O marido da minha melhor amiga!

Me chamo Rafa e morro de tesão no marido da minha amiga Abigail, o Daniel. Ele tinha 50 anos, grisalho sarado, me dava muito tesão. Eu e Abigail tínhamos 35 anos. Somos bem diferentes, Abigail é peituda e extremamente autoconfiante, já eu tinha o corpo de uma garota de 13 anos: magra e sem peitos. Isso sempre me deixou muito insegura.
Daniel é bem extrovertido e ele está sempre pegando em Abi na minha frente. Eu não falo nada, mas isso sempre me deixa com tesão, ver ele pegando nela como homem, aquela mãozona no peito, na bunda e as vezes até, discretamente, na vagina da minha amiga, em público, sem vergonha. Muitas vezes eu me masturbava de noite sonhando com a pegada dele.
Eles me convidam para ir com eles em uma casa de praia em um feriado extendido.  Um amigo de Daniel havia emprestado a casa e eles me chamam pois tinha dois quartos e não ia custar nada. Eu aceito pois eles eram muito legais e também no fundo para ficar perto de de Dani.
O primeiro dia é fantástico, Abi vai para a praia com um biquini amarelo minúsculo, Dani de sunga preta e eu com o meu maiô de natação, completamente comportado.
Ele paga tudo, a gente almoça na praia, volta para a casa e eles tiram a area da praia no chuveiro no quintal da casa e ambos tiram a roupa na minha frente. Eu fico morrendo de vergonha,  mas vejo o pau de Daniel duro e fico imediatamente molhada. eles riem e brincam na água e dizem para eu ficar pelada com eles, mas eu rio histérica e saio correndo cobrindo os meu olhos. Tomo banho no banheiro do meu quarto.
Coloco um vestidinho de alcinha e vou para a sala, onde encontro Daniel só de bermuda e Abi de shortinho colado e top de biquini, agora branco. Ele estava preparando caipirinhas, eu bebo junto com eles,  mas logo fico com sono e acabo dormindo na poltrona.
Acordo e olho para o lado e vejo Abi de joelhos no sofá, o shorts dela no tornozelo e Dani fodendo-a por trás. Eu vejo ele segurando o pescoço da minha amiga e o pau dele todo melado entrando e saindo da boceta dela. Imediatamente finjo dormir de novo e fico esperando eles pararem para poder "acordar", por isso fico ali ouvindo os gemidos abafados da minha amiga e isso vai me deixando com mais e mais tesão.
Finalmente ouço Daniel grunhindo,  espero um pouco e abro os olhos e está tudo normal, como se nada tivesse acontecido, ambos estão vestidos e Abi está preparando café. Realmente fico na dúvida se havia sonhado tudo.
Tomamos café, depois saímos mais um pouco, compras, jantar, passeio pela cidade. Voltamos para casa e vamos para os respectivos quartos.  Eu ouço novamente eles transando e agora eu não resisto e toco a minha xoxota por cima da calcinha e percebo que estava tão melada que não dava mais para usar aquela calcinha.
Continuo me masturbando, tiro o vestido, coloco uma mão no grelo e aperto os meus mamilos com a outro, imagino que ele esta me pagando e gozo com isso.
Havia me melado tanto, que estava com sede. Eu pego uma camiseta cumprida e a visto sem nada por baixo pois não queria colocar uma calcinha limpa antes de tomar banho.
Saio do quarto para ir para a cozinha,  meus amigos estavam no quarto. Começo a beber, bebo 3 copos e então me viro para voltar e vejo Daniel na minha frente só de cueca, bem no meu caminho.
Eu tento passar por ele, mas o marido da minha amiga segura o meu punho com a pegada forte dele, eu fico com medo, mas minha boceta mela inteira na hora. Ele olha para mim e diz:
— Você viu, não é?
— O que?
— Eu e Abi, você estava acordada.
Eu vejo o voluma na cueca dele aumentando.
— Sim. eu vi.
Ele toca na minha boceta com a outra mão, meu deus, ele descobre tudo, que eu estava sem calcinha e ainda por cima toda molhada. Então Daniel coloca o pau para fora da cueca e diz:
— Eu não posso voltar para o quarto com o pau duro assim, Abi vai desconfiar. Você vai ter que me chupar para passar.
Ele tinha razão, eu então fico de cócoras e coloco o pau dele na minha boca. Começo a chupa-lo timidamente, mas logo ele segura a minha cabeça e começa a foder a minha boca. Eu sou praticamente estuprada na boca, mas só consigo pensar em como eu queria o pau dele na minha boceta.
Eu sinto a porra na minha boca, ele tira o pau e eu tenho que engolir a porra pois não podia sujar a cozinha. Depois de me usar ele vai para o quarto e me deixa lá, usada e com tesão. Eu então me toco, mas não continuo ali na cozinha, vou até o banheiro e me masturbo no banho.
No dia seguinte é como se nada tivesse acontecido. A gente vai na praia de novo, Abi com um biquini ainda mais minúsculo, somente um triângulo preto, muito baixo, fio dental e com abas fininhas. Mas eu tomo coragem e troco o maiô por um biquini, bem maior do que o de Abi, mas ainda assim eu nunca havia estado tão exposta. Daniel e Abi me enchem de elogios.
A gente volta para a casa pois Abi diz que ia cozinhar.   Por isso ela só passa no chuveiro, coloca um avental e vai para cozinha só de avental e biquini.  Eu fico com Daniel no quintal e ele tira a sunga e vai para a água, o pau completamente duro.
— Quer pegar — Ele pergunta, mostrando o pau.
— Abi esta qui do lado.
— Tudo bem, ela esta ocupada, só uma pegadinha.
Eu não resisto e seguro o pau dele,  que então me puxa para junto do corpo dele e começa a tirar o meu biquini. Eu fico morrendo de vergonha, mas deixo ele me despir e logo ele me coloca embaixo do chuveiro e começa a me masturbar. Eu estava quase gozando, quando eu ouço Abi:
— Finalmente perdeu a vergonha, amiga.
Eu congelo, Daniel para de me masturbar e eu não consigo gozar, fico toda vermelha, mas a minha amiga não percebe o que o marido estava fazendo. Vou para dentro pelada e me visto no quarto. Coloco uma calcinha branca e um vestidinho da mesma cor, sem sutiã.
Volto para a sala e o almoço está pronto. Comemos e Daniel me convida para jogar bilhar, sim, havia uma mesa de bilhar na sala da casa. Abi não queria jogar e vai tomar banho. A gente começa a jogar, mas logo ele chega em mim, coloca a mão por baixo do vestido e baixa a minha calcinha até os meus tornozelos. Depois tira ela e coloca no bolso.
— Para deixar o jogo mais interessante.
No começo eram somente nós dois, mas logo Abi volta de shortinho e top justo, ela deita no sofá  com o celular  e eu fico morrendo de medo de me expor inteira na frente da minha amiga e até perco alguns tacadas para não ficar de costas para Abi. Mas logo ela dorme no sofá, eu então me inclino toda para fazer uma tacada, Daniel então vem por trás e me coloca contra a mesa, a minha bunda empina. Ele afasta as minhas pernas e toca na minha boceta.
— Toda melada, não é safada, me diz que você está louca para ter o meu pau na sua boceta!
— Abi esta aqui!
Ele dá um tapa na minha bunda e diz: — Não foi isso que eu perguntei! Você quer o meu pau ou não?!?!?
— Siiiim!!!
— Sim o que?
— Sim, eu quero o seu pau!
O marido da minha amiga então tira a minha calcinha do bolso e enfia na minha boca.
— Para não acordar a Abi.
Ele então me fode,  e é fantástico. A pica grossa dele me preenche inteira e vai bem fundo. Eu já estava com tesão, mas acho que o perigo de ser paga pela minha amiga me excita ainda mais. No fim, eu agradeço por estar com a calcinha melada na boca, pois caso contrário eu teria feito muito barulho.
Daniel goza em mim e me solta. Eu cuspo a calcinha e a escondo na mão bem a tempo de Abi acordar. A primeira coisa que ela fala:
— Ai amiga, vamos naquele café aqui do lado que você tinha visto?
— Claro Abi!
— Desculpa amor, mas só as garotas.
Eu jogo a calcinha atrás de um vaso e saio com a minha amiga, sem nada por baixo do vestido e com a porra do marido dela escorrendo da minha buceta.
Depois de voltar para a cidade, eu não sabia o que fazer, me sentia culpada, mas não parava de pensar em Daniel me fodendo. Eu achava que havia sido algo que ia acontecer só uma vez e seria esquecido. Uma escada na praia e pronto. Por isso nem precisava contar para a minha amiga Abigail.
Mas Daniel me liga e diz que queria me ver. Eu estava decidida a dizer que a gente não poderia continuar, que eu não podia trair a minha amiga, mas no dia, eu acabo gastando um bom tempo me arrumando para vê-lo.  Me depilo inteira, deixo só uma faixinha de pelos acima da xoxota, visto uma calcinha rendada e um vestido justo com bojo, que realçava o meu corpo magro e dava a impressão que eu tinha mais peito que a realidade.  Mesmo assim, eu ia falar não para Daniel. Não dá certo.
A gente se encontra em um café no prédio do escritório dele e terminamos na escada de incêndio, eu sem calcinha, de joelhos na escada de incêndio chupando o marido da minha amiga até ele gozar na minha boca. Ele  não me devolve a calcinha, diz que ia guarda-la de recordação, por isso eu saio do encontro em que ia terminar tudo com Daniel, com a porra dele na boca e sem calcinha, tenho que voltar para casa assim.
Mais tarde Daniel me liga e pergunta se eu estava com tesão,  ele então pede para eu abrir a câmera e me masturbar para ele ver. Esse pedido me surpreende, mas eu imediatamente sinto a minha boceta melar por ele estar interessado em me "ver". Faço o que ele pede. Abro a câmera, coloco o celular na mesinha e deito na cama. Ele pede que eu tirasse toda a roupa,  o que eu faço. Sento na cama e começo a me tocar. Meu deus, que vergonha, mas isso só aumenta o meu tesão. Termino deitada com as pernas abertas, me expondo inteira para ele até gozar. Eu gemo bem alto e acabo ejaculando de tanto tesão.
— Que tesão que você é! Adorei assistir você violar o próprio corpo.
Depois disso ele passa a me mandar mensagens de putaria todos os dias, sempre pedindo para eu me masturbar com ele assistindo. Isso vai aumentando o meu sex-drive e eu começo a ficar sempre com tesão e com vontade de ter o pau dele dentro de mim de novo.  Em uma semana eu estou acabada, sinto a minha boceta sempre molhada e vontade de me masturbar o dia inteiro.
Daniel me liga no meio da noite. Ele pergunta o que eu estava vestindo, eu digo que estava só de camisola, a calcinha eu havia tirado pois estava ensopada, mas ele não sabia disso. Ele diz que estava chegando e que era para eu abrir a porta só de camisola transparente. Obedeço, vou abrir o meu portão morrendo de medo de ser vista pelos vizinhos. Ele entra com o carro e imediatamente me pega e passa a mão na minha bunda e na minha boceta, ali mesmo na garagem. 
Entramos, ele me manda tirar até a camisola e então me coloca de quatro na cama. Ele nem tira a roupa, só coloca o pau para fora da braguilha e me fode. Eu me sinto tão indefesa estando completamente nua e ele vestido só me fodendo, mas isso não tem a menor importância, eu tenho o melhor orgasmo da minha vida.
Depois de gozar ele manda eu limpar a pica dele com a minha boca, eu obedeço, sinto o gosto da porra dele misturado com o meu mel. Assim que eu termino, ele coloca o pau para dentro, dá um beijo na minha testa e vai embora.
Eu então pego o meu vibrador e masturbo a minha buceta esporrada, pensando nele.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
O marido da minha melhor amiga!

Codigo do conto:
272235

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/09/2026

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