O metrô da linha vermelha tava lotado pra caralho naquela terça no fim da tarde. Ar quente, cheiro de suor misturado com perfume barato, corpos colados um no outro. Eu tava no meio do vagão, de pé, segurando a barra de cima, quando senti o corpo dela se esfregar em mim pela primeira vez. Não foi sem querer. Ela chegou por trás, encaixou a bunda redonda bem no meio das minhas pernas e começou a se mexer devagar, como se estivesse só se acomodando. Mas o movimento era deliberado. A cada balanço do trem, ela empurrava mais forte, esfregando aquela bunda gorda e macia contra a minha pica que já começava a endurecer. Eu fiquei parado, sentindo o volume crescer dentro da calça. A pica inchava, apertada, e ela sentiu. Em vez de se afastar, ela apertou ainda mais, rebolando em círculos lentos, esmagando a bunda no meu pau duro. O tecido da saia dela era fino, e eu sentia o calor da buceta dela quase queimando. Ela virou a cabeça um pouco, o cabelo preto colado no pescoço suado, e murmurou baixo, só pra mim: - Continua assim... aperta mais essa pica na minha bunda. Eu não aguentei. Passei a mão pela cintura dela, desci até a bunda e apertei com força, afundando os dedos na carne macia. Ela gemeu baixinho, um som rouco que se perdeu no barulho do metrô, e empurrou ainda mais pra trás, esfregando o cu quente contra a cabeça da minha pica. O trem parou numa estação. Mais gente entrou. Ela não se mexeu. Continuou sarrando, agora com mais vontade, o rabo dela subindo e descendo no meu pau como se estivesse sentando de verdade. Eu abri a mão e enfiei os dedos por baixo da saia, tocando a calcinha molhada. A buceta dela estava encharcada, o tecido grudado nos lábios inchados. - Porra... tá pingando, puta - eu falei no ouvido dela, a voz rouca. Ela soltou um gemido mais alto, quase desesperado, e abriu as pernas um pouco mais, dando espaço. Meus dedos puxaram a calcinha pro lado e toquei direto na buceta quente, escorregadia. O grelinho duro latejava quando passei o dedo em cima. Ela tremeu inteira. - Mexe no meu grelinho... assim... mais forte - ela pediu, a voz falhando. Eu esfreguei o grelinho com o polegar enquanto dois dedos entravam fundo na buceta apertada. Ela estava tão molhada que fazia barulho molhado a cada movimento. A pica doía de tão dura, presa na calça, latejando contra a bunda dela. Eu abri o zíper devagar, tirei a pica pra fora e enfiei entre as nádegas dela, esfregando o pau grosso e veioso na fenda do cu e na entrada da buceta. Ela quase gritou. Segurou a barra do metrô com força e rebolou pra trás, engolindo a cabeça da pica com a buceta molhada. - Enfia... enfia essa pica grossa na minha buceta agora - ela falou, desesperada, o gemido saindo entre os dentes. Eu empurrei. A pica entrou inteira de uma vez, esticando a buceta dela até o fundo. Ela engasgou num gemido alto, o corpo tremendo. O metrô andava, as pessoas ao redor alheias ou fingindo não ver. Eu fodi ela ali mesmo, estocadas curtas e profundas, a pica saindo toda melada e entrando de novo com força. A buceta dela apertava, chupava, escorria porra misturada com o meu pré-gozo. Eu sentia o cu dela se contraindo contra meus ovos a cada estocada. Passei a mão na frente, abri os lábios da buceta e esfreguei o grelinho com força enquanto fodia. - Assim... porra... vai me fazer gozar no meio do metrô - ela gemeu, a voz quebrada, desesperada. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais sujos. Ela rebolava pra trás encontrando cada estocada, a bunda batendo na minha virilha com um som molhado. Eu apertei o pescoço dela por trás, segurando firme, e fodi mais rápido, a pica latejando dentro daquele buraco quente e apertado. - Goza nessa pica, putinha... escorre tudo na minha pica - eu falei no ouvido dela. Ela gozou gritando baixinho, o corpo inteiro tremendo, a buceta pulsando e espremendo minha pica com força. O líquido escorreu pelas minhas bolas, molhando a calça. Eu não aguentei. Enterrei fundo e gozei dentro, jatos quentes enchendo a buceta dela enquanto ela ainda tremia, gemendo sem parar. O trem parou na próxima estação. Eu tirei a pica devagar, ainda dura, coberta de porra e do gozo dela. Ela ajeitou a saia, virou o rosto suado e sorriu de lado. - Mesma hora amanhã... linha vermelha - ela falou, a voz ainda rouca. Saiu do vagão cambaleando um pouco, a calcinha encharcada escondida debaixo da saia. Eu fiquei ali, a pica ainda latejando, o cheiro da buceta dela impregnado na minha mão.
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