A gente sempre foi bem unidas, eu e a minha irmã. Gêmeas, mas não idênticas. Eu mais morena, ela mais clara, cabelo um pouco mais ondulado. Desde pequenas dividindo o quarto, duas camas de solteiro coladas na parede, mas a verdade é que a gente quase sempre acabava dormindo na mesma. Mais fácil pra ficar deitadas de lado, compartilhar o iPad, rir de vídeo besta no TikTok até a madrugada. Um dia a conversa descambou pro sexo. Começou leve, tipo “tu já gozou de verdade?” e “como que tu se toca?”. A gente tava de pijama, debaixo do mesmo cobertor, luz do abajur baixa. Eu confessei que gostava de esfregar o grelinho bem devagar, com dois dedos, enquanto apertava a boceta com a outra mão. Ela riu baixo e falou: - Porra, eu faço quase igual. Só que eu gosto de enfiar um dedo no cu enquanto esfrego a buceta. O silêncio ficou pesado por uns segundos. Depois ela simplesmente meteu a mão por dentro da calcinha e começou a se tocar. Eu vi o movimento sob o tecido fino e meu coração acelerou. Sem falar nada, eu fiz o mesmo. Abaixei o short e enfiei dois dedos entre os lábios molhados. A buceta já tava escorrendo só de ver ela se tocando. A gente ficou lado a lado, coxas se tocando, respirando cada vez mais fundo. Eu olhava de canto de olho. Os dedos dela faziam um barulho molhado delicioso, aquele “tschuc tschuc” de buceta molhada sendo fodida pelos próprios dedos. Ela abriu mais as pernas e eu vi o grelinho inchado, vermelhinho, sendo esfregado em círculos rápidos. - Porra… tá tão molhada… – ela gemeu baixinho. Eu aumentei a velocidade. Os dedos entravam e saíam da minha boceta com um som nojento e gostoso pra caralho. O grelinho latejava, pedindo mais. Eu sentia o cu piscando sozinho de tesão. Do lado, ela já tava com dois dedos na buceta e o polegar no clitóris, o outro braço dobrado pra trás, empurrando a bunda pra cima. - Caralho, irmã… olha o jeito que tu goza… – eu falei, a voz rouca. Ela virou o rosto pra mim. Os olhos brilhando, boca aberta, gemendo sem vergonha nenhuma: - Ahhh… porra… ahhh, caralho… tô quase… Eu não aguentei. Tirei a mão da minha buceta e passei os dedos molhados no peito dela, esfregando o mamilo duro. Ela soltou um gemido mais alto, desesperado: - Aiii porra… continua… caralho, continua… Eu voltei pra minha boceta, mas agora mais violenta. Três dedos entrando fundo, o polegar esmagando o grelinho. O barulho das duas bucetas sendo arrombadas pelos nossos dedos enchia o quarto. Pele molhada batendo, gemidos abafados, o cheiro forte de sexo impregnando o ar. Ela chegou primeiro. O corpo inteiro tremeu, as coxas bateram uma na outra, a boceta engoliu os dedos dela com força e ela soltou um gemido longo, quase um choro: - Ahhhhh… porraaaa… tô gozando… caralho… ahhh… Vi o mel escorrendo pra mão dela, molhando o lençol. Isso me quebrou. Empurrei os dedos fundo, esfreguei o grelinho sem dó e gozei pesado, a buceta latejando, o cu se contraindo, a porra escorrendo quente entre os dedos. Gemendo alto pra caralho: - Aiii porra… ahhh… caralho… tô gozando junto… ahhh… Quando a onda passou, a gente ficou ofegante, suada, as mãos ainda dentro das próprias calcinhas. Eu olhei pra ela. Os lábios dela estavam abertos, brilhantes de saliva. Quase beijei. Quase. Em vez disso, puxei a mão dela, ainda molhada de porra, e chupei os dedos. O gosto da buceta dela me fez a pica mental latejar de novo (mesmo eu não tendo uma). Ela riu, baixa, safada: - Tu é uma puta, hein… - E tu também – respondi, ainda chupando o dedo dela. Desde aquela noite a gente não para. Quase todo dia, depois que a mãe dorme, a gente se deita na mesma cama, tira a roupa e se toca. Às vezes uma assiste a outra gozar, às vezes a gente se toca ao mesmo tempo, gemendo alto, falando putaria sem filtro. “Enfia mais fundo”, “esfrega o grelinho”, “quero ver essa buceta gozar”, “olha o meu cu piscando”. Ainda não nos beijamos de verdade. Ainda não colocamos a boca uma na buceta da outra. Mas toda vez que ela goza com aquele gemido desesperado, eu penso que é só uma questão de tempo até eu segurar a cabeça dela e enfiar a língua naquela boceta molhada enquanto ela me chupa o cu. Porque uma coisa é certa: a gente já cruzou a linha faz tempo. E não tem volta.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.