Eu tinha sessenta anos e ainda me conservava bem. Corpo firme, pau de vinte centímetros que endurecia rápido, peito coberto de pelos grisalhos e uma vontade de foder que não diminuía com a idade. Todo fim de semana eu subia para o sítio em Miguel Pereira, longe do barulho do Rio. Os filhos já eram homens, a esposa antiga tinha ficado para trás, e eu levava as namoradas quando dava. Naquela sexta-feira, porém, subi sozinho. Tinha assunto na Conservatória e não deu tempo de buscar a carioca de Copacabana, aquela de corpo que fazia qualquer um babar só de olhar. Cheguei no final da tarde. O caseiro veio me cumprimentar, a mulher dele atrás, e a filha, Paulinha, de dezoito anos, ficou um pouco afastada, observando. Combinei o jantar para as oito e fui direto para o quarto. Estava um calor danado. Tirei a roupa, fiquei só de cueca e ia entrar no chuveiro quando ouvi batidas leves na porta. — Quem é? Enrolei a toalha na cintura. A voz fina respondeu: — Sou eu, senhor… a Paulinha, a filha do caseiro. — Pois não? A porta se abriu. Ela entrou e, sem dizer nada, girou a chave. O trinco fez um clique seco. Estranhei. Pela primeira vez olhei direito para a menina. Vestido leve, quase transparente, realçava seios pequenos e firmes que empurravam o tecido. A saia curtinha subia quando ela andava e mostrava coxas torneadas e uma bundinha redonda, apertada, que balançava. Meu pau de vinte centímetros deu um pulo dentro da cueca e tentou furar a toalha. Cruzei os braços para não me entregar de imediato. Ela se sentou na beira da cama, inclinou o corpo para a frente e os seios brancos quase saltaram para fora. Baixou os olhos e falou baixinho: — Queria falar com o senhor… Começou a contar. O tio tinha seduzido ela. Estava grávida. Queria abortar, precisava de dinheiro, o pai não sabia de nada e se soubesse matava os dois. As lágrimas escorreram. Ela quase se ajoelhou, suplicando. Disse que era empréstimo, que quando começasse a trabalhar pagaria com juros. Fiquei com pena. Sentei ao lado, passei o braço pelos ombros dela e a puxei para mim. O corpo quente, cheiroso, pele macia de menina. Ela aninhou o rostinho no meu peito. O calor subiu rápido. O pau latejou forte. Falei que ia ajudar, que não havia problema. Ela me abraçou apertado, feliz, e de repente beijou minha boca. Halito fresco, língua tímida no começo. O corpo dela colado no meu fez qualquer resto de juízo sumir. Continuei o beijo. Minhas mãos desceram para os seios. Acariciei por cima do vestido, depois puxei o decote e peguei os peitinhos nuas. Mamilos duros, sensíveis. Ela gemeu baixo. As mãozinhas dela desceram, acharam o volume na toalha, abriram e pegaram o pau. Começou a masturbar devagar, depois mais rápido, apertando a cabeça inchada. — Meu Deus… que tesão de menina… Ela respirava ofegante, excitada, e sussurrou colada no meu ouvido: — Senhor… não tem perigo… já não sou virgem e estou grávida… Pode me comer à vontade… eu também quero dar pro senhor… O sangue ferveu. Ela se ajoelhou no chão, abocanhou o pau inteiro de uma vez. A boca quente, molhada, engoliu até quase engasgar. A língua rodava na cabeça enquanto a mão apertava o saco. Eu segurei a cabeça dela e enfiei mais fundo. Ela engasgou, babou, mas continuou chupando como se tivesse nascido pra aquilo. Gemidos abafados saíam da garganta dela enquanto engolia minha pica. Puxei ela de volta para a cama. Deitei a menina, puxei a saia para cima. A safada não usava calcinha. A xoxotinha lisinha, tenra, já brilhava de porra. Cheirei, beijei, chupei o grelinho inchado. Ela arqueou as costas e soltou um gemido alto: — Aaiiii… senhor… assim… Lamba a buceta inteira, enfiei a língua no buraco apertado, chupei o clitóris até ela tremer. Depois me ajoelhei entre as pernas abertas e posicionei a cabeça do pau na entrada. Empurrei devagar. Estava apertadíssima. O calor envolveu meu pau como um forno. Continuei entrando, centímetro por centímetro. Ela suspirava, se entregava, abria mais as pernas. — Patrão… fode a tua menina… fode… Empurrava mais. De repente senti a resistência. O hímen. A menina era virgem. A surpresa bateu forte, mas o desejo era maior. Sem pensar, dei um empurrão seco e forte. A pica rasgou o cabaco. Ela soltou um gritinho agudo, me abraçou com as pernas e cravou as unhas nas minhas costas. — Aiiiiiiii… doeu… mas não para… não para… Comecei a meter. No começo devagar, sentindo o sangue escorrer e misturar com o gozo dela. Depois mais forte. A bucetinha virgem apertava meu pau como um punho. Cada estocada fazia ela gemer mais alto, desesperada. — Aiiiii… aiiiiii… senhor… sua pica é grande demais… está me arrebentando… aaaaaiiii… Metia fundo, batendo as bolas na bundinha dela. Beijava os seios, chupava os mamilos, enquanto ela se contorcia embaixo de mim. O vaivém ficou selvagem. A cama rangia. Paulinha gemia sem parar, a voz fina e quebrada: — Fode… fode mais forte… me come toda… aaaah… meu cu também arde de tesão… quero sua pica em tudo… Senti o gozo subindo. Empurrei até o fundo e jorrei dentro da coninha virgem. O leitinho quente encheu ela. No mesmo instante a menina gozou também. A buceta apertou em espasmos, o gozo dela escorreu misturado com o meu e com o sangue, molhando as coxas e o lençol. Fiquei parado dentro dela, ofegante, acariciando o corpinho de ninfeta. Os olhos dela estavam fechados, a boca entreaberta, o peito subindo e descendo rápido. Meu pau ainda duro não saiu. Comecei a mover de novo, mais devagar, sentindo a porra escorrer enquanto metia. — De novo… senhor… me fode de novo… Virei ela de quatro. A bundinha empinada era coisa de outro mundo. As nádegas redondas, a racha da buceta ainda pingando e o cu apertadinho, rosado. Lambi o cu dela, enfiei a língua, depois a ponta do dedo. Ela gemeu alto e empurrou a bunda para trás. — Mete no cu também… quero sentir sua pica me arrombar… Posicionei a cabeça no buraquinho. Empurrei com força. O cu dela resistiu, depois cedeu. A pica entrou toda. Paulinha gritou, a voz desesperada: — Aiiiiiiiiiii… que porra… está me rasgando o cu… mais… mais fundo… Comecei a meter no cu dela com tudo. Cada estocada fazia as nádegas baterem. Com uma mão eu apertava o peitinho, com a outra esfregava o grelinho. Ela gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, gemendo sem parar: — To gozando… to gozando com o cu cheio da sua pica… aaaaah… senhor… me fode sem dó… Goziei outra vez, dessa vez enfiado até as bolas no cu apertado dela. O leite escorreu quando eu tirei. A menina caiu de bruços na cama, ofegante, a buceta e o cu abertos e molhados. Mais tarde, ainda suados, ela me contou a verdade. Nunca tinha sido seduzida pelo tio. Nunca esteve grávida. Mentiu tudo porque me desejava há meses. Me via com as namoradas e ficava com ciúmes. Inventou a história para eu comer ela com mais tranquilidade. — Eu via o senhor foder as outras… e sonhava ser eu… queria essa pica grande me arrebentando… Ficamos o resto da noite. Chupei a buceta dela de novo até ela gozar na minha boca. Ela me chupou de quatro, engolindo tudo. Meti na buceta, no cu, de novo na buceta. Cada vez que eu entrava ela gemia como se fosse a primeira. No final da madrugada a cama estava destruída, os lençóis manchados de porra, sangue e gozo. Casei com a filha do caseiro. A diferença de idade existe, mas toda noite tenho aquela coninha novinha me esperando. As maminhas firmes eu apalpo sempre que quero. A boca dela chupa minha pica quando eu peço. E a bundinha… a bundinha dela continua sendo a coisa mais gostosa que já enfiei minha pica. Até hoje, quando volto do Rio e a vejo no sítio, o pau já endurece. E ela, safada, abre as pernas, mostra a buceta lisinha e diz: — Vem, patrão… fode a tua menina de novo… E eu fodo. Sem dó. Sem parar. Até ela gemer desesperada e eu gozar fundo, enchendo a coninha que um dia foi virgem e hoje é só minha.
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Excelente conto, faz com que nosso pensamento seja transportado para a cena descrita, fazendo com que tenhamos muito tesão.
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