A tenda era enorme, tipo circo de verdade, só que plantada no meio da porra da floresta. Luz baixa pra caralho, só uns neon roxos e verdes piscando de vez em quando, fumaça de incenso misturada com cheiro de sexo e suor. Gente pelada pra todo lado, gemendo, chupando, fodendo. Eu e a minha esposa a gente tinha combinado de entrar naquela orgia pra quebrar a rotina. A gente já tava casado há anos, ela já tinha dado pra outros na minha frente e eu já tinha comido outras na frente dela, mas aquilo ali era outro nível. Hippie, selvagem, sem regra. Eu tava de pé, de cueca ainda, olhando a minha mulher se ajoelhar na frente de um cara alto e engolir a pica dele até o fundo da goela. O barulho de engasgo molhado me deixou duro instantâneo. Foi aí que senti uma mão feminina quente escorregar por trás, passar pela minha cintura e enfiar direto dentro da cueca. Os dedos finos apertaram meu pau, subiram e desceram devagar, espalhando o pré-gozo que já tava escorrendo. Eu me virei sem pensar e quase cai pra trás. Era a minha irmã. A cara dela tava no escuro quase total, só a boca se abrindo. Ela não viu meu rosto. Só ajoelhou na hora, puxou a cueca pra baixo e engoliu minha pica inteira de uma vez só. A boca quente, molhada, apertada. A língua dela rodou na cabeça enquanto ela chupava fundo, fazendo barulho de garganta, aquele barulho nojento e gostoso de saliva escorrendo. Eu segurei o cabelo dela e enfiei mais fundo, sentindo o fundo da goela dela tremer. — Porra… engole tudo, sua putinha… Ela gemeu com a boca cheia e o gemido vibrava no meu pau. Eu tava tão excitado que não consegui controlar. Puxei ela pra cima, virei de costas pra mim, empurrei o corpo dela pra frente e enfiei a pica de uma vez só na buceta dela. Estava encharcada, quente, escorrendo. A buceta da minha irmã engoliu meu pau até o saco bater nela. Eu segurei a cintura dela e comecei a meter com força, sem dó, sem ritmo, só foder. — Aiii, caralho! — ela gritou alto, a voz rouca. — Aiiiiiii, porra, que pica gostosa… mete mais fundo, caralho! Eu meti. Meti como se fosse a última foda da minha vida. A buceta dela fazia barulho molhado a cada estocada, aquele barulho de xoxota batendo. O grelinho dela tava duro, inchado, eu sentia a pontinha roçando na base do meu pau toda vez que eu entrava fundo. Ela rebolava pra trás, empurrando o cu pra mim, pedindo mais. — Assim… assim, porra… arromba essa buceta… aiiii, caralho, eu vou gozar! Eu segurei o cabelo dela com uma mão e com a outra apertei a bunda, abrindo as nádegas. O cu dela tava piscando, apertadinho, eu passei o polegar em cima e empurrei só a ponta. Ela gritou mais alto. — Vai, enfia o dedo no cu também… caralho, eu tô gozando! O orgasmo veio forte. A buceta dela apertou meu pau tão forte que quase me fez gozar junto. Ela tremeu inteira, as pernas bambas, o corpo se contraindo em ondas. Eu continuei metendo enquanto ela gozava, sentindo o líquido dela escorrer pela minha pica e pingar no chão da tenda. Foi aí que ela olhou pra trás. O neon piscando mostrou meu rosto. Os olhos dela se arregalaram. A boca se abriu. Por um segundo ela parou de respirar. Eu senti o corpo dela travar… e no segundo seguinte ela empurrou o cu pra trás com mais força ainda, engolindo minha pica até o fundo. — Porra… — ela sussurrou, a voz tremendo de tesão e choque. — É você… caralho, é meu irmão me comendo… Eu não parei. Continuei metendo, agora olhando nos olhos dela. Ela virou o rosto de novo, apoiou as mãos no chão e rebolou como uma puta desesperada. — Não para… não para, porra… mete mais forte… eu quero sentir essa pica estourando minha buceta… Eu segurei os dois lados da cintura dela e comecei a foder de verdade. Cada estocada fazia o peito dela balançar, o gemido sair rouco. Eu abaixei o corpo, colei o peito nas costas dela e falei no ouvido: — Sua buceta tá sugando meu pau, irmã… tá molhada pra caralho… você tava precisando dessa pica, né? — Sim… — ela gemeu, a voz falhando. — Eu tava… caralho, eu tava… mete no cu também… quero sentir você arrombar meu cu… Eu tirei o pau da buceta, todo molhado de porra dela, e empurrei a cabeça contra o cu apertado. Ela empurrou pra trás ao mesmo tempo. O cu abriu devagar, resistindo, e depois engoliu a cabeça. Eu entrei mais um pouco, sentindo o anel apertar. Ela gritou de novo, agora mais agudo. — Aiiii, porra… que grosso… vai fundo… arromba esse cu… Eu enfiei até o saco. O cu dela estava quente pra caralho, apertando, pulsando. Eu comecei a meter devagar no começo, depois mais rápido. A cada estocada o corpo dela tremia. Eu metia no cu e com a mão livre esfregava o grelinho dela, apertando, esmagando. — Assim… assim… caralho, eu vou gozar de novo… Ela gozou de novo, agora com o cu engolindo minha pica. O orgasmo foi tão forte que ela quase caiu. Eu segurei ela pelo cabelo e continuei fodendo o cu enquanto ela escorria pela própria perna. O barulho era obsceno: pele batendo, gemido, o cu molhado de saliva e de porra da buceta. Eu tirei o pau do cu, virei ela de frente e a coloquei de quatro de novo. Agora eu queria ver a cara dela enquanto comia. Enfiei de novo na buceta e comecei a meter fundo, olhando os olhos dela. — Olha pra mim enquanto eu te fodo… — eu falei. Ela olhou. A boca aberta, a saliva escorrendo. Eu senti o gozo subindo. Segurei a cintura com força e meti até o fundo uma última vez. — Vou gozar dentro… — Goza… goza dentro da minha buceta… enche essa puta de porra… Eu gozei. Esporrei fundo, jato atrás de jato, enchendo a buceta dela. Ela apertou as paredes e gozou junto de novo, o corpo inteiro tremendo, o gemido saindo quase em choro. Eu continuei metendo enquanto gozava, sentindo a porra escorrer pra fora e descer pela coxa dela. Quando parei, os dois estavam ofegantes. Ela ainda estava de quatro, a buceta aberta, a porra escorrendo. Eu passei a mão e empurrei de volta pra dentro. Ela olhou pra trás e sorriu, a voz rouca: — Caralho… a gente acabou de fazer a maior putaria da vida… Eu puxei ela pra cima, beijei a boca suja dela e enfiei dois dedos de novo na buceta, sentindo minha própria porra quente. — Ainda não acabou — eu falei no ouvido dela. — Agora eu quero que você chupe essa pica limpa… e depois eu vou comer esse cu de novo até você não conseguir mais andar. Ela ajoelhou na hora, passou a língua na minha pica suja de porra e buceta, e engoliu tudo de novo. O neon piscava, a tenda cheia de gemido alheio, e a gente dois irmãos casados, fodendo como se o mundo fosse acabar naquele segundo. E eu ainda não tinha terminado com ela.
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