Minha tia me assistindo a bater punheta!

Rolou assim. Teve uma época em que precisei morar um tempo com a minha tia. Casa dela, quarto de hóspede no fundo do corredor. Eu chegava do trabalho cansado, ela quase sempre ainda estava na rua ou no serviço dela. Naquele dia foi diferente.
Entrei, jantei qualquer merda, fui pro quarto. Tirei a camisa, fiquei só de cueca, deitei na cama. Abri o X no celular, passei o feed sem pensar muito. Um vídeo, outro, e de repente já estava com a mão dentro da cueca. Coloquei o fone, volume alto, e comecei a bater uma. A pica endureceu rápido. Tirei a cueca toda, joguei pro lado, fiquei nu da cintura pra baixo. A mão subia e descia no pau grosso, apertando a cabeça, passando o polegar na fenda molhada de pré-gozo. Os vídeos no celular eram pesados, mulheres gemendo alto, buceta engolindo pica, cu sendo arrombado. Eu acompanhava o ritmo, a mão mais rápida, o quadril já se mexendo sozinho na cama.
Não ouvi a porta abrir. Não ouvi os passos. Só quando levantei o olhar do celular vi ela parada no pé da cama.
A tia.
Fiquei paralisado. A pica ainda na mão, dura pra caralho, a cabeça vermelha brilhando. Tentei puxar o lençol pra me cobrir, mas ela chegou rápido, segurou o tecido e puxou pra baixo com força. Meu pau bateu na barriga, exposto, latejando.
Ela se sentou na beira da cama, do lado da minha perna. Olhou direto pro meu pau. Não tinha vergonha nenhuma no rosto dela. Só um sorriso pequeno, safado.
— Continua — ela disse, a voz baixa, firme. — Não para.
Fiquei olhando pra ela, o coração batendo no pescoço. A mão voltou pro pau devagar. Comecei a mexer de novo, mais lento, envergonhado pra porra. Ela não desviou o olhar. Ficou vendo a minha mão subir e descer, o pau engrossando ainda mais na minha pegada.
Ela se inclinou um pouco, olhou pro celular que ainda estava tocando o vídeo. Depois se levantou. Puxou a calça pra baixo junto com a calcinha num movimento só. A buceta dela apareceu. Pelos curtos, escuros, a fenda já meio aberta, o grelinho inchadinho se mostrando. Ela se sentou de novo na cama, abriu as pernas bem largas e ficou acariciando a própria buceta com dois dedos, abrindo os lábios pra eu ver tudo.
— Isso vai te ajudar a apressar — ela falou, a voz rouca. — Olha pra cá. Olha essa buceta.
Meu pau latejou forte na mão. Continuei batendo, agora mais rápido, os olhos grudados nela. Os dedos dela abriam a buceta, esfregavam o grelinho em círculos lentos, a entrada rosada brilhando de molhadura. Ela enfiou um dedo, depois dois, e meteu devagar enquanto me olhava.
— Isso... mexe nessa pica. Mais forte. Quero ver você gozar olhando pra minha xota.
Gemei baixo, sem conseguir segurar. A mão subia e descia com força, o barulho molhado do meu pau enchendo o quarto. A tia abria mais as pernas, os dedos saindo e entrando na buceta, o grelinho roçando na palma dela. O cheiro dela chegou até mim, quente, de mulher excitada.
— Porra, tia... — soltei, a voz falhada.
— Isso. Fala. Fala que tá gostando de ver essa buceta.
— Tô... porra, que buceta linda...
Ela sorriu e abriu ainda mais, usando os dedos pra mostrar o fundo rosado. O grelinho estava inchado, vermelho. Ela esfregava com vontade agora, o quadril se mexendo um pouco na cama.
Eu não aguentei. A mão ficou descontrolada. Bati uma com força, a pica esticada, as bolas retraídas. O prazer subiu rápido demais, apertando a barriga, subindo pela espinha.
— Vou gozar... tia, vou gozar...
— Goza. Goza olhando pra cá. Quero ver essa porra jorrar.
Gozei. O jato saiu forte, grosso, respingando na minha barriga, no peito, um pouco até no lençol. Continuei apertando a pica, tirando os últimos jatos enquanto o corpo inteiro tremia. A tia ficou olhando, os dedos ainda devagar na buceta dela, como se estivesse se deliciando com a cena.
Quando o último espasmo passou, fiquei ofegante, a mão ainda em volta do pau mole e sujo de porra. Ela tirou os dedos da buceta, se levantou, puxou a calça e a calcinha pra cima num movimento rápido. Se inclinou sobre mim, me deu um beijo na boca, demorado, a língua entrando um pouco, o gosto dela misturado com o meu suor.
Depois simplesmente saiu do quarto. Fechou a porta atrás de si sem falar mais nada.
Fiquei deitado ali, o peito arfando, a porra escorrendo pela lateral da barriga, o cheiro dela ainda no ar. O celular ainda tocava algum vídeo no fone, mas eu não escutava mais nada. Só o batimento do coração e a sensação de que aquilo tinha acontecido de verdade.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha tia me assistindo a bater punheta!

Codigo do conto:
272106

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/09/2026

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