Eu costumo ler alguns contos de incesto entre irmãos e acho a maioria fake. É meio broxante até. Pra começo de conversa eu vivi na pele essa situação com meu irmão e bom… não chega nem perto do que eu li por aí. Meu nome é Mariana e eu tenho hoje 23 anos, e meu irmão e eu não tivemos uma relação incestuosa, foi mais para um ato incestuoso. Eu não diria que havia outra coisa além de tédio e tesão naquele momento, nem havia desejo ou nada do tipo. Eu gosto de pensar que foi um momento de necessidade fisiológica por estarmos tanto tempo sem transar com ninguém. Aconteceu numa terça-feira, dia 9 de junho de 2020. Lembro bem dessa data porque foi no dia do velório do meu avô. Era época da pandemia e meus pais saíram depois do almoço para o velório. Eu fiquei aliviada quando minha mãe disse que não levaria a gente por ser uma cerimônia bem intima e também porque era no auge da pandemia. Ficamos em casa, só eu e meu irmão, Diego, que também não estava muito afim de sair. Não tinha muita coisa pra fazer exceto, assistir reprises na TV, maratonar séries e mexer no celular. E foi o que nós dois ficamos fazendo aquela tarde inteira. Ou seja, um tédio total. Eu estava bem à vontade no sofá assistindo a um programa que nem me lembro do que era, Diego veio do quarto dele só pra tirar a minha paz. Era o que ele também gostava de fazer. - Se ajeita, gordinha. Deixa eu sentar aí. Eu odiava quando ele me chamava assim. Ele fazia aquilo pra me irritar e, por mais que eu não fosse gordinha, eu me irritava muito. - Vai sentar em outro lugar, Diego. Me deixa quieta aqui. - Vai. Anda logo. Ele falou aquilo empurrando minhas pernas pra fora do sofá. Geralmente eu só teria deixado ele sentar ali e pronto, mas naquele dia eu não cedi. Coloquei minhas pernas de novo em cima do sofá, e pelo sorriso do meu irmão, era tudo o que ele precisava pra implicar comigo de vez. Naquele momento começou uma luta pra ver quem era mais forte. Diego era mais velho e, claro, sendo homem, era mais forte que uma fraca que nem eu. Eu sabia que ele tinha força suficiente pra me levantar e me jogar no chão se quisesse, mas eu estava decidida a não facilitar as coisas. Em meio aquela lutinha sem sentido, ambos estávamos ofegantes um em cima do outro. Na verdade, meu irmão estava em cima de mim me imobilizando com metade da sua força e prendendo meus braços. - Para, Diego, tá me machucando. - Então, diz que eu sou o maior pica das galáxia. Eu odiava aquelas brincadeiras infantis do Diego, parecia coisa de menino de dez anos. - Saiiiii! – Falei me contorcendo - Fala! Ele estava tão em cima de mim que deu pra sentir o pênis dele tocando minha coxa. A princípio achei que era impressão minha, mas depois tive certeza que estava duro. - Não vai falar não? – Ele insistiu pressionando mais seu quadril contra a minha coxa. - Você é o maior pica das galáxia. Pronto. Agora sai. Diego não saiu. Ficou com aquele sorrisinho cínico no rosto e pressionando cada vez mais seu pênis duro contra minha coxa. - Não sei se você tá merecendo, Mariana. - Para, idiota! Vou dizer pro pai quando ele chegar. - Ah, é? Pois vai ficar mais tempo presa pra aprender. – Nessa hora deu pra sentir mais ainda aquela coisa dura. - Vai dizer isso também? Meu irmão estava tão na maldade ali em cima de mim que afastou minhas pernas e seu pênis pressionava agora a minha vagina. O pior que eu não podia nem me mexer. - Diego! O pai vai te dar uma surra, viu? - Tá sentindo a pressão? - Que pressão o que, garoto? Sai de cima de mim! - Vai dizer que não tá gostando? Sente só. Ele começou movimentar o quadril pra cima e pra baixo roçando por cima da roupa. A gente nunca teve esse tipo de brincadeira, não sei porque meu irmão estava fazendo aquilo. Juro que não sei o que deu em mim na hora, mas ser imobilizada daquele jeito e sentir aquele pau duro roçando na minha buceta estava me deixando excitada. Mas eu não ia admitir aquilo. Nunca. Não era desejo, era mais uma coisa fisica. - Tá bom. Eu saio de cima se você prometer sentar em cima de mim. - Quê? Tá doido? É sério Diego, me solta. Eu não digo pro pai. - Vai sentar em cima de mim? Eu respirei fundo e falei: - Tá bom. - Promete? – Nem ele estava acreditando. - Sim. Prometo. Ele me soltou e eu reparei logo no volume do seu calção. Acho que a pandemia tinha mexido com a nossa cabeça, só pode. Nunca pensei em ver meu irmão excitado por minha causa. E o pior de tudo era que uma parte de mim estava gostando daquilo. - Agora vem, senta um pouquinho. Eu hesitei. - Você prometeu. Vem. Eu sentei no seu colo, bem em cima do seu pau duro por cima da roupa. Mesmo com as várias camadas de roupas deu pra sentir bem a firmeza. - Rebola um pouquinho. - Aí já tá querendo demais, Diego. Eu me levantei, mas ele me segurou pela cintura me prendendo ali. Juro que naquela hora eu senti seu pau pulsar com força embaixo de mim e foi bem gostoso porque era bem debaixo da minha buceta. Meu irmão pegou em um dos meus seios por cima da blusa e tentou tirar meu short e nessa hora eu me levantei. - Tá bom, Diego. Vamos parar por aqui! - Só mais um pouquinho, Mariana. Vem. Olha como é que eu tô aqui. Ele segurou o volume do calção e apertou. - E o que eu tenho a ver com isso? - Vem, pega um pouquinho. Se eu quisesse mesmo sair, eu teria saído. Meu irmão colocou minha mão em cima do seu pau. Estava tão duro que nem o calção estava mais aguentando segurar. Eu segurei um pouco cedendo levemente pro meu tesão. Diego foi rápido ao desabotoar meu short jeans e enfiar a mão dentro da minha calcinha. Eu revirei os olhos quando seus dedos foram direto para a minha buceta. - Caralho! Tá bem molhadinha já. Meu irmão estava quase enfiando o dedo lá dentro quando me dei conta que estávamos indo longe demais. - Melhor a gente parar, Diego. É sério. - Calma, Mari. A gente não tá fazendo nada demais. Vamos lá pro quarto. - Quê? Não! Tá ficando doido? - Então vem, senta aqui no sofá. Vamos só ficar de boa aqui. Vem. Só podia ser o tesão tomando conta de mim naquele momento porque não sei como me deixei convencer a ficar só de calcinha e sutiã sentada no sofá com meu irmão. Minha calcinha estava literalmente ensopada e não dava pra esconder dele. Diego estava de frente pra mim com aquele volume dentro do calção cada vez mais duro. Ele colocou minha mão ali em cima de novo, dessa vez eu apertei levemente sentindo a dureza. Fazia muito tempo desde a última vez que eu havia tocado num pau. Eu também não era de ferro. Diego baixou o calção com cueca e tudo e aquele pau saltou pra fora. Eu me espantei quando vi. Não que fosse grande demais, até porque o pau do meu ex era bem maior, mas porque era o pau do meu próprio irmão. Tipo, crescemos juntos, brigamos, nos abraçamos… enfim, era meu irmão com o pau duro bem na minha frente. Ele se aproximou mais. Estávamos perigosamente perto um do outro a ponto de eu sentir sua respiração. - Tá bem molhadinha, né? Diego esticou a mão e tocou minha buceta. Eu ergui o quadril. Foi mais forte do que eu, mas já era tarde. Meu irmão sorriu e afastou minha calcinha pro lado. Ele era cuidadoso, quase delicado, mas eu só queria que ele tocasse mais forte e esfregasse meu clitóris. Eu fechei os olhos e me permiti sentir aquele toque gostoso nos lábios da minha buceta. Quando eu abri de novo, Diego já estava passando o pau na minha calcinha. Tipo, só tinha a calcinha ensopada entre a gente como uma barreira. - Não, Diego. Já tá indo longe demais. - Calma. Calma. Fica aqui. Eu não vou meter. Só tô passando por cima da calcinha. Calma. Eu fiquei de olho. Atenta a cada movimento que ele fazia. Diego segurava o pau com firmeza e passava lentamente pra cima e pra baixo na minha calcinha. Vocês não tem noção do tesão que eu estava ao ver aquele pau tão duro a milímetros de entrar na minha buceta. Era quase uma tortura sentir aquele calorzinho tão perto. E aquela cabecinha macia pincelando meu clitóris… eu nem conseguia disfarçar mais que não estava gostando. Pra piorar a cara do meu irmão era de quem queria muito foder minha buceta. Ele afastou minha calcinha pro lado e pincelou novamente seu pau duro, dessa vez tocando minha buceta. A cabeça do seu pau ficou toda molhadinha quando encontrou os lábios. Nessa hora eu ergui meu quadril e senti que entrou a pontinha. Já era tarde demais pra mim, eu estava perdida de tanto tesão. - Vem, só um pouquinho! – Eu falei quase gemendo e nem sei se meu irmão entendeu direito. Diego enfiou tudo e eu só fechei os olhos sentindo aquele pau entrar deslizando pra dentro da minha buceta. Acho que nunca fiquei tão molhada na minha vida. Não me lembro bem, mas acho que gemi muito quando entrou. A primeira metida sempre é a melhor, mas aquela fez meu corpo todo querer mais. - Caralho… - Eu ouvi meu irmão falar. Na mesma hora ele veio pra cima de mim ficando na mesma posição onde tudo começou, mas dessa vez com o pau duro enfiado na minha buceta. Meu irmão começou a me foder com força socando tudo dentro. Ele não parava de falar que estava gostoso. E nessa hora eu gozei tanto que minhas pernas se fecharam ao redor do quadril do Diego. O orgasmo me fez relaxar naquele sofá e ficar zonza enquanto meu irmão me fodia. - Vou gozar, Mariana. Foi como se eu tivesse despertado de um sonho. Eu me afastei bem rápido e ele tirou bem na hora. Meu irmão gozou em cima de mim, bem na minha blusa. Fiquei coberta de porra. Ficamos suados e ofegantes em cima daquela sofá da sala. Acho que nunca gozei tão rápido. Eu ainda nem estava acreditando no que tínhamos acabado de fazer. Acho que fui cair na real depois de vários minutos. PORRA, EU TINHA ACABADO DE TRANSAR COM MEU PRÓPRIO IRMÃO! Eu me senti péssima depois disso, mas Diego não. Ele insistia todos os dias pra gente fazer aquilo de novo. Insistia muito mesmo. E eu tentava a todo momento não ficar mais sozinha com ele. Não é que eu não tivesse gostado. É que tudo era errado, entendeu? Acho que naquele dia eu não estava pensando direito por causa do tesão e acabei cedendo. O fato é que nunca mais repetimos aquilo e hoje nem falamos mais no assunto. Fingimos que nada aconteceu. Mas confesso que sempre que lembro daquela vez, eu fico com tesão.
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