Tracei minha mãe na piscina!



Era um daqueles sábados quentes de verão em que o sol já esquentava a pele antes mesmo do meio-dia. Eu, Emerson, dezoito anos, um metro e noventa, setenta quilos de músculo magro e um pau de dezoito centímetros que ainda crescia quando eu pensava nela, estava meio dormindo no meu quarto quando o telefone tocou. Ouvi a voz da minha mãe atendendo na sala. Depois de uns minutos ela desligou e veio até a porta do meu quarto.
— Emerson… acorda, filho.
Abri os olhos e vi ela ali, de camisola fina, os seios pesados balançando de leve sob o tecido. Trinta e oito anos e um corpo de puta de luxo. Coxas grossas, bunda redonda e alta, cintura fina e aqueles peitos maravilhosos que eu já sonhava em chupar desde os quinze.
— Foi seu pai no telefone — ela disse, a voz baixa. — Ele não vem esse final de semana. Tem que ficar no Anhembi por causa da feira.
O silêncio que ficou no quarto depois daquela frase pesou gostoso. Eu senti o pau já começando a inchar dentro do short.
— Então a gente fica sozinho… — murmurei.
Ela sorriu de canto, aquele sorriso safado que só eu conhecia.
— Vamos pra piscina. Tá um calor do cão.
Desci cinco minutos depois. Quando cheguei na área da piscina ela já estava deitada de bruços na espreguiçadeira, só com a calcinha do biquíni. A parte de cima tinha sumido. Aquele cuzinho redondo, branco, marcado pelo fio fino do biquíni, me deixou com a boca seca. A pele dela brilhava de suor. As costas suaves, a curva da cintura, a entrada daquele rego apertado…
— Passa bronzeador nas minhas costas, Emerson — ela pediu sem nem olhar pra mim.
Peguei o frasco. Minhas mãos tremiam. Comecei pela nuca, deslizando os dedos molhados de óleo. Desci devagar, passando pelas omoplatas, sentindo ela arrepiar. Quando cheguei nas laterais dos seios, os dedos escaparam um pouco pra dentro, roçando a carne macia. Ela soltou um suspiro baixo.
— Continua…
Desci mais. A mão direita parou na curva da bunda. Eu ia pular, mas ela falou claro:
— Passa na bunda também…
Meu pau latejou dentro do short. Comecei a massagear aquelas duas globos perfeitos, apertando, abrindo, espalmando o óleo por toda a pele. O biquíni estava no caminho. Ela, sem falar nada, puxou o fiozinho pro lado e enfiou mais fundo no rego, quase sumindo entre as nádegas.
— Assim não atrapalha — murmurou, a voz já rouca.
Continuei passando óleo. A pele dela ficava cada vez mais quente. Quando abri um pouco as nádegas pra passar no meio, vi. A calcinha molhada. Não era óleo. Era a buceta dela escorrendo. Um fio transparente descia pela fenda, brilhando.
— Você tá molhada, mãe…
Ela soltou uma risadinha baixa.
— Passa no meio das pernas também.
Levantei o olhar. Ela se virou de lado, me mostrando os seios pesados, os bicos escuros e duros. Depois se sentou, tirou a calcinha de uma vez e se deitou de novo, de pernas abertas na minha frente. A buceta rosa, inchada, os lábios abertos, o grelinho latejando, todo molhado.
— Enfia esse pinto em mim, Emerson. Agora.
Tirei o short. Meu pau saltou duro, grosso, a cabeça já molhada de pré-gozo. Me deitei por cima dela. A ponta encontrou a entrada quente. Empurrei. Tudo de uma vez. A buceta apertou, quente, escorregadia, engolindo os dezoito centímetros até o saco bater na bunda dela.
— Ahhhhh… caralho… que pica grossa… — ela gemeu alto, as unhas cravando nas minhas costas.
Comecei a estocar. Forte. Fundo. Cada vez que eu enfiava até o fundo ela soltava um gemido desesperado.
— Isso… fode essa buceta… mais forte… ahhhh… Emerson… seu filho da puta… que pau gostoso…
A buceta dela fazia barulho. Molhada, suja, engolindo e soltando o pau com estalos. Eu segurava as coxas dela abertas e metia sem dó. O grelinho raspava na base do meu pau a cada estocada.
— Vou gozar… — avisei, a voz já falhando.
Ela me empurrou pra trás, tirou meu pau da buceta e se ajoelhou rápido. A boca quente engoliu a cabeça. Ela chupou fundo, até o saco, engasgando, baba escorrendo pelo queixo. Quando eu gozei, jatos grossos de porra encheram a garganta dela. Ela engoliu tudo, fazendo barulho de sucção, como se estivesse mamando uma mamadeira de leite.
— Que porra gostosa… — ela falou, lambendo os lábios. — Toda sua porra eu engulo.
Entramos na piscina pra refrescar. A água fria não adiantou nada. Meu pau continuava duro. Eu a empurrei contra a borda, chupei os seios, mordi os bicos, passei o pau entre as nádegas dela.
— Quero comer esse cu, mãe.
Ela tremeu.
— Não… ele é virgem… nunca dei…
— Eu vou devagar. Prometo. Deixa eu arrombar esse cuzinho pra você.
Ela hesitou, depois balançou a cabeça.
— Tá… mas vai com calma…
Saímos da água. Estendi a toalha no chão quente. Coloquei ela de quatro. Aquele cuzinho rosado, apertado, ainda molhado da buceta. Dei uma lambida longa na estrela. Ela estremeceu. Depois ela se virou e chupou meu pau rápido, só pra deixar bem babado.
Voltei atrás dela. Aponteí a cabeça no cu. Empurrei devagar. A resistência era absurda. Apertado pra caralho. Ela gemeu de dor.
— Aiiii… dói… Emerson… dói pra caralho…
— Relaxa… respira…
Empurrei mais. A cabeça entrou. Ela berrou.
— Ahhhhh… filho da puta… tá rasgando meu cu…
Não parei. Empurrei mais. Centímetro por centímetro até enfiar tudo. O saco bateu nas nádegas. O cu dela me apertava como um torniquete.
— Caralho… que cu apertado… — eu gemia.
Comecei o vai e vem. Devagar no começo. Depois mais rápido. A dor dela foi virando outra coisa. Ela começou a rebolar, empurrando o cu pra trás.
— Isso… fode meu cu… mais forte… ahhhh… mete essa pica no meu cuzinho… arromba… arromba essa bunda…
Estocava fundo, forte, o pau sumindo inteiro a cada vez. O cu dela fazia barulho molhado. Ela gemia desesperada, o rosto colado na toalha, baba escorrendo.
— Vou gozar no seu cu… — avisei.
— Goza… enche meu cuzinho de porra… ahhhhh…
Gozei. Jatos quentes, grossos, enchendo aquele reguinho apertado. A porra escorreu quando eu tirei o pau, branca, escorrendo pela buceta e pelas coxas.
Deitamos na toalha, abraçados, suados, fedendo a sexo. Eu beijei o pescoço dela.
— Toda vez que ele viajar a gente faz de novo — ela sussurrou.
— Toda vez — respondi. — E você sempre me faz um boquete gostoso depois.
Ela sorriu, ainda ofegante, e apertou meu pau mole na mão.
— Sempre, meu amor. Sempre.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tracei minha mãe na piscina!

Codigo do conto:
272625

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/09/2026

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