Eduarda 19 anos e um corpo que chamava atenção até sem querer. Loirinha de olhinhos azuis claros, bumbum redondinho e firme, pernas longas e sem nenhuma barriga. A bucetinha dela era rosadinha, toda depiladinha, com o grelo já saltadinho de tanto safadeza que ela carregava por dentro. Naquele fim de tarde de férias ela resolveu ir pro Parque do Ibirapuera só pra caminhar. Vestia um short de lycra preto que marcava cada curva da bunda e uma calcinha minúscula enfiada no meio do rabo, quase sumida. Por cima só um top de ginástica que deixava a barriga à mostra. O parque já estava esvaziando. Pouca gente. Ela andava despreocupada quando percebeu um homem mais velho sempre uns metros atrás. Negro, cabelo branco, corpo ainda firme pra idade. Eduarda acelerou o passo, parou num bebedouro perto de outras pessoas e ele disfarçou. Quando voltou pra trilha que cortava o meio das árvores, o parque já estava quase deserto. Foi aí que ela ouviu um gemido baixo, grosso, de prazer. Curiosa pra caralho, aproximou devagar. E lá estava ele: calça aberta, pau grosso de uns vinte centímetros na mão, batendo uma punheta sem a menor vergonha. A cabeça escura e brilhante, veias saltadas, a porra já escorrendo pela glande. Eduarda pisou num galho seco sem querer. O homem levantou os olhos e a viu. Em vez de se assustar, ele só sorriu e balançou o pau grosso na direção dela. — Vem cuidar de mim, filha… faz essa caridade pro velho… Eduarda sentiu a buceta latejar na hora. A calcinha já estava úmida. Não sei o que deu nela, mas resolveu tirar onda. Fez sinal pra ele seguir. Entrou num matagal mais fechado, longe da trilha, e se encostou numa árvore. — Tira essa rola pra fora e deixa eu brincar um pouco… O velho não precisou de convite duas vezes. Eduarda ajoelhou na terra mole, puxou o pau dele pra fora de vez e envolveu com as duas mãos. Era quente, pesado, cheirando a homem. Ela começou a punhetar devagar, subindo e descendo a pele, apertando a glande. O velho soltou um gemido fundo. — Porra, filha… que mãozinha gostosa… Ela cuspiu na cabeça e espalhou a saliva, fazendo o pau brilhar. Depois inclinou a cabeça e engoliu a ponta. A boca dela era apertada e quente. Chupou com vontade, enfiando a língua embaixo da glande, sugando forte enquanto a mão apertava a base. O velho segurava a cabeça dela e gemia baixinho. — Isso… chupa essa pica preta… toma tudo… Eduarda engoliu mais fundo até a ponta bater no fundo da garganta. Baba escorria pelo queixo. Ela chupava com barulho, molhando tudo, olhando pra cima e vendo o homem de setenta e quatro anos com a cara contorcida de prazer. Depois de um tempo ela se levantou, virou de costas, puxou o short e a calcinha pra baixo até os joelhos e abriu a bunda com as duas mãos. — Agora chupa essa buceta e esse cu, seu velho safado… Ele caiu de joelhos atrás dela como se tivesse vinte anos. Abriu as nádegas firmes, enfiou a língua no meio e começou a lamber a buceta toda molhada. A língua grossa entrava e saía, chupava os lábios, subia pro grelo e descia de novo. Depois abriu o cuzinho rosado e enfiou a língua com força, lambendo fundo, fazendo barulho molhado. Eduarda gemia com a cara encostada na árvore. — Assim… chupa esse cu… enfia a língua… porra, que delícia… O velho chupava os dois buracos sem parar, babando, apertando a bunda dela. Quando ela já estava tremendo, ele se levantou. Eduarda virou, empurrou o homem contra a árvore, abriu as pernas e encaixou a buceta na cabeça grossa do pau. — Agora eu vou sentar nessa pica… Ela desceu devagar, sentindo a grossura abrir a bucetinha apertada. Era grosso pra caralho. Quando chegou fundo, os dois gemeram juntos. Eduarda começou a rebolar, subindo e descendo com o bumbum batendo na barriga dele. O pau preto sumia e aparecia todo melado de porra branca que já escorria dela. Ela apertava o grelo com o dedo enquanto rebolava. — Que pica gostosa… fode essa buceta novinha… O velho segurava a cintura dela e gemia baixo, quase sem fôlego. — Filha… sua buceta tá apertando tanto… porra… Ela controlava o ritmo. Quando sentia ele latejar, parava, só rebolava de leve, deixando o pau latejar dentro dela. Ficaram quase vinte minutos daquele jeito, o suor escorrendo, o cheiro de sexo no ar quente do final de tarde. A buceta dela fazia barulho molhado cada vez que descia. — Agora mete com força, seu velho tarado… fode essa putinha… O homem virou ela de frente pra árvore, segurou a cintura e enfiou de uma vez. Começou a meter fundo, batendo as bolas na bunda dela. O pau grosso entrava inteiro, a buceta abria e fechava, a gosma escorrendo pela coxa. Eduarda gemiam alto, sem se importar se alguém ouvia. — Isso… mete… fode… apaga meu fogo… Ela massageava o grelo com força enquanto ele metia. De repente o corpo dela tremeu inteiro. A buceta apertou, latejou e ela gozou com um grito abafado, esguichando no pau dele. O suco escorreu pela árvore e pelo chão. O velho meteu mais umas vezes e tirou rápido. — Goza na minha bunda… joga essa porra toda… Ele punhetou duas vezes e gozou. Jatos grossos e quentes espirraram nas nádegas, no cu e na buceta ainda aberta. Era muita porra. Escorria entre os dedos dela quando tentou segurar. O velho ainda latejava, esvaziando tudo. Eduarda ficou um minuto ali, respirando fundo, a bunda melada de porra. Depois puxou a calcinha e o short, ajeitou o top. O velho ainda olhava pra ela com fome. — Se eu te encontrar de novo, filha… vou comer esse cu também… Ela sorriu, ainda com as pernas tremendo. — Quantos anos você tem, tio? — 74. — Parabéns. Você tem uma rola e tanto. Quem sabe a gente não se encontra de novo por aí… Ela se afastou pela trilha, sentindo a porra escorrer pela calcinha, a buceta ainda latejando e o grelo sensível. O parque já estava quase no escuro. Eduarda andava com um sorriso safado no rosto, já pensando em voltar outro dia.
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