Depois de implicar tanto, minha cunhadinha me deu a bucetinha!
Eu tinha 22 anos e morava com a Melissa, minha namorada na época, e com a irmã dela, a Camila. A gente dividia um apartamento pequeno, dois quartos, uma sala e uma cozinha apertada. Camila e eu nunca fomos amigos de verdade. Não era ódio, mas a gente vivia se cutucando. Ela reclamava que eu deixava o chão do banheiro molhado depois do banho, que eu abria a porta do armário da cozinha e esquecia aberta, que eu falava alto demais no telefone. Eu achava que ela era uma amargurada que não conseguia se divertir na vida e por isso continuava solteira. Ela tinha aquele jeito de quem carrega um peso nas costas o tempo todo, sempre com cara de poucos amigos, cabelo sempre preso num rabo de cavalo bagunçado, corpo gostoso pra caralho mas escondido atrás de pijamas largos e camisetas velhas. Uma das reclamações mais constantes dela era o sexo. Toda noite que eu e a Melissa metíamos, ela batia na parede. Às vezes batia forte, outras vezes só batia três vezes ritmadas como se estivesse mandando a gente se controlar. A Melissa sempre ria baixinho e me puxava mais pra perto, gemendo no meu ouvido pra me provocar. Eu gostava de ouvir a Camila se irritando. Tinha um prazer meio doentio nisso. Um dia de semana qualquer a Melissa saiu pra trabalhar cedo. Eu fiquei em casa, deitado no sofá, rolando o celular. Camila apareceu da cozinha com uma caneca de café na mão e cara de quem não dormiu direito. Ela se jogou na poltrona em frente a mim e começou o discurso. - Vocês dois não têm o menor respeito. Ontem de novo. A noite inteira. Eu não aguento mais. Eu levantei uma sobrancelha. - A noite inteira não. Foi umas duas horas no máximo. - Parece que foi a noite toda. Sexo alto é desrespeitoso pra caralho. Eu tô pensando sério em me mudar. Eu ri. Não consegui segurar. - Você podia só se juntar a gente da próxima vez. Ela me olhou como se eu tivesse cuspido no café dela. - Que porra é essa que você tá falando? - Tô falando sério. Em vez de ficar batendo na parede, entra no quarto. Resolve o problema. Camila ficou vermelha da raiva. Levantou da poltrona e começou a andar de um lado pro outro. - Eu não quero que a minha irmã tenha tanto sexo. Isso tá me fazendo odiar ela. Todas as tentativas que eu fiz de arrumar alguém nos últimos meses deram em nada. Ninguém me quer. E eu tenho que ficar aqui ouvindo vocês dois fodendo como se o mundo fosse acabar. Meus ouvidos se agitaram com aquela confissão. Eu me sentei no sofá, apoiando os cotovelos nos joelhos. - Eu já falei que você pode se juntar. - Eu não vou transar com a minha irmã, seu imbecil. Eu quero meu próprio homem. - Então fica só comigo. A Melissa não precisa saber. Ela parou de andar. Me encarou por um segundo longo demais. - Nunca vai acontecer. - Com medo de gostar? Você ouve a Melissa todas as noites. Ela não tem uma reclamação sequer da minha pica. Vi o conflito no rosto dela. Os olhos dela baixaram um segundo, depois subiram de novo. A respiração mudou. Eu continuei. - Ninguém precisa saber. É só hoje. Você tá precisando. Eu tô vendo. Camila mordeu o lábio inferior. A mão que segurava a caneca tremeu um pouco. - Você não faria isso de verdade... - Vamos lá. - eu apontei com a cabeça pro corredor. - Quarto da Melissa e meu. As câmaras do rei. Ela ficou parada mais uns cinco segundos. Depois largou a caneca na mesinha e começou a andar em direção ao quarto dela. - Pra onde você vai? - Eu... - Não. Vem pro meu quarto. Agora. Camila hesitou, mas virou o corpo e veio atrás de mim. Entrei no quarto, fechei a porta atrás dela e travei. O coração dela devia estar batendo tão forte quanto o meu. Ela ficou parada perto da cama, abraçando o próprio corpo. - Isso é tão errado - ela murmurou, mas as mãos já estavam puxando o elástico do short de pijama pra baixo. O tecido caiu nos tornozelos. Por baixo não tinha calcinha. A buceta dela era lisa, só um buço fino acima do grelinho, e já brilhava de molhada. Ela tirou a camiseta larga por cima da cabeça. Os peitos saltaram, não eram enormes, mas eram redondos, com mamilos escuros e endurecidos. Ela subiu na cama e se cobriu até o pescoço com o lençol, como se ainda pudesse esconder alguma coisa. Eu fiquei em pé olhando pra ela. Meu pau já estava duro pra caralho só de saber que ela estava nua debaixo daquele lençol, e ainda tinha o cheiro da Melissa na minha boca da noite anterior. Eu não tinha lavado o rosto direito. Os fluidos secos da irmã dela ainda estavam na minha pele. Isso me deixou ainda mais duro. Levantei o lençol e me enfiei debaixo. O cheiro da buceta dela me bateu forte, um cheiro ácido e doce misturado. Sem falar nada eu abri as coxas dela com as mãos e enterrei a cara ali. A língua encontrou o grelinho inchado logo de cara. Camila soltou um gemido baixo e engasgado, as mãos agarrando meus cabelos. - Porra... caralho... Eu chupei o grelinho dela com força, passando a língua de cima pra baixo, entrando um pouco na entrada molhada e voltando pro botão. Ela estava encharcada. Os sucos dela escorriam pelo meu queixo. Eu limpava com a língua e voltava a chupar. Camila abriu mais as pernas e empurrou a buceta contra a minha boca. - Tá perfeito... não para... por favor não para... Perguntei entre uma lambida e outra: - Quer que eu mude alguma coisa? - Não... tá perfeito... continua comendo minha buceta assim... Eu continuei. Chupei, lambi, enfiei a língua fundo e voltei pro grelinho, desenhando círculos. Os gemidos dela foram ficando mais altos, mais desesperados. As coxas começaram a tremer. Eu sentia o grelinho pulsar contra a minha língua. Quando ela estava quase gozando eu parei de propósito. Camila soltou um gemido de frustração. - Por que parou, caralho? Eu me levantei debaixo do lençol só o suficiente pra tirar a camiseta e a calça. Meu pau saltou livre, duro como pedra, a cabeça já molhada de porra. Peguei a camisinha na gaveta da mesinha de cabeceira, rasguei o plástico com os dentes e comecei a colocar. Camila puxou o lençol pra baixo. - Quero ver. - Ainda não. Eu coloquei o dedo indicador nos lábios dela e empurrei a cabeça dela de leve pra baixo, mandando ela ficar quieta. Depois desci a boca pros peitos dela. Chupei um mamilo, depois o outro, mordiscando de leve. Camila arquejou. Enquanto chupava os peitos eu posicionei a cabeça da minha pica na entrada da buceta dela. Empurrei devagar. Ela estava tão molhada que eu deslizei até o fundo num movimento só. O gemido que saiu da boca dela foi alto, descontrolado, quase um grito. - Caralhooooo... você me enche completamente!! Porra, que pica grossa... Comecei a meter. Devagar no começo, sentindo as paredes da buceta dela se agarrarem no meu pau. Cada vez que eu entrava fundo ela soltava um gemido diferente. - Caralho... caralho... meu Deus... mais fundo... - Agora você entende? - eu perguntei, metendo com mais força. - Mmhmm... sim... porra sim... Ela abriu os olhos e me olhou com a cara toda vermelha, o cabelo bagunçado colado na testa. - Tira isso. Eu quero ver seu pau. Dessa vez eu obedeci. Parei, puxei a pica pra fora e me ajoelhei entre as pernas dela. Camila se sentou um pouco, olhou pro meu pau coberto de porra e do mel dela, e sorriu de um jeito safado que eu nunca tinha visto nela. A mão dela pegou no meu pau e apertou. - Que tamanho é esse, caralho... - Gosta? - Siiiim... porra, gosto pra caralho. - Mas não é seu. É da sua irmã. Ela passou o polegar pela cabeça do meu pau, espalhando o líquido. - Neste momento é meu. - Nãooo, não é. - Mas a sua punheta é minha - ela disse, e começou a bater uma em mim devagar, apertando forte na base. Eu deixei ela brincar um pouco. Depois empurrei ela de volta pra cama, abri as pernas dela e enfiei de novo. Voltei pra posição de missionário e comecei a meter com força. O barulho da buceta molhada enchendo o quarto. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem. Camila gemía sem controle, a boca aberta, os olhos revirando. - Mais forte... porra, mete mais forte nessa buceta... Eu meti. O som da pele batendo na pele ecoava. Eu segurava as coxas dela abertas e fodia sem piedade. O grelinho dela esfregava na base do meu pau a cada movimento. Vi o orgasmo chegando no rosto dela antes mesmo dela falar. O corpo inteiro tremeu. Ela gritou. - Vou gozar... caralho vou gozaaaaaaar... não para... não paraaaaaa... Ela gozou apertando minha pica com tanta força que quase me fez gozar junto. As paredes da buceta dela se contraindo, milimetrando o meu pau. Eu não puxei pra fora. Fiquei parado fundo nela, sentindo cada espasmo. Camila ofegava, os olhos semicerrados, a boca entreaberta. Quando as contrações diminuíram eu comecei a meter de novo, mais devagar. Ela ainda estava sensível. Cada movimento arrancava um gemido rouco dela. Depois de um tempo eu saí de dentro, virei ela de quatro e enfiei de novo por trás. A visão daquele cu apertado e da buceta engolindo minha pica me deixou louco. Segurei os quadris dela e comecei a foder com tudo. Camila enterrou o rosto no travesseiro e gritou abafado. - Porraaaa... assim... continua assim... sua pica tá acabando comigo... Eu metia fundo, puxava quase pra fora e enfiava de novo até as bolas baterem nela. O cu dela se abria e fechava com o movimento. Não resisti. Cuspi no dedo e passei no cu dela, apertando de leve. Ela gemeu mais alto. - Pode enfiar o dedo... por favor... Enfiei o dedo médio no cu dela enquanto metia na buceta. Camila quase desmoronou. O orgasmo veio rápido dessa vez. Ela gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, a buceta esguichando um pouco no meu pau. Eu senti o líquido escorrendo pelas minhas bolas. Continuei metendo e dedando o cu dela até ela implorar. - Para... porra... tá sensível demais... Eu parei, mas não tirei o pau. Fiquei dentro dela, sentindo as últimas contrações. Depois me deitei de costas e puxei ela pra cima de mim. Camila se posicionou e desceu devagar no meu pau. Quando sentou até o fundo soltou um gemido longo. - Caralho... ainda tá duro pra porra... Ela começou a quicar. No começo devagar, depois mais rápido. Os peitos balançando na minha cara. Eu segurava a cintura dela e empurrava pra cima, encontrando o movimento. Camila se inclinou pra frente e me beijou na boca enquanto gozava de novo. Foi um beijo molhado, desesperado, os gemidos dela entrando na minha boca. Eu engoli cada um deles. Beijo de orgasmo é outra coisa. A língua dela tremeu junto com o corpo. Depois que ela desceu do segundo orgasmo continuou quicando, mais lenta, se recuperando. Eu aproveitei pra chupar os peitos dela de novo, mordendo os mamilos. Camila gemeu no meu ouvido. - Quero que você goze dentro... com a camisinha mesmo... quero sentir sua pica latejando... Eu virei ela de novo pra debaixo de mim. Abri as pernas dela o máximo que deu e meti com tudo. O ritmo ficou selvagem. O barulho da buceta molhada era obsceno. Camila arranhava minhas costas, gemendo sem parar. - Isso... fode essa buceta... ela é sua agora... porra... Eu senti o orgasmo subindo. As bolas pesadas, a pressão na base do pau. Meti mais fundo, mais rápido. - Vou gozar... - Goza... goza pra mim... quero ver sua cara... Eu gozei com um gemido rouco, a pica latejando dentro dela, enchendo a camisinha. Camila apertou as pernas em volta da minha cintura e me segurou lá dentro até a última pulsação. Ficamos parados, suados, ofegantes. O cheiro de sexo no quarto era pesado. Depois que eu saí de dentro ela olhou pra camisinha cheia e deu uma risadinha baixa. - Porra... você goza muito. Eu tirei a camisinha, fiz um nó e joguei no lixo. Deitei do lado dela. Os dois quietos por um tempo. A culpa bateu um pouco, mas o corpo ainda formigava. - A gente não deveria ter feito isso - ela falou baixinho. - Mas fez. E você gozou três vezes. Camila virou o rosto pra mim. Tinha um sorriso safado no canto da boca. - Quatro. Você não contou o da sua boca. Eu ri. Levantei da cama e comecei a me vestir. - Vamos almoçar. Eu pago. Ela se vestiu em silêncio. O clima entre a gente tinha mudado completamente. Não era mais aquela tensão de briga. Era outra coisa. Mais pesada. Mais quente. Daquele dia em diante a gente começou a se comer algumas vezes por mês. Sempre quando a Melissa saía. Camila ficava menos amargurada. Parou de bater na parede. Às vezes ela até pedia baixinho, do outro lado da parede, enquanto eu metia na irmã dela. Eu fingia que não ouvia, mas a pica endurecia na hora. Até o dia em que a Melissa chegou mais cedo e encontrou a gente no sofá, a Camila sentada na minha pica, quicando devagar, a mão na boca pra não gemer alto. O silêncio que se seguiu foi o pior de todos. Ninguém morou mais junto depois disso. Mas a Camila ainda me visitava algumas vezes. Sempre com a mesma cara de quem tava fazendo uma coisa errada e gostando pra caralho. E cada vez que ela abria a porta do meu novo apartamento, a primeira coisa que ela falava era: - Tira a roupa. Eu quero essa pica agora.
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