Saí de casa plugada e a experiência foi torturante!

Eu tava na casa da minha amiga, a gente conversando sobre umas sacanagens que a gente já tinha aprontado com o meu ficante, quando ela puxou aquele vibrador do fundo da gaveta. Era um daqueles ovos que vibra e você controla pelo celular, do outro lado da cidade se quiser. Eu ri na cara dela.
- Que porra é essa? Falei. Pra que ter um negócio desse? É muito melhor meter o dedo na buceta sozinha ou deixar o cara te foder direito. Isso aí é coisa de gente louca.
Ela me olhou com aquela cara de ofendida, cruzou os braços e falou bem sério:
- É pra usar quando você tá num lugar público e eu tô no controle de casa. Você vai sair com ele e eu fico mandando vibração na sua xota enquanto você tenta fingir que tá normal.
Eu tentei negar. Falei que não. Que era absurdo. Mas depois da última vez que a gente brincou, ela já sabia que eu era uma putinha fácil. Bastou ela ficar me encarando daquele jeito e eu senti a buceta latejar. Acabei cedendo.
- Vai tomar banho. Agora.
Saí do banho ainda pingando e ela já tinha separado a roupa. Saia curta dela, daquelas que mal cobria a bunda, e um cropped branco apertado pra caralho, sem sutiã. Meus peitos ficaram marcando tudo, mamilo duro já só de pensar. Ela me mandou deitar na cama, abriu minhas pernas e começou a me preparar. Passou o dedo na minha fenda, sentiu o quanto eu já tava molhada, riu baixo e falou:
- Olha só essa puta. Já tá escorrendo e eu nem liguei o negócio ainda.
Enfiou o vibrador devagar na minha buceta, ajeitou até ficar bem no fundo, quase tocando o ponto que me faz tremer as pernas. O fiozinho fino saía escondido entre as nádegas. Quando eu levantei, a saia curta mal escondia nada. Qualquer vento e dava pra ver o começo da minha xota.
Ela pediu o Uber sem falar pra onde. Só mandou:
- Você vai avisando quando tiver em lugar mais cheio. E não ousa tirar isso aí.
Já dentro do carro, o motorista era um cara de uns trinta e poucos, olhar pesado no retrovisor. Mal fechei a porta e o celular vibrou. Ela tinha ligado no nível baixo. Uma vibração constante, gostosa, que fazia meu grelinho latejar. Eu apertei as pernas, mordia o lábio. O motorista perguntou o endereço de novo e eu respondi com a voz um pouco trêmula. Ela aumentou um pouco.
- Tá aguentando, putinha? mandou mensagem. Quer dar uma gorjeta especial pro motorista? Abre as pernas um pouco mais e deixa ele sentir o cheiro da sua buceta molhada.
Eu quase gozei só com a mensagem. O carro andando, o vibrador pulsando dentro de mim, a saia subindo um pouco a cada freada. Eu tava louca. Queria abrir as pernas de verdade, mostrar a xota escorrendo pro cara, mas só conseguia respirar fundo e apertar a bolsa no colo. A vibração subiu de novo. Eu soltei um gemido baixo, abafado, e o motorista olhou pelo retrovisor.
- Tudo bem aí atrás? perguntou.
- Tá... tá sim. Respondi quase gemendo. Só um pouco de calor.
Ele continuou dirigindo, mas eu senti o olhar dele. A porra do vibrador batendo no meu ponto certo e eu apertando a bunda no banco, molhando a calcinha fina que ela tinha me obrigado a usar. Quando o carro parou no shopping, minhas pernas tavam bambas. Paguei o cara com a mão tremendo e desci quase cambaleando.
O shopping tava cheio. Famílias, casais, homens sozinhos. Eu mandei mensagem pra ela:
- Cheguei. Tá lotado.
A vibração aumentou na hora. Forte. Eu quase dobrei o corpo no meio do corredor. Tive que me apoiar numa vitrine. Meus mamilos estavam duros pra caralho, marcando o cropped branco como se eu tivesse pedindo pra alguém chupar. Andei devagar até a escada rolante. Avistei ela e mandei:
- Escada rolante agora.
Ela colocou no modo pulsante. Vibra, para, vibra mais forte. Eu subi a escada com as pernas abertas o mínimo possível, mas a saia curta e a vibração faziam minha buceta abrir e fechar sozinha. Um cara atrás de mim deve ter visto alguma coisa, porque ficou encostado demais. Eu soltei um gemido baixo quando a vibração bateu forte e tive que morder o lábio pra não gritar.
No andar de cima ela me mandou entrar em lojas. Falar com vendedores homens. Eu fui. Numa loja de roupa masculina, um atendente novo, bonito, veio me ajudar. Eu tava com a voz embargada, as pernas inquietas, apertando e abrindo a coxa pra tentar aliviar a pressão no grelinho. Ele me mostrou umas camisas e eu ficava olhando a boca dele, imaginando aquela boca na minha xota enquanto o vibrador me fodia sem piedade.
- A senhora tá bem? ele perguntou, notando meu olhar vidrado e os peitos subindo e descendo rápido.
- Tô... ótima. Respondi com um sorriso torto. Só... um pouco quente.
A vibração aumentou de novo. Eu soltei um “ahn” bem baixo, quase inaudível, mas ele ouviu. Ficou me olhando diferente. Eu saí da loja com as pernas tremendo, a buceta escorrendo tanto que sentia o molhado na coxa.
Ela me mandava de um lado pro outro. Elevador. Escada. Corredor cheio. Sempre que eu avisava, a vibração mudava. Às vezes ficava no ponto certo e eu tinha que parar, fingir que tava olhando vitrine, enquanto gozava baixinho, apertando as pernas, a saia molhada por dentro. Outras vezes ela deixava no nível alto e eu quase caía. Os homens olhavam. Olhavam meus peitos, a boca entreaberta, a forma como eu andava com as coxas juntas. Eu olhava de volta. Cada um virava objeto. Eu imaginava a pica de cada um entrando em mim enquanto o vibrador me torturava.
Num elevador lotado eu avisei. Ela colocou no máximo. Eu fiquei no canto, de frente pra parede de espelho, vendo meu próprio rosto vermelho, boca aberta, mamilos gritantes. Um homem atrás de mim ficou tão perto que senti o volume da calça dele na minha bunda. Não me afastei. A vibração tava tão forte que eu comecei a tremer. Soltei um gemido desesperado, abafado na mão. O elevador parou, as pessoas saíram, e eu fiquei mais um segundo ali, gozando em pé, a buceta contraindo no vibrador, o gozo escorrendo pela coxa.
Ela mandou mensagem:
- Conta quantas vezes você já gozou, sua puta.
Eu respondi com a mão tremendo:
- Três. Quase quatro. Por favor, para um pouco...
Ela não parou. Só diminuiu pro nível que me deixava louca sem me deixar gozar de novo. Eu continuei andando pelo shopping como uma cadela no cio. Cada homem que passava eu imaginava metendo a pica grossa na minha xota molhada, no meu cu, na minha boca. A saia curta, o cropped transparente de suor, o cheiro da minha buceta no ar. Eu tava completamente entregue.
Quando finalmente ela me deixou sair, eu entrei no Uber de volta quase sem força nas pernas. No caminho ela ainda brincou, fazendo o vibrador pulsar de vez em quando só pra me ver gemer baixinho no banco de trás. Cheguei em casa destruída, a calcinha encharcada, a buceta latejando, o grelinho inchado e sensível.
Tirei o vibrador no banheiro e fiquei olhando ele escorrendo o meu gozo. Mandei mensagem pra ela:
- Você provou o ponto. Eu sou uma puta mesmo. E adorei cada segundo dessa tortura.
Ela só respondeu com um emoji de risada e a frase:
- Sabia que você ia gostar, sua vadia. Próxima vez a gente chama o ficante pra assistir.
Eu fiquei no chão do banheiro, pernas abertas, dedos na buceta ainda latejando, lembrando de cada olhar, cada vibração, cada gemido que eu não consegui segurar. E sabia que ia querer de novo. Mais forte. Mais público. Mais sujo.

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Comentários


foto perfil usuario claudiofloripabi

claudiofloripabi Comentou em 14/09/2026

Que tesão de história, deve ter ficado até com as penas molhada




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Saí de casa plugada e a experiência foi torturante!

Codigo do conto:
272185

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
14/09/2026

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