Minha mãe fez de tudo pra me pegar no flagra batendo uma!

Eu tinha 18 anos e morava só com a minha mãe desde que nasci. Ela nunca se casou de novo, nunca trouxe homem pra casa, e sempre foi a melhor mãe do mundo. Me ajudava com tudo, cozinhava, perguntava da faculdade, se preocupava se eu estava comendo direito. Mas fazia alguns meses que algo tinha mudado. As perguntas dela começaram a ficar estranhas.
Um dia ela chegou perto de mim na cozinha e perguntou assim, sem rodeio:
- Então… filho, como está a situação nas suas calças?
Eu engasguei com o café. Fiquei olhando pra ela, aquela mulher de quarenta e poucos, corpo ainda firme, peitos pesados sob a camiseta larga, cabelo solto. Respondi só:
- Hum… sim, está tudo bem, mãe.
Ela sorriu de um jeito que eu nunca tinha visto e saiu andando, balançando o quadril mais do que o normal.
Desde então ela passou a entrar no meu quarto sem bater. Sempre com uma desculpa. Queria saber se o vestido novo ficava bom. Queria perguntar o que eu queria comer no jantar. Queria só “dar um oi”. Mas o timing era sempre o mesmo: quando eu estava com a mão na pica, ou logo depois de gozar, o cheiro de porra ainda no ar.
Naquela noite eu não aguentei. Trancado no quarto, luz baixa, notebook aberto no colo. Eu estava no site contoseroticos.com, rolando os contos do Baelfire. Lia um atrás do outro, a rola já dura pra caralho só de acompanhar aquelas histórias sujas. De vez em quando parava pra comentar, dar like, comentando em todo post elogiando o texto, pedindo mais, mandando para os amigos. A mão direita já estava embaixo do short, apertando a pica grossa por cima do tecido. Depois abri o zíper, tirei a rola pra fora e comecei a bater uma de verdade enquanto lia. A cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, a mão subindo e descendo molhada de saliva, o polegar esfregando a fenda. Eu gemia baixo, os olhos fixos na tela, a outra mão digitando mais um comentário elogiando aqueles contos sujos escritos pelo Baelfire.
A porta se abriu sem barulho. Ela entrou. Eu congelei, a mão ainda agarrada no pau.
- Filho… - ela falou, a voz rouca. - Desculpa, eu… precisava de…
Mas os olhos dela desceram direto pro meu colo. A pica latejando na minha mão, as bolas pesadas, a veia saltada. Ela não desviou o olhar. Ficou parada, a porta ainda aberta atrás dela.
- Mãe… - eu comecei, a voz falhando.
Ela fechou a porta devagar. Deu dois passos pra dentro. Eu vi o peito dela subindo e descendo rápido. A camisola fina deixava os mamilos marcados. Ela engoliu seco e falou:
- Continua. Eu quero ver.
Meu coração bateu tão forte que doía. A mão voltou a se mexer sozinha. Eu masturbava na frente dela, a cabeça da pica sumindo e aparecendo entre os dedos. O barulho molhado enchia o quarto. Ela se aproximou mais, até ficar ao lado da cama. O cheiro do perfume dela misturado com o cheiro da minha porra quase me fez gozar na hora.
- Que pau gostoso… - ela murmurou. - Tão grande… tão grosso…
Eu gemei alto, sem conseguir segurar. A mão acelerou. Ela se ajoelhou ao lado da cama, os olhos fixos na minha rola. A respiração dela estava ofegante. Sem pedir licença, ela estendeu a mão e tocou nas minhas bolas. O toque quente me fez estremecer inteiro.
- Mãe… porra…
- Shhh… deixa a mãe cuidar. Você não precisa se esconder mais.
Ela tirou a minha mão e envolveu o pau dela mesma. A mão pequena mal conseguia fechar em volta da grossura. Começou a masturbar devagar, apertando, torcendo no topo. Eu joguei a cabeça pra trás e soltei um gemido desesperado.
- Assim… porra, mãe… assim…
Ela se inclinou e lambeu a cabeça. A língua quente passou pela fenda, recolheu o pré-gozo, e depois engoliu a cabeça inteira. O calor da boca dela me fez gemer alto, a voz saindo quebrada. Ela chupava fundo, a garganta apertando, a saliva escorrendo pela base e molhando as bolas. Eu segurei o cabelo dela, mas sem forçar. Só precisava de algo pra me agarrar.
- Chupa essa pica… mãaaae, caralho… chupa fundo…
Ela gemeu com a boca cheia, o som vibrando na minha rola. Subiu e desceu várias vezes, a língua enrolando, os lábios apertados. Depois tirou a camisola de uma vez. Os peitos pesados balançaram livres, mamilos duros. Ela se subiu na cama, ajoelhou entre minhas pernas e enfiou a pica de novo na boca, agora mais fundo, engasgando de propósito. A garganta apertava, os olhos marejavam, mas ela não parava.
Eu estava prestes a gozar. Avistei:
- Mãe… vou gozar… porra…
Ela tirou a boca só o suficiente pra falar, a voz embargada de saliva e tesão:
- Goza na minha boca. Quero engolir tudo.
Empurrei a cabeça dela de volta e jorrei. O gozo saiu forte, jatos quentes enchendo a garganta dela. Ela engoliu tudo, engasgou um pouco, mas continuou sugando até a última gota. Quando tirou a boca, os lábios brilhavam de porra. Ela limpou o canto da boca com o dedo e chupou o dedo na minha frente.
- Delícia… - sussurrou. - Seu gozo é doce.
Eu ainda estava ofegante quando ela se deitou ao meu lado, a mão voltando pra minha pica ainda semi-dura. Começou a massagear de novo, devagar.
- Agora é a minha vez de gozar - ela disse. - Você vai chupar a buceta da sua mãe.
Ela se acomodou em cima do meu rosto, a calcinha já encharcada. Eu puxei o tecido pro lado e enfiei a língua. A buceta dela estava quente, inchada, o grelinho saltado. Chupei o clitóris com força, chupando e lambendo ao mesmo tempo. Ela gemeu alto, o som desesperado:
- Isso… filho… chupa o grelinho da mamãe… assim… porraaaa…
Eu enfiei dois dedos na buceta molhada enquanto chupava. Ela rebolava no meu rosto, molhando meu queixo, gemendo sem parar. O cheiro dela era forte, excitante pra caralho. Em poucos minutos ela gozou, a buceta apertando meus dedos, o corpo inteiro tremendo. O gozo escorreu pela minha língua, quente e ácido.
Quando ela desceu, a pica já estava dura de novo. Ela se posicionou em cima, encaixou a cabeça na entrada e desceu devagar. A buceta apertada me engoliu centímetro por centímetro. Eu segurei a cintura dela e empurrei pra cima. Ela gritou:
- Que pica grande… filho… tá arrombando a buceta da mamãe…
Começamos a foder. Ela rebolava, eu metia pra cima. O barulho de pele batendo enchia o quarto. Os peitos dela balançavam na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto metia fundo. Ela gemeu desesperada:
- Mais forte… mete mais forte… quero sentir essa pica no fundo…
Eu virei ela de quatro. Agarreí a cintura e enfiei de uma vez. A buceta molhada engoliu tudo. Comecei a meter forte, o pau saindo e entrando molhado. Ela empurrava o cu pra trás, gemendo alto:
- Isso… fode a mamãe… fode a buceta dessa puta… aaaah porra…
Eu cuspi no cu dela e enfiei o polegar. Ela tremeu inteira. Continuei metendo na buceta enquanto o dedo entrava e saía do cu apertado. Ela gozou de novo, o corpo tremendo, a voz saindo em gritos abafados no travesseiro.
- Vou gozar de novo… filho… não para…
Eu tirei o pau da buceta e enfiei no cu de uma vez. Ela gritou, o som puro de dor e prazer misturados. O cu apertava minha rola com força. Comecei a meter devagar no começo, depois mais rápido. Ela empurrava pra trás, pedindo mais:
- Arromba o cu da mamãe… mete fundo… quero sentir essa pica grossa arregaçando gostoso o meu cu…
Eu meti até as bolas. O cu dela engolia tudo, o anel apertado esfregando a base. A mão dela foi pro grelinho e esfregava rápido. Em poucos minutos ela gozou de novo, o cu contraindo em volta da minha pica, o corpo inteiro espasmando. Eu não aguentei. Jorrei dentro do cu dela, jatos quentes enchendo o fundo. Ela ficou gemendo enquanto eu esvaziava tudo.
Quando tirei, a porra escorreu pelo cu e pela buceta, pingando no lençol. Ela se virou, ainda ofegante, e me beijou na boca. O beijo era sujo, com gosto da própria buceta e da porra.
- Agora você é meu - ela sussurrou. - Ninguém mais vai tocar nessa pica. Só a mamãe.
Eu ainda estava com a rola latejando quando ela se ajoelhou de novo e começou a limpar tudo com a língua. Chupou a porra que escorria, chupou a cabeça, chupou as bolas. Depois deitou a cabeça no meu peito e ficou quieta.
Naquela noite eu dormi com a mão dela em volta do meu pau. E no dia seguinte, quando acordei, ela já estava masturbando de novo, devagar, preparando a rola pra mais uma rodada.
A porta do quarto nunca mais precisou de tranca. E a pergunta “como está a situação nas suas calças?” virou rotina. Só que agora a resposta era sempre a mesma: dura, quente, e pronta pra encher a boca, a buceta e o cu da melhor mãe do mundo.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Minha mãe fez de tudo pra me pegar no flagra batendo uma!

Codigo do conto:
268948

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/08/2026

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