Pra quem já ouviu a música mini-saia, da banda Brega e Vinho, esse conto é inspirado na letra da música. A mini-saia preta dela era uma provocação viva. Mal cobria o começo das coxas e, cada vez que ela requebrava, o tecido subia mais um pouco, mostrando a curva daquela bunda redonda e firme. Eu estava sentado no sofá da sala quando ela entrou pela porta, vinda da esquina, balançando o corpo como se soubesse exatamente o que estava fazendo comigo. - Olha só pra essa sainha... - murmurei, a voz já rouca de tesão. Ela parou no meio da sala, virou de lado e deu um rebolado lento, a bunda se mexendo de um lado pro outro. A saia subiu o suficiente pra eu ver que ela não estava de calcinha. A racha da buceta apareceu por um segundo, rosada e já brilhando. - Gostou, né? - ela perguntou, sorrindo safada. - Eu uso mesmo. Mini-saia fico nua pra deixar você doidim. Eu levantei, o pau já duro pra caralho dentro da calça, marcando o volume. Aproximei e passei a mão pela coxa dela, subindo devagar até sentir o calor da buceta sem nada por cima. Os dedos tocaram os lábios molhados e ela soltou um gemidinho baixo. - Aiiii... passa a mão... - pediu, a voz tremendo. - Eu vou dar um gemidinho se você passarbde novo a mão. Enfiei dois dedos de uma vez. A buceta engoliu fácil, quente e escorregadia. Ela arquejou, as pernas abrindo um pouco, e rebolou contra a minha mão enquanto eu metia os dedos fundo, sentindo o grelinho duro esfregar na base dos meus dedos. - Porra, tá pingando já... - falei, tirando os dedos e mostrando pra ela o quanto estava molhado. - Essa mini-saia não cobre porra nenhuma. Ela riu, puxou a saia pra cima até a cintura e ficou de frente pra mim, a buceta completamente exposta, os lábios inchados, o clitóris saltado. - Tira minha saia... aiiiii que tesão... - pediu, a voz já embargada. - Tira e me fode logo. Eu ajeitei ela de costas pro sofá, ajoelhei na frente e enterrei o rosto entre as pernas. A língua passou de baixo pra cima, lambendo a racha inteira, sentindo o gosto salgado e doce. Chupei o grelinho com força, chupando e soltando, enquanto enfiava a língua dentro da buceta. Ela agarrou meu cabelo e empurrou a cara contra a buceta, rebolando desesperada. - Aaaaah porraaa... lambe tudo... assim... não para... - gemía alto, a voz quebrando. - Chupa meu grelinho... ahhh caralho... Eu continuei, lambendo, chupando, metendo a língua fundo. O barulho molhado enchendo a sala. Ela gozou na minha boca em poucos minutos, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo e esguichando um pouco no meu queixo. Levantei rápido, abri a calça e tirei o pau pra fora. Estava duro pra porra, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela olhou, lambeu o lábio e se virou de quatro no sofá, a saia ainda amassada na cintura, a bunda erguida, o cu apertadinho aparecendo acima da buceta molhada. - Mete... mete essa pica agora... - pediu, olhando por cima do ombro. - Quero sentir essa pica grossa abrindo tudo. Alinei a cabeça na entrada e empurrei de uma vez. A buceta engoliu o pau inteiro, apertada e quente. Ela gritou, as unhas cravando no sofá. - Aaaaah que porra... tá fundo... fode mais forte... Comecei a meter com vontade, o pau entrando e saindo rápido, o barulho de pele batendo em pele ecoando. A cada estocada a saia balançava, a bunda dela tremia e o cu piscava. Eu cuspi na mão, passei no cu dela e enfiei o polegar enquanto fodia a buceta. Ela enlouqueceu. - Isso... mete no cu também... ahhh porraaa... quero as duas buracas cheias... Tirei o pau da buceta, posicionei na entrada do cu e empurrei devagar. A cabeça entrou com dificuldade, o cu apertando forte. Ela gemeu desesperada, a voz quase um choro de tesão. - Aaaaah caralhoooo... tá arrombando meu cu... vai fundo... mete tudo... Enterrei até as bolas. O cu dela estava quente pra porra, mil vezes mais apertado. Comecei a foder devagar no começo, depois mais rápido, o pau sumindo e aparecendo enquanto ela rebolava pra trás, engolindo tudo. Enfiei dois dedos na buceta ao mesmo tempo e ela gritou alto. - Tô gozando de novo... ahhh não para... fode meu cu... fode minha buceta... ahhh porraaa... Ela gozou outra vez, o cu contraindo em volta do meu pau com tanta força que eu quase gozei junto. Continuei metendo, alternando entre a buceta e o cu, enchendo os dois, o gozo dela escorrendo pelas coxas. Quando não aguentei mais, enterrei fundo no cu e gozei, jatos quentes enchendo tudo enquanto eu gemia alto, o corpo tremendo. Puxei o pau pra fora. O gozo escorreu do cu dela, descendo até a buceta e pingando no sofá. Ela se virou, ainda ofegante, a saia amassada, o corpo suado, e me olhou com aquele sorriso safado. - Eu uso mesmo... eu uso sim... - murmurou, a voz rouca. - Mini-saia fico nua pra deixar você doidim toda vez que quiser. Eu puxei ela pra cima de mim, o pau ainda semi-duro, e enfiei de novo na buceta, mais devagar agora, sentindo o gozo misturado. Ela se sentou em cima, rebolando, os peitos balançando, e começou a gemer de novo. - Mais... quero mais... - pediu, já rebolando mais forte. - Fode até eu não aguentar mais. E foi o que eu fiz. A mini-saia ficou jogada no chão da sala aquela noite. E nas noites seguintes também. Toda vez que ela saía de casa com aquela porra de saia, eu já sabia que ia acabar com o pau enterrado nela, ouvindo aqueles gemidos desesperados pedindo mais pica, mais língua, mais dedo, mais tudo.
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