O marido tinha viajado na quinta e a casa ficou um silêncio estranho. Na sexta a loja ligou lembrando que o sofá novo chegava no sábado de manhã. Eu tinha esquecido completamente. O problema não era o sofá novo. Era o antigo, pesado pra caralho, ocupando o meio da sala. Precisei de ajuda. Liguei pra minha amiga. Ela não podia vir, mas ofereceu o filho. Danilo. Fazia tempo que eu não via aquele menino. Tinha na cabeça a imagem de um garoto magro, tímido, que desviava o olhar. Agradeci e desliguei. Ele chegou um pouco depois. Abri a porta e por um segundo não reconheci. — Oi, dona Helena. O garoto tinha crescido. Muito. A regata branca marcava os ombros largos, os braços definidos, a pele bronzeada de quem ainda brinca de bola na rua. O short cinza deixava as pernas grossas à mostra, as coxas firmes. Ele ainda tinha o mesmo jeito tímido, o mesmo olhar que descia pro chão, mas o corpo não tinha mais nada de menino. Parecia um homem feito. Eu estava de vestido. Um vestido leve, solto, curto, daqueles que a gente usa em casa quando tá sozinha. Sem sutiã. Os seios pesados balançavam livre sob o tecido fino. Sem calcinha também, porque o calor estava insuportável e eu não esperava visita. — É esse sofá? — ele perguntou, olhando pro móvel grande. — É. Precisamos empurrar pro canto, pra o novo entrar. Ele se posicionou de um lado. Eu do outro. Começamos a empurrar. O sofá era pesado pra porra. Eu me inclinei pra frente, os braços esticados, o vestido subindo pelas coxas. Senti o ar fresco na pele, na parte de trás das pernas, quase na bunda. Ele fazia força, os músculos dos braços saltando, a regata grudando no peito suado. — Mais um pouco — eu disse, a voz saindo mais baixa do que eu pretendia. Empurramos de novo. O vestido subiu mais. Eu senti o tecido enrolar na cintura. Quando olhei pro Danilo, ele estava vermelho até a orelha. O olhar fixo no meu corpo, na curva da minha bunda, nas coxas. O short marcava um volume grosso que não tinha como esconder. A pica dele estava dura, apertada contra o tecido, formando um pau claro de um lado. Ele não percebeu que eu tinha visto. Eu poderia ter parado. Poderia ter me endireitado, puxado o vestido pra baixo, fingido que nada tinha acontecido. Mas não fiz nada disso. O calor entre as minhas pernas já era outro. A buceta estava úmida, o grelinho latejando só de imaginar o que aquele menino tinha escondido no short. Cheguei mais perto e me inclinei de propósito. Daquele ângulo ele tinha visão total dos meus seios. Os mamilos duros marcando o tecido. Ele ficou paralisado, a boca entreaberta, o peito subindo e descendo rápido. — Quer água? — Sim. Fui até a cozinha, enchi um copo e voltei. Quando entreguei, encostei de propósito no braço dele com os seios. Senti o calor da pele dele através do vestido. Não me afastei. — Desculpa — eu disse, a voz rouca. Ele olhava pro chão enquanto bebia, a mão tremendo um pouco. Resolvi ser direta. Não tinha mais graça fingir. — Danilo, você gostou dos meus seios? Ele levantou os olhos, surpreso, a cara vermelha. Eu não esperei resposta. Estendi a mão e peguei no pau dele por cima do short. Era grosso, quente, latejando contra a palma. Apertou. — Acho que sim... — ele murmurou, a voz falhando. Empurrei ele pro sofá. Ele caiu sentado, as pernas abertas. Me ajoelhei na frente dele. O chão frio contra os joelhos. Puxei o short junto com a cueca numa tacada só. A pica dele pulou pra fora, dura pra caralho, a cabeça rosada já brilhando de porra, as veias saltadas. Era maior do que eu esperava. Grosso na base, pesado na mão. Segurei com firmeza. Levei à boca. Chupei devagar primeiro, só a cabeça, sentindo o gosto salgado, a pele quente. Ele gemeu alto, um som rouco que veio do fundo da garganta. — Dona Helena... porra... Não respondi. Abri mais a boca e desci, engolindo o máximo que consegui. A pica batia no fundo da garganta, me fazia lacrimejar. Chupei com vontade, a língua enrolando no pau, a mão apertando a base e mexendo no ritmo. Ele não sabia o que fazer com as mãos. Falei, a boca ainda cheia: — Segura meu cabelo. Ele obedeceu. Os dedos se fecharam no meu cabelo com força. Comecei a chupar mais rápido, o barulho molhado enchendo a sala. A saliva escorria pelo queixo, pingava nos meus seios. Ele tremia, as coxas tensas, o peito arfando. — Tô perto... dona Helena... não consigo segurar... Saí da boca dele com um estalo. A pica balançou, vermelha, latejando, coberta de saliva. — Vem — eu disse, me levantando. Peguei a mão dele e levei pro quarto. Empurrei a porta com o pé. A cama estava desfeita, o lençol amassado. Olhei pra ele. — Tira a roupa. Tudo. Ele tirou a regata com pressa, o short já estava no chão. Ficou nu na minha frente. O corpo era de menino que treina, peito definido, barriga chapada, a pica dura apontando pra cima, as bolas pesadas. Ele deitou na cama, olhando pra mim como se não acreditasse no que estava acontecendo. Tirei o vestido num movimento só. Os seios caíram pesados, os mamilos escuros e duros. Fiquei nua. Ele engoliu em seco, o olhar descendo dos seios pro ventre, parando na buceta molhada, os pelos curtos e o grelinho inchado à mostra. Subi em cima dele. Ajoelhei sobre as coxas grossas, segurei a pica com uma mão e esfreguei a cabeça na minha buceta. O calor era insano. Estava escorrendo, a porra misturada com a minha própria molhadura. Guiei ele pra entrada e desci devagar. Ele entrou fácil. Eu estava encharcada. A pica abriu caminho, grossa, preenchendo tudo. Gemei alto quando sentei até o fundo, a bunda encostando nas coxas dele. — Porra... que buceta apertada... — ele sussurrou, as mãos subindo pra minha cintura. Comecei a me mover. Devagar no começo, sentindo cada centímetro dele dentro de mim. Subia até quase sair e descia de uma vez, o pau batendo fundo. Ele gemia embaixo de mim, os olhos arregalados, a boca aberta. As mãos apertavam minha cintura com força, os dedos afundando na carne. Acelerei. O barulho da minha bunda batendo nele encheu o quarto. A pica entrava e saía molhada, o barulho obsceno. Meus seios balançavam na cara dele. Ele ergueu a cabeça e chupou um mamilo, a língua quente, os dentes roçando de leve. — Isso... chupa... — eu gemia, a voz já quebrada. Continuei rebolando, apertando a buceta em volta do pau dele. O grelinho esfregava no osso da pélvis a cada movimento. O prazer subia rápido, quente, apertando a barriga. Acelerei mais, sentando com força, usando ele. — Vou gozar... Danilo... não para... Ele apertou mais a cintura e começou a empurrar de baixo pra cima, metendo pra dentro enquanto eu descia. O ritmo ficou selvagem. Gemei alto, a cabeça jogada pra trás, o cabelo grudado no suor. Gozei. O corpo inteiro tremeu. A buceta apertou o pau dele em espasmos, molhando ainda mais. Continuei me mexendo, prolongando, até as pernas amolecerem. Saí de cima ofegante. Virei de quatro na cama, a bunda empinada, a buceta exposta, o gozo escorrendo pela coxa. — Vem. Mete. Ele se ajoelhou atrás de mim rápido. A ponta da pica encostou na entrada molhada. Empurrou devagar primeiro, sentindo o caminho. Depois começou a socar. O ritmo era nervoso no começo, inconstante, de quem ainda não sabe controlar. Mas a pica era grossa e isso compensava. — Mais forte — pedi, a voz embargada. — Mete com vontade. Ele obedeceu. Segurou minha cintura com as duas mãos e acelerou. O pau entrava fundo, batendo no fundo da buceta, o barulho molhado ecoando. Cada estocada fazia meus seios balançarem pra frente. Gemei alto, desesperado, o rosto enterrado no travesseiro. — Isso... assim... fode essa buceta... Ele foi achando o ritmo. Socava mais firme, mais fundo. A mão direita desceu e apertou minha bunda, o dedão quase entrando no cu. Senti o calor subir de novo. O grelinho latejava, a buceta engolindo o pau inteiro. — Dona Helena... tô perto de novo... — Não tira. Goza dentro. Ele gemeu alto, um som quase de dor, e acelerou ainda mais. As estocadas ficaram descontroladas, profundas, o corpo batendo no meu. Senti a pica inchar, latejar, e depois o jorro quente me encher. Gozo grosso, quente, enchendo a buceta até escorrer pelas bolas dele e pingar no lençol. Ele continuou metendo devagar, esvaziando tudo, até o pau amolecer um pouco. Ficamos parados. Ele ofegante atrás de mim, as mãos ainda na minha cintura. Eu com o rosto no travesseiro, a buceta latejando, o gozo escorrendo pela coxa interna. Depois de um tempo me levantei. As pernas tremiam. Peguei o vestido no chão e vesti sem calcinha. O tecido grudou na pele suada. Olhei pra ele ainda sentado na cama, o pau mole, brilhando de porra, o peito subindo e descendo. — Melhor você se vestir. Sua mãe deve estar esperando. Ele se vestiu rápido, sem olhar muito pra mim. A regata, o short, a cara ainda vermelha. Acompanhei até a porta. Antes de abrir, puxei ele pela nuca e dei um beijo demorado na boca, a língua entrando, sentindo o gosto de mim mesma nele. — Se precisar de ajuda outra vez... me liga. Ele saiu. Fechei a porta e fiquei encostada nela por um momento, as pernas ainda moles, a buceta latejando com o gozo dele escorrendo. O sofá novo chegou uma hora depois. Eu abri a porta sorrindo, o vestido ainda marcado de suor, e pensei que ia precisar de ajuda pra montar muita coisa naquela casa.
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