A Angelica acordou naquela manhã de sábado com o sol já quente batendo na janela do quarto. Vinte aninhos, loura de raiz, aqueles olhos verdes meio vesgos que todo mundo achava um charme danado, corpo magrinho de um metro e sessenta e cinco, peitos fartos que saltavam da blusa e um bumbum empinado que fazia qualquer calça jeans virar um crime. Ela morava no sítio do pai, longe da cidade, e desde que o velho comprou aquele jumento preto, algo dentro dela mudou. O bicho era grande, peludo, com aquelas orelhas compridas e um olhar meio safado. Sempre que ela passava perto da cerca do curral, o jumento começava a zurir alto, batendo o casco no chão, e a pica dele ia inchando, inchando, até ficar daquele tamanho absurdo, grosso, veioso, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Angelica tentou fingir que não sentia nada no começo. Mas a vontade era maior. Aquela pica monstruosa mexia com a cabeça dela de um jeito que nenhuma piroca de homem tinha conseguido. Naquele dia todo mundo tinha ido esvaziar o tanque dos peixes do outro lado da propriedade. O sítio ficou silencioso. Só o vento e o som distante das vacas. Angelica olhou pela janela da cozinha e viu o jumento parado perto da cerca, a pica já meio dura, balançando. O coração dela disparou. A buceta latejou dentro da calcinha. Ela saiu sem fazer barulho, atravessou o quintal, passou por baixo da cerca de arame e se agachou bem na frente do animal. O cheiro forte de macho, de couro e de sexo, subiu pelo nariz dela. A pica do jumento agora estava completamente dura, grossa pra caralho, maior que o antebraço dela, a cabeça inchada e molhada. — Nossa… que pau lindo, meu Deus… — murmurou ela, a voz já rouca de tesão. Sem pensar duas vezes, Angelica estendeu a língua e lambeu a cabeça daquela pica. O gosto era forte, salgado, meio amargo, mas o jumento deu um zurro alto e empurrou o quadril pra frente. Ela abriu a boca o máximo que conseguiu e engoliu a cabeça. A glande gorda esticou os lábios dela, esfregando no céu da boca. Ela chupou com força, lambendo em volta, sugando, fazendo barulho molhado de saliva. — Hmmmm… que pica gostosa… toma, toma… chupa essa vara, sua putinha… O jumento batia o casco, a pica latejando dentro da boca dela. Angelica sentiu a buceta escorrendo, a calcinha já encharcada. Ela se levantou de joelhos, levantou a saia curta e puxou a calcinha pro lado. A xana rosada, o grelinho inchado e latejando, brilhava de molhado. Ela se aproximou, ergueu o corpo e tentou encaixar a cabeça daquela pica monstra na entrada da buceta. — Aiiii… porra… é muito grosso… ai caralho… A cabeça entrou um pouco, esticando a buceta dela de um jeito que doía e dava um prazer absurdo ao mesmo tempo. Angelica gemeu alto, a voz saindo rouca: — Ahhhhh… que porra é essa… tá abrindo minha xana todinha… aih… aihhh… Ela subia e descia o quadril, tentando engolir mais daquele pau. A cada empurrada o jumento urraiva mais alto, a pica latejando dentro dela. O grelinho raspava no tronco grosso, mandando faíscas de tesão pro corpo inteiro. Angelica estava babando, os olhos virando, a boca aberta gemendo sem parar: — Ahhhh… porra… me fode… me fode com essa pica de jumento… aih… aihhh… minha buceta tá pegando fogo… Mas a posição doía nas costas. Ela se virou de quatro no chão de terra, empinou o bumbum e puxou a pica do jumento pra baixo, esfregando a cabeça gorda na entrada do cu. O anelzinho apertado latejou. Ela empurrou o quadril pra trás e a cabeça começou a entrar. — Ahhhhhh caralhooooo… tá entrando no meu cu… aiiii porra… que pica grossa… aih… aihhh… O jumento deu um coice pra trás e empurrou com força. A cabeça sumiu dentro do cu dela de uma vez. Angelica gritou, a voz saindo desesperada: — AHHHHH PORRAAAA… TÁ ARROMBANDO MEU CU… AIHHHH… QUE DELÍCIA… MEU CÚ TÁ ESTOURANDO… Ela empurrou mais, engolindo centímetro por centímetro daquela vara grossa. O cu dela esticava, queimava, mas o prazer era tão forte que ela só conseguia gemer e xingar: — Isso… enfia tudo… enfia essa pica no meu cuzinho… ahhhh… porra… tô virando puta de jumento… aih… aihhh… O jumento começou a meter de verdade, puxando a pica quase toda pra fora e enfiando de novo com força. Cada estocada fazia o bumbum dela tremer. O grelinho latejava sem ninguém tocar, a buceta escorrendo mel pelo chão. Angelica metia a mão entre as pernas e esfregava o grelinho com força enquanto o jumento arrombava o cu dela. — AHHHH… AHHHH… TO GOZANDO… TO GOZANDO COM ESSA PICA NO CU… AIHHH CARALHOOOO… O orgasmo veio violento. O corpo dela tremeu inteiro, a buceta contraiu, o cu apertou a pica do jumento com força. Ela gritou tão alto que a voz ficou rouca: — AHHHHHHHH PORRAAAAA… TO GOZANDO TODA… MINHA BUCETA TÁ ESPASMANDO… AIHHH… O jumento não parou. Continuou metendo, o cu dela agora todo aberto e escorrendo. Angelica mal conseguia respirar, os gemidos saindo em soluços: — Continua… continua me fudendo… não para… aiiiiii… aihhh… quero essa porra dentro de mim… Ela se virou de novo, de frente, e enfiou a pica na buceta de uma vez. Dessa vez entrou mais fácil, a xana já aberta e molhada. O jumento meteu fundo, a cabeça batendo no fundo dela. Angelica gritou de novo: — AHHHHH QUE PORRA… TÁ BATENDO NO FUNDO… AIHHH… MINHA BUCETA TÁ TODA ESTICADA… AHHHH… Ela se agarrou na cerca, o corpo balançando pra frente e pra trás enquanto o jumento a fodía sem dó. A pica grossa entrava e saía fazendo barulho molhado, a buceta dela engolindo tudo. O grelinho raspava no tronco a cada estocada. Angelica estava babando, os olhos revirados, gemendo sem parar: — Me fode… me fode mais forte… quero essa pica de jumento me arrebentando… ahhhh… porra… tô virando uma puta… uma puta de jegue… O segundo orgasmo veio ainda mais forte. O corpo dela se contorceu, a buceta apertou a pica com força, o mel escorreu pelas coxas. Ela gritou até a voz sumir: — AHHHHHHHH… TO GOZANDO DE NOVO… AIHHH CARALHOOOO… MINHA XANA TÁ GOZANDO TODA… O jumento deu um zurro alto e começou a gozar. A pica latejou dentro da buceta dela e jatos quentes e grossos de porra começaram a encher o fundo dela. Angelica sentiu o líquido quente invadindo, enchendo, escorrendo pelas bordas da buceta. Ela gemeu de prazer: — Isso… goza dentro… enche minha buceta de porra de jumento… ahhhh… que delícia… Quando o animal finalmente parou, a pica saiu mole e escorrendo. A buceta de Angelica ficou aberta, o cu ainda latejando, os dois buracos vazando porra branca pelo chão. Ela se sentou na terra, o corpo tremendo, a respiração ofegante. — Meu Deus… que foda… nunca gozei tanto na vida… Ela olhou pro jumento, que agora lambia o focinho e a olhava com aqueles olhos grandes. Angelica sorriu, ainda ofegante, a boca suja de saliva e o corpo coberto de suor e porra. — A gente vai repetir isso amanhã… e no outro dia… e no outro… eu quero essa pica todo dia… quero meu cu e minha buceta sempre abertos pra você… Ela se levantou, arrumou a saia e a calcinha encharcada, e voltou pro sítio antes que alguém chegasse. Mas o cheiro de sexo, o gosto daquela pica e a memória daquela foda brutal ficaram grudados nela. Desde aquele dia, Angelica só pensava no jumento. Toda vez que o via, a buceta já ficava molhada, o cu latejava, e ela só queria uma coisa: se ajoelhar de novo, abrir a boca, a buceta e o cu, e se entregar completamente àquela pica monstruosa. E assim começou o segredo dela. Todas as manhãs, quando o sítio ficava vazio, Angelica corria pro curral. Às vezes chupava até engasgar, às vezes enfiava a pica no cu até o fundo, às vezes sentava naquela vara e rebolava até gozar várias vezes seguidas. O jumento nunca se cansava. E ela também não. A loura de 20 anos, peitos fartos, bumbum empinado e olhos verdes vesgos, tinha encontrado o macho da vida dela. E era um jumento.
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