O ar da festa de fim de ano ainda cheirava a álcool barato, suor e aquele perfume doce de mulher que se mistura com o calor. Tema havaiano, músicas altas, luzes baixas e um monte de gente do trabalho se esfregando sem vergonha. Juliana estava linda pra caralho. A barriga de cinco meses já aparecia bem embaixo daquele top apertado, as tetas inchadas quase saltando pra fora, a pele brilhando de suor e o shortinho curto marcando as coxas gordinhas. Eu olhava de longe e sentia o pau latejar só de imaginar o que aquela buceta grávida devia estar pedindo. A gente se aproximou perto da mesa de drinks. Ela já tinha bebido um pouco, o rosto corado, os olhos brilhando. Conversamos sobre merda nenhuma, sobre o trabalho, sobre o marido que estava viajando. De repente ela chegou perto do meu ouvido e falou baixo: - Você já comeu mulher grávida? Eu ri, mas o pau já estava duro dentro da calça. - Já. E gozei gostoso pra caralho. Mulher grávida fica com um cheiro diferente, a buceta fica mais molhada, mais quente... Ela mordeu o lábio e me encarou. - Meu marido quase não me come. Eu acordo de madrugada me tocando, enfiando o dedo nessa buceta molhada e pensando em pau. Quero dar. Quero que me foda até eu gritar. Eu ofereci carona. Ela aceitou na hora. No carro, o cheiro dela já invadia tudo. Perfume, suor, e aquele aroma doce de buceta quente. No semáforo ela não aguentou. Virou o corpo, agarrou meu rosto e beijou com fome, a língua entrando na minha boca como se quisesse engolir minha alma. A mão dela desceu direto pro meu pau, apertou por cima da calça e gemeu no beijo: - Porra, que pica grande... quero essa porra toda dentro de mim. Acelerei pro motel mais próximo. No caminho ela abriu meu zíper, tirou o pau pra fora e começou a masturbar devagar, a mão quente apertando a cabeça, o polegar espalhando o pré-gozo. Eu dirigia com uma mão só, o outro braço por trás do banco dela, apertando a teta inchada por cima do top. - Chupa, porra - eu pedi, a voz grossa. Ela se inclinou e engoliu a cabeça do meu pau de uma vez. A boca quente, molhada, a língua rodando. Ela chupava com vontade, fazendo barulho, babando, a mão subindo e descendo no tronco enquanto a outra apertava o saco. Eu quase bati o carro de tanto tesão. No motel a gente mal fechou a porta. Juliana ajoelhou no chão sujo do quarto, tirou o top e aquelas tetas pesadas, veias azuladas, mamilos escuros e duros, saltaram pra fora. Eu agarrei os dois peitos, apertei, chupei os mamilos enquanto ela engolia meu pau até quase engasgar. A babinha escorria pelo queixo dela, pingava nas tetas. - Que delícia de pica... - ela falava entre uma chupada e outra, a voz rouca. - Quero engolir teu leite todo. Eu puxei ela pelo cabelo, levantei e joguei na cama. Arranquei o shortinho e a calcinha molhada de uma vez. A buceta dela estava inchada, os lábios gordinhos, o grelinho saltado, brilhando de porra. O cheiro subiu forte, doce e forte. Eu ajoelhei entre as pernas dela, abri bem e comecei a lamber devagar. Primeiro os lábios externos, depois a fenda, a língua entrando e saindo. Ela arqueou a barriga e gemeu alto: - Aihhh porra... assim... lambe essa buceta, caralho... Eu chupei o grelinho com força, sugando, passando a língua de um lado pro outro enquanto enfiei dois dedos dentro. A buceta dela apertava os dedos, molhada pra caralho, o barulho molhado enchendo o quarto. Eu lambia tudo, chupava o clitóris, enfiava a língua fundo, o queixo molhado de porra dela. Juliana tremia, as unhas cravadas no lençol, os gemidos saindo desesperados: - Aaaaih... vou gozar... chupa mais... chupa esse grelinho, porra... aihhh caralho... Ela gozou na minha boca, a buceta contraindo, o líquido escorrendo pela minha língua. Eu continuei lambendo até ela se contorcer e empurrar minha cabeça. - Sobe... me fode agora... quero teu pau dentro dessa buceta molhada. Eu deitei e ela montou. A barriga dela apoiada no meu peito, as tetas balançando na minha cara. Ela pegou meu pau, encaixou na entrada e desceu devagar. A buceta abriu, engoliu a cabeça, depois o tronco inteiro. Estava tão molhada que eu entrei fácil, mas apertada pra caralho. Ela gemeu fundo quando sentou até o fundo: - Porraaaa... que pica grossa... tá me abrindo toda... Ela começou a cavalgar. Movimentos curtos, rápidos, a buceta batendo na base do meu pau com barulho molhado. Eu segurava as coxas dela, apertava a bunda, subia a mão e puxava os mamilos. Ela rebolava com força, a barriga balançando, os gemidos saindo altos e sujos: - Isso... fode... fode essa buceta grávida... aihhh porra... mais forte... quero sentir essa pica batendo fundo... Eu empurrava pra cima, encontrando o ritmo dela. O barulho de pele molhada, o cheiro de sexo, o suor escorrendo entre os corpos. Ela gozou de novo em cima de mim, a buceta apertando meu pau em espasmos, o líquido escorrendo pelas bolas. - Troca... quero de quatro... quero que você me foda com vontade. Ela desceu, se ajoelhou na cama, a bunda empinada, a barriga pendurada. Eu fiquei atrás, abri as nádegas e enfiei de uma vez. O pau sumiu dentro daquela buceta quente e molhada. Comecei a meter forte, as bolas batendo na bunda dela, a mão puxando o cabelo. Juliana gritava no travesseiro: - Aihhh caralho... assim... mete fundo... fode essa buceta... quero teu leite... goza dentro de mim, porra... Eu metia sem dó, o pau entrando e saindo molhado, o cuzinho dela se abrindo um pouco a cada estocada. Passei o polegar por ele, molhei de porra da buceta e enfiei o dedo devagar. Ela gemeu mais alto ainda: - Isso... enfia no cu também... aihhh delícia... me fode os dois buracos... Continuei metendo na buceta enquanto o dedo entrava e saía do cu. O corpo dela tremia inteiro. Eu sentia o tesão subindo, o saco apertando. - Vou gozar... - eu avisei, a voz rouca. - Dentro... goza tudo dentro... quero sentir teu leite escorrendo... Eu meti até o fundo e explodi. O porra saiu forte, jato atrás de jato, enchendo a buceta dela. Continuei metendo enquanto gozava, espalhando o leite. Quando tirei o pau, o branco escorreu pela fenda, pingou no cuzinho, escorreu pela coxa. Juliana se virou, pegou meu pau ainda semi-duro e chupou o resto, limpando tudo com a língua. - Que porra gostosa... - ela murmurou, lambendo os lábios. A gente ficou ali um tempo, ofegantes. Mas o tesão não passou. Em menos de meia hora eu já estava duro de novo. Dessa vez eu deitei ela de lado, levantei a perna dela e enfiei devagar. A buceta ainda estava cheia do meu leite, quente e escorregadia. Meti com calma no começo, depois fui acelerando. A mão dela ia pro grelinho, esfregando enquanto eu fodia. Os gemidos voltaram: - Aihhh... continua... fode... quero mais... enche de novo essa buceta... Eu gozei de novo dentro, o segundo jato misturando com o primeiro. Quando tirei, a porra escorria farta, o cuzinho brilhando. Ela meteu o dedo, pegou um pouco e chupou. Depois daquela noite a gente se encontrou mais vezes. No estacionamento da empresa, no banheiro do terceiro andar, no carro depois do almoço. Sempre a mesma fome. Ela chegava molhada, puxava meu pau pra fora e sentava ali mesmo, a barriga entre nós, gemendo baixinho pra ninguém ouvir: - Mete... rápido... quero teu leite antes de voltar pro trabalho... E eu metia, gozava dentro, e ela ia embora com a calcinha encharcada, o sorriso no rosto e o cheiro de sexo escondido debaixo do perfume. Aquela buceta grávida virou meu vício. E ela nunca se cansava de pedir mais.
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