na cama, corpo todo tremendo, coleira ainda no pescoço, pernas abertas, os dois buracos vazando. Ele se deitou do meu lado e passou a mão no meu cabelo molhado de suor. Eu virei o rosto pra ele, voz baixa e rouca: - Ninguém nunca me aguentou assim. Ninguém nunca quis me usar até o fundo desse jeito. Você… você aguenta. E eu preciso disso todo dia. Toda hora. Eu sou viciada. Eu sou uma puta. E eu não quero mudar. Ele só puxou a corrente da coleira e respondeu: - Então para de se sentir mal. Você é minha putinha freeuse agora. E eu vou te foder até você não conseguir mais pensar em mais nada. Eu sorri, ainda ofegante, e já sentia a buceta latejando de novo. A fome não tinha acabado. Nunca acabava. E pela primeira vez eu não me sentia sozinha nisso.
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