Vi a pica enorme do meu pai e não consigo parar de pensar nisso!

Eu cheguei do trabalho com a bexiga explodindo. O dia tinha sido uma merda completa, reuniões intermináveis, chefe enchendo o saco, e no caminho de volta o trânsito só piorou tudo. Assim que entrei em casa gritei pelo meu pai, mas não teve resposta. Só ouvi o barulho da água do chuveiro. Ele tava lá dentro, como sempre, demorando uma eternidade. Bati na porta três, quatro vezes.
— Pai, eu preciso mijar agora!
A voz dele veio abafada de dentro.
— Entra logo então, mas se vira rápido.
Empurrei a porta e entrei correndo. O banheiro tava cheio de vapor, o espelho embaciado, o cheiro de sabonete dele misturado com o calor úmido. Me sentei no vaso com a calça e a calcinha já nos tornozelos e soltei o xixi num jato forte, aliviando aquela pressão que tava me matando. Foi exatamente nesse momento que a cortina do box se abriu.
Ele saiu completamente nu. Sem toalha, sem nada. A água ainda escorria pelo peito largo, pelos abdominais que ainda eram firmes pra idade dele, pelas coxas grossas. E ali, pesado, molhado, balançando com o movimento, tava o pau dele. Enorme. Grosso na base, veias saltadas, a cabeça rosada ainda meio inchada do calor do banho. As bolas pesadas penduradas embaixo, cobertas de pelos molhados. Eu travei no meio do xixi. O jato continuou saindo, mas minha cabeça ficou vazia. Não consegui desviar o olhar. Aquele pau parecia ainda maior do que qualquer coisa que eu já tinha imaginado. A pele lisa, brilhante de água, o formato grosso que fazia a cabeça parecer quase arredondada demais pro tamanho daquele tronco.
Ele pegou a toalha que tava no suporte e começou a se secar sem pressa, esfregando o peito, os braços, depois descendo pras coxas. Quando passou a toalha entre as pernas, o pau se moveu, balançou pro lado, e eu vi a cabeça se esfregar de leve no tecido. Meu xixi ainda tava saindo, mas minha buceta já tava molhando por outro motivo. O grelinho latejou forte, um formigamento quente que subiu pela barriga. Ele enrolou a toalha na cintura, cobrindo aquela pica monstruosa, e saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido.
— Pronto, tá livre.
A porta se fechou. Eu fiquei ali sentada, o xixi terminando de escorrer, as pernas abertas, a calcinha molhada agora não só de mijo. Levantei, limpei na pressa e fui direto pro meu quarto. Travei a porta. Tirei a calça e a calcinha num movimento só e me joguei na cama. Os dedos foram direto pro meio das pernas. A buceta tava encharcada, o mel escorrendo pelas dobras, o grelinho duro e inchado. Comecei a esfregar em círculos apertados, lembrando daquele pau grosso balançando, da cabeça rosada, das veias saltadas. Fechei os olhos e imaginei a mão dele segurando aquele volume, a cabeça apontando pra mim, o pré-gozo brilhando na fenda.
Gemidos baixos começaram a sair da minha boca. Mais fundo. Empurrei dois dedos pra dentro da buceta, sentindo as paredes quentes se contraírem, o barulho molhado enchendo o quarto. A imagem não saía da cabeça. O pau dele era grande demais. Grosso demais. Eu queria ver de novo. Queria ver ele duro. Queria ver aquela pica engrossando, as veias inchando mais, a cabeça ficando roxa de tanto sangue. Os dedos entravam e saíam rápido, o polegar esmagando o grelinho com força. O orgasmo veio forte, as pernas tremendo, a buceta esguichando um pouco no lençol. Mas não foi o suficiente. Continuei. Mais um, mais outro. Os gemidos ficaram mais altos, desesperados.
— Porra… que pau grande pra caralho…
Falei baixo, sozinha, enquanto enfiava os três dedos agora, abrindo a buceta o máximo que conseguia. Imaginei ele me fudendo ali mesmo no banheiro, me virando de quatro no vaso, enfiando aquela pica até o fundo, esticando meu cu também, me enchendo de porra. O segundo orgasmo foi pior. Gemi alto, mordendo o travesseiro pra não fazer barulho demais. O corpo inteiro tremeu. A buceta latejava, o grelinho doía de tão sensível.
Passei a noite inteira assim. Cada vez que fechava os olhos via de novo. Ele saindo do box, o pau pesado, molhado, quase me tocando quando ele passou perto. Queria ter estendido a mão. Queria ter puxado a toalha. Queria ter engolido aquela pica inteira ali mesmo, engasgando, babando, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. De manhã acordei com a mão ainda entre as pernas, a calcinha que eu tinha colocado de novo já encharcada de novo.
No café da manhã ele tava normal, lendo o jornal, tomando café. Eu mal conseguia olhar pra cara dele sem sentir a buceta latejar. Toda vez que ele se mexia, eu imaginava o pau dele se mexendo dentro da calça. Será que tava semi duro? Será que ele tinha percebido que eu fiquei olhando? A vontade de descer a mão e apertar aquele volume por cima da calça era absurda. Queria ajoelhar ali na cozinha, abrir o zíper, tirar aquela pica pra fora e chupar até ele gozar na minha cara. Queria sentir o gosto da porra dele, quente, espessa, escorrendo pelo queixo enquanto eu engolia tudo.
Mais tarde, quando ele saiu pra resolver uma coisa, eu entrei no quarto dele. Abri a gaveta da cômoda. Achei uma cueca usada. O cheiro era forte, masculino, um pouco de suor e aquele odor de pau que só homem tem. Enfiei o nariz fundo e respirei. A buceta escorreu na hora. Me deitei na cama dele, tirei a calcinha e esfreguei a cueca no grelinho, no meio da buceta, enfiando um pouco do tecido pra dentro. Comecei a me masturbar de novo, mais suja, mais desesperada. Os gemidos saíam altos agora que ele não tava em casa.
— Porra, pai… que pica gostosa… queria sentir essa porra toda dentro da minha buceta…
Os dedos entravam e saíam molhados, o barulho era obsceno. Imaginei ele me pegando assim, me virando de bruços na cama dele, abrindo minhas pernas e enfiando tudo de uma vez. A dor boa de ser esticada demais. O cu também. Queria ele me fudendo nos dois buracos, me usando como uma puta qualquer, me enchendo de porra até vazar. O orgasmo veio forte de novo, as pernas se fechando sozinhas, a buceta se contraindo nos dedos. Continuei esfregando até doer.
Voltei pro meu quarto e passei o resto do dia pensando em como conseguir ver de novo. Talvez deixar a porta do banheiro entreaberta de propósito. Talvez “esquecer” de trancar. Talvez simplesmente entrar de novo quando ele tivesse tomando banho e fingir que precisava de algo. A vontade era tão forte que doía. Minha buceta continuava molhada o tempo todo. O grelinho latejava só de lembrar daquela imagem: o pau enorme, grosso, pesado, balançando livre enquanto ele se secava. Eu queria mais. Queria ver ele duro. Queria ver a porra saindo. Queria sentir aquele volume me abrindo por dentro até eu não conseguir nem gemer direito.
À noite, quando ele chegou, eu já tava de novo no quarto, dedos dentro da buceta, gemendo baixo, imaginando. Cada passo dele no corredor fazia meu corpo reagir. Eu queria que ele abrisse a porta. Queria que ele visse. Queria que ele tirasse a toalha e me mostrasse de novo aquele pau monstruoso. Queria engolir, chupar, sentar, ser fudida até não aguentar mais. Os gemidos saíam desesperados agora, a boca aberta, o corpo inteiro suando.
— Porra… me fode com essa pica grande… enfia tudo… goza dentro…
Continuei assim até o corpo não aguentar mais. Vários orgasmos seguidos, a buceta inchada, o grelinho latejando de dor gostosa, o mel escorrendo pela bunda, molhando até o cu. E mesmo depois de gozar tanto, a imagem não saía. O pau dele. Enorme. Gostoso. Proibido. E eu já sabia que não ia parar até conseguir ver de novo. Até conseguir mais do que só olhar.

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Comentários


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babipgg Comentou em 14/08/2026

...o do meu pai e assim, quelo pa mim🤤

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babipgg Comentou em 14/08/2026

adoooroo😋

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tony-bahia- Comentou em 03/08/2026

Porra! Que delícia de conto, fiquei cheio de tesão, tem que investir mais. tonytc2469

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volf Comentou em 03/08/2026

quero uma filhinha assim




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vi a pica enorme do meu pai e não consigo parar de pensar nisso!

Codigo do conto:
268975

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/08/2026

Quant.de Votos:
9

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