Sempre fui apaixonado pela minha irmã mais velha, até que um dia não aguentei mais!

Matheus estava deitado na cama, a porra do celular na mão, o coração batendo tão forte que ele quase escutava o barulho dentro do peito. Vinte e dois anos e ainda morando na mesma casa que a irmã de vinte e oito, Fatima. Pais religiosos pra caralho, cruzes em todas as paredes, orações antes de dormir, e ele ali, com o pau duro só de pensar nela. Desde os onze anos ele olhava pra ela de um jeito que não era de irmão. Ela tinha dezessete na época, peitos já aparecendo, bunda redonda que balançava quando caminhava, e ele se masturbava escondido no banheiro imaginando a boca dela no grelinho dele.
Agora, anos depois, a tensão só aumentava. Eles eram próximos, conversavam sobre tudo, menos sobre sexo. Nunca. Mas tinha aqueles olhares longos demais, aqueles toques no braço que demoravam um segundo a mais, o jeito que ela ria das piadas dele e inclinava o corpo pra perto. Na festa da semana passada, quando aquele cara da idade de Matheus ficou flertando com ela, ele quase perdeu a cabeça. Fatima de vestido curto, decote mostrando a metade dos peitos, pernas lisas, e o cara encostando a mão na cintura dela. Matheus ficou com ciúmes pra porra. Queria ser ele ali, queria enfiar a mão por baixo daquele vestido e apertar a bunda dela, queria morder o pescoço e sussurrar putarias no ouvido.
Ele não aguentava mais fingir. Tinha planejado tudo. Uma conta anônima no Instagram, uma mensagem simples: “Você percebeu que seu irmão gosta de você? Vocês parecem um casal fofo. Estou torcendo.” Mandou. E depois, como se alguém tivesse enviado pra ele também, mostrou o print pra ela no dia seguinte, fingindo surpresa.
Foi numa tarde quente, os pais tinham saído pra uma reunião da igreja. A casa vazia. Fatima estava no sofá da sala, de shortinho e camiseta fina, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Matheus sentou do lado, o celular na mão.
- Olha isso aqui - ele disse, passando o aparelho. - Chegou pra mim também. Que merda, né?
Fatima leu. O rosto dela mudou. As bochechas ficaram vermelhas, os olhos arregalaram um pouco. Ela engoliu seco.
- Que porra é essa, Matheus? - a voz saiu baixa. - Quem mandaria uma coisa dessas?
- Sei lá. Alguém que nos vê juntos. A gente anda muito junto mesmo. - Ele deu de ombros, tentando parecer casual, mas o pau já estava começando a inchar dentro da calça. - Você... já pensou nisso? Tipo, a gente?
O silêncio ficou pesado. Fatima mordeu o lábio inferior, aquele lábio carnudo que ele fantasiava chupando há anos. Ela devolveu o celular sem olhar nos olhos dele.
- A gente é irmão - murmurou. - Não pode.
- Eu sei. Mas eu fico pensando. Desde sempre. - Matheus decidiu ir fundo. - Você é tão gostosa, Fati. Naquela festa... eu quase morri de ciúmes. Queria ser eu te tocando.
Ela não respondeu de imediato. Levantou, caminhou até a cozinha, bebeu água. Quando voltou, os olhos estavam escuros, diferentes.
- Você tá falando sério? - perguntou.
- Tô. E tô cansado de esperar. Faço uma massagem em ti. As costas estão tensas, né? Depois... você me ensina a beijar em troca. Tipo, de verdade. Só isso. Se não gostar, a gente para.
Fatima ficou olhando pra ele por um tempo longo. Depois, sem falar nada, virou de costas e tirou a camiseta. Os peitos saltaram livres, pesados, mamilos escuros e duros. Matheus engasgou com a própria saliva.
- Massagem então - ela disse, a voz rouca. - Mas se alguém chegar...
Ele não deixou ela terminar. Levantou, foi atrás, as mãos já tremendo. Guiou ela até o quarto dele, trancou a porta. Fatima deitou de bruços na cama, o shortinho subindo e mostrando a curva da bunda. Matheus puxou o short pra baixo, devagar, revelando a calcinha preta enfiada no meio do cu. O cheiro dela subiu, um cheiro doce e quente de buceta.
Ele começou pelas costas, os dedos deslizando na pele quente, apertando os músculos. Desceu pelas laterais, roçando de leve a lateral dos peitos. Fatima soltou um suspiro baixo.
- Continua - pediu.
Matheus desceu mais, as mãos na bunda agora, apertando as duas nádegas, abrindo um pouco. O dedo médio escorregou pela fenda, por cima da calcinha, sentindo o calor da buceta. Ela estava molhada. Ele sentiu a umidade no tecido.
- Porra, Fati... você tá pingando.
- Cala a boca e massageia - ela rosnou, mas a voz falhou no final.
Ele puxou a calcinha pro lado. A buceta apareceu, os lábios inchados, o clitóris inchadinho no meio, brilhando de porra de excitação. Matheus não aguentou. Incluiu o rosto e lambeu de baixo pra cima, a língua larga passando pela entrada, subindo até o grelinho. Fatima gritou abafado, enterrando o rosto no travesseiro.
- Aaaaaah... caralho, Matheus...
Ele chupou o clitóris com força, puxando com os lábios, a língua girando em volta. Os dedos abriram os lábios da buceta, enfiando dois de uma vez. Ela estava apertada, quente, escorrendo gozo. Matheus fodia ela com os dedos enquanto chupava, o som molhado enchendo o quarto. Fatima rebolava contra a boca dele, gemendo sem parar.
- Mais... enfia mais... chupa esse grelinho, porra...
Matheus tirou a própria camiseta e a calça. O pau saltou duro, grosso, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ele se posicionou atrás dela, esfregando a pica na fenda molhada, subindo e descendo, molhando o pau inteiro no creme dela.
- Me ensina a beijar agora - ele disse, a voz grossa.
Fatima virou o rosto. Os olhos estavam vidrados de tesão. Ela puxou ele pra baixo, a boca se abrindo. O beijo começou hesitante, depois virou voraz. Línguas se enrolando, dentes batendo, saliva escorrendo. Matheus mordeu o lábio dela, chupou a língua, enquanto empurrava a cabeça do pau pra dentro da buceta.
Ela gritou dentro da boca dele quando a pica abriu caminho. Apertada pra caralho. Ele enterrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo cada contração das paredes internas. Quando chegou fundo, as bolas batendo no clitóris, os dois gemeram juntos.
- Porra... sua buceta tá me engolindo - Matheus grunhiu, começando a meter. - Tão quente... tão molhada...
Ele fodia com força agora, as mãos apertando a cintura dela, puxando pra trás a cada estocada. O barulho da pele batendo era obsceno, molhado, rápido. Fatima empurrava a bunda pra trás, encontrando cada investida, gemendo alto.
- Aaaaah... mais forte... fode essa buceta... é sua... caralho...
Matheus puxou o cabelo dela, arqueando o corpo pra trás, metendo mais fundo. A outra mão desceu e esfregou o clitóris com força. Fatima tremeu inteira.
- Vou gozar... Matheus... vou gozar na sua pica...
Ela gozou gritando, a buceta apertando em volta do pau dele em espasmos violentos, líquido escorrendo pelas coxas. Matheus não parou. Continuou fodendo através do orgasmo dela, sentindo o aperto milagroso.
Quando ela ainda tremia, ele saiu, virou o corpo dela de frente e enterrou de novo, agora de frente. Os peitos balançavam a cada estocada. Ele chupou um mamilo, depois o outro, mordendo de leve enquanto metia. Fatima enfiou as unhas nas costas dele.
- Beija meu cu também - ela pediu, a voz desesperada. - Chupa tudo.
Matheus saiu de novo, desceu, abriu as nádegas e enfiou a língua no cu dela. O anel apertado, o gosto forte, e ela gritou de novo. Ele chupou, enfiou a língua, enquanto dois dedos voltavam pra buceta. Fatima estava completamente perdida, rebolando, gemendo nomes de puta, pedindo mais.
Ele voltou a meter na buceta, agora mais rápido, mais fundo. O pau latejava. Ele sentia o gozo subindo.
- Vou gozar dentro... posso?
- Goza... enche essa buceta de porra... eu quero sentir...
Matheus enterrou até o fundo e gozou com um gemido gutural, jatos quentes enchendo ela. Ele continuou metendo devagar enquanto esvaziava as bolas, sentindo o creme misturado escorrer pra fora a cada movimento.
Os dois ficaram ali, suados, ofegantes. Matheus ainda dentro dela, o pau amolecendo devagar. Fatima acariciou o cabelo dele.
- A gente tá fodido - ela sussurrou, mas sorriu. - E eu quero de novo. Agora. Me fode no cu também.
Matheus sentiu o pau endurecer de novo só com as palavras. Ele saiu, pegou o gozo que escorria da buceta com os dedos e passou no cu dela, preparando. Depois posicionou a cabeça e empurrou. O anel cedeu devagar, apertado pra porra. Fatima gritou, uma mistura de dor e prazer.
- Aaaaah... caralho... entra... entra tudo...
Ele enterrou até as bolas. O cu dela o apertava como um torno. Começou a meter, curto no começo, depois longo e fundo. Fatima se masturbava o clitóris enquanto ele fodia o cu, gemendo sem parar.
- Isso... fode meu cu... sua pica grossa... porra...
O quarto cheirava a sexo, a pele, a gozo. Matheus metia sem piedade, as mãos marcando a bunda dela de vermelho. Quando sentiu o segundo orgasmo chegando, puxou pra fora e gozou no rosto dela, jatos quentes caindo na boca, nos peitos, no cabelo. Fatima abriu a boca e engoliu o que pôde, chupando a cabeça do pau limpa depois.
Eles se beijaram de novo, o gosto de porra misturado. Lá fora, a casa ainda estava silenciosa. Mas os dois sabiam que aquilo não ia parar. Matheus já estava planejando a próxima vez, a próxima massagem, o próximo beijo que viraria outra foda completa. E Fatima, com a buceta e o cu ainda latejando, já estava imaginando como esconder as marcas dos dedos dele.
A tensão religiosa da casa só tornava tudo mais sujo, mais gostoso. Cada gemido abafado, cada estocada furtiva, cada gozada engolida no meio da madrugada. Matheus finalmente tinha o que queria desde os onze anos. E Fatima, depois de anos fingindo, finalmente deixava a irmãzinha santa de lado e virava a putinha do irmão.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sempre fui apaixonado pela minha irmã mais velha, até que um dia não aguentei mais!

Codigo do conto:
268566

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/07/2026

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