O sol da tarde batia forte nas janelas grandes da sala quando eu passei de novo, completamente nua. Os seios balançavam a cada passo, o cabelo solto roçando as costas, a buceta ainda quente e úmida do banho. Eu andava pelada pela casa o tempo todo, já que morava só com o namorado e ele não se importava. Mas o vizinho... aquele safado estava sempre lá, sentado na cadeira de plástico no quintal da frente, de frente pras minhas janelas, com uma cerveja na mão e o olhar colado no meu corpo. No começo eu fingia que não via. Depois um dia parei bem no meio do vidro, olhei pra ele e acenei. Ele acenou de volta. Desde então virou um jogo sujo e delicioso. Naquele dia eu estava especialmente safada. Parei bem na frente da janela, de costas primeiro, abri as pernas e curvei a coluna devagar, abrindo o cu e a buceta pra ele ver tudo. Depois virei de frente, abri os lábios da xana com os dois dedos e mostrei o grelinho inchado, vermelho, já latejando. Ele se inclinou na cadeira, a mão descendo até o volume grosso que marcava a bermuda. Eu sorri e falei alto o bastante pra ele ouvir através do vidro aberto: - Tá gostando da vista, hein? Olha só essa buceta molhada só de te ver aí parado. Ele não respondeu com palavras, só apertou o pau por cima da roupa, os olhos esbugalhados. Eu puxei uma cadeira pra perto da janela, sentei de pernas bem abertas e comecei a circular o dedo no grelinho. O gemido saiu baixo no começo: - Aaaah... que delícia... Os dedos desceram, entraram na buceta, saíram molhados e voltaram pro clitóris, esfregando mais rápido. Eu abria a boca, o peito subindo e descendo, e falava pra ele: - Tá duro pra caralho, né? Dá pra ver daqui. Bate uma pra mim, vai... mostra essa pica. Ele obedeceu. Baixou a bermuda ali mesmo, no quintal, e a pica saltou pra fora, grossa, veiuda, a cabeça já brilhando. Começou a masturbar devagar, olhando fixo pra mim. Eu gemí mais alto: - Isso... aperta essa pica... imagina enfiando nessa buceta... aaaaah, porra... Meus dedos entravam e saíam com barulho molhado. Eu abria mais as pernas, levantava um pouco o quadril e enfiava dois dedos fundo, enquanto o polegar esfregava o grelinho sem parar. O corpo inteiro tremia. Os seios balançavam a cada movimento. Eu olhava pra ele e falava ofegante: - Tá vendo como eu tô gozando só de te mostrar? Olha esse mel escorrendo... aaaah... mais... mais... Ele batia punheta mais rápido, a mão subindo e descendo com força, o rosto contraído de tesão. Eu senti a onda subindo, o cu apertando sozinho, a buceta latejando. - Vou gozar... caralho, vou gozar te olhando... aaaaaah, filho da puta... toma... toma essa porra toda... O orgasmo me dobrou. Eu gritei, as pernas tremendo, o líquido escorrendo pelos dedos e pingando no chão. Continuei esfregando o grelinho enquanto gozava, gemendo desesperada, a boca aberta, os olhos semicerrados mas ainda fixos nele. Do outro lado, ele não aguentou. Acelerou a mão, a pica latejando na sua pegada, e gozou forte, jatos brancos saindo e caindo na grama, o corpo se contraindo na cadeira. O gemido dele foi baixo, mas eu vi claramente a cara de quem tinha acabado de se aliviar só de me ver. Eu fiquei ali, ofegante, os dedos ainda dentro da buceta molhada, sorrindo pra ele através do vidro. Levantei devagar, mostrei os dedos molhados e chupei um por um, bem devagar. - Amanhã de novo - falei, a voz rouca. - E da próxima vez quero te ver gozando ainda mais forte. Ele só assentiu com a cabeça, ainda ofegante, a pica murchando na mão. Eu virei de costas, balancei a bunda uma última vez e continuei andando nua pela sala, sabendo que ele ia ficar ali olhando até eu sumir de vista.
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