Sobrinha veio pedir minha ajuda pra dar o cu pro marido, acabei traçando o cuzinho!
Márcio aqui. Aquela noite começou inocente, mas terminou com a pica enterrada até o talo no cu da minha sobrinha. Ela chegou já meio travadinha, cheirando a cerveja barata e perfume doce. A gente sentou na sala, eu no sofá, ela do meu lado, as coxas gordas espremidas no shortinho jeans que quase não fechava. Aquele corpo de gordelicia mesmo: peitos pesados, barriguinha macia, bunda redonda que balançava quando ela se mexia. Casada fazia dois meses e já vinha com cara de quem tava com fogo no rabo. – Tio… – ela começou, voz pastosa, olhando pro fundo do copo – eu quero dar o cuzinho pro meu marido, mas tenho medo. Nunca deixei ninguém meter ali. E se doer demais? E se eu não aguentar? Eu ri baixo, passei a mão na coxa dela, sentindo a carne quente. – Medo de quê, porra? Cu é feito pra ser arrombado. Você só precisa provocar ele direito. Chega perto, senta no colo, esfrega essa bunda gorda na pica dele e fala que quer sentir ele te abrir pelo cu. Mas primeiro tem que treinar. Quer que eu te mostre como se faz? Ela engoliu seco, as boazinhas grossas entreabertas. A mão dela pousou no meu joelho e subiu devagar até a calça. Já tava duro pra caralho. – Mostra então, tio… me ensina. Levantei, puxei ela pelo braço e levei pro quarto. Trancamos a porta. Ela ficou de quatro na cama, o shortinho desceu junto com a calcinha preta, revelando aquela bunda enorme, branca, com dois covinhas nas laterais. A buceta já tava molhada, grelinho inchado e rosado, brilhando de tesão. O cuzinho apertado, rosado também, piscando quando ela rebolava sem jeito. – Fica assim – mandei, passando a mão aberta na bunda dela, apertando os dois lados e abrindo. – Olha esse cuzinho… tá pedindo pra ser arrombado. Cuspi direto no meio da fenda, vi a saliva escorrer pro grelinho e depois pro cu. Enfiei o dedão grosso devagar, sentindo o anel se fechar em volta. Ela gemeu alto, a voz já quebrada. – Aaaah… tio… que gostoso… mais fundo… Empurrei até a junta, mexi em círculos, abrindo caminho. Depois tirei e lambi o dedo na frente dela. – Agora a pica. Relaxa e empurra pra fora quando eu meter. Tirei a calça, a rola já tava latejando, grossa, veias saltadas, cabeça roxa. Posicionei na entrada apertada do cu dela, esfreguei a cabeça molhada de porra e saliva. Empurrei. O anel cedeu devagar, engolindo só a cabeça. Ela gritou, a mão apertando o lençol. – Porraaaa… tá entrando… dói… mas não para… – Aguenta, putinha. Esse cu vai engolir tudinho. Empurrei mais. Centímetro por centímetro a pica sumia dentro daquele buraco quente e apertado. A bunda dela tremia, as coxas gordas se contraindo. Quando enfiei até o saco bater na buceta molhada, ela soltou um gemido desesperado, quase um choro. – Aaaaiii… tio… tá me arrombando… a pica tá toda dentro… caralho… que grosso… Comecei a meter. Lento no começo, sentindo cada parede do intestino dela apertar a rola. O cu fazia barulho molhado, aquele xuc-xuc gostoso de carne sendo esticada. Aumentei a velocidade. A bunda batia contra meu quadril com estalos gordos. Ela rebolava pra trás, pedindo mais. – Mais forte, tio… fode esse cu… arromba… aaah… aaah… tô gozando… a buceta tá escorrendo… A mão dela desceu e esfregou o grelinho com força enquanto eu metia. O corpo dela tremeu todo, a buceta esguichou um jato quente nas minhas bolas. O cu se apertou ainda mais, sugando a pica como se quisesse engolir os ovos também. Continuei fudendo sem parar, o barulho de pele batendo em pele enchendo o quarto. – Isso… goza no meu cu… enche de porra… quero sentir escorrendo… Virei ela de lado, levantei uma perna gorda e enfiei de novo, agora de lado, vendo a cara dela contorcida de tesão. Os peitos balançavam pesados a cada estocada. Cuspi na boca dela, ela chupou a língua suja e gemeu no meu ouvido. – Tio… tô virando uma puta… o marido nunca meteu assim… aaah… mais fundo… arromba tudo… Meti até o fundo de novo, o saco molhado de porra e saliva batendo. Sentia o cu dela se abrindo cada vez mais, já acostumado com a grossura. Aumentei a velocidade, socando com força, ouvindo ela gritar sem vergonha nenhuma. – Pica no cu… pica no cu… caralho… tô gozando de novo… aaaaahhhh… O corpo dela se contorceu, a buceta latejando, o cu contraindo em espasmos. Eu não aguentei. Enterrei até o talo e jorrei. Porra quente e grossa enchendo o intestino dela, jato atrás de jato. Ela sentiu e gemeu ainda mais alto, o cu pulsando e sugando cada gota. Quando tirei, o cuzinho ficou aberto, um pouco vermelho, escorrendo porra branca pela fenda até a buceta. Ela ficou de quatro ainda, respirando pesado, a bunda tremendo. – Porra, tio… isso foi top pra caralho… agora sei como provocar ele. Vou chegar em casa, sentar no colo dele e falar que quero a pica no cu… igual você meteu. Limpei a rola na coxa gorda dela e dei um tapa na bunda. – Vai lá, putinha. E quando ele meter, lembra de mim. Ela se vestiu devagar, ainda com a porra escorrendo pela calcinha. Saiu da casa com um sorriso safado, já planejando a próxima sacanagem. E eu fiquei ali, a pica ainda latejando, sabendo que aquela gordelicia tinha acabado de descobrir o gosto de ser arrombada de verdade..
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