Comprar aquela sauna foi a pior e melhor ideia que eu poderia ter!



Eu nunca tinha olhado pra minha filha daquele jeito. Nunca. Sempre achei que incesto era coisa de doente, de gente sem caráter. Mas aquela tarde eu descobri que o corpo responde antes da moral conseguir gritar.
Eu tava sentado no banco de madeira, suor escorrendo pelo peito, quando a porta abriu e ela entrou. Toalha enrolada no corpo, cabelo preso num coque bagunçado. Olhou pra mim, sorriu daquele jeito inocente dela e falou:
- Posso entrar, pai? Tá muito frio lá fora.
Eu engoli seco e só consegui acenar com a cabeça. Ela fechou a porta, se virou de costas e desamarrou a toalha. O tecido caiu no chão com um barulho mole. E aí eu vi.
Aqueles peitos pesados, redondos, com os mamilos já meio duros por causa do calor. A cintura fina, a bunda carnuda, as coxas grossas. E entre as pernas, aquela buceta lisa, só com um fiapinho de pelo no meio. Meu pau latejou na cueca tão forte que doeu.
Ela se sentou do meu lado, as pernas abertas de leve, e o cheiro dela misturado com o vapor me deu um nó na garganta. Eu tentava olhar pro teto, pro canto da parede, pra qualquer porra, mas meus olhos voltavam sozinhos pro corpo dela.
- Pai… você tá me olhando estranho – ela falou baixo, quase rindo.
- Não tô olhando nada – respondi, mas a voz saiu rouca pra caralho.
Ela ficou em silêncio por uns segundos. Depois deslizou a mão pela própria coxa, bem devagar, e abriu um pouco mais as pernas. A buceta dela se abriu um pouco, o grelinho inchado aparecendo entre os lábios. Eu senti a pica latejar de novo, já totalmente dura, apertando a cueca.
- Você tá de pau duro, pai – ela sussurrou, e não tinha vergonha nenhuma na voz.
Eu virei o rosto pra ela. Os olhos dela estavam escuros, molhados de desejo. Ela mordeu o lábio inferior e falou mais baixo ainda:
- Eu vi você me olhando desde que eu entrei. E eu também tô molhada pra caralho.
Ela pegou minha mão e colocou direto na buceta dela. Estava quente, escorregadia, o mel pingando já. Eu gemí sem querer. Os dedos afundaram sozinhos entre os lábios molhados e ela arqueou as costas, soltando um gemido longo.
- Ahhh… porra, pai… enfiá os dedos…
Eu enfiei dois de uma vez. A buceta dela apertou gostoso, quente pra porra. Ela abriu mais as pernas e começou a rebolar na minha mão, gemendo alto.
- Isso… assim… mais fundo… ahhh, caralho…
Eu fiquei louco. Puxei ela pro meu colo de uma vez. Ela se ajeitou de frente pra mim, a buceta esfregando direto na minha pica ainda vestida. O tecido da cueca já tava encharcado com o porra dela. Ela desceu a mão, puxou a cueca pra baixo e a minha pica saltou pra fora, grossa, veiuda, a cabeça roxa e pingando.
- Que pauzão grosso, pai… – ela falou olhando pra baixo, a voz trêmula. – Vai caber inteiro na minha buceta?
- Vai ter que caber – eu respondi, e agarrei a bunda dela com as duas mãos.
Ela se ergueu um pouco, posicionou a cabeça da minha pica no buraco molhado e desceu devagar. O primeiro centímetro já me fez grunhir. A buceta dela era apertada pra caralho, quente, escorrendo mel. Ela desceu mais um pouco e soltou um gemido desesperado:
- Ahhhhh… porra… tá rasgando… mas não para…
Eu segurei a cintura dela e puxei pra baixo de uma vez. A pica inteira sumiu dentro dela. Ela gritou, a cabeça jogada pra trás, os peitos balançando na minha cara. Eu abocanhei um mamilo e chupei forte enquanto ela começava a rebolar.
- Aiiii, pai… sua pica tá tão funda… tá batendo no fundo da minha buceta… ahhh, caralho…
Ela subia e descia com força, a buceta engolindo a pica com um barulho molhado, chupando. Eu batia com a mão na bunda dela, deixando marca vermelha, e ela gemia mais alto ainda.
- Bate mais… me fode mais forte… eu quero sentir essa pica destroçando minha buceta…
Eu levantei ela, virei ela de quatro no banco e enfiei de uma vez por trás. O cu dela ficou ali, apertadinho, se contraindo. Eu cuspi no dedo e enfiei no cu enquanto metia fundo na buceta. Ela gritou:
- AHHHH PORRA! O cu também… enfia o dedo no meu cu enquanto me fode… isso, pai… me fode toda…
O som da minha pica entrando e saindo da buceta dela enchia a sauna. Slap, slap, slap. Mel escorrendo pelas coxas dela, pingando no chão de madeira. Eu metia sem dó, segurando o cabelo dela, puxando a cabeça pra trás.
- Grita pra mim… fala que ama a pica do pai…
- Amo… ahhh, eu amo essa pica grossa… tá me fodendo tão gostoso… vai me fazer gozar… porra, pai, eu vou gozar…
Ela começou a tremer. A buceta apertou, latejou, e ela gozou gritando, o corpo inteiro se contraindo. O mel jorrou na minha pica, escorrendo. Eu não parei. Continuei metendo enquanto ela ainda gozava, os gemidos dela virando soluços desesperados.
- Não para… continua me fodendo… eu quero mais… quero gozar de novo…
Eu tirei a pica da buceta, toda melada, e enfiei no cu dela de uma vez. Ela gritou alto, o corpo se arqueando.
- AHHHH CARALHO! No cu… tá entrando no meu cu… porra, pai… que pauzão grosso no meu cuzinho…
Eu meti fundo no cu apertado dela, sentindo as paredes quentes se fecharem em volta da pica. Com a outra mão eu esfregava o grelinho dela com força. Ela gemia sem parar, a voz já rouca:
- Isso… fode meu cu… esfrega meu grelinho… eu vou gozar de novo… ahhh, porra…
Eu senti o gozo subindo. A pica latejou dentro do cu dela. Eu meti mais forte, mais fundo, até não aguentar mais.
- Vou gozar no seu cu… toma porra do pai…
- Goza… enche meu cu de porra… ahhh, eu também tô gozando… AHHHHH!
Ela gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando minha pica com força. Eu descarreguei dentro dela, jatos grossos de porra enchendo o cuzinho. Continuei metendo devagar enquanto gozava, sentindo a porra escorrer pra fora, misturada com o mel da buceta dela.
Quando terminei, ela desabou no banco, ofegante, a bunda ainda erguida, a porra escorrendo do cu e da buceta. Eu me sentei ao lado, o peito subindo e descendo. Ela olhou pra mim com os olhos vidrados e falou, a voz baixa e rouca:
- A gente vai fazer isso de novo… né, pai?
Eu passei a mão na bunda dela, sentindo a porra quente ainda saindo, e respondi:
- Vai. Toda vez que a gente entrar nessa porra de sauna.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comprar aquela sauna foi a pior e melhor ideia que eu poderia ter!

Codigo do conto:
272742

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/09/2026

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