Minha irmã me ajudou a descobrir minha bissexualidade!
A gente sempre dividiu o quarto, desde pequenas. Eu e a Leticia. Cama de um lado, cama do outro, e no meio um monte de conversa sem filtro. Eu já tinha trazido cara pra dormir aqui, ela já tinha ouvido eu gozando alto, eu já tinha ouvido ela se tocando de madrugada e fingindo que tava dormindo. Nada era tabu entre a gente. Ela sempre foi mais quietinha, mais de ficar só assistindo minha vida sexual e perguntando depois. Perdeu a virgindade com um namorado meu, lembra? Eu tava no quarto do lado, ouvindo tudo, e depois fui lá dar conselho enquanto ela ainda tava com o cu arrebentado e a buceta latejando. Então uma noite dessas, eu tava deitada de costas, pernas abertas, dois dedos entrando e saindo da minha buceta molhada, polegar no grelinho, gemendo baixo. A luz do celular iluminava meu rosto. Do outro lado do quarto veio a voz dela, meio trêmula: - Mana… posso te perguntar uma coisa estranha? Eu parei os dedos, mas não tirei a mão. - Manda. - Eu acho que posso ser bi. Mas não sei. Toda vez que penso em mulher eu fico molhada, mas nunca fiz nada. E se eu tentar com uma desconhecida eu acho que travo. Você… você poderia ser a primeira? Só pra eu descobrir? Eu fiquei olhando o teto uns segundos. A cabeça deu uma volta. Irmã. Buceta de irmã. Língua na buceta de irmã. Mas a gente já tinha feito coisa bem mais doida. Já tinha visto ela pelada mil vezes, já tinha ajudado ela a escolher calcinha pra primeiro encontro, já tinha limpado porra de cara da coxa dela. Por que não? - Vem cá. Ela demorou um segundo, depois saiu da cama dela e veio pro meu colchão. Tava de camiseta larga e calcinha. Eu puxei ela pela cintura, deitei ela de costas e subi por cima. Beijei a boca dela devagar, só pra quebrar o gelo. Ela tremeu inteira. Língua dela era macia, insegura. Eu chupei o lábio inferior dela e falei no meio do beijo: - Relaxa. Eu sei o que tô fazendo. Passei a mão por baixo da camiseta, achei o peito pequeno, apertado, mamilo duro. Apertei devagar. Ela soltou um gemido abafado. Fui descendo, beijando o pescoço, a clavícula, chupando o mamilo até ela arquejar. Depois desci mais, puxei a calcinha pra baixo. O cheiro dela subiu forte, doce e azedo ao mesmo tempo. A buceta dela tava completamente depilada, os lábios inchados, brilhando de porra dela mesma. O grelinho saltado, vermelhinho. - Porra, Letícia… tu já tá escorrendo só de pensar nisso. Eu abri as pernas dela com as mãos e enfiei o rosto. Primeira lambida longa, da entrada até o grelinho. Ela gritou baixo, mão na minha cabeça. Eu lambi de novo, mais devagar, abrindo os lábios dela com a língua, chupando o grelinho com força. Ela começou a gemer de verdade: - Aaaaah… caralho… mana… isso… Eu enfiei dois dedos de uma vez, bem fundo. A buceta dela era quente pra porra, apertada, molhada até o fundo. Comecei a meter os dedos devagar enquanto chupava o grelinho sem parar. Ela rebolava contra minha boca, gemendo cada vez mais alto: - Porra… não para… não para… to gozando… to gozando… Eu acelertei os dedos, curvando pra dentro, batendo no ponto. A língua no grelinho fazia barulho molhado. Ela travou as coxas no meu pescoço, o corpo inteiro sacudindo, e gozou gritando: - Aaaah porraaa… caralho… to gozando na sua boca… mana… O líquido dela escorreu na minha língua, salgado e quente. Eu continuei lambendo devagar enquanto ela tremia. Depois subi, beijei a boca dela de novo pra ela provar o próprio gosto. - Gostou? Ela tava ofegante, olho vidrado. - Porra… eu sou bi pra caralho. Eu ri, virei de lado e puxei a mão dela pra minha buceta. - Agora é sua vez de aprender. Mete os dedos. Assim… mais fundo. Agora chupa meu grelinho. Ela desceu, ainda trêmula, e enfiou a cara. A língua dela era insegura no começo, mas logo ela tava chupando meu grelinho com vontade, dois dedos entrando e saindo da minha buceta. Eu segurei o cabelo dela e comecei a foder a boca dela com o quadril. - Isso… chupa mais forte… mete os dedos no cu também… isso, putinha… Ela obedeceu. Um dedo no meu cu, dois na buceta, língua no grelinho. Eu gozei rápido, gemendo alto, apertando a cabeça dela contra minha buceta até o último espasmo. Depois a gente ficou deitada, suadas, cheirando a sexo. Eu passei a mão no cabelo dela e falei: - Amanhã a gente tenta de novo. Dessa vez eu quero te foder de quatro com o vibrador. Ela só sorriu, ainda ofegante, e murmurou: - Pode vir. Eu quero mais. A gente ainda tava ofegante, colada uma na outra, quando eu virei de lado e falei bem baixinho no ouvido dela: - Vem cá. Agora a gente vai se esfregar de verdade. Puxei a Leticia pra cima de mim, abri as pernas bem largas e encaixei a buceta dela na minha. Pele quente contra pele quente. Os lábios molhados se tocando, o grelinho dela esbarrando no meu. No começo foi só um atrito lento, mas logo a gente encontrou o ritmo. Eu segurei a cintura dela com força e comecei a rebolar pra cima, esfregando a buceta inteira na dela, de cima a baixo, apertando o grelinho contra o grelinho. - Porra… isso… esfrega mais forte… Ela gemeu alto, apoiou as mãos no colchão e começou a se mover também. As duas bucetas se batendo molhadas, fazendo aquele barulho nojento e gostoso de porra se misturando. Eu ergui o quadril e empurrei com tudo, a fenda dela abrindo a minha, os clitóris esmagados um contra o outro. A Leticia soltou um grito rouco: - Aaaah caralho… minha buceta tá pegando fogo… continua… A gente acelerou. Tesoura insana, pernas entrelaçadas, quadris batendo rápido. Eu sentia o grelinho dela latejando no meu, a porra escorrendo pelas coxas, o cheiro de sexo subindo forte. Cada movimento fazia os lábios se abrir e se fechar, o atrito molhado ecoando no quarto. Eu apertava a bunda dela com as duas mãos e puxava pra baixo com força, querendo sentir cada centímetro da buceta dela ralando na minha. - Isso, putinha… esfrega essa buceta gostosa na minha… mais rápido… Ela obedeceu, rebolando desesperada, o rosto contorcido de prazer. O grelinho dela estava duro pra porra, batendo no meu a cada estocada. Eu já tava perto, a pressão subindo rápido. Comecei a gemer alto, sem vergonha: - Porra… to gozando… to gozando na sua buceta… Ela gritou junto: - Eu também… caralho… não para… não para… A gente se esfregou ainda mais forte, quase violenta. De repente o corpo dela travou, as coxas tremeram e ela esguichou. Um jato quente e forte saiu direto da buceta dela, molhando minha boceta, minha barriga, o colchão. Ela gozava gritando, o líquido jorrando em espasmos, escorrendo entre as duas fendas. Eu não aguentei. O atrito, o calor, o esguicho quente dela me empurraram por cima. Meu grelinho latejou forte e eu também esguichei, um jato grosso e quente saindo de mim, misturando com o dela. As duas bucetas jorrando juntas, porra escorrendo por todos os lados, o colchão encharcado. Eu continuei rebolando mesmo enquanto gozava, prolongando o orgasmo, gemendo desesperada: - Aaaah porraaa… esguicha mais… jorra tudo na minha buceta… Ela ainda estava em espasmo, outro jato saindo, mais fraco mas ainda quente. A gente ficou se esfregando até o último tremor, as bucetas latejando, o líquido se misturando e escorrendo pelas coxas. Quando finalmente paramos, o quarto cheirava a sexo puro, o colchão encharcado de porra das duas. Eu puxei ela pra baixo, beijei a boca suada e falei ofegante: - Agora sim… tu é bi pra caralho. E essa tesoura a gente vai repetir até não aguentar mais.
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