Meu nome é Juliana e eu tinha acabado de fazer 18 naquele verão e a festa na casa da minha amiga Larissa tava bombando. Música alta, gente rindo, bebida rolando. Ela, a filha dele, bebeu pra caralho e caiu no sono cedo, antes mesmo de todo mundo ir embora. Eu ia dormir no quarto dela mesmo, então fiquei ajudando o pai dela a juntar os copos e as garrafas vazias na cozinha. Ele tinha 44 anos, casado, corpo ainda em forma, aquele tipo de homem que cuida de si. A gente ia conversando enquanto limpava, ele fazia umas piadas e eu ria. De repente o clima mudou. Ele começou a me olhar diferente, mais demorado, e as piadas viraram flerte direto. - Nossa, você tá uma delícia nessa vestidinho curto – ele disse, chegando mais perto, a voz baixa. – Toda vez que você se agacha pra pegar alguma coisa eu fico de pau duro só de imaginar o que tem embaixo. Eu senti o rosto esquentar, mas não me afastei. Ele era atraente pra caralho e eu tava com o corpo quente da festa. Continuei ajudando, mas agora a cada frase dele eu sentia a buceta latejar. - Você não tem vergonha de falar isso sendo casado? – eu provocquei, meio sorrindo. - Minha mulher tá viajando. E você tá aqui, cheirosa, com esse corpinho de 18 anos me deixando maluco – ele respondeu, e aí me puxou pela cintura e me beijou. O beijo foi voraz. Língua entrando na minha boca, mãos apertando minha bunda por cima do vestido. Eu gemi baixinho contra a boca dele. Em segundos ele me ergueu no colo como se eu não pesasse nada e me carregou até o quarto do casal. Jogou a porta, me deitou na cama grande deles e começou a beijar meu pescoço, descendo até o peito. Puxou o decote do vestido e chupou um peito, depois o outro, mordendo de leve o bico. - Porra, esses peitinhos duros… – ele murmurou, chupando com força. – Quero te comer inteira. Eu já tava encharcada. Ele tirou minha calcinha de uma vez, ergueu o vestido curto até a cintura e abriu minhas pernas. Olhou pra minha buceta raspada e soltou um gemido rouco. - Que bucetinha linda, grelinho inchado… – ele disse, e enfiou a língua direto no meio. A primeira lambida me fez arquejar. Ele chupava meu clitóris com vontade, puxando, sugando, enfiando a língua dentro da minha buceta e lambendo tudo, o cu inclusive. Eu segurava a cabeça dele entre as coxas e gemía alto, sem conseguir segurar. - Ahhh… porra… mais forte… – eu gemia, a voz já quebrada. – Chupa essa buceta, caralho… Ele não parava. Dois dedos entraram em mim enquanto a língua trabalhava o grelinho. Eu gozei rápido pra caralho, as pernas tremendo, o gozo escorrendo na boca dele. Ele lambeu tudo, chupou até o último fio, e só parou quando eu tava quase chorando de prazer. Enquanto eu ainda tremia, ele se levantou, abriu a calça e tirou o pau. Grosso, veiado, a cabeça já molhada de porra. Eu olhei e engoli seco. - Vai enfiar essa pica toda em mim? – eu perguntei, a voz rouca. - Vou te foder até você não aguentar mais – ele respondeu, e se deitou em cima de mim. Enfiou de uma vez só. A pica grossa abriu minha buceta molhada e eu gritei baixinho, as unhas cravando nas costas dele. Ele começou devagar, me beijando enquanto enfiava até o fundo, sentindo cada centímetro. - Que buceta apertada do caralho… – ele gemia no meu ouvido. – Tá engolindo minha pica inteira, putinha… - Ahhh… mais fundo… me fode… – eu respondia, já rebolando embaixo dele. Ele acelerou. As estocadas ficaram mais fortes, a cama batendo na parede, o pau entrando e saindo molhado, o barulho de peito com peito e de pele batendo. Eu gemia desesperada, o orgasmo subindo de novo. - Goza na minha pica… aperta essa buceta… – ele ordenava, fudendo mais rápido. Eu gozei de novo, a buceta contraindo em volta da pica dele, o corpo inteiro tremendo. Ele não parou. Virou-me de lado, ergueu uma perna e meteu mais fundo ainda, a mão apertando meu peito, o polegar no grelinho. - Porra, você é uma putinha gostosa… – ele gemia. – Quero gozar dentro dessa buceta. - Goza… enche essa buceta de porra… – eu implorava, já sem vergonha nenhuma. Ele meteu mais umas vezes com força e gozou fundo, o pau latejando, jatos quentes enchendo meu interior. Continuou enfiado, me beijando devagar enquanto a porra escorria pelo meu cu e molhava o lençol da cama dele e da esposa. Ficamos assim uns minutos, ofegantes, o pau ainda dentro de mim, latejando. Ele me beijou de novo, mais calmo. - Não conta pra minha filha – ele pediu, a voz baixa. – Isso fica só entre a gente. - Não conto – eu respondi, ainda sentindo a pica dele escorrendo dentro de mim. Ele saiu de dentro, me olhou de cima a baixo, a buceta aberta e cheia de porra, e sorriu. - Que visão deliciosa… – murmurou. Eu me levantei, limpei o que deu com a calcinha, vesti o vestido de novo e saí do quarto. Fui pro quarto da minha amiga, deitei do lado dela que já tava apagada e apaguei a luz. O corpo ainda latejava, a buceta latejando com a lembrança da pica grossa e do gozo quente. Ela nunca descobriu. E eu nunca contei. Naquela noite eu dormi com o cheiro dele ainda na pele e a sensação da pica latejando dentro de mim. Foi a foda mais intensa que eu já tinha tido até então, e toda vez que lembro ainda sinto a buceta apertar só de pensar na língua dele no meu grelinho e na porra escorrendo pelo meu cu.
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