Peguei meu filho no flagra comendo minha irmã, após isso não resisti e dei pra ele também!
Eu sempre fui próxima da minha irmã mais nova. A gente era tipo melhores amigas, sabe? Conversava sobre qualquer merda, se apoiava em tudo. Ou pelo menos eu achava que era assim. Ela adorava meu filho desde o dia em que ele nasceu, era quase uma segunda mãe pra ele. E ela tava solteira há um tempão, coitada. Era uma tarde comum de semana. Eu tinha saído do trabalho mais cedo e resolvi passar na casa dela. Meu filho tinha falado no telefone que ia dar uma passada por lá também. A gente costumava cozinhar juntas, não seria a primeira vez. Cheguei sem avisar, abri a porta com a chave que ela tinha me dado anos atrás e entrei quieta. A casa tava meio silenciosa, só um barulho vindo do quarto do fundo. Aquele barulho úmido de pele batendo em pele, gemidos baixos. Meu estômago virou. Eu andei devagar pelo corredor, o coração batendo forte, e empurrei a porta do quarto com o dedo. O que eu vi me deixou paralisada. Meu filho tava por cima da minha irmã. A pica dele, grossa e brilhante de porra e saliva, entrava e saía da buceta dela com força. O rosto dele tava vermelho, as veias do pescoço saltadas, o cu dele contraindo a cada estocada. Ela tava de quatro na cama, as mamas balançando, o cu apertado e rosado, e gritava: - Porra, sobrinho... enfia essa pica toda... assim... mais fundo... aaaah, caralho, sua pica é grande pra porra... Ele gemia baixo, quase um rosnado: - Tia... sua buceta aperta tanto... tá molhada pra caralho... eu vou gozar dentro... Eu fiquei ali, na porta, sem conseguir me mexer. Queria gritar, xingar, puxar ele de cima dela pela orelha. Mas não consegui. Meu corpo inteiro formigou. Entre as pernas começou a latejar. A buceta esquentou, o grelinho inchou de uma vez só. Eu me senti traída pra caralho, mas ao mesmo tempo uma inveja foda me subiu pela garganta. Nunca tinha olhado pro meu filho daquele jeito. Sempre vi homens bonitos na rua, mas droga, eu tinha ignorado completamente o que tinha em casa. Ele segurou a cintura dela com as duas mãos e começou a meter mais rápido. O barulho da pica entrando e saindo da buceta molhada era nojento e gostoso ao mesmo tempo. Ela rebolava pra trás, o cu piscando, e pedia: - Me come, porra... me come forte... mete no cu também... quero sentir essa pica no meu cuzinho... Ele puxou a pica pra fora, toda babada, e empurrou a cabeça grossa contra o cu dela. Ela gritou: - Aaaaah, caralho... vai devagar... não... mete logo, porra! A pica sumiu no cu apertado dela. Ele gemendo, ela gritando, os dois se fodendo como se o mundo tivesse acabado. Eu desci a mão sem pensar e apertei a buceta por cima da calça. Tava encharcada. O grelinho doía de vontade. Eles gozaram juntos. Ele enterrou a pica até o fundo no cu dela e jorrou, o corpo trementando. Ela gritou o nome dele e gozou também, a buceta esguichando no lençol. Eu saí de lá sem fazer barulho, as pernas bambas, e fui pra casa. Naquela noite ele chegou mais tarde. Eu tava na sala, de camisola fina, sem calcinha. A buceta ainda latejava. Quando ele entrou, eu olhei pra ele de um jeito diferente. Ele notou. - Mãe? Tá tudo bem? Eu respirei fundo e falei baixo: - Eu vi vocês hoje. Você e a tia. Na cama. Você metendo a pica nela, no cu dela, em tudo. O rosto dele ficou branco. Depois vermelho. Ele engoliu seco. - Mãe... eu... - Cala a boca. Eu não vou gritar. Mas eu quero a mesma coisa. Eu quero essa pica. Agora. Ele ficou parado. Eu levantei, cheguei perto, e puxei a camisola pra cima. As mamas pesadas, os mamilos duros. A mão dele tremeu quando tocou meu peito. Eu desci a mão e apertei o volume na calça dele. A pica já tava dura de novo. - Tira essa porra - eu disse. Ele tirou a camisa, a calça, a cueca. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça inchada e já molhada de pré-gozo. Eu me ajoelhei na frente dele e chupei. Engoli até a garganta, o gosto dele misturado com o gosto da minha irmã ainda. Ele gemeu alto: - Porra, mãe... sua boca... Eu chupei com vontade, babando, lambendo as bolas, lambendo o cu dele também. Depois me levantei, virei de costas e me apoiei no sofá. - Mete. Mete essa pica na minha buceta agora. Ele segurou minha cintura e empurrou. A pica entrou de uma vez só. Eu gritei: - Aaaaah, caralho... sua pica é grande pra porra... mais fundo... Ele começou a meter forte, as bolas batendo no meu grelinho. Eu gemia sem parar: - Assim... mais... fode a buceta da sua mãe... mete forte... aaaah... Ele puxou meu cabelo e falou no meu ouvido: - Sua buceta aperta igual a da tia... molhada pra caralho... eu vou gozar dentro de você também... - Goza... goza dentro... enche essa buceta de porra... Ele meteu mais rápido. Eu gozei primeiro, a buceta contraindo, esguichando nele. Ele não parou. Virou meu corpo, me deitou no sofá e continuou metendo de frente. Eu olhava pra ele, pro rosto do meu filho fudendo a mãe, e só conseguia gemer: - Me come... me come toda... mete no cu também... Ele tirou a pica e empurrou no meu cu. Eu gritei alto: - Porraaaaa... vai devagar... não... mete tudo... aaaah, caralho, sua pica no meu cuzinho... Ele meteu até o fundo. O cu queimava gostoso. Eu rebolava, pedindo mais. Ele gemia desesperado: - Mãe... seu cu aperta tanto... eu não vou aguentar... - Goza... goza no cu da sua mãe... jorra tudo... Ele enterrou e gozou. Quente, espesso, enchendo meu cu. Eu gozei de novo só de sentir a porra quente escorrendo. A gente ficou ali, ofegantes. Depois ele começou a chupar minha buceta, lambendo o grelinho, enfiando a língua no meu cu sujo de porra. Eu puxei a cabeça dele e falei: - Chupa direito... limpa essa porra toda... depois me fode de novo... Ele obedeceu. Chupou até eu gozar na boca dele. Depois meteu de novo, dessa vez mais devagar, mais fundo, olhando nos meus olhos. - Desde quando você e a tia fazem isso? - Há meses... ela me procurou... eu não consegui dizer não... - E agora? Vai continuar? - Se a senhora deixar... a gente pode fazer os três juntos... Eu sorri, a buceta latejando de novo. - Chama ela. Agora. Quero ver você metendo nela de novo enquanto eu chupo seu cu. Quero a pica dela na minha boca depois que sair da sua. Quero tudo. Ele pegou o celular. Eu fiquei de quatro no sofá, rebolando, mostrando a buceta e o cu ainda escorrendo porra. Quando ela chegou, meia hora depois, a cara dela foi a mesma que a minha tinha sido mais cedo. Choque, vergonha, tesão. Eu olhei pra ela e falei: - Entra. Tira a roupa. Vem chupar a porra do meu filho que tá escorrendo da minha buceta. Depois eu quero ver ele meter essa pica no seu cu de novo enquanto eu chupo seus peitos. Ela obedeceu. Tirou tudo. A buceta dela ainda tava inchada de mais cedo. Eu puxei ela pro sofá, abri as pernas e chupei. O gosto da porra do meu filho misturado com o gosto dela. Ela gemeu: - Irmã... porra... Meu filho meteu a pica nela de novo, de quatro, enquanto eu ficava embaixo, chupando o grelinho dela e as bolas dele. O barulho era sujo, molhado, desesperado. Ela gritava: - Mais forte... mete no cu... aaaah... Ele meteu no cu dela. Eu enfiei dois dedos na buceta dela e outro no cu do meu filho. Os três gemendo, se fodendo, suados, sem nenhuma vergonha mais. A noite inteira foi assim. Ele meteu em mim, nela, nos dois ao mesmo tempo. Eu chupei a pica dele suja da buceta dela. Ela chupou a minha. Eu enfiei a língua no cu dela enquanto ele me fodia. A gente gozou quantas vezes não dava pra contar. A porra escorria pelo sofá, pelo chão, pelas nossas coxas. No final, os três deitados, ofegantes, a pica dele ainda semi-dura na minha mão, a buceta dela latejando na minha boca, eu falei baixo: - A partir de agora a gente faz isso sempre. Sem esconder. Sem culpa. Só foder. Eles concordaram. E desde aquele dia, a casa da minha irmã virou o nosso lugar. Toda semana. Às vezes eu chego e já encontro eles se comendo. Às vezes eu chego primeiro e espero ele me foder enquanto ela assiste. Às vezes os três juntos, a pica dele entrando e saindo de uma buceta pra outra, de um cu pra outro, a gente se lambendo, se chupando, se fodendo até não aguentar mais. E eu, que no começo me senti traída, hoje só sinto tesão. Tesão sujo, gostoso, de mãe que virou puta do próprio filho e da própria irmã. E não me arrependo de um caralho.
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