O banho ainda pingava do meu corpo quando a porta do banheiro se abriu sem bater. Eu tinha acabado de desligar o chuveiro, água escorrendo pelo peito, pela barriga, descendo até o pau que ainda estava meio inchado do calor. Peguei a toalha num movimento rápido e enrolei na cintura, mas a porra da toalha era fina pra caralho e o volume do meu pau ficou marcado como se eu tivesse desenhado ele ali de propósito. Minha irmã parou no vão da porta. Eduarda, 18 aninhos, um metro e meio, aquele corpinho compacto que eu sempre fingi não notar. Os olhos dela desceram direto pro meio das minhas pernas e ficaram grudados. Não piscou. Não desviou. Só ficou olhando aquele volume como se tivesse visto um fantasma gostoso. - Mãe quer falar com você - ela disse, a voz um pouco rouca. - Beleza. Pode sair agora? - respondi, tentando parecer normal enquanto o coração batia no pescoço. Ela demorou mais dois segundos pra arrancar o olhar dali. Dois segundos longos pra caralho. Eu vi a garganta dela subir e descer. Depois ela virou e saiu. Fui falar com a mãe na cozinha. Minha irmã estava sentada na mesa, mexendo no celular, mas de vez em quando levantava os olhos pra mim. Eu conversei o que a mãe queria, respondi qualquer coisa e desci pro porão, pro meu quarto. Fechei a porta, me joguei na cama de shorts e camiseta e liguei a Netflix só pra ter alguma luz na cara. Cinco minutos depois a porta abriu de novo. Ela entrou sem pedir licença. Estava de saia preta daquelas que todo mundo usa, nem curta demais nem longa, parando bem no meio da coxa. As pernas dela eram lisas, macias, daquelas que você imagina abrindo fácil. Em cima, uma blusa fina, branca, e os peitos duros pra caralho, os bicos marcando o tecido como se estivessem pedindo pra serem chupados. Ela não falou nada. Só ficou parada no meio do quarto me olhando enquanto eu fingia assistir a porra do filme. Eu fiquei duro instantaneamente. O pau subiu dentro do short, levantando o tecido, uma mancha de pré-gozo já aparecendo. Eu apertei as pernas tentando esconder, mas era impossível. Ela viu. Claro que viu. Ficou dois minutos assim, só observando. Depois, de repente, deu um pulinho e subiu na cama. O colchão balançou. Ela se ajoelhou do meu lado, olhou pra minha cara e depois desceu o olhar de novo pro volume no short. - Tá duro pra caralho... - murmurou, quase sem voz. Eu engoli seco. Ela se deitou ao meu lado, o corpo quente colado no meu. A mão dela deslizou pela minha barriga, por baixo da camiseta, e desceu. Os dedos tocaram a cabeça do pau por cima do tecido e eu soltei um gemido baixo, sem conseguir segurar. Ela apertou de leve, sentindo o tamanho, o calor, a umidade que já estava vazando. - Porra... - eu sussurrei. Ela puxou o short pra baixo num movimento só. Meu pau saltou pra fora, grosso, veias latejando, a cabeça brilhando de porra prévia. Ela lambeu o lábio inferior e enrolou os dedos em volta, subindo e descendo devagar, esfregando o polegar bem na fenda. - Que pica gostosa... - ela falou baixinho, a voz embargada. - Tava olhando pra você no banheiro e meu grelinho já tava molhado pra caralho. Eu virei o rosto e beijei ela. A boca dela era quente, molhada, língua braba. Enquanto a gente se beijava ela continuava batendo uma, apertando a base e subindo até a cabeça, espalhando o líquido que já escorria. Eu enfiei a mão por baixo da saia dela. Não tinha calcinha. Só pele quente e uma buceta ensopada, os lábios inchados, o clitóris duro como uma bolinha. - Porra, tá pingando... - eu gemido contra a boca dela. Enfie dois dedos de uma vez. A buceta dela engoliu fácil, quente, apertada, fazendo barulho molhado cada vez que eu entrava e saía. Ela arquejou alto, a mão no meu pau apertando mais forte. - Ahhh... assim... mais fundo... - ela pediu, a voz já quebrada. Eu fodi ela com os dedos enquanto ela me masturbava. O quarto cheirava a sexo já. O barulho da minha mão entrando e saindo daquela buceta molhada misturava com os gemidos dela. Ela abriu mais as pernas, a saia subindo até a cintura, e eu vi tudo: a racha rosada, o grelinho inchado, a entrada piscando em volta dos meus dedos. - Chupa meu grelinho... por favor... - ela implorou, quase chorando de tesão. Eu desci o corpo. Ajeitei entre as pernas dela, abri os lábios com os polegares e passei a língua de baixo pra cima, bem devagar, sentindo o gosto salgado e doce. Ela soltou um gemido desesperado, as mãos agarrando meu cabelo. - Aaaaah porraaa... assim... lambe tudo... Eu chupei o clitóris dela com força, chupando e soltando, enquanto enfiava a língua dentro da buceta. Ela rebolava contra minha cara, molhando meu queixo, meu nariz. Os gemidos dela subiam de volume, virando gritos abafados. - Não para... não para... tô gozando... ahhh caralhooo... Ela gozou na minha boca, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo em volta da minha língua. Eu continuei lambendo até ela empurrar minha cabeça embora, sensível demais. Levantei a cabeça. O pau estava latejando, quase doendo de tanto tesão. Ela me olhou com os olhos vidrados, a boca aberta, respirando pesado. - Mete... mete essa pica agora... Eu me posicionei entre as pernas dela, a cabeça do pau esfregando na entrada molhada. Empurrei devagar. A buceta abriu, engolindo centímetro por centímetro. Ela era apertada pra caralho. Quando enfiei até o fundo ela soltou um grito agudo, as unhas cravando nas minhas costas. - Aaaaah que porra grossa... tá abrindo tudo... Comecei a foder. Devagar no começo, sentindo cada centímetro entrar e sair, o barulho molhado enchendo o quarto. Depois mais rápido. O pau entrava fundo, batendo no fundo dela, e ela gemía desesperada a cada estocada. - Mais forte... fode essa buceta... ahhh porra... assim... Eu segurei as coxas dela, abri mais e meti com tudo. O som de pele batendo em pele, o gemido dela virando um choramingo constante, meu nome saindo da boca dela entre xingamentos. - Meu cu também... mete no cu depois... quero sentir essa pica no cu... Eu puxei o pau pra fora, molhei os dedos na buceta dela e enfiei um no cu. Ela arquejou alto. Depois dois. O cu apertava os dedos com força. Quando achei que tava frouxo o suficiente, alinhei o pau e empurrei. A cabeça entrou com dificuldade. Ela gritou, as mãos apertando o lençol. - Aaaaah caralhoooo... tá arrombando... vai devagar... porra... Empurrei mais. Centímetro por centímetro até enterrar tudo. O cu dela estava quente, apertado pra porra, mil vezes mais apertado que a buceta. Comecei a foder devagar, sentindo as paredes se abrindo e fechando em volta do pau. - Isso... fode meu cu... ahhh que delícia... Aumentei o ritmo. O pau entrava e saía do cu dela com barulho molhado, a buceta pingando embaixo. Eu enfiei dois dedos na buceta enquanto fodia o cu e ela enlouqueceu. - Tô gozando de novo... ahhh porraaa... não para... mete mais fundo... Ela gozou outra vez, o cu contraindo com força em volta do meu pau, a buceta esguichando nos meus dedos. Eu não aguentei. Empurrei até o fundo, senti as bolas apertarem e gozei dentro do cu dela, jatos quentes enchendo tudo enquanto eu gemia alto, o corpo inteiro tremendo. Ficamos assim uns minutos, eu ainda enterrado nela, o gozo escorrendo pelo cu e descendo pra buceta. Quando tirei o pau, um fio branco saiu junto. Ela olhou pra baixo, viu a bagunça e sorriu, cansada e satisfeita. - Amanhã a gente fode de novo... - ela murmurou, a voz rouca. - Todos os dias. E foi exatamente o que aconteceu. Desde aquele dia, quase toda noite ela descia pro porão. Às vezes eu acordava com a boca dela no meu pau, chupando até eu gozar na garganta. Outras vezes eu a pegava de quatro na cama, metendo na buceta e no cu até ela não aguentar mais gemer. A gente se chupava, se dedava, se fodia em todas as posições possíveis. O quarto cheirava a sexo o tempo todo. As paredes ouviam gemidos desesperados quase todas as noites. E eu nunca mais consegui olhar pra ela sem lembrar do gosto daquela buceta, do aperto daquele cu, dos gemidos dela pedindo mais pica.
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