Perdi o nofap por culpa da minha mãe!

Acordei como de costume, corpo ainda meio pesado do sono, mas a cabeça já ligada na rotina que eu vinha mantendo. Treze dias. Treze putos dias sem tocar na pica, sem abrir porno, sem nem deixar o pensamento ir longe demais. No terceiro dia já tinha sentido aquele gás diferente, acordava e ia correr, voltava suado, tomava café e a mente ficava limpa. Na primeira semana a pica já acordava dura todo santo dia, latejando, pedindo, mas eu segurava. Mijava com ela apontando pro teto e seguia a vida. Até mulher gorda na rua começava a me dar tesão, eu puxava assunto correndo, conversava, e quando a mente ia pro lado sujo eu empurrava embora. Força de vontade, porra. Queria vencer.
No décimo segundo dia as bolas já doíam. Pesadas, cheias, latejando como se fossem explodir. Eu passava o dia inteiro com aquele peso no saco, a pica semi-dura por baixo da bermuda, mas resistia. Não tinha sonho erótico, não gozava dormindo, só aquela tensão constante. Ontem, porém… ontem eu quebrei.
Acordei cedo. O cheiro de café já subia do corredor. Saí do quarto de short e camiseta e lá estava ela. Minha mãe. De costas pro fogão, mexendo a chaleira. A camisola fina, quase transparente com a luz da manhã batendo, e por baixo só a calcinha. Preta. Aquele tecido fino marcando o formato da bunda. Duas metades redondas, firmes, balançando levemente enquanto ela se movia. O tecido da calcinha sumia no meio das nádegas, quase engolido pelo cu. Eu travei no batente da porta.
Não era pra olhar. Eu sabia. Mas os olhos grudaram. A bunda dela… puta que pariu, eu nunca tinha reparado daquele jeito. Redonda, macia, a pele clara contrastando com o preto da calcinha. Quando ela se inclinou um pouco pra pegar algo na prateleira de baixo, o tecido subiu ainda mais e eu vi o começo do racha. O grelinho dela devia estar quente ali dentro, apertado naquela calcinha. Minha pica deu um pulo violento dentro do short. Ficou dura num segundo, latejando, a cabeça já molhada de pré-gozo.
Ela virou o rosto.
- Bom dia, filho. Dormiu bem?
A voz dela normal, calma, de mãe. Eu engoli seco.
- Dormi… sim.
Não conseguia tirar os olhos daquela bunda. Quando ela se virou de frente pra me entregar a xícara, a camisola subiu um pouco com o movimento e eu vi o volume da calcinha na frente. O tecido colado no monte, marcando o formato da buceta. Os lábios grossos apertados ali dentro. Eu quase gemi na hora. Peguei a xícara com a mão trêmula, o café quase derramando.
- Tá tudo bem? Tá meio quieto hoje.
- Tô bem. Só… acordando ainda.
Sentei na mesa. Ela voltou pro fogão, de costas de novo. A bunda balançava. Eu apertava a pica por cima do short, escondido pela mesa. O tecido da calcinha subia e descia a cada passo dela. Eu imaginava puxar aquele fio fino pro lado, enfiar o dedo no meio daquele racha quente, sentir a buceta molhada. Ouvir ela gemer. Minha pica doía de tanto querer.
Tomei o café rápido, quase engasgando. Levantei.
- Vou pro quarto. Preciso… deitar mais um pouco.
Ela nem olhou.
- Tá bom, filho.
Fechei a porta do quarto com força. A pica já estava esticando o short, a cabeça escapando por cima da elástica, molhada. Puxei o short pra baixo de uma vez. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça vermelha e brilhante de porra. As bolas pesadas, cheias de treze dias. Me joguei na cama de bruços primeiro, esfregando a pica no lençol, gemendo baixo.
- Porra… que bunda gostosa…
Virei de costas. Enrolei a mão em volta da pica e comecei a bater. Rápido. Seco. O barulho molhado do pau batendo na própria mão enchia o quarto. Eu fechava os olhos e via ela de novo. A camisola subindo. A calcinha preta sumindo no cu. Eu imaginava ajoelhar atrás dela, puxar o tecido pro lado e lamber aquele cu apertado, a língua entrando, o gosto dela. Depois descer pro grelinho, chupar os lábios gordos, o clitóris inchado. Ouvir ela gemer baixinho pra não acordar ninguém.
- Mãe… deixa eu chupar essa buceta…
A mão ia e vinha mais rápido. Eu spitava na pica pra lubrificar, o barulho ficava mais sujo. A cabeça latejava. Eu apertava as bolas com a outra mão, sentindo o peso, o volume de porra acumulada. Imaginava ela sentando em cima de mim, a buceta descendo devagar na pica, engolindo tudo, o cu apertando. Ela gemendo no meu ouvido.
- Isso, filho… enfia tudo… ahhhh, que pica grossa…
Eu batia mais forte. Os quadris subiam da cama, fodendo a própria mão. O pré-gozo escorria pelos dedos, fazendo tudo mais escorregadio. Eu via a bunda dela balançando na minha frente, o racha molhado, a calcinha molhada de tesão. Eu puxava o tecido e enfiava a pica de uma vez, fundo, até as bolas baterem no cu dela.
- Toma… toma essa pica… ahhhh porra…
Gemidos baixos, desesperados, saíam da minha boca. Eu mordia o travesseiro pra não gritar. A mão voava na pica. O barulho molhado era obsceno. Eu apertava a base, segurava, sentia a porra subindo. Imaginava gozar dentro dela, encher a buceta, ver o leite escorrendo pelo cu enquanto ela ainda tremia.
- Eu vou gozar… mãe… vou gozar nessa buceta…
A onda veio forte. As bolas subiram. Eu empurrei a pica pra cima com força e a primeira jato saiu grosso, quente, batendo no meu peito. Depois outro, e outro. Eu continuei batendo enquanto gozava, a porra espirrando, sujando a barriga, o peito, o lençol. Os gemidos saíam abafados, quase chorando de alívio e de culpa ao mesmo tempo.
- Ahhhhh… porra… que porra…
Fiquei ali, a pica ainda latejando na mão, o leite escorrendo pelos dedos. O corpo inteiro tremendo. Treze dias. Tudo saiu de uma vez. A imagem dela ainda estava atrás dos olhos: a bunda na camisola, a calcinha preta, o racha chamando. Eu limpei a mão no lençol, ainda ofegante.
Fiquei olhando pro teto. A culpa veio logo depois. Mas a pica ainda estava semi-dura, sensível, e a imagem não saía. Eu tinha perdido. E, porra, tinha valido cada segundo daquele gozo sujo.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Perdi o nofap por culpa da minha mãe!

Codigo do conto:
272304

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
15/09/2026

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